Fundamentosbsicos para a identificao de compostos orgnicos - Espectroscopia na regio do ultra-violeta - Espectroscopia na regio do infravermelho - Ressonncia magntica nuclear de 1H e 13C:
unidimesionais e bidimensionais aplicadas a identificao estrutural
Princpio de mutagnese e reparo de DNA em eucariotos. Mecanismos de citotoxicidade de medicamentos empregados no tratamento do cncer. Ensaios e metodologias utilizadas para o estudo de reparo de DNA. Desenvolvimento do cncer a partir de deficincias em protenas de reparo. Discusso sobre estratgias de terapias personalizadas do cncer para melhora clnica. Participao do
remodelamento da cromatina no reparo de DNA.
BIBLIOGRAFIA: ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; WALTER, P., et al.. Biologia molecular da clula. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, 1584 p. GRIFFITHS LEWIN, B.. Genes VII. Porto Alegre: Artmed, 2001, 955p. RIBEIRO, L. R.; SALVADORI, D. M. F.; MARQUES, E. K.. Mutagnese Ambiental., Canoas: Ulbra, 2003, 355p. SILVA, J.; ERDTMANN, B.; HENRIQUES, J.A.P. Gentica Toxicolgica. Porto Alegre: Alcance, 2003, 422p. SNUSTAD, D.P.; SIMMONS, M.J. Fundamentos de Gentica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001: 756p. Peridicos: Mutation Research, DNA Repair, Proceedings of the National Academy of Sciences, Cancer Research.
Introduo Farmacologia do Sistema Nervoso Central;Neurobiologia e Tratamento Farmacolgico da Ansiedade; Neurobiologia e Tratamento Farmacolgico da Depresso; Neurobiologia e Tratamento Farmacolgico da Esquizofrenia; Neurobiologia e Tratamento Farmacolgico da Doena de Alzheimer; Tendncias atuais na busca por novas drogas para doenas neurodegenerativas: papel das molculas multialvo.
Sero abordadas as caractersticas bsicas das avaliaes de tecnologias em sade e anlises econmicas, os principais modelos utilizados para a conduo de um estudo econmico, o processo de deciso, entre outros assuntos.
BIBLIOGRAFIA:
Vanni T, Luz PM, Ribeiro RA, Novaes HM, Polanczyk CA. Avaliao econmica em sade: aplicaes em doenas infecciosas. Cadernos de Sade Pblica 2009; 25(12): 2543- 2552.
Drummond MF, Sculpher MJ, Torrance GW, O' Brien BJ, Stoddart GL. Methods for the economic evaluation of health care programmes. New York: Oxford University Press; 2005.
Brasil. Ministrio da Sade. Secretaria-Executiva. rea de Economia da Sade e Desenvolvimento. Avaliao econmica em sade: desafios para gesto no Sistema nico de Sade. Editora do Ministrio da Sade, Braslia, 2008. _economica_desafios_gestao_sus.pdf)
Brasil. Ministrio da Sade. Secretaria de Cincia, Tecnologia e Insumos Estratgicos. Departamento de Cincia e Tecnologia. Diretrizes Metodolgicas: estudos de avaliao econmica de tecnologias em sade / Ministrio da Sade, Secretaria de Cincia, Tecnologia e Insumos Estratgicos, Departamento de Cincia e Tecnologia. Braslia: Ministrio da Sade, 2009. ( )
Silva, LK. Avaliao tecnolgica e anlise custo-efetividade em sade: a incorporao de tecnologias e a
produo de diretrizes clnicas para o SUS. Cinc. sade coletiva 2003; 8(2): 501-520. Panerai RB & Mohr JP. Health technology assessment methodologies for developing countries. Pan American Health Organization, Washington, 1989.
Estrutura do DNA e RNA. Replicao do DNA. Transcrio. Traduo. Mutao gnica. Reparo de DNA em eucariotos. Regulao da expresso gnica. Remodelamento da cromatina. Citotoxicidade. Morte celular. Dano no DNA. Checkpoint cinases e ciclo celular. Discusso sobre estratgias de terapias personalizadas do cncer, baseadas na resposta ao dano no DNA para melhora clnica. Bioinformtica como ferramenta para predio de alvos moleculares.
BIBLIOGRAFIA: ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; WALTER, P., et al.. Biologia molecular da clula. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, 1584 p. LEWIN, B.. Genes VII. Porto Alegre: Artmed, 2001, 955p. SNUSTAD, D.P.; SIMMONS, M.J. Fundamentos de Gentica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001: 756p. SILVA, J.; ERDTMANN, B.; HENRIQUES, J.A.P. Gentica Toxicolgica. Porto Alegre: Alcance, 2003, 422p. Peridicos: Mutation Research, DNA Repair, PNAS, Cancer Research, PLOS one.
1. Caractersticas dos processos de biossinalizao: especificidade, amplificao de sinal, modularidade, dessensibilizao/adaptao, integrao, segundos mensageiros, protenas cinases.
2.Receptores associados a protenas G (GPCR): tipos de protenas G; enzimas efetoras; exemplos fisiolgicos de sinalizao mediada por receptores associados a protenas G (receptores β-adrenrgicos; receptores α1-adrenrgicos; receptores purinrgicos); dessensibilizao pela fosforilao e pela associao com arrestina.
3.Receptores tirosina-cinases: exemplos fisiolgicos de sinalizao mediada por receptores do tipo tirosina-cinases (receptor de insulina) e suas respectivas cascatas de transduo de sinal; interconexo entre o receptor de insulina e GPCR.
4.Receptores guanilil-ciclases: dois tipos de guanilil-ciclases que participam da transduo de sinal; exemplos fisiolgicos de agonistas destes receptores enzimticos (fator natriurtico atrial, guanilina e xido ntrico).
