FW: RURAL PECUÁRIA

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Firmino Teodoro Da Silva

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May 11, 2013, 5:18:59 PM5/11/13
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Date: Sat, 11 May 2013 02:16:35 +0000
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RURAL PECUÁRIA


Pesquisa: Unesp testa eficácia e segurança de 20 plantas medicinais

Posted: 10 May 2013 01:08 PM PDT

Rhizophora mangle (foto), mostraram resultados promissores contra doenças como úlcera, inflamação e diabetes.

Uma pesquisa em andamento na Universidade Estadual Paulista (Unesp) busca avaliar a segurança e a eficácia de extratos de 20 plantas medicinais no tratamento de doenças como úlcera, colite, doença inflamatória intestinal, dores crônicas, inflamação, câncer e diabetes.

Em uma primeira fase do trabalho, um Projeto Temático coordenado por Wagner Vilegas, foram extraídos os princípios ativos presentes nas espécies. As moléculas foram isoladas e tiveram sua estrutura caracterizada. Em seguida, foram feitos experimentos in vitro e em roedores para avaliar a ação terapêutica e possíveis efeitos adversos.

Com base nos experimentos, o grupo de pesquisadores selecionou extratos das seis espécies mais promissoras para uma investigação aprofundada.

A Serjania marginata e a Machaerium hirtum demonstraram ação gastroprotetora, analgésica e anti-inflamatória, sem efeito mutagênico ou tóxico. Já a Rhizophora mangle e a Hymenaea stigonocarpa mostraram potencial terapêutico para o tratamento de doença inflamatória intestinal. As espécies Myrcia bella e a Bauhinia holophylla apresentaram resultados experimentais promissores para tratamento do diabetes.

“Pretendemos investigar melhor os mecanismos de ação dos princípios ativos presentes nessas espécies. O interessante seria descobrir um mecanismo de ação diferente daqueles existentes nos medicamentos já comercializados”, explicou Vilegas, do campus da Unesp em São Vicente.

Listagem do SUS

O objetivo da pesquisa, de acordo com Vilegas, é ampliar as opções disponíveis na Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao Sistema Único de Saúde (Renisus). Divulgada em 2009 pelo Ministério da Saúde, essa listagem traz 71 plantas com potencial para gerar produtos de interesse para a rede pública de saúde.

A finalidade da Renisus, segundo informações do ministério, é orientar estudos e pesquisas que subsidiem a relação de fitoterápicos disponíveis para uso da população. Atualmente, são oferecidos derivados de espinheira-santa, para gastrites e úlceras, e de guaco, para tosses e gripes.

“O problema é que algumas das espécies listadas pela Renisus ocorrem apenas em determinadas regiões do país e não há quantidade suficiente da planta para atender toda a população. É preciso incorporar novas opções terapêuticas a essa listagem, mas antes são necessários estudos para comprovar a eficácia e a seguranças dos fitoterápicos”, disse Vilegas.

Outro objetivo do projeto, conforme o pesquisador, é justamente estudar o efeito de plantas similares às existentes na listagem do SUS, como é o caso da pata-de-vaca (Bauhinia forficata).

“A B. forficata já é muito usada contra o diabetes. Nós estamos estudando uma espécie irmã, a B. holophylla, que apresentou resultados muito bons contra o diabetes em testes feitos in vitro e in vivo. Ela também é rica em flavonoides, que são substâncias antioxidantes”, contou Vilegas.

Outra planta famosa na medicina popular que mostrou bom desempenho no laboratório foi a jurubeba (Solanum paniculatum). Rica em alcaloides esteroidais, a espécie revelou nos experimentos efeito importante contra úlcera e outros tipos de inflamação.

Já a Terminalia catappa, popularmente conhecida como chapéu-de-sol, apresentou intensa atividade antimicrobiana e antiulcerativa – interessante para tratar doenças estomacais associadas à bactéria Helicobacter pylori. Os testes de segurança, no entanto, revelaram que as substâncias ativas presentes na planta podem induzir mutações nas células.

“Serão necessários mais estudos para descobrir se há meios de retirar as moléculas tóxicas do extrato e reduzir possíveis efeitos colaterais”, avaliou Vilegas.

Esse também é o caso da crotalária (Crotalaria pallida), que, apesar da potente ação imunomoduladora, apresentou alta toxicidade. “Essa espécie contém alcaloides pirrolizidínicos, tóxicos para o fígado. Foi por esse motivo, por exemplo, que o confrei ( Symphytum officinale) passou a ser contraindicado”, afirmou Vilegas.

