| Poderia dizer da sutileza do traço feminino da sua poesia, pelo que, de certo, fruiu da leitura atenta de Emily Dickinson, Sophia Andresen, Sylvia Plath ou Ana Cristina César, em caminhos e atalhos a se encontrarem com Kaváfis ou João Cabral. Se “demônios escavam seu segredo”, num incessante pulsar que nutre nossas vidas e seus interrogantes, e com a descoberta de que enigmas nem sempre são complexos, Jerson nos propõe “o amor que quara no varal, sob o olhar curioso das crianças, com certeza de amanhã”, nos permitindo uma janela, um respiro de esperança, sob o aguilhão da racionalidade, sem concessões. |
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