FW: RURAL PECUÁRIA

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Firmino Teodoro Da Silva

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Apr 29, 2013, 12:45:53 PM4/29/13
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Date: Sat, 27 Apr 2013 02:10:48 +0000
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RURAL PECUÁRIA


Boi Gordo: Oferta e variação de preço da @ moderada

Posted: 26 Apr 2013 12:42 PM PDT


Em São Paulo, as ofertas de boi gordo acima de R$100,00/arroba, à vista, diminuíram significativamente. As escalas de abate evoluíram um pouco nos últimos dias e isso favoreceu a pressão. Porém, a oferta de boiadas segue moderada.

O volume de negócios não foi suficiente para gerar impactos nos preços à vista no Estado, condição mais comum de venda. Em média, as programações atendem quatro dias.

Há indústrias que reduziram suas ofertas em R$2,00/arroba, mas ainda não há relatos de boiadas compradas nestes valores.

Em praticamente todas as praças vizinhas a São Paulo há tentativas de compras em preços menores. É preciso tempo para ver se o mercado comporta os preços menores, tendo em vista que o cenário de disponibilidade modesta de boiadas terminadas não mudou.

Mercado de reposição apresenta boa fluidez nos negócios

A queda da temperatura em São Paulo diminuiu a demanda por animais jovens na última semana e houve apenas ajustes pontuais. Animais mais erados continuam bem procurados no Brasil Central. Na semana passada, o boi magro anelorado teve alta de 0,9%, na média dos Estados do Centro-Oeste.

Em Mato Grosso, o mercado teve melhora nas movimentações. O bezerro (5,5 arroba) teve valorização semanal de 1,5%. Na Bahia, a diminuição do volume de chuvas fez com que a procura tivesse retração.

No Paraná, o mercado ficou mais aquecido, devido aos leilões que estão ocorrendo no Estado. No geral, as categorias mais jovens estão com maior procura e melhor volume de negócios no Sul do país.

Há expectativa de melhora nas negociações deste tipo de animal para maio, em função do desmame da bezerrada. Porém, a campanha de imunização do rebanho contra a febre aftosa pode alterar a dinâmica do mercado.

Fonte: Rural BR e Scott Consultoria

Projeto prevê a inclusão do produtor rural pessoa física no regime jurídico empresarial

Posted: 26 Apr 2013 12:31 PM PDT


As lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pediram nesta terça-feira, 23, ao secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, que o governo federal apoie a proposta do deputado federal Jerônimo Goergen (PP/RS). O projeto prevê a inclusão do produtor rural pessoa física no regime jurídico empresarial, para que, em caso de endividamento e descapitalização, possa optar pela recuperação judicial prevista em lei.

O presidente em exercício da FPA, deputado federal Luis Carlos Heinze (PP/RS), explicou que a proposta de Goergen foi apresentada como emenda à Medida Provisória 590/2012 e a bancada ruralista conta com o apoio da relatora, deputada federal Rose de Freitas (PMDB/ES). A MP amplia a idade limite de crianças e adolescentes das famílias que acessam os programas sociais do governo federal.

Heinze afirmou que a conversa com o secretário sobre o assunto foi importante. porque a tendência é que o governo federal vete a emenda, caso seja aprovada pelo Congresso Nacional. Ele disse que a transformação de todos os produtores rurais em pessoas jurídicas, a chamada 'pejotização', que é pretendida pelo governo, demoraria anos para se tornar realidade. Ele argumenta que, em muitos casos, a insolvência dos produtores rurais foi provocada por empresas que entraram em recuperação judicial e suspenderam o pagamento aos fornecedores. 'O produtor rural precisa ter acesso ao mesmo benefício', reforçou.

No encontro com o secretário do Ministério da Fazenda, os parlamentares também trataram da questão da mitigação de risco na agricultura. Heinze disse que pediu a Barbosa que enviasse aos parlamentares e entidades de classe as propostas sobre o Fundo de Catástrofe que está em estudo pelo governo, para elaboração de uma nova proposta com a participação do setor privado. A lei, que ainda não foi regulamentada pelo governo, autoriza a participação da União em fundos garantidores de risco de crédito para produtores rurais e suas cooperativas. O deputado diz que a ideia é que as novas regras possam estar definidas no segundo semestre, para entrar em vigor ainda na safra 2013/14.

Os parlamentares também defenderam a proposta da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), de elevação do montante de recursos para subsidiar os prêmios do seguro agrícola, dos atuais R$ 400 milhões para R$ 800 milhões. Eles pediram ao governo um novo prazo para que os produtores rurais inscritos na Dívida Ativa da União possam liquidar ou renegociar seus débitos.

Fonte: G1

USP,UNESP e UNICAMP criam doutorado conjunto em bioenergia

Posted: 26 Apr 2013 11:45 AM PDT


As três universidades estaduais paulistas preparam em conjunto um inédito curso de doutorado em bioenergia.

“Estamos organizando um programa de excelência em bioenergia, no qual os alunos terão oportunidade de estudar com os melhores especialistas nos diferentes aspectos do setor e poderão se conectar com os principais centros de pesquisa na área no mundo”, disse o professor Carlos Alberto Labate, da Universidade de São Paulo (USP), coordenador-geral do Programa Integrado de Doutorado em Bioenergia. As aulas deverão ter início em março de 2014.

Com a proposta de ser um curso internacional, o programa contará com professores da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), além de especialistas estrangeiros. Terá boa parte de suas aulas em inglês e usará um sistema de videoconferência para a integração de alunos e professores situados em diferentes cidades.

“Os alunos farão pelo menos quatro meses de estágio no exterior, em universidade, empresa ou centro de pesquisa. E queremos atrair não só estudantes do Brasil, mas também do exterior”, destacou Labate.

Justificativas para unir as forças nesse projeto não faltam. De acordo com Labate, a bioenergia é uma das áreas que mais crescem no mundo e o Brasil é uma liderança. “Temos competência, um grande mercado, somos os principais produtores de matéria-prima para a área de bioenergia e falta pessoal qualificado, inclusive para fazer spin-off, porque uma das coisas que queremos é que nossos alunos sejam empreendedores na área de bioenergia.”

A aprovação da abertura do programa pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ocorreu no final de março.

Na opinião de Luís Augusto Barbosa Cortez, professor na Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp e coordenador adjunto de Programas Especiais da FAPESP, que integra a comissão executiva do Programa Integrado de Doutorado em Bioenergia, o aspecto inovador da iniciativa é a participação de “três das cinco melhores universidades do Brasil”.

“A massa crítica das três universidades é muito grande. Em levantamento feito na FAPESP, constatou-se que cerca de 500 pesquisadores das três instituições trabalham com o assunto bioenergia direta ou indiretamente”, disse.

Cortez citou o exemplo de pesquisa realizada por Fernando Ferreira Costa, professor na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, que estuda uma enzima produzida pelo cupim com capacidade de degradar celulose. “Já existem muitos pesquisadores de faculdades diversas, como medicina, que trabalharam ou estão trabalhando com algo relacionado a biocombustíveis, bioenergia, produtos químicos, plásticos ou derivados de biomassa”, disse.

O doutorado conjunto em bioenergia é um desdobramento de outra iniciativa, o Centro Paulista de Pesquisa em Bioenergia (CPPB), instituído em 2010, por meio de um convênio entre o Governo do Estado de São Paulo, FAPESP, USP, Unicamp e Unesp.

Criado como um desdobramento do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), o CPPB aumenta a base científica de pesquisa em energia obtida a partir de biomassa. Enquanto as universidades contratam pesquisadores em diversas vertentes da bioenergia, a FAPESP selecionará e financiará os projetos vinculados ao CPPB.

“O curso é um dos importantes resultados do Centro Paulista de Pesquisa em Bioenergia, organizado pela FAPESP e pelas três universidades estaduais paulistas, com expressivo investimento do Governo do Estado de São Paulo. O caráter multi-institucional é uma excelente ideia das universidades e fará o curso muito competitivo mundialmente”, ressaltou Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

Cara do século 21


No Programa Integrado de Doutorado em Bioenergia, as disciplinas serão organizadas em cinco áreas principais: agrícola, industrial, sustentabilidade, biorrefinarias e motores. Segundo Cortez, embora o Brasil seja líder em bioenergia, ainda faltam profissionais, principalmente em algumas vertentes, como a de motores.

