Olá!
Muito bom o texto. Embora eu não goste de pensar nesta situação.
Também vi que foram analisados os fatores: idade e estado de saúde dos personagens, e óbvio toda a situação precária da saúde pública e caótica do hospital.
Como Economista: talvez seria a forma "ideal", podendo assim dizer. Pensando de uma forma macro, e não deixando de lado as ideias utilitaristas de Michael Sandel.
Como Advogada: iria defender o meu cliente.
Como parente do idoso: meu Deus! Não ia nem queria saber de nada disso.
Esta situação já me parece meio familiar.
Em 1991, chegamos ao Hospital de Clínicas aqui em Curitiba com um parente de 51 anos.
Quando chegamos já tinha a vaga reservada para o paciente, só que chegaram juntos este paciente e um jovem acidentado.
A enfermeira pediu para esperarmos porque o jovem tinha prioridade no atendimento.
Então, esta prática ocorre sim, e não muito distante de nós.
Beijos!!!