Fornecimento regular

Na próxima etapa da pesquisa, serão realizados estudos para avaliar se há alterações sazonais ou geográficas nos extratos das espécies estudadas, ou seja, se a quantidade de princípios ativos varia de acordo com o local em que a planta foi cultivada ou de acordo com a época do ano em que foi colhida.

“Estamos fazendo o cultivo em campo dessas espécies, pois, para produzir extratos padronizados, é importante avaliar se a planta fornece matéria-prima para a produção dos fitoterápicos em quantidade suficiente ao longo de todo o ano. Se não for possível manter a regularidade do fornecimento, não será viável transformá-las em produtos fitoterápicos”, disse Vilegas.

A pesquisa é realizada no âmbito do Programa BIOTA/FAPESP e conta com a participação de cientistas de diversas unidades da Unesp, além de parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Londrina (UEL), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal de Alfenas.


Fonte: FAPESP

Abertas inscrições para MBAs Esalq/USP a distância

Posted: 10 May 2013 12:42 PM PDT


A Esalq/USP, maior e mais respeitada faculdade de engenharia agronômica da América Latina, abriu inscrições para as turmas do segundo semestre de 2013 para seus programas de MBA a distância. São três cursos com matrículas abertas: MBA em Agronegócios, MBA em Agroenergia e MBA em Gestão Estratégica. 

São cursos especialização lato sensu com certificação USP. O MBA em Agronegócios e o MBA em Agroenergia tem duração de 24 meses, e o MBA em Gestão Estratégica, de 18 meses. As inscrições podem ser feitas em www.pecege.esalq.usp.br. Os interessados devem ter curso superior completo e terão os currículos avaliados no processo de inscrição.

O principal diferencial dos MBAs Esalq/USP é a flexibilidade nas modalidades de transmissão. Se o aluno quer assistir às aulas sem sair de sua casa, ela opta pela modalidade on line ao fazer a inscrição. Irá acessar o vídeo da aula uma vez por semana ao vivo e interagir com o professor pela Internet. O aluno pode escolher também a modalidade semipresencial e acompanhar as aulas em polos de ensino credenciados em todo o país (relação completa no site do Pecege).

Os cursos são ministrados por professores da Esalq, USP e profissionais de renome do setor privado. “Depois de 25 anos de cursos presenciais no campus da Esalq, em Piracicaba, interior de São Paulo, notamos que estava cada vez mais difícil ao profissional se deslocar até a cidade para acompanhar as aulas. Decidimos então levar os programas de MBA para todo o país com as ferramentas de ensino a distância”, diz Pedro V. Marques, coordenador do Pecege, núcleo da Esalq que gerencia os MBAs.

Já são dois anos de ensino a distância, com grande crescimento da modalidade on line. “Hoje a maior parte dos alunos ingressantes em nossos MBAs opta por acompanhar o curso direto em seus computadores pessoais. Muitos deles estruturam turmas dentro do próprio ambiente de trabalho, o que enriquece a experiência”, afirma Daniel Y. Sonoda, gestor do Pecege.

Os MBAs Esalq/USP têm aulas semanais, ao vivo, no período noturno. O aluno matriculado recebe login e senha para acesso à Área do Aluno, onde encontra material de aula, provas, aulas gravadas para reposição, calendário de aulas, chat para interação com o professor durante a aula, entre outras informações importantes para o acompanhamento do programa.

O Brasil é um dos países com maior índice de crescimento do ensino a distância, segmento impulsionado pelas oportunidades que oferece, principalmente conveniência e custo mais baixo comparado aos cursos tradicionais. “Para nossos alunos é uma grande oportunidade adquirir o conhecimento aprofundado do MBA sem sair de sua casa ou local de trabalho. Ficou mais fácil investir em ensino de qualidade”, afirma o coordenador do Pecege.


Fonte: Esalq

MAPA: Nota de Esclarecimento sobre produtos lácteos fraudados

Posted: 10 May 2013 12:18 PM PDT


A respeito dos problemas de fraude identificado em produtos das empresas Bom Gosto, GoiasMinas e Vonpar, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) esclarece que devem ser observados não apenas os números dos lotes, mas as datas de fabricações destes. Isso porque as empresas podem repetir posteriormente os números dos lotes fabricados.

O Mapa também esclarece que os rastreamentos dos produtos levam em conta tanto o número do lote quanto a data de fabricação.