Outra área com carência de profissionais é a de gaseificação e combustão. “Fomos muito para o lado da fermentação, muito pela linha bioquímica (quando se fala em etanol de segunda geração), mas pouco pela linha térmica”, afirmou Cortez.

Um dos objetivos do curso é proporcionar ao aluno um panorama geral, uma formação ampla para que o profissional entenda os diversos fatores envolvidos na questão da bioenergia.

“Essa área é muito dinâmica; precisamos de um profissional que entenda de diferentes áreas e participe ativamente nas questões. Ele precisa falar bem inglês e ter uma noção boa inclusive de diplomacia ligada a esses assuntos – que são discutidos em fóruns internacionais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, disse Cortez.

Algumas questões burocráticas sobre o curso, que será gratuito, ainda estão pendentes, mas a grade curricular, com número de disciplinas e equivalência de créditos, já foi definida. O aluno deverá fazer a matrícula em uma das três instituições e estará formalmente vinculado a ela. Cada uma das universidades fará a seleção de estudantes utilizando critérios próprios e escolherá o corpo docente que participará do programa. A coordenação geral do curso, atualmente sob responsabilidade da USP, mudará a cada três anos, em um rodízio entre as três universidades.

A ideia é que cada orientador tenha dois ou três orientandos e que o programa chegue, em dois ou três anos, a cem alunos. “É um curso com a cara do século 21. O tema dos biocombustíveis ganhou importância fenomenal recentemente. Até os Estados Unidos entrarem nessa, achavam que o Brasil fazia apenas uma esquisitice, uma curiosidade exótica. Depois, o mundo inteiro começou a falar no assunto”, disse Cortez.

De acordo com Labate, a ideia é, com o tempo, integrar outros grupos de excelência brasileiros no programa de doutorado, como os de algumas universidades federais.

O site oficial do curso ainda está em construção, mas o provisório pode ser visto em:http://genfis40.esalq.usp.br/pg_bio.

Fonte: Agência Fapesp

Vídeo Técnica Rural: Criação de Frango Caipira

Posted: 26 Apr 2013 11:24 AM PDT


Caroço de Algodão 45% Mais caro

Posted: 26 Apr 2013 11:12 AM PDT


Os preços do caroço de algodão estão estáveis e em um patamar acima do verificado em 2012. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a tonelada do alimento está cotada em São Paulo, em média, em R$ 725 em abril. O pecuarista está pagando 45% a mais pelo alimento na comparação com o mesmo período do ano passado.

A baixa oferta do produto neste momento e a previsão de uma oferta menor na temporada atual (2012/2013) pressionam as cotações. O caroço de algodão da safra nova começará a chegar ao mercado a partir do final de julho.

A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) estima uma produção de 2 milhões de toneladas do caroço de algodão em 2012/2013, 33,7% menos em relação às 3,01 milhões de toneladas da safra passada. A área plantada de algodão no Brasil em 2012/2013 diminuiu 36,4% em comparação com a temporada anterior.

Os preços elevados do caroço de algodão devem aumentar a procura por farelo de soja, cujos preços caíram nos últimos meses e estão em um patamar mais satisfatório.

Fonte: SCOTT CONSULTORIA

Alertas de Mercado: Café, Frango e Suínos

Posted: 26 Apr 2013 11:06 AM PDT



Café

Com a intensificação da colheita de robusta, os preços dos grãos novos vão se aproximando dos pagos pelo café da safra 2012/13, segundo informações do Cepea. As vendas dos grãos 2013/14, sejam futuras ou imediatas, estão ainda bastante lentas devido às grandes oscilações de preços. Compradores têm preferido não correr riscos, aguardando o avanço da colheita para negociar. No Espírito Santo, cerca de 30% dos grãos da safra passada (2012/13), perto de 2 milhões de sacas, ainda não foram vendidos e, por enquanto, representam a maioria dos negócios.

A saca desses cafés está cerca de 5 a 10 reais acima do valor médio dos grãos novos. O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 acima, referente aos grãos da safra 2012/13, fechou a R$ 252,06/saca de 60 kg na quarta-feira, recuo de 0,47% entre 17 e 24 de abril.

Frango

Os valores do frango vivo e da carne seguem registrando quedas expressivas. Segundo colaboradores do Cepea, o mercado está ainda mais enfraquecido nesta semana, visto que a liquidez tradicionalmente diminui no final de mês. As sucessivas baixas refletem a oferta acima da demanda pela carne, o que impacta também no segmento de frango vivo. Em relação aos principais insumos usados na atividade (milho e farelo de soja), os preços também estão em queda, mas não o suficiente para sustentar o poder de compra do avicultor paulista.

Suínos

Os preços do suíno vivo vêm despencando, com quedas observadas em todos os meses de 2013, segundo informações do Cepea. No entanto, o patamar de preços em abril, em termos nominais, ainda é maior que o verificado em todos os meses de abril de anos anteriores, considerando-se a série histórica do Cepea, iniciada em 2004. No mercado de insumos, a previsão de safra recorde de milho no Brasil tem pressionado as cotações do grão.

Após atingir valores recordes nos últimos meses do ano passado, o cereal tem apresentado sucessivas desvalorizações em 2013 nas regiões pesquisadas pelo Cepea. Em relação ao farelo de soja, a safra nacional do grão também em patamar recorde e problemas de estocagem e de transporte têm influenciado quedas nas cotações do derivado. Nesse cenário, o poder de compra do suinocultor frente ao milho e ao farelo de soja está melhor que em abril do ano passado.


Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

LEITE/CEPEA: Preço sobe pelo 3º mês consecutivo e deve se manter firme

Posted: 26 Apr 2013 10:57 AM PDT


O preço do leite pago ao produtor aumentou pelo terceiro mês consecutivo, atingindo R$ 0,8766/litro (preço líquido, “média Brasil”) em abril, aumento de 3,4 centavos/litro em relação a março. Essa média calculada pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, é ponderada pelo volume captado nos estados de GO, MG, PR, RS, SC, SP e BA em março. Contabilizando-se o frete e impostos, o preço bruto teve média de R$ 0,9526/litro, valor 3,7% superior ao de abril/12 e o maior desde outubro/11, em termos reais – considerando-se a inflação (IPCA) do período.

Segundo pesquisadores do Cepea, o aumento esteve atrelado à queda na produção em março, como normalmente ocorre nesse período, por conta do início da entressafra. Com essa restrição na captação de leite, agentes consultados pelo Cepea relataram disputa acirrada entre os laticínios.

O volume adquirido pelas indústrias em março diminuiu em todos os estados da pesquisa. Assim, Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-Leite) caiu 4,62% de fevereiro para março. No Nordeste, a queda na produção de leite ocasionada pela forte seca é tão crítica que o Ministério da Agricultura autorizou a reconstituição de leite em pó (em 35% da capacidade produtiva de cada fábrica) por três anos. Em março, para se ter uma ideia, a captação nos estados do Ceará e Bahia recuaram 12,7% e 11,4%, respectivamente.

Para maio, a expectativa é de que os preços do leite sigam em alta, ainda impulsionados pela oferta restrita de matéria-prima. No Sul do País, por outro lado, a utilização das pastagens de inverno inicia-se em algumas praças e deve ser intensificada em maio, o que deve elevar a produção da região. Ainda assim, 85,7% dos agentes entrevistados pelo Cepea (que representam 91,9% do volume amostrado) acreditam em nova alta nos preços do leite em maio, enquanto o restante (14,3% que representam 8,1% do volume) acredita em estabilidade nas cotações. Nenhum dos colaboradores consultados estima queda de preços para o próximo mês.

Concomitantemente, os preços dos derivados também subiram em abril (cotação até o dia 25). No atacado do estado de São Paulo, o leite UHT e o queijo muçarela se valorizaram 5,4% e 1,8%, respectivamente. O UHT teve média de R$ 2,07/litro em abril, a maior da série do Cepea, iniciada em março/10, em termos nominais. O queijo muçarela teve média de R$ 11,79/kg.

Segundo relatos de atacadistas, o consumo segue firme mesmo com os valores mais elevados. Esses agentes alegam, no entanto, que não há mais espaço para grandes aumentos nos preços, visto que isso limitaria a demanda do consumidor final. Essa pesquisa do Cepea é realizada diariamente com laticínios e atacadistas e tem o apoio financeiro da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios (CBCL).

