This hardbound book is used worldwide as an instructional text for the practice of Japanese archery. It is filled with hundreds of detailed photographs and illustrations that cover every aspect of the art of kyudo: history, philosophy, spiritual connections, equipment, and technique. One reviewer calls it "Clearly and simply the definitive text on kyudo. It is perhaps the very best martial arts book I've ever seen."
Clearly and simply, Kyudo: The Essence & Practice of Japanese Archery, by Hideharu Onuma, with Dan and Jackie DeProspero, is THE definitive text. It's perhaps the very best martial arts book I've seen and I'm not even very interested in kyudo. It is well written, well designed, with superb photographs and diagrams. All books should be this good. It's another book in the Kodansha International list. A companion volume, titled Illuminated Spirit: Conversations with a Kyudo Master, by the DeProsperos, is a more in-depth look at Onuma Hideharu sensei's outlook on training in budo and how the way it relates to one's life. It is just as well done as the first book, on technique, and is available from Koryu Books.
Kyudo (em japons: 弓道; lit. o caminho do arco), a arte marcial japonesa do tiro com arco. Apesar da sua actual forma ter evoludo, ao longo das ltimas dcadas, para uma unificao, trata-se da mais antiga arte marcial japonesa, com as primeiras referncias histricas a datarem do sculo VII da nossa era.
O arco foi uma arma de guerra sobretudo entre os sculos XII e XVI. Para alm disso, o tiro foi tambm, e desde os sculo VI, utilizado em cerimnias de corte. Como arma foi perdendo importncia aps a introduo das armas de fogo pelos portugueses no sculo XVI. As escolas de tiro com arco, ento existentes, evoluem para formas de tiro onde a nfase colocada tanto nos aspectos tcnicos e fsicos quanto nos aspectos mentais e formais do tiro.
A partir de 1930 surgiram os primeiros esforos para unificar a prtica do kyudo, uma vez que existncia de vrias escolas, cada uma com vrias tcnicas e formas de tiro, dificultava a prtica conjunta. em 1934 que surge o primeiro manual de kyudo que prope um conjunto de princpios comuns.
No entanto, s aps a segunda guerra mundial, e com a formao da Federao Japonesa de Kyudo (ANKF), que o objectivo de unificar e normalizar os procedimentos do tiro oriundos das diversas escolas atingido e aceito no Japo, permitindo o desenvolvimento do kyudo no mundo e estabelecer uma prtica comum onde diferentes formas e estilos possam coexistir e atirar em conjunto. Como consequncia publicado em 1953 o Manual de Kyudo (com 4 volumes actualmente), que ser revisto e ampliado em 1971 e do qual existe, para o volume 1, uma traduo oficial em ingls e uma adaptao em francs. Este manual uma fonte e uma referncia para todos os praticantes de kyudo qualquer que seja o seu nvel. A Associao Portuguesa de Kyudo[1] (APK) possui uma traduo (no editada) do volume 1.
A sntese e unificao das diversas formas de tiro pela ANKF fez-se em paralelo com as escolas tradicionais. As tradies de tiro antigas so ainda mantidas e transmitidas em paralelo com o desenvolvimento do kyudo pela ANKF. Cada escola pratica o kyudo atravs da coexistncia das suas formas com as da ANKF.
O arco japons tem um significado cultural amplo no Japo. A sua utilizao no se limita ao kyudo, sendo utilizado no tiro a cavalo (yabusame) e em cerimnias religiosas (shintosmo sobretudo), nas actividades de alguns mosteiros zen e em cerimnias diversas como baptizados e aberturas de torneios de sum.
Em 2008, foi criada a Associao Brasileira de Kyud - BKK (ブラジル弓道会)[5], no Rio de Janeiro. Embora ainda no seja oficialmente filiada IKYF, a BKK j reconhecida no site desta, encontrando-se sob orientao da Federao de Kyudo dos EUA (AKR) e sendo, desta maneira, a entidade representativa oficial do kyudo no Brasil. Alm do Rio de Janeiro, existem grupos filiados e que recebem orientao da BKK em Braslia, So Paulo, Paraba, Paran, Bahia, Amazonas, entre outras localidades.
A flecha (ya) tradicionalmente feita de bambu, e era adornada com penas de guia ou de falco. A maioria das flechas actualmente ainda so feitas de bambu Pseudosasa japonica (apesar de muitos kyudokas utilizarem as de alumnio ou fibra de carbono), e as penas actualmente so de aves que no correm perigo de extino, como perus. Os arqueiros normalmente atiram com duas penas em cada flecha, (a primeira chama-se haya, a segunda otoya).
A prtica do kyudo para um principiante inicia-se com os primeiros treinos em que os movimentos bsicos do tiro (hassetsu) so aprendidos de mos vazias, sem arco. Aps 2-3 treinos o praticante inicia os movimentos com uma fisga ou elstico. Depois os mesmos movimentos so repetidos j com o arco, mas sem flechas. De seguida o praticante ser levado para o primeiro tiro em frente de um alvo de palha (makiwara) situado a curta distncia (+/- 2 metros) onde disparar as suas primeiras flechas j com a luva na mo direita. Depois durante dois ou trs treinos passar a disparar ao alvo, primeiro a curta distncia (5-6 metros), depois a meia distncia (14 metros) depois a 20 metros e finalmente distncia normal do alvo, que de 28 metros. Entre o incio da aprendizagem e o primeiro tiro ao alvo a 28 metros podero passar entre 1 a 3 meses, dependendo do nmero de treinos por semana e do praticante.