Segue abaixo a relação dos produtos e datas:

1. Líder (UHT integral), lote TAP 1 MB, refere-se à data de fabricação de 17/12/2012.
2. Italac (UHT integral), lote L 05 KM3, refere-se à data de fabricação de 30/10/2012.
3. Italac (UHT integral), lote L 13 KM3, refere-se à data de fabricação de 5/11/2012.
4. Italac (UHT integral), lote L 18 KM3, refere-se à data de fabricação de 7/11/2012.
5. Italac (UHT integral), lote L 22 KM4, refere-se à data de fabricação de 8/11/2012.
6. Italac (UHT integral), lote L 23 KM1, refere-se à data de fabricação de 9/11/2012.
7. Italac (UHT semi desnatado), lote L 12 KM1, refere-se à data de fabricação de 5/11/2012.
8. Mumu (UHT integral), lote 3 ARC, refere-se à data de fabricação de 18/1/2013.

Fonte: MAPA

Mato Grosso do Sul: Pesquisa com café orgânico apresenta resultados promissores

Posted: 10 May 2013 11:51 AM PDT


O café é uma importante bebida para a sociedade de hoje. O hábito de tomar café faz parte do cotidiano de inúmeros brasileiros e de milhares de pessoas em toda Terra. Estima-se que em todo o mundo se sirvam 400 bilhões de xícaras de café por ano. Desta forma, o café é um dos produtos agrícolas mais vendidos. Esse grão chegou no Brasil em 1727 e, atualmente, o país se destaca na produção mundialde café. Segundo dados do IBGE, a estimativa para a safra nacional a ser colhida, em 2013, totaliza 2.870.969 toneladas, 47,8 milhões de sacas de 60kg de café em grãos beneficiados, consideradas as duas espécies em conjunto (arábica e canephora).

O município de Ivinhema, em Mato Grosso do Sul, é considerado a capital do café no Estado e a produção desse grão representauma importante atividade econômica, especialmente para a agricultura familiar. Nesse cenário, a Embrapa Agropecuária Oeste - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), localizada em Dourados, vem desenvolvendo um projeto de pesquisa com a produção de café orgânico. Experimentos com cafeeiros em sistemas agroecológicos, sem uso de agrotóxicos, estão sendo conduzidos há três anos, na Escola Municipal Rural Benedita Figueiró de Oliveira na Vila Cristina em Ivinhema. Essa pesquisa conta com apoio do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), Prefeitura Municipal, AGRAER, SEBRAE e de Associações de Cafeicultores.

A área do cafezal foi cercada por barreira vegetal formada com sansão do campo. "Essa proteção física propiciada pelo “quebra vento”, cria um microclima mais favorável à cultura, protegendo as plantas dos ventos e do frio (durante o inverno), minimizando a evaporação da água do solo, evitando ou amenizando os danos mecânicos às plantas, a disseminação de pragas e doenças e a contaminação por deriva de agrotóxicos", explica o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Ivo de Sá Motta.

Ao observar a área experimental, é possível verificar a produtividade do sistema, com os cafezais e bananais produzindo fartamente. O pesquisador conta que na área experimental com dois hectares, foram plantadas dez diferentes variedades de café na área pesquisada, envolvendo quatro tipos de ensaios diferentes: produção consorciada de café com bananas, café com leucena, café com feijão guandu e café solteiro. Segundo o pesquisador, considerando as variedades pesquisadas, uma que se destacou foi a Acauã. É uma variedade mais resistente a seca e ao bicho mineiro, mais produtiva, também produz café com maior qualidade de bebida dentre as testadas. O cultivo com bananas apresentou um resultado surpreendente e também se destacou nesse estudo", explica Ivo.

Para o coordenador técnico do curso técnico de agropecuária da Escola Rural localizada em Ivinhema, Marcelo Adriano Rodrigues dos Santos, considera essa ação uma oportunidade importante que agrega valor ao ensino da escola. Trata-se de Unidade Experimental Didática, que possibilita a realização de oficinas, capacitações, palestras, entre outras atividades educativas. "Também temos a oportunidade de prestar serviço para a comunidade local, por meio da realização de dias de campo que possibilitem a difusão e troca de experiências com produtores, apresentando estratégias de produção sustentável adequadas as características locais, extrapolando assim os muros da escola", enfatiza Marcelo.