AO PRODUTOR – Em abril, dentre os estados que compõem a “média Brasil”, Goiás apresentou a maior alta no preço bruto pago aos produtores, de 5,3% ou de 5,1 centavos/litro, fechando a R$ 1,0201/litro. Em seguida, o preço do leite em Minas Gerais subiu 4,5% ou 4,2 centavos/litro, com a média a R$ 0,9716/litro. Em São Paulo, o valor pago ao produtor alcançou R$ 0,9574/litro, alta de 3% frente à de março (ou 2,7 centavos/litro). O preço bruto no Paraná aumentou 3,6% (3,2 centavos/litro), de modo que o litro foi comercializado a R$ 0,9247. Mesmo com a queda na produção na Bahia, o preço aumentou somente 1,6%, a R$ 0,9210/litro. Por fim, os estados de Santa Catarina e de Rio Grande do Sul tiveram aumentos de 3,5% e 3,1%, respectivamente, com o preço bruto a R$ 0,9137 e a R$ 0,8738/litro.

Quanto aos estados que não compõem a “média nacional Cepea”, Mato Grosso do Sul teve disparado o maior aumento, de expressivos 8,5% (ou 6,8 centavos), alcançando R$ 0,8722/litro. O maior preço foi registrado no Rio de Janeiro, de R$ 1,0111/litro, onde houve elevação de 5,3% (ou 5,1 centavos). No Ceará, estado em que a redução da captação foi grande, o preço chegou a R$ 0,9962/litro. No Espírito Santo, o preço do litro teve média de R$ 0,9153 em abril.

Outras informações sobre o mercado lácteo: www.cepea.esalq.usp.br/leite e por meio do Laboratório de Informação do Cepea, com o pesquisador Paulo Moraes Ozaki e prof. Sergio De Zen:

19-3429-8836 / 8837 e ce...@usp.br

" Boas Práticas ": Governo cria comissão certificadora da carne suína

Posted: 26 Apr 2013 07:46 AM PDT


O Ministério da Agricultura anunciou na quarta (24/4) a criação da Comissão Técnica da Produção Integrada Agropecuária da Carne Suína, que será responsável pela elaboração das regras para produção integrada, sistema baseado na adoção de boas práticas agropecuárias, que levam em conta a preservação do meio ambiente e a sanidade e bem-estar dos animais.

Segundo o governo, a adesão ao programa é voluntária. As empresas e produtores que participarem poderão se habilitar a receber o selo "Brasil Certificado", reconhecido internacionalmente, com garantias do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, afirmou que em parceria com vários órgãos estão sendo elaboradas normas de produção integrada para as cadeias do leite, mel, carne suína, carne bovina, além de carne ovina e leite de caprinos. Segundo ele, até 2015 pelo menos cinco cadeias produtivas devem ter suas normas publicadas.

Ele explica que, ao aderir ao sistema, os produtores rurais serão auditados por empresas credenciadas pelo Inmetro e poderão receber o selo que garante que o produto é de qualidade. "O consumidor que observar a nossa marca poderá ficar tranquilo quanto à qualidade do produto, porque o selo comprova que a empresa seguiu as orientações determinadas pelo Ministério da Agricultura", afirmou.

Fonte: Estadão Conteúdo

Instituto Agronômico de Campinas Lança Sistema Inédito para o plantio da Cana-de-açúcar

Posted: 26 Apr 2013 07:25 AM PDT


O Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, desenvolveu sistema inédito que muda o conceito de plantar cana-de-açúcar. O sistema de Mudas pré-brotadas (MPB) de cana é uma tecnologia de multiplicação que poderá contribuir para a produção rápida de mudas, associando elevado padrão de fitossanidade, vigor e uniformidade de plantio. Outro grande benefício está na redução da quantidade de mudas que vai a campo. Para o plantio de um hectare de cana, o consumo de mudas cai de 18 a 20 toneladas, no plantio convencional, para 2 toneladas no MPB. “Isso significa que 18 toneladas que seriam enterradas como mudas irão para a indústria produzir álcool e açúcar, gerando ganhos”, explica Mauro Alexandre Xavier, pesquisador do IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

A nova tecnologia desenvolvida pelo Programa Cana do IAC é direcionada a aumentar a eficiência e os ganhos econômicos na implantação de viveiros, replantio de áreas comerciais e possivelmente renovação e expansão de áreas de cana-de-açúcar. “Trata-se de um novo conceito no método de multiplicação da cana-de-açúcar, reduzindo volume e levando para o campo efetivamente uma planta”, diz Xavier, integrante do Programa Cana IAC.

O MPB muda o conceito de multiplicação de mudas. Até então é usado o sistema convencional, adotado desde a chegada das primeiras canas ao Brasil, por volta de 1.530. “No convencional, abre-se o sulco e põe colmo semente dentro. Agora propomos colocar a planta”, afirma.

A tecnologia do MPB permite mudar a forma de produção de mudas. No lugar dos colmos como sementes, entram as mudas pré-brotadas que são produzidas a partir de cortes de canas, chamados minirrebolos – onde estão as gemas. Depois passam por uma seleção visual e são tratados com fungicida. São colocados em caixas de brotação com temperatura e umidade controlada, e ao final colocadas em tubetes que passam por duas fases de aclimatação. O ciclo completo leva 60 dias.
“As falhas ocorridas nas áreas de plantios decorrem da falta de uniformidade de diversos fatores do sistema atual, muitas vezes deve-se ao uso excessivo de mudas que brotam e acabam competindo por água luz e nutrientes”, explica o pesquisador. Já o novo método aumenta a uniformidade nas linhas de plantio e, consequentemente, reduz as falhas.

O sistema envolve a formação de viveiros para multiplicação rápida de novos materiais de cana. É um método simples que pode ser adotado por pequenos produtores e associações, não ficando restrito às usinas. De acordo com o pesquisador, o MPB restaura os benefícios da formação de mudas em viveiros, procedimento que fora praticamente esquecido com o boom do setor, apesar de gerar benefícios como aspectos fitossanitários da planta.

Dentre as principais vantagens do sistema estão o menor volume de mudas a ser transportado para o campo de plantio e o grande salto na qualidade fitossanitária das mudas. O MPB está sendo adotado em várias regiões brasileiras. “Pela simplicidade do método e suas variações, está bem distribuído, o MPB já está em Goiás e região Central de São Paulo, muitos produtores de inúmeros Estados deverão adotar o método no curto e médio prazo”, diz o pesquisador do IAC.

Na Agrishow 2013, o público poderá ver duas variedades de cana IAC plantadas no sistema convencional e no MPB, a IACSP95-5094 e a IACSP95-5000. Entretanto, como o plantio foi feito em janeiro passado, ainda é cedo para identificar grandes diferenças. “No MPB ocorrerá a partir dos 150 dias após o plantio um aumento no número de colmos industrializáveis”, diz.


O MPB contribui para reduzir as ocorrências de pragas e doenças na implantação do canavial por usar mudas sadias. “Desde 2009, o Programa Cana IAC optou por não entregar mais colmos “semente” para multiplicação e instalação de sua rede experimental. Desde então vem desenvolvendo o sistema MPB”, afirma Xavier. A tecnologia surgiu da necessidade de entregar um material não convencional de colmos, para tentar evitar a disseminação do Sphenophorus levis, uma importante praga da cana-de-açúcar.


Até meados da década de 1980, o besouro Sphenophorus Levis estava restrito à região de Piracicaba, mas atualmente é observado em praticamente todo o Estado de São Paulo, Minas Gerais e norte do Paraná. É muito provável que esta praga também já esteja em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, embora ainda não haja registros de ocorrência. As preocupações se justificam porque as larvas causam acentuada destruição das soqueiras, provocando redução de produtividade e de longevidade do canavial.


Ainda dentre os benefícios do sistema, destaca-se o uso de maquinários. A plantadeira em uso no MPB é muito mais barata que as utilizadas no sistema convencional, há produtores usando máquinas que plantam eucalipto. É possível que esse novo sistema estimule a movimentação na indústria para desenvolvimento de máquina específica e compatível ao MPB.


O MPB permite alcançar aumento de eficiência e ganho econômico na implantação de viveiros, replantio de áreas comerciais e expansão e renovação de áreas plantadas de cana-de-açúcar. Entretanto para a implantação do sistema em grande escala é necessário o esforço e cooperação entre instituições de pesquisa de melhoramento genético, fitotecnia e mecanização para a plena viabilização do plantio em área comercial. “Penso que deveria haver um esforço na formação de uma grande rede de experimentação que possa desenvolver um pacote fitotécnico que gere sustentabilidade para esse novo método de plantio de cana-de-açúcar”, considera.