A par desta aprendizagem da tcnica do tiro, o praticante inicia-se tambm desde o incio nos movimentos formais, uma vez que os movimentos e deslocaes na zona do tiro so feitos segundo um conjunto de princpios estabelecidos: a entrada na zona de tiro, a saudao, a aproximao linha de tiro, o ajoelhar para preparao das flechas o levantar para o tiro, a sequncia do tiro e a sada. A postura e a forma do corpo ao longo de todas as fases e movimentos um aspecto essencial na prtica do tiro.
Uma sesso de treinos depende do contexto em que se realiza, do tempo disponvel e do nmero de praticantes envolvidos; sendo derivado no s, mas tambm, de antigas prticas guerreiras, a imprevisibilidade e capacidade de adaptao so parte essencial do kyudo. Tipicamente inicia-se um treino com alguns movimentos breves de aquecimento e exerccios respiratrios. Depois segue-se o tiro contra o alvo de palha (makiwara) a curta distncia, podendo ainda ser antecedido pela prtica dos movimentos do hassetsu sem arco. No tiro ao makiwara, o atirador concentra-se sobretudo na postura e na tcnica sem a preocupao com o alvo. O treino de makiwara fundamental para a evoluo de qualquer atirador, qualquer que seja o seu nvel e no apenas para os iniciados; no Japo muitas cerimnias pblicas envolvendo ou no artes marciais so inauguradas com um tiro de cerimnia ao makiwara executado pelo mestre de mais alta graduao presente. Aps o tiro ao makiwara os praticantes passam ento a atirar contra ao alvo distncia de 28 metros. O tamanho do alvo normalmente 36 cm de dimetro (ou 12 sun, uma unidade de medida tradicional do Japo que equivale a cerca de 3,03 cm), e ficam a uma distncia de 28 metros do kyudoka. Esta distncia do alvo e a sua posio baixa, a 15 cm do cho, aquela que permite que o atirador permanea numa postura vertical correcta com o corpo firme e em extenso em todas as direces (baixo-cima, direita-esquerda e frente-trs).
O tiro efectua-se sempre com o arco na mo esquerda - yunde, a mo do arco - e a mo direita com luva segura a corda. Pode-se treinar individualmente, mas as diferentes formas de tiro so sempre de tiros em grupo em que os atiradores atiram segundo uma seqncia em tempos determinados e com movimentos coordenados entre si. Tambm por isso os atiradores esto todos virados para o mesmo lado.
O abrir do arco deve ser efectuado atravs de um movimento simultneo dos braos direito e esquerdo que se inicia com ambas as mos acima da altura da cabea. Na extenso mxima a corda e a mo direita ficam bem atrs da cabea. Apesar dos receios que a corda possa bater no rosto, muito raro isso acontecer.
O sistema de graduaes baseia-se na atribuio de graus que vo de 1 dan a 10 dan. Abaixo de 1 dan podero ser atribudos os graus de kyu que vo de 5 a 1. Tal como noutras artes marciais, a passagem de grau torna-se mais lenta conforme se evolui, correspondendo a uma maior exigncia na evoluo. Assim, e aproximadamente, considera-se que o 3 dan corresponde a um nvel de evoluo 3 anos acima do 2 dan, o 5 dan a um nvel de evoluo de 5 anos acima do 4 dan, e assim sucessivamente.
Vrias escolas tradicionais continuam a existir, mas desde a formao da ANKF algumas tm desaparecido. A ANKF tem vindo a unificar a prtica do kyudo num conjunto de princpios comuns, embora admitindo ainda algumas diferenas originrias das escolas principais.
A collection of five Jujutsu manuals dating from the late 19th century to the early 20th century. All available in English for the first time. A must for any Jujutsu, Judo or classic martial arts of Japan fan.
This is a translation of an early Kendo (Japanese sword fighting) instruction manual from 1904, 36 years after the Meiji Restoration and the end of the Samurai class. The author, Kaneko Aizo, traces his family history back to the Samurai of the Heian Era in the 12th century. His book introduces 220 sword techniques. He focuses on the importance of training with bamboo swords as if they were real swords. Illustrations cover key points and show proper form. The volume is interspersed with famous lines from numerous Chinese military manuals.
The Paragon of Military Strategy Volumes 17-20 of 52. Written by Hojo Ujinaga of the Koshu School of Military Theory. This Military Strategy treatise was presented to the third Tokugawa Shogun Tokugawa Iemitsu. Hojo Ujinaga studied the Koshu School of Military Science under Obata Kakgenori and became his successor. Introduced elements of Chinese Military Strategy such as Sun Tsu into it and began the Hojo School of Military Science. A supporter of the Edo Bakufu government he eventually became a retainer.
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