O funcionário da Prefeitura de Ivinhema, Fábio Navarro Egeia, que executa o trabalho de manutenção da área experimental conta que está muito satisfeito com o resultado. "Aqui produzimos muitos alimentos que ajudam na merenda da escola. O bananal apresentou uma produtividade equivalente a trinta toneladas de banana por hectare, além da produção do café. É uma alegria enorme ver essa área produzindo tanto assim", disse Fábio.

Christiane Congro Comas - Mtb-SC 00825/9 JP

Jornalista Embrapa Agropecuária Oeste

Fonte: Embrapa

Vídeo Dia de Campo Embrapa: Suco de Uva seus Benefícios e Particularidades

Posted: 10 May 2013 11:44 AM PDT


Embrapa e MAPA assinaram termo de cooperação para ações de apoio à análise de políticas agrícolas

Posted: 10 May 2013 11:35 AM PDT


A Embrapa Monitoramento por Satélite e a Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) assinaram um termo de cooperação para o aprimoramento do Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Brasil (SOMABRASIL) e o desenvolvimento de aplicações geoespaciais para análise de risco agrícola. As ações vão apoiar o planejamento e a execução da política agrícola oferecendo um sistema com informações e dados básicos sobre condições de áreas agrícolas.

Estão previstos no termo de cooperação, publicado no Diário Oficial do dia 30 de abril, a integração de bases de dados ao SOMABRASIL e o desenvolvimento de ferramentas específicas para o Ministério. Lançado em novembro do ano passado, o SOMABRASIL integra dados tabulares e informações geradas por satélites para monitoramento das atividades agropecuárias e está disponível na forma de WebGIS, na internet (www.cnpm.embrapa.br/projetos/somabrasil/). As aplicações desenvolvidas para o MAPA vão apoiar a geração de análises espaciais e relatórios a partir do cruzamento de informações em escala nacional, regional, estadual e municipal.

A Embrapa Monitoramento por Satélite vai atuar ainda no desenvolvimento de aplicações para apoiar a análise de risco agrícola a partir de índices de vegetação, utilizados como indicativo de anomalias na produção e indicativo de processo de degradação de pastagens. Serão gerados mapas de regiões agropecuárias brasileiras que estejam sob influência de fatores de riscos climáticos. “São informações consistentes e úteis para apoiar o monitoramento da agricultura e do seguro rural, e também fornecer suporte técnico para análises de recursos do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro)”, explica o chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento, Édson Luis Bolfe.

Os resultados vão complementar o projeto já em desenvolvimento junto à Embrapa Informática Agropecuária (Agritempo), contribuindo para identificar, qualificar e quantificar os riscos envolvidos na agricultura, definir o público-alvo das políticas agrícolas de minimização de riscos e agilizar a tomada de decisões no âmbito da Secretaria de Política Agrícola (SPA).



Mais informações: Graziella Galinari (MTb 3863 / PR)

Embrapa Monitoramento por Satélite

Tel.: (19) 3211-6200

graziella...@embrapa.br

Vídeo TVEpagri: Plantio Direto

Posted: 10 May 2013 11:17 AM PDT


Vídeo sobre as Novidades da AgroBrasília 2013

Posted: 10 May 2013 11:10 AM PDT


Aprovado projeto de leite onde alimentos dos presídios deverão ser da Agricultura Familiar

Posted: 10 May 2013 11:01 AM PDT


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou na quarta-feira (8) o Projeto de Lei 669/11, do deputado Weliton Prado (PT-MG), segundo o qual os presídios devem comprar, de produtores da agricultura familiar, no mínimo 40% da sua demanda por alimentos.

O parecer do relator, deputado Pastor Eurico (PSB-PE), foi favorável à proposta. Ele incluiu emenda retirando o caráter obrigatório da medida: o novo texto diz que os presídios devem comprar no mínimo 40% de produtos da agricultura familiar “sempre que possível”.

Segundo o relator, em algumas regiões pode haver dificuldade para cumprir essa cota, pela inexistência de agricultores familiares em número suficiente para suprir todas as necessidades das unidades prisionais. “Esperamos que os gestores, sensibilizados para os efeitos positivos dessa iniciativa, passem a utilizar até mesmo 100% de seus recursos na aquisição de produtos da agricultura familiar”, disse.

Pastor Eurico também foi favorável à emenda aprovada na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. A emenda determina que os presídios poderão celebrar convênios com órgãos responsáveis por programas de aquisição de alimentos da agricultura familiar. O objetivo é facilitar a operação de compra dos produtos.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
PL-669/2011
Fonte: Agência Câmara de Notícias
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