Fonte: Instituto Agronômico de Campinas

Embrapa lança plataforma de inteligência estratégica

Posted: 26 Apr 2013 07:01 AM PDT



Uma plataforma dedicada a interagir com atores e agentes internos e externos à Embrapa para produzir e difundir conhecimentos estratégicos ao desenvolvimento tecnológico da agricultura brasileira, por meio da coleta, organização e análise de informações relevantes. Isso define o trabalho do Sistema Agropensa, o Sistema de Inteligência Estratégica da Embrapa, que será lançado no dia 24 de abril, durante a solenidade de aniversário da empresa, em Brasília.

A criação do Sistema Agropensa é parte da estratégia da Embrapa para responder aos grandes desafios da agropecuária nas próximas décadas. A plataforma auxiliará no delineamento de cenários prospectivos e na identificação de tendências do setor agropecuário. O conhecimento gerado contribuirá para orientar a decisão e o planejamento da Empresa, para quem a visão estratégica é fundamental para nortear o seu processo de produção.

Segundo o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, a Embrapa tem sido um exemplo no uso dos conceitos de planejamento estratégico. Para ele, o desafio atual é trazer o conceito de inteligência estratégica, para que a Empresa se prepare para ter agendas cada vez mais conectadas com a realidade do presente e com os desafios do futuro.

“O sistema Agropensa vai se dedicar a buscar informações, a estabelecer relações com as redes de inteligência e de pensamento estratégico no Brasil e no mundo e também a criar bases de dados e informações que permitam revisar a agenda de prioridades da Embrapa de forma sistemática, para que a Empresa tenha um embasamento sólido nos momentos de tomada de decisão.”

As informações geradas pelo sistema fornecerão direção segura para a decisão dos líderes da Empresa e de instituições parceiras sobre assuntos estratégicos no cenário agropecuário – por isso, a escolha da bússola como símbolo, já que esse é um instrumento capaz de orientar e direcionar.

A plataforma terá a missão de gerar informações qualificadas sobre, por exemplo, as principais tendências tecnológicas da agropecuária, as experiências que podem colaborar com a competitividade e a sustentabilidade do setor e sobre como o trabalho da Embrapa pode impactar o mundo.

De acordo com o coordenador do sistema, o pesquisador Geraldo Martha, a grande força da plataforma é o trabalho em rede que será desenvolvido com as Unidades da Embrapa e parceiros para produção e difusão de conhecimentos.

Entre as primeiras atividades do Agropensa está um grande desafio: liderar a elaboração de um estudo com foco na visão tecnológica da agricultura brasileira para o período 2013-2033. “Para isso, colaboradores das diferentes Unidades da Empresa estão engajados na análise dos principais estudos mundiais de prospecção de inovação na agricultura e, a partir daí, serão oferecidas contribuições para a agenda de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) quanto ao desenvolvimento de conhecimento de vanguarda capaz de aumentar a competitividade e a sustentabilidade brasileira no setor agropecuário”, completa Martha.

Secretaria de Comunicação – Secom
Embrapa

Vídeo Embrapa: Manejo Genético de Reprodutores de Peixes

Posted: 26 Apr 2013 06:52 AM PDT


Vídeo Epagri: Como fazer Sementes Sadias e Produtivas de Tomate

Posted: 26 Apr 2013 05:18 AM PDT


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Firmino Teodoro Da Silva

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May 3, 2013, 8:13:44 AM5/3/13
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Date: Fri, 3 May 2013 02:10:02 +0000

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RURAL PECUÁRIA


Sancionada lei que institui política de integração Lavoura-Pecuária-Floresta

Posted: 02 May 2013 10:38 AM PDT



A Presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou a Lei que institui a Política Nacional de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. A norma tem como objetivo aperfeiçoar a produtividade e qualidade dos produtos, utilizando sistemas sustentáveis de exploração que integram atividades agrícolas, pecuárias e florestais. 

A Lei prevê a recuperação de áreas degradadas e a redução dos desmatamentos por meio dos sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta. O iLPF faz parte do Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) que permite a preservação e melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo, de forma conjunta ou alternada proporcionando o aumento da produtividade e da renda das atividades agropecuárias. Com esse sistema, o solo pode ser explorado economicamente durante todo o ano sem riscos de degradação.

A política pretende ampliar as linhas de crédito para produtores rurais que adotarem os sistemas iLPF e dar apoio técnico para que possam desenvolver as técnicas de preservação. Segundo o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Caio Rocha, a publicação dessa Lei é de grande importância para o setor. “Isso porque, estimula a educação ambiental e promove a adoção de práticas sustentáveis que promovem a melhoria e conservação do solo”, explicou.

A Lei entrará em vigor 180 dias após a data de sua publicação.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
(61) 3218-2205/2203
Carol Oliveira
ana.ca...@agricultura.gov.br

Nordeste: CMN aprova composição das dívidas e reduz juros para agricultores

Posted: 02 May 2013 10:38 AM PDT


O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou em reunião desta terça-feira (30) cinco votos de interesse dos produtores agrícolas da região Nordeste. As medidas complementam decisões anteriores do Governo e tem como objetivo principal minorar as perdas financeiras dos micro e pequenos agricultores nordestinos localizados em municípios da área de atuação da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) onde foi decretada situação de emergência ou de calamidade pública em decorrência da seca.

Dentre as medidas está a autorização para a composição das dívidas referentes às prestações que vencem entre 2012 e 2014 nas operações de crédito rural contratadas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 
A taxa de juros real é de 3,5% ao ano para a composição das prestações de operações contratadas no âmbito do BNDES PSI e de 5,5% ao ano para a composição das prestações das operações contratadas no âmbito dos programas coordenados pelo Ministério da Agricultura e do Finame Agrícola Especial.

O prazo de reembolso será de até 10 anos, em prestações anuais, com o vencimento da primeira prestação fixado a partir de 2015. O mutuário tem até 30 de dezembro deste ano para formalizar o interesse na contratação da operação de crédito para compor suas dívidas rurais junto à instituição financeira credora. O banco terá até 30 de junho do próximo ano para formalizar a operação de composição.

Em outra medida, o CMN estabeleceu novos prazos de contratação de linhas especiais de crédito, com recursos do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE). A medida atende produtores rurais e agricultores familiares afetados pela seca ou estiagem, na área de atuação da Sudene.

Também foi aprovada a redução dos encargos financeiros praticados em alguns projetos do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). As taxas de juros praticadas no subprograma de crédito para Projetos Transformadores passaram de 5,5% para 3,5% ao ano.

Pronaf - Foram, ainda, alterados os prazos de contratação e reembolso da composição de dívidas dentro do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), com base na Resolução nº 4.028, de 18 de novembro de 2011. A medida foi adotada para atender ao elevado número de mutuários interessados na composição e renegociação das dívidas, segundo explicou o Ministério da Fazenda.

O objetivo básico dessa medida, segundo explicou o Ministério da Fazenda, é minorar os prejuízos dos pequenos agricultores familiares que tiveram perdas nas safras em razão da seca prolongada na região da Sudene.
As taxas de juros para as operações do Pronaf são de 1% e 2% ao ano, com bônus de inadimplência de 80% sobre cada parcela paga até a data do vencimento.

Etanol – O CMN também instituiu linha de crédito para financiamento da estocagem de etanol combustível, com o objetivo de reduzir a volatilidade do preço e contribuir para a estabilidade na oferta do produto.

A medida beneficia usinas, destilarias, cooperativas de produtores e empresas comercializadoras de etanol, além de distribuidoras de combustível, cadastradas na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. 

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109 1411/1419
Foto: Revista Veja

Comunicado ABCZ: 15 touros Nelore P.O com possível exclusão de paternidade em seu registro

Posted: 02 May 2013 10:15 AM PDT



A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) comunica que recebeu um documento emitido por representantes da Conexão Delta G, Unesp Araçatuba e Unesp Jaboticabal, no qual é informada sobre alguns resultados do projeto de pesquisa “Aprimoramento do Programa de Seleção e Melhoramento em Bovinos de Corte através do desenvolvimento e Aplicação da Seleção Genômica”, conduzido em parceria por aquelas entidades.


