Yousef,
Por esta e por todas as ajudas anteriores, os meus sinceros e
entusiasmados agradecimentos. No trabalho, mostrei alguns modelos de
apresentação com beamer e ficaram impressionados.
O bom é que, no caso do beamer, já que não tenho um editor compatível
com o meu leitor de telas, posso utilizar fórmulas do Excel para criar
código Latex automaticamente.
Há pouca coisa que não entendi em seu código, por isso, fui arrojado e
tentei desenhar uma parábola. Não deu certo, de qualquer modo, sei que
o caminho é ler a documentação do pgf no que tange à plotagem.
Veja o meu exemplo:
\documentclass{article}
\usepackage[utf8]{inputenc}
\usepackage{lmodern}
\usepackage[brazil]{babel}
\usepackage{tikz} \usetikzlibrary{calc,plotmarks}
\usepackage{pgfplots}
\usepackage{graphicx}
\pgfplotsset{compat=1.9} %Não sei o que significa, mas o compilador
sugeriu que incluísse esta linha.
\begin{document}
\begin{figure}
\begin{tikzpicture}
\begin{axis}[xlabel=A, ylabel=V,
ymax=20,
ymin=-20,
xmax=30,
xmin=-30,%
axis lines=left, @Esquerda? Não. Isso não entendi.
grid=both, @Este both deve significar que o quadriculado se aplica
tanto a x quanto a y
ytick={-20,-10,...,20}, @Não sei se o erro não está aqui. Com -10 e 10
como raízes, imaginei que saltar x de 1 em 1 não seria uma boa ideia.
Tinha tentado 2 er 3 como raízes, mas neste caso, obtinha um ponto de
mínimo muito em baixo.
axis x line=middle, @Também não entendi, mas suponho que diga respeito
a espessura da reta
axis y line=middle,
\addplot[color=red] {x^2 + 20*x + 100}; @Aqui se define a cor e
verdadeiramente se define a equação da curva
\addplot[dashed] coordinates {(0,-10) (0,10)}; @Imaginei que, com o
dashed, entre -10 e 10, ou seja, na parte inferior da figura, obteria
traço pontilhado, enquanto aquilo que está na parte superior, teria o
traço definido por midle
\legend{Demanda por água}
\end{axis}
\end{tikzpicture}
\caption{Volume Anual do Manancial: $v = (a^2) - 20*a + 100$}
\end{figure}
\end{document}
Posso ter entendido tudo errado e esta figura, que já não compila,
pode em nada se parecer com a parábola que descrevi. Como é tudo
imaginação, os erros podem ser imensos.
Por estes dias, aprendi um pouco de dot, a linguagem de especificação
de grafos. Com ela, desenhei fluxogramas e organogramas sem enxergar
nada. Os colegas disseram que a figura estava ótima. Não era o
suprassumo estilístico, mas dava para ser utilizada em uma reunião
para explicar alguma coisa, pois estava acima da média dos fluxogramas
e organogramas que se vê por aí.
A minha intenção não é naturalmente fazer melhor do que quem enxerga.
Quero apenas fazer o suficientepara que consiga comunicar-me.
Já ouvi depoimentos de cegos que, utilizando Latex, conseguiram fazer
trabalhos de matemática, com muitas equações e matrizes, sendo
possível aos professores corrigir o trabalho porque compartilhavam do
pensamento do aluno.
Realmente, o Latex abre perspectivas interessantíssimas.
Em 01/10/15, Jorge Barros de Abreu<
ficma...@gmail.com> escreveu:
>
https://groups.google.com/d/msgid/latex-br/20151001084858.GA15361%40papai.
Luciano de Souza