5.Receptores ionotrpicos: canais inicos controlados por voltagem; canais inicos ativados
por ligantes; importncia dos canais inicos para a sinalizao eltrica de clulas excitveis;
exemplos fisiolgicos: receptores nicotinicos de acetilcolina (nAChR) e canais de sdio/potssio controlados por voltagem.
6.Receptores de adeso: receptores da membrana que interagem com macromolculas extracelulares transmitindo sinais dentro e fora da clula; exemplos fisiolgicos: integrinas.
7.Receptores nucleares: mecanismo geral por meio do qual os hormnios esteroides e da tireoide, retinoides e vitamina D regulam a expresso gnica; Ex: ao do cortisol no tecido adiposo e heptico.
8.Seminrios: ao decorrer do estudo dos diversos tipos de receptores e caractersticas dos processos de biossinalizao sero realizados seminrios com temas diversos, como por exemplo: biossinalizao do processo de apoptose, disfuno ertil, doenas autoimunes, doenas infecciosas, neurotransmisso, oncologia, regulao metablica, resposta imunolgica, transduo de sinal em plantas em diferentes condies de estresse, transduo de sinal por espcies reativas de oxignio, tromborregulao, vias de biossinalizao como alvos no tratamento de doenas.
O objetivo principal a introduo dos alunos ao campo da Biotecnologia de forma ampla e multidisciplinar. Sero abordados os seguintes temas: Definio de diviso da Biotecnologia. Histrico. Tcnicas moleculares utilizadas em Biotecnologia moderna. Biotecnologia Industrial: oportunidades na indstria brasileira. Qumica verde e Biocombustveis. Biotecnologia Genmica. Biotecnologias ambientais. Situao da biotecnologia no Brasil. Marcos regulatrios brasileiros.
BIBLIOGRAFIA: ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; WALTER, P., et al. Biologia molecular da clula. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2017, 1584 p. LODISH, H. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014, 1765 p. LIMA, N. Biotecnologia: Fundamentos e aplicaes. Edit. Lidel ISBN:
9727571972. p505, 2003. Environmental Biotechnology: A. Scragg 2005 Oxford University Press, Oxford, 2nd edition Peridicos: Proceedings of the National Academy of Sciences, Cell, Nature, Science.
Metodologia para aquisio e manuteno de culturas de clulas animais. Caractersticas das clulas de diferentes linhagens; Manuseio de linhagens celulares. Utilizao de culturas celulares em ensaios biolgicos.
BIBLIOGRAFIA:
Livro: 1) Freshney, I.R. Culture of animal cells. A manual of Basic Technique.4 ed. Wiley-Liss, New York, 2005.
Artigos de peridicos na rea: Journal of the National Cancer Institute , Cancer Research, European Journal of Cancer, Journal of Ethnopharmacology, Toxicology in Vitro, Planta Medica, Fitoterapia, Qumica Nova, British Journal of Cancer, Methods, Phytomedicine, Bioorganic & Medicinal Chemistry, International Journal for Parasitology entre outros.
Trata-se de levar ao aluno s plenas condies de desenvolver o projeto de sua dissertao de mestrado, a partir da discusso acerca da coerncia interna e vinculao com a linha de pesquisa, sem descurar das normas tcnicas para o bom desenvolvimento do trabalho.
Estruturao do concurso docente. Normas e regulamentos. Seleo de temas didticos. Critrios de avaliao para prova Escrita e Didtica. Elaborao do Curriculum Vitae. Postura e exposio oral. Suporte a arguio. Uso de tecnologia e recursos didticos. Pontuao curricular
BIBLIOGRAFIA: ANASTASIOU, L; ALVES, L. (orgs.). Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratgias de trabalho docente em aula. 6 ed. Joinville: Univille, 2006 CANDAU, V. M. A Didtica em Questo. 23. ed. Petrpolis: Vozes, 2004. CASTANHO, M. E. L. M. A criatividade na sala de aula universitria. In: VEIGA, I. P. A.; CASTANHO, M. E. L. M. (Orgs.). Pedagogia Universitria: a aula em foco. 2. ed. Campinas: Papirus, 2001. p. 75-89. CUNHA, M. I. da. Diferentes olhares sobre as prticas pedaggicas no ensino superior: a docncia e sua formao. Educao, v.54, n.3, p.525-36, 2004 MASETTO, M.T. Competncia pedaggica do professor universitrio. So Paulo: Summus Editorial, 2003 MASETTO, Marcos T. Docncia universitria: repensando a aula. In: TEODORO, Antnio. Ensinar e aprender no ensino superior: por uma epistemologia pela curiosidade da formao universitria. Ed. Cortez: Mackenzie, 2003.
O Estgio Docente em nvel superior tem como finalidade levar o ps-graduando a articular teoria e prtica atravs da aproximao com a realidade acadmica. De forma a proporcionar ao aluno maior experincia na rea de ensino, tornando-o mais capacitado para atuar como docente aps concluir o Mestrado. Deste modo, o aluno dever realizar o Plano de Trabalho do Estgio Docente sob a superviso do orientador e ao final apresentar o Relatrio do Estgio Docente, por meio de uma reflexo, discusso e anlise das situaes vivenciadas durante o processo ensino-aprendizagem fundamentadas teoricamente.
BIBLIOGRAFIA: FREIRE, P. Educao e mudana. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. 79 p. FREIRE, P.; SHOR, I. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. 12.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008. 224 p. RGNIER, N.M.A; MONIN, N. Da teoria dos campos conceituais didtica profissional para a formao de professores: contribuio da psicologia e da sociologia para a anlise de prticas pedaggicas. Educao Unisinos, So Leopoldo: Unisinos, v.13, n.1, p. 5-16, jan./abr.2009.
3a8082e126