O referido projeto, segundo o documento, envolve um banco de material biológico com mais de 2.300 animais, os quais foram analisados com a tecnologia de genotipagem de marcadores de DNA, denominada Illumina BovineHD BeadChip, que investiga simultaneamente 777.000 SNP de um animal. O objetivo do projeto é o de comprovar a possibilidade da utilização da avaliação genômica e desenvolver equações de predição de valor genético do animal, agregando as informações vindas diretamente do DNA.

Uma das etapas do projeto é a construção de uma matriz de parentesco genômica e sua comparação com a matriz de parentesco tradicional, que é construída através das informações obtidas junto aos criadores e suas associações. Ressalte-se que dentre os 2.300 animais genotipados, aproximadamente 1.000 consistiram-se de touros da raça Nelore (PO, LA e CEIP) amplamente utilizados no país. 

A primeira ação para a construção da matriz genômica é a verificação da paternidade dos animais. Neste aspecto, foram verificados 5,7% de possíveis erros de paternidade, o que, segundo os autores do projeto, é um valor baixo quando comparado aos padrões internacionais publicados em diversos estudos e que indicam taxa de erro de paternidade de até 15%. Essas possíveis divergências de paternidade envolvem touros PO, LA e CEIP. 

Encontra-se ainda, no documento, a observação dos autores de que a metodologia utilizada é muito eficiente para excluir a paternidade quando esta não corresponde ao declarado, porém não apresenta máxima eficiência na indicação do pai correto, razão pela qual sugerem que uma segunda fase de verificação seja conduzida de forma a reduzir a zero qualquer possibilidade de erro processual. Verifica-se no documento que somam a 15 o número de touros PO com possível exclusão de paternidade e sugestão de um provável pai verdadeiro.

Desta forma, a ABCZ, através do seu Serviço de Registro Genealógico das Raças Zebuínas, em uma operação conjunta com o MAPA, o Conselho Deliberativo Técnico e os autores do projeto, irá estabelecer um plano de operação que busque confirmar os dados recebidos e, em se confirmando, restabelecer as informações corretas dos 15 touros referenciados. A ABCZ comunica ainda que, em nome da ética, do respeito aos seus criadores e dos princípios de direito, somente trará a público, oficialmente, os casos que forem confirmados e tidos como conclusivos.


Diretoria da ABCZ
Superintendência do SRGRZ

Minas Gerais continua livre de Peste Suína Clássica

Posted: 02 May 2013 07:59 AM PDT


Foram realizadas colheitas de 1.346 amostras de soro além da avaliação clinico-epidemiológica da população suína


Os plantéis mineiros continuam classificados com o status livre da Peste Suína Clássica (PSC), desde 2001. É o que mostra o inquérito soro epidemiológico realizado no final de 2012 em todo o Estado e divulgado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) no final de abril. Todas as 20 Coordenadorias Regionais do IMA participaram do inquérito. Foram realizadas colheitas de 1.346 amostras de soro além da avaliação clinico-epidemiológica da população suína de 320 criatórios de subsistência. Todos os resultados para Peste Suína Clássica deram negativo, confirmando a ausência de circulação viral no Estado.

O diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, explica que a importância do monitoramento. “A sorologia é necessária para mantermos a condição epidemiológica do plantel suíno. O monitoramento constante tem como objetivo impedir o ingresso da doença, possibilitando um controle eficaz. Qualquer estado que apresente a incidência da Peste Suína Clássica compromete toda importação da carne desses animais no país. Por isso, é muito importante comprovar a inexistência da circulação do vírus”, finalizou. Atualmente, Minas Gerais é o 4º maior produtor de suínos do Brasil.

O inquérito é realizado a cada dois anos seguindo exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), visa comprovar a ausência de atividade do vírus da PSC para a manutenção do status sanitário de zona livre da enfermidade. São 14 os estados, além do Distrito Federal, que integram a zona livre de Peste Suína Clássica. São eles: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Peste Suína Clássica

A Peste Suína Clássica (também conhecida como febre suína ou cólera dos porcos) é uma enfermidade contagiosa causada por vírus e muitas vezes fatal aos suínos. A doença é grave e causa sérios prejuízos por sua frequência, facilidade de disseminação e alto índice de mortalidade.

Os principais sintomas são: depressão e febre alta, hemorragias, regiões avermelhadas, entre outras. Além disso, muitas vezes está diretamente relacionada a distúrbios reprodutivos desses animais. A médica veterinária responsável em Minas Gerias pelo Programa de Sanidade Suídea, Junia Mafra, explica que o estado possui um Sistema de Vigilância contínuo para PSC que é de declaração obrigatória conforme a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

Os 212 Escritórios Seccionais do IMA no estado realizam o monitoramento em granjas e as ações de rotina do serviço veterinário oficial, contribuindo com o sistema de vigilância sanitária brasileiro para a PSC na zona livre da doença. Maiores informações procure a unidade do IMA mais próximo.

Fonte: Agência Minas

Senado aprova isenção de IPI para máquinas e equipamentos agrícolas de fabricação nacional

Posted: 02 May 2013 07:35 AM PDT


O Senado aprovou projeto de lei que isenta máquinas e equipamentos agrícolas, veículos utilitários, tratores e caminhões novos, de fabricação nacional, do pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A proposta, que agora tramitará na Câmara dos Deputados, estende a isenção aos mesmos produtos fabricados por países do Mercosul.

A medida valerá exclusivamente ao uso de todo o maquinário por agricultores familiares ou empreendedor familiar rural. A autora do projeto de lei, Ana Rita (PT-ES), disse que a isenção poderá ser usada uma vez ao ano ou então nos casos em que ocorra a destruição completa ou furto do equipamento.

“Embora não tenha o rendimento e a produtividade da agroindústria, a agricultura familiar é essencial nas políticas agrícola, fundiária e de meio ambiente do País”, justificou a senadora no parecer.

A cobrança do IPI é mantida na aquisição de matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem usados no processo de industrialização dos equipamentos previstos como isentos.

O imposto também incidirá normalmente sobre qualquer acessório comprado que não seja equipamento de série ou original do produto beneficiado. O projeto prevê que a isenção fiscal passa a valer quando houver a publicação da lei no Diário Oficial da União.

Fonte: Agência Brasil

Previsões e Estimativas das Safras Agrícolas do Estado De São Paulo, Ano Agrícola 2012/13

Posted: 02 May 2013 07:03 AM PDT


A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA) e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), realizou, no período de 1 a 25 de fevereiro de 2013, a terceira previsão e estimativa da safra agrícola 2012/13 para as principais culturas do Estado de São Paulo (Tabelas 1 a 4). Os dados foram obtidos pelo método subjetivo2, que consiste nas informações fornecidas pelos técnicos das Casas de Agricultura, em cada um dos 645 municípios.

2 – Levantamento Final da Safra das Águas 2012/13

Estas informações encerram os levantamentos realizados da safra 2012/13, para os produtos batata e feijão das águas.

Para a batata das águas, as estimativas finais de 2012/13 em relação à safra passada, mostraram queda de 15,5% na área cultivada e 12,7% na produção. Porém, para a produtividade, houve crescimento de 3,4%. Quanto à cultura do feijão das águas, os resultados apontaram redução na área plantada de 18,2% (com 55,1 mil hectares) e de 10,8% no volume produzido, mas aumento de 9,1% na produtividade

3 – Levantamento Parcial do Ano Agrícola 2012/13

Na cultura da batata da seca, cujo início do plantio é em janeiro, os dados do levantamento apontam para aumento da área cultivada de 4,2% e produção maior em 6,1% relativamente à safra 2011/12. Esta situação é influenciada pelos preços firmes recebidos pelos produtores paulistas desde o final de 2012.

O mercado de cebola operou, em 2012, com preços altos o ano todo, por conta da seca que atingiu a região Nordeste (Bahia e Pernambuco), impedindo a irrigação das lavouras e diminuindo a produção, além das menores ofertas oriundas de São Paulo, do sul do Brasil e da Argentina. Assim, para 2013, espera-se que a área cultivada em todo o Brasil aumente. Na época deste levantamento, em São Paulo, cultiva-se somente a cebola de bulbinho (soqueira), que apresenta 56,3% de diminuição na área e de 53,0% na produção esperada. Esse resultado justifica-se, pois o cultivo de bulbinhos representa apenas 16% do total da cebola cultivada e, em razão do preço atrativo, os produtores colocaram no mercado parte das “sementes”.

O mercado de tomate de mesa (envarado) em 2012 foi oscilante nas cotações durante o ano. Para 2013 a área cultivada deve diminuir 3,9% e a produção será 5,0% menor. O Estado de São Paulo é o maior produtor brasileiro de tomate para consumo in natura.

O tomate rasteiro (para indústria) é produzido mediante acordo de preços para o plantio. Em 2012 a média de preços pagos pela indústria foi de R$180,00/t, diante do custo de produção de R$165,00/t. Os preços pagos pela indústria em 2011 oscilaram entre R$150,00/t e R$163,00/t.

A previsão da produção brasileira de tomate, feita pelas indústrias, indica que em 2013 será de 1,67 milhão de toneladas, 11,2% menor, cultivada em 19,43 mil hectares, 8,8% menor que em 2012. O Estado de São Paulo participará com 17,0% da produção nacional de tomate industrial, enquanto Goiás produz cerca de 80,0%. A área cultivada de tomate rasteiro em São Paulo está prevista em 3,5 mil hectares, 22,8% menor e a produção 285,56 mil toneladas, 20,9% menor que em 2012, de acordo com o levantamento IEA/CATI.

O incremento na safra das águas de amendoim é resultado do aumento da área plantada (7,3%), especialmente nos EDRs de Presidente Prudente e de Jaboticabal, e da produtividade (4,2%) relacionada às condições de plantio e colheita, bem como do investimento do produtor, motivado pelas boas perspectivas dos mercados externo e doméstico. Para a safra da seca são esperados acréscimos de área plantada (8,8%), de produção (17,7%) e de produtividade (8,2%), que reforça o bom desempenho da safra das águas.

A previsão de safras de fevereiro de 2013 ratifica a intenção de plantio no sentido da queda no cultivo de algodão no Estado de São Paulo. A área cultivada é retraída em 42,7% e a produção, estimada em 35,06 mil toneladas, deve ser 44,4% menor, comparativamente à anterior. Esse comportamento reflete, em parte, as condições desfavoráveis no mercado da fibra, já presentes por ocasião da comercialização da produção de 2012. O quadro de desestímulo que se acirrou por ocasião do plantio da safra atual, em virtude do enfraquecimento no consumo, da diminuição no comércio e de elevação nos estoques de passagem da fibra no mercado internacional, é também observado no âmbito doméstico, por meio dos estoques suficientes para refrear elevações nos níveis dos preços.

A sojicultura paulista deve ser ampliada em 12,0% em área cultivada e alcançar 610,8 mil hectares, nos quais devem ser obtidos 1,90 milhão de toneladas, quantidade que representa aumento de 25,6% em relação à safra anterior. A considerar a característica de elevada liquidez proporcionada pelo grão e seus derivados – consumo de óleo e a crescente demanda por farelo para a produção de carnes - especialmente nesta temporada, esse aspecto ganhou ainda maior importância em virtude da quebra da colheita estadunidense. Dessa maneira, a alta nas cotações externas exerce influência significativa para a tomada de decisões do agricultor brasileiro, a exemplo do que vem ocorrendo na presente temporada em resposta às condições favoráveis de mercado.

A cultura do milho de verão (primeira safra) deverá apresentar redução de 3,9% da área plantada na safra 2012/13, sendo mais acentuada essa queda no sistema irrigado (-9,8%) do que no sistema sequeiro (-3,1%). Esta redução é explicada pela menor atratividade econômica da cultura em relação à da soja, cuja área cresce. A produção esperada nesta safra é de 3.250,6 mil toneladas, com queda de 4,4%, relativamente à safra 2011/12. Prevê-se ligeira redução da produtividade, em razão das condições climáticas adversas, com períodos de escassez e de excesso de chuva, o que favoreceu a incidência e severidade do ataque de pragas e doenças.

A cultura do milho safrinha (segunda safra) deve apresentar crescimento de 4,4% da área plantada na safra 2012/13, em razão das expectativas favoráveis do mercado do cereal em 2013, tanto no âmbito interno como no externo, ainda como reflexo da frustração da safra americana em 2012/13. Os preços de milho no primeiro bimestre de 2013 foram superiores aos do ano precedente, fato que favorece a decisão de ampliação do cultivo pelo produtor. Outro fator importante é o sistema de sucessão de cultura com a soja, que a exemplo da do milho, apresentou rentabilidade elevada, o que reduz acentuadamente as necessidades de financiamento de terceiros para custeio da safra. A redução da produtividade prevista (-2,5%) pode não se concretizar, tendo em vista as incertezas das condições climáticas durante o período de desenvolvimento da cultura.

Os dados para a cultura de arroz são de retrações de área (15,6%) e de produção (8,1%), com o aumento da produtividade de 8,9%.

Para o feijão da seca, as tendências são de elevação na área (1,0%) e na produção (15,2%), em relação ao ano agrícola anterior.

Apesar dos bons preços atuais da mandioca, principalmente decorrentes da estiagem no Nordeste, a área cultivada com mandioca industrial está se reduzindo em São Paulo, face à competição por área com as culturas de milho, soja e cana para indústria. Os dados da previsão de fevereiro indicam quedas na área (1,6%), na produtividade (0,1%) e na produção (2,4%).

Mesma tendência é detectada para a mandioca de mesa, com diminuições na área plantada (4,2%), na produção (3,9%) e na produtividade (2,4%).

Na cultura da banana foram observados decréscimo de 0,9% na área e elevações de 4,9% na produção e de 4,1% na produtividade, em relação ao ano agrícola anterior.

Para cana-de-açúcar destinada à indústria, os números iniciais da safra registram manutenção da área plantada (área nova e área em produção) totalizando 5.994,2 mil hectares, com a produção de 428,3 milhões de toneladas, sendo 0,8% maior que a safra passada, por conta dos ganhos de 1,2% na produtividade, atingindo a marca de 80,2 t/ha. Contudo, deve-se observar que, além das boas condições climáticas para a cana, a cultura teve maiores investimentos nos tratos culturais, podendo influenciar nos próximos levantamentos um aumento mais significativo na produtividade, notadamente se as condições edafoclimáticas assim permitirem.

Em fevereiro de 2013 foi realizado o segundo levantamento subjetivo de previsão e estimativa de safra de café, safra 2012/13, em que se contabilizou colheita de 4,710 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado. Essa quantidade praticamente não oscilou frente ao levantamento realizado em novembro de 2012 em que se previa colheita de 4,761 milhões de sacas. Tampouco foi constatada alteração na área em produção, estimada em 210 mil hectares. Embora a corrente safra pertença ao ciclo de baixa, a produtividade média da cafeicultura paulista situou-se no satisfatório patamar de 22,42 sc./ha. Os cinturões produtores de Franca e Marília exibem produtividades médias estimadas acima das 24 sc./ha. Com 15,8 mil hectares em formação, a cafeicultura paulista possui 7,5% da área produtiva em renovação e/ou expansão, sendo esse indicador importante na avaliação do dinamismo econômico dessa lavoura no estado. Os resultados provenientes deste levantamento, em relação à safra passada, indicam redução de 12,1% no volume a ser produzido, em função da menor produtividade em 12,9%.

Os resultados deste levantamento encontram-se disponibilizados nas tabelas 1 e 4, por Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR) na tabela 2 e por Região Administrativa (RA) na tabela 3.

O 4o levantamento das safras agrícolas do Estado de São Paulo, a ser efetuado em abril, deverá trazer informações mais precisas sobre produções e produtividades, para o ano agrícola 2012/13.


Tabela 1 - Previsões e Estimativas das Safras Agrícolas do Estado de São Paulo, Comparativo de Área, Produção e Produtividade, Ano Agrícola 2012/13, 3º Levantamento, Fevereiro de 20131

 Tabela 1 - Previsões e Estimativas das Safras Agrícolas do Estado de São Paulo, Comparativo de Área, Produção e Produtividade, Ano Agrícola 2012/13, 3º Levantamento, Fevereiro de 20131

Mapa altera calendário de vacinação contra Febre Aftosa em alguns Estados

Posted: 02 May 2013 06:39 AM PDT


Os estados do Rio Grande do Norte, Sergipe e Alagoas, além de parte dos municípios de Minas Gerais e Pernambuco, terão alterações no calendário da primeira etapa de vacinação contra a febre aftosa, que começa na quarta-feira (1º de maio). A informação foi divulgada por meio de nota técnica pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A vacinação foi adiada para junho no Rio Grande do Norte e nos municípios do Agreste e Sertão de Pernambuco e para julho em Sergipe e Alagoas. Em Minas Gerais, o prazo foi prorrogado para 30 de junho em 112 municípios (nas coordenadorias regionais de Amenara, Janauba e Montes Claros).

Apesar não haver alterações no calendário da Bahia, 261 municípios do estado que decretaram situação de emergência serão acompanhados. Caso necessário, poderá ser adotada uma nova estratégia com tratamento diferenciado aos produtores que comprovarem não ter condições de vacinar seus animais.

"A flexibilização nessas localidades é justificada pela falta de chuvas, que tem comprometido o abastecimento de água e até mesmo a alimentação dos rebanhos", explica o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques.

No restante do país, a programação segue inalterada. Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins e Distrito Federal começam em maio a vacinação de todo o rebanho de bovinos e bubalinos, sendo que Amazonas e Pará iniciaram em março o processo de imunização. Já nos estados do Acre, Espírito Santo, Paraná, Rondônia (onde a campanha começou em abril) e São Paulo serão vacinados os animais com idade abaixo de 24 meses.

A expectativa do Ministério da Agricultura é que 166 milhões de cabeças sejam vacinadas nesta primeira etapa. De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária, Ênio Marques, o sucesso da campanha depende também da participação ativa dos produtores. "Estamos próximos de reconhecer o Brasil como livre de aftosa com vacinação, mas para isso é necessário que os produtores também colaborem, vacinando corretamente o gado e mobilizando os vizinhos para a campanha".


Fonte: Mapa

Agrishow 2013: Nova variedade de algodão IAC 26 RMD

Posted: 02 May 2013 06:39 AM PDT



Variedade de algodão 30% mais produtiva que as encontradas no mercado, com fibras brancas e comprimento médio, características apreciadas pela indústria, é o mais novo material IAC que estará na Agrishow 2013. O Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, apresenta na Feira a IAC 26 RMD, que possui resistência múltipla a doenças, porte médio, com período de colheita de 150 a 180 dias, conforme as condições da cultura. “A variedade superou a testemunha quanto ao rendimento de pluma e mostrou-se equivalente quanto à qualidade tecnológica da fibra”, afirma Milton Geraldo Fuzatto, pesquisador voluntário do IAC. A testemunha é o material usado no estudo comparativo de desempenho da nova variedade durante o desenvolvimento da pesquisa.


A variedade possui resistência às principais doenças da cultura que ocorrem no Brasil, como os nematoides Meloidogynee Rotylenchulus, aos fungos murcha de Fusarium, manchas de Ramularia e Alternaria, bactériaMancha-Angulare o vírusMosaico das Nervuras. De acordo comFuzatto, essa resistência leva à redução no custo da produção, no uso de defensivos agrícolas e pode viabilizar a cultura em áreas infestadas por nematoides. “O maior destaque da IAC 26 RMD é a resistência a doenças, adaptação aos sistemas de produção e a estabilidade da produção”, diz.

Em ensaios realizados, a IAC 26 RMD teve produtividade máxima de 6010 quilos de algodão em caroço por hectare, a variedade Nuopal que serviu de comparação produz 5130 quilos de algodão em caroço por hectare. “Nos testes necessários para seu registro, produziu em média 30% mais do que a cultivar testemunha. Na presença de nematoides produziu 53% mais. Devido à resistência as doenças revelou maior estabilidade da produção”, afirma o pesquisador.

As principais regiões produtoras de algodão no País são os Estados do Mato Grosso, com 537 mil hectares, Bahia, com 284 mil hectares, Goiás, com 50 mil hectares, Mato Grosso do Sul, com 39 mil, Minas Gerais, com 21 mil, São Paulo, com 7,2 mil hectares e Maranhão, com 17 mil. “São Paulo planta pouco algodão atualmente, a região mais importante é a região de Paranapanema”, diz Fuzatto. O Brasil é 5º maior produtor mundial e o 4º exportador de algodão.

O desenvolvimento da IAC 26 RMD é resultado de um programa de melhoramento genético iniciado em 1982, que tinha o objetivo de produzir variedades mais resistentes às principais doenças do algodoeiro no Brasil. A pesquisa teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, do Instituto Mato-Grossense do Algodão e do Fundo de Incentivo à Cultura do Algodão de Goiás.

Programa de Melhoramento do Algodoeiro

O Programa de Melhoramento Genético do Algodoeiro no Instituto Agronômico iniciou em 1924. As pesquisas iniciadas em 1982 buscaram desenvolver cultivares resistentes às doenças e nematoides, além de produtivas e estáveis. As novas variedades são de plantas compactas, de ciclo relativamente determinado, médio/precoce, e resistentes ao acamamento, características que agradam os produtores.


Fonte:IAC

IAC: Novos Clones de Seringueira começam a produzir látex em cinco anos

Posted: 02 May 2013 06:16 AM PDT


Quanto mais cedo se colhe, mais depressa o produtor rural consegue recuperar o que foi investido, pagar os financiamentos e lucrar. No caso do heveicultor, a extração do látex demora cerca de sete anos. Mas esse tempo caiu para cinco anos, graças às pesquisas paulistas que desenvolveram 15 novos clones de seringueiras precoces. Os clones foram desenvolvidos pelo Instituto Agronômico (IAC-APTA), de Campinas, com auxílio do Polo Noroeste Paulista, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Começar a sangrar as seringueiras com tempo 30% menor significa antecipar ganhos para pagar o investimento. Todos os 15 novos clones selecionados pelo IAC têm também maior produtividade que o material mais plantado em São Paulo atualmente, o importado da Ásia RRIM 600, que produz em torno de 1.400 kg por hectare no ano. O novo IAC 500 – o mais produtivo dos selecionados – produz cerca de 2.000 kg de borracha seca por hectare, 40% a mais. São ganhos de cerca de 500 kg de borracha seca por ano. Os materiais serão expostos pela primeira vez na Agrishow 2013, que acontece de 29 de abril a 3 de maio de 2013, em Ribeirão Preto.

“Um clone precoce no qual o produtor pode sangrar mais cedo certamente possibilitará retorno financeiro do banco antecipado, para pagar o financiamento antes do prazo previsto”, comemora o pesquisador do IAC, responsável pelo Programa Seringueira do Instituto, Paulo Gonçalves. Os clones IAC 505, IAC 507, IAC 511 e IAC 512 apresentam alta precocidade e com cinco anos e meio mostraram que o perímetro do caule estava apto à abertura de painéis para a prática da sangria – extração do látex que dá origem à borracha natural –, quando o normal seria no sétimo ano. “Acreditamos que a precocidade deles está em função da possível divergência genética dos parentais utilizados”, explica o pesquisador do IAC.

A abertura de painel se dá quando as árvores alcançam perímetro do caule acima de 45 cm do solo e 1,5 m de altura. “Geralmente esse procedimento é feito quando mais de 50% das árvores do seringal apresentam essa média. Se o procedimento é feito antes dos sete anos, isso é muito bom para o produtor porque ele terá o retorno financeiro mais cedo”, afirma Gonçalves.

A produtividade é outro atrativo para os produtores rurais. A média de quatro anos de produção dos clones IAC 500 e IAC 502, por exemplo, mostrou-se alta em relação ao clone mais plantado no Estado, o RRIM 600, produzindo, por ano, 2.000 kg por hectare e 1.900 kg, respectivamente. Enquanto que o RRIM 600 produz cerca de 1.400 kg.
São Paulo possui os seringais mais produtivos do mundo, com produção média de 1.200 kg por hectare no ano. Na Tailândia, Indonésia e Malásia, a produção chega a 1.100 kg, 1.000 kg e 900 kg, respectivamente, por hectare, por ano. Para se ter ideia, o IAC 500 produz 52% a mais do que os seringais da Malásia.

Outra característica importante é a casca espessa existente nos clones IAC 503, IAC 500 e IAC 509. Essa característica diminui o risco de o seringueiro atingir o lenho do caule da árvore. Os três clones apresentam também maior número de anéis de vasos laticíferos, revelando que são bons produtores de látex. “Existe uma alta correlação entre o número de anéis de vasos laticíferos e a produção de borracha”, afirma Gonçalves.

Os clones IAC 505, IAC 507 e IAC 511 apresentam ainda maior incremento do caule na pós-sangria. Isso significa que, mesmo após serem submetidos à sangria, essas plantas apresentam crescimento. “Aqueles clones que não possuem esse caráter, geralmente crescem na pré-sangria e depois param na pós-sangria, tornando-se suscetíveis à quebra pelo vento”, explica Gonçalves.

Os clones IAC foram desenvolvidos para cultivo na região do Planalto, onde não há incidência da pior doença da seringueira na América Latina, o mal-das-folhas. Parte dos clones selecionados pelo IAC é tolerante à antracnose, doença causada pelo fungoColletotrichum gloeosporioides, que atinge as folhas, mesmo na região do Planalto.

De acordo com os pesquisadores, os dois objetivos principais do melhoramento genético da seringueira estão relacionados ao aumento de produtividade das plantas e à resistência ao mal-das-folhas na região do litoral. “Com o objetivo de atender às peculiaridades próprias dessas regiões o programa de melhoramento do IAC levou em consideração o fato de o Planalto Paulista, pelo menos até agora, não ter mostrado ataques epidêmicos da doença. Nessa região, verifica-se um período seco na época de reenfolhamento das plantas”, explica Gonçalves. São Paulo é o Estado que mais produz borracha no Brasil — 90% dos seringais paulistas encontram-se no Planalto, justamente por conta da doença. A região produz mais de 70 mil toneladas de borracha seca por ano.

As avaliações dos clones foram feitas em Votuporanga e, por isso, a recomendação de plantio se limita à região de São José do Rio Preto. “Vários ensaios desta série estão sendo instalados em diferentes regiões do Estado para que no futuro alguns clones possam ser recomendados em larga escala para São Paulo”, diz o pesquisador do IAC.

Para um clone ser recomendado para plantio em grande escala é necessário que passe por três fases de estudos: avaliação, polinização controlada e avaliação/seleção, totalizando pelo menos 30 anos. “Os clones IAC 500, IAC 502, IAC 503 e IAC 506 são recomendados para plantio em pequena escala porque estão no início da terceira fase de avaliação”, explica Gonçalves.

Produção de látex em São Paulo

Existem cerca de 40 mil produtos disponíveis no mercado derivados da borracha. Os seringais paulistas são os mais produtivos do mundo e são responsáveis pela maior parte da produção de borracha do País. São 90 mil hectares que geram mais de 15 mil empregos no campo, além dos postos nas indústrias, a movimentação resulta em aumento na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), gerando mais recursos para o Governo de diversas cidades paulistas.

Por trás desses resultados existem mais de 30 anos de pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, na área de heveicultura. O IAC desenvolve clones adaptados às diversas regiões do Estado e leva para os heveicultores a melhor forma de plantio e o manejo de seringueiras, incluindo a sangria.

Os resultados das pesquisas do IAC têm forte impacto na economia estadual. São três mil produtores, com rentabilidade anual em torno de R$ 7 mil reais por hectare.


Fonte: IAC

Instituto Agronômico de Campinas Lança Nova variedade de amendoim com alto teor de ácido oleico

Posted: 02 May 2013 06:06 AM PDT


Não são apenas os produtores rurais que se beneficiam das pesquisas do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Os interesses da indústria e dos consumidores também são levados em conta nos estudos de melhoramento genético. Exemplo claro é a nova variedade de amendoim IAC OL 3, que será apresentada pela primeira vez ao público na Agrishow 2013, em Ribeirão Preto, de 29 de abril a 3 de maio.

O novo material, desenvolvido pelo Instituto, produz grãos que contêm alto teor de ácido oleico, que prolonga a vida de prateleira do produto e contribui para a redução da taxa de triglicérides, aumentando o bom colesterol dos consumidores. Para os produtores, as vantagens são produtividade superior a 10% a dos outros materiais no mercado e ciclo determinado entre 125 e 130 dias, que beneficia a rotação de cultura do amendoim com a cana-de-açúcar. Os grãos do amendoim IAC OL 3 são classificados no mercado de confeitaria como tipo “runner” e cerca de 10% deles são de calibre maior do que o de outras variedades.

Os grãos da nova variedade desenvolvida pelo IAC são considerados “alto oleicos” porque apresentam 70% a 80% deste ácido. Nos materiais tradicionais, esse valor é de 40% a 50%. De acordo com o pesquisador do IAC, Ignácio José de Godoy, essa característica dobra o tempo de prateleira do produto, o que é ideal para a indústria de confeitos. “Os amendoins tradicionais se conservam por cerca de seis meses sem rancificar e perder o sabor. A nova variedade do IAC consegue se manter por 12 meses sem perda de qualidade”, afirma o pesquisador do IAC.

O ácido oleico é monoinsaturado e os alimentos ricos com esse ácido graxo contribuem para reduzir a taxa de triglicérides e aumentar as taxas do bom colesterol. Cerca de 80% da produção nacional de amendoim é destinada à indústria de confeitos, sendo que 54% permanece no Brasil e 27% é exportada. 

Outra vantagem do novo material é a duração do ciclo da cultura, definido entre 125 e 130 dias. Essa característica é uma vantagem em variedades de porte rasteiro. “Cerca de 80% das lavouras de amendoim em São Paulo são plantadas nos intervalos de renovação da cana-de-açúcar. Esses intervalos devem ser curtos, de no máximo 130 dias, para não atrapalhar o próximo plantio da cana. Nas variedades IAC 503 e IAC 505 – também alto oleicas – o ciclo excede esse período”, explica Godoy.

De acordo com o pesquisador, o amendoim é autossuficiente em nitrogênio, enriquecendo o solo com esse elemento e outros nutrientes, por meio da palhada, beneficiando a cultura da cana-de-açúcar. “Além disso, o amendoim é tolerante a nematoides, ajudando a diminuir a incidência nas áreas com a cultura”, afirma.

O amendoim IAC OL 3 tem produtividade média de 4.500 kg/ha, mas com potencial produtivo para 7 mil kg/ha, do produto em casca. Essa quantidade é 10% superior à do IAC 886, variedade bastante conhecida pelos produtores paulistas.

O porte rasteiro do material permite que a colheita mecânica seja feita com rapidez e qualidade, com o perfeito enleiramento das plantas na linha e sem a necessidade de mão de obra para a operação. “Cerca de 70% do amendoim no Brasil é colhido mecanicamente. Em São Paulo, podemos afirmar que 100% desses grãos são colhidos dessa forma. Por isso, a importância em desenvolver materiais adequados para esta operação”, explica o pesquisador do IAC.

O tamanho médio dos grãos da variedade IAC OL 3 é maior do que o da variedade IAC 886, de padrão comercial conhecido como“runner”. “As variedades consideradas ‘runner’ têm predominância de grãos com calibre de 40/50 grãos/onça. O IAC OL 3 produz grãos desse calibre e também mais de 10% de grãos com calibre maior de 38/42 grãos/onça”, afirma Godoy. A coloração dos grãos é rósea, igual à de outros materiais de tipo “runner”. A variedade é suscetível a doenças na parte área, como a cercosporiose e a ferrugem. Dessa forma, os produtores devem fazer o controle químico das doenças para obtenção de altos rendimentos.

Produção de amendoim

A produção brasileira de amendoim é de aproximadamente 300 mil toneladas. São Paulo é o maior produtor do País, com produção de cerca de 240 mil toneladas, o que corresponde a 80% do total. Grande parte desse volume, cerca de 80%, é destinado ao mercado de confeitos, o que representa 180 mil toneladas.

O restante,cerca de 25 mil toneladas (11%), é destinado ao mercado de óleo comestível e outros 7%, ou 15 mil toneladas, para produção de sementes. São Paulo destina cerca de 60 mil toneladas de amendoim a mais de 20 países. “Essa produção tem como principais metas o bom desempenho da cultura na etapa agrícola e as boas práticas do processamento, gerando um produto de alta qualidade para o consumo como alimento. O desenvolvimento de variedades é uma das principais ferramentas tecnológicas para se atingir essas metas”, explica Godoy.


Fonte: IAC

Vídeo Embrapa: Produção de mudas de Abacaxi Imperial

Posted: 02 May 2013 05:35 AM PDT


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