Mameestava orgulhosa. Mas o patinho feio era desajeitado, como ele s. No conseguia nadar. Afundava a todo momento.Teve que sair para fora da gua. E foi s gozao dos demais. Dona pata ainda ensinou-os a procurar minhocas e a dividi-las com os irmos.Os irmos tinham vergonha dele e gritavam-lhe:
O Patinho Feio pensou que o iriam enxotar. Muito assustado, ia esconder a cabea entre as asas quando, ao ver-se refletido na gua, viu, nada mais nada menos, do que um belo cisne que no era outro seno ele prprio, to grande e to belo, como os que vinham ao seu encontro.Os companheiros o acolheram e acariciavam-no com o bico. O seu coraozinho no cabia mais dentro do peito.Nunca imaginara tanta felicidade.
O Patinho Feio (em dinamarqus: Den grimme lling) um conto de fadas[1][2][3] do escritor dinamarqus Hans Christian Andersen, publicado pela primeira vez em 11 de Novembro de 1843 em Nye Eventyr. Frste Bind. Frste Samling. 1844.[4]
Um dia, cansado de tanta humilhao, foge do ninho. Durante a sua jornada, ele para em vrios lugares, mas maltratado em todos que passava. Por fim, uma famlia de camponeses o encontra e ajuda-o acolhendo durante o inverno. Mas a famlia tem um gato que expulsou o patinho.
Um dia, no entanto, deslumbrado com a beleza dos cisnes, o patinho feio decide ir at eles e percebe, espelhando-se na gua, que ele no mais um patinho feio (e que ele na verdade, nunca foi um pato), mas se tornou um magnfico cisne. Finalmente ele acaba sendo respeitado e se torna mais bonito do que nunca.
Quando o grande dia chegou, os ovos da mame pata comearam a chocar um por um. A mame pata deus as boas vindas aos seus novos patinhos com muita alegria. Mas o ltimo ovo estava demorando mais para chocar e a mame comeou a ficar preocupada.
Finalmente, a casca do ltimo ovo se abriu e, para surpresa da mame pata, de l saiu um patinho muito diferente de todos os seus outros filhos.
- Este patinho feio no pode ser meu! Exclamou a mame pata.
- Algum deve estar fazendo uma brincadeira com a senhora - disse a pata vizinha.
As semanas foram passando e medida que os patinhos cresciam, o patinho feio tornava-se cada vez mais diferente dos seus irmos.
Cansado de ser alvo de comentrios maldosos feitos pelos seus irmos e por todos os outros animais da fazenda, o patinho feio decidiu ir embora.
Mesmo longe da fazenda, o patinho no tinha paz, pois os seus irmos perseguiam ele por todo o lago gritando:
- Voc o pato mais feio que ns j vimos!
E, para onde quer que ele fosse, todos os animais que encontrava mexiam com ele.
- O que vou fazer? Para onde vou? - exclamou o patinho feio que estava muito triste.
Com a chegada do inverno, o patinho, cansado e com muita fome encontrou uma casa e pensou:
- Talvez aqui eu encontre algum que goste de mim! E assim foi.
O patinho passou o inverno dentro de uma casa quentinha e na companhia de outros animais que gostavam dele. Tudo teria corrido bem se no tivesse chegado a primavera e com ela, um gato malvado, que enganando os donos da casa, expulsou o patinho para fora dali!
- Mais uma vez estou sozinho e infeliz - Suspirou o patinho feio.
O patinho seguiu o seu caminho e, ao chegar em um grande lago, se refugiou junto ao matagal prximo, ficando ali ficou durante vrios dias.
Um dia, muito cedo, o patinho feio foi acordado por vozes de crianas.
- Olha! Um recm-chegado! Gritou uma das crianas. Todas as outras crianas davam gritos de alegria.
- E to bonito! Dizia outra.
- Bonito?... De quem esto falando? - Pensou o patinho feio.
De repente, o patinho feio viu que todos olhavam para ele e, ao ver o seu reflexo na gua, se deparou com um grande e elegante cisne.
- Oh!... Exclamou o patinho admirado. Crianas e outros cisnes admiravam a sua beleza e o cumprimentava alegremente.
Quando os outros cisnes reparam na sua chegada, todos comentam a beleza do desconhecido. O conto carrega uma importante lio de autoestima: aquilo que uns consideram feio, outros acham bonito, mas o mais importante gostarmos de ns mesmos.
Toda orgulhosa, me pata choca, choca, at que numa bela manh nasce seu mais novo filhinho, um patinho que era todo diferente de seus outros dois filhinhos. Maior e com um qua-qua-qua diferente, ele logo despertou a curiosidade e depois o afastamento de todos que ali moravam.
O tratamento diferenciado em filas segue os critrios da Lei 10.741, de 2003, a saber: As pessoas portadoras de deficincia, os idosos com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, as gestantes, as lactantes e as pessoas acompanhadas por crianas de colo tero atendimento prioritrio, nos termos desta Lei. (Redao dada pela Lei 10.741, de 2003).
Temos acesso para deficientes fsicos.
A meia-entrada est garantida, mediante apresentao da devida documentao, para crianas com idade igual ou inferior a 12 (doze) anos, estudantes, pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, professores do ensino pblico, jovens com idades de 15 a 29 anos pertencentes a famlias de baixa renda e portadores de necessidades especiais + acompanhante. Crianas de at 2 (dois) anos no pagam, uma vez que ficam no colo do responsvel.
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Era uma manh fresca de primavera quando uma pata, aninhada em seu ninho na beira do lago, cuidava ansiosamente de seus ovos. Com grande expectativa, ela observava enquanto cada ovo comeava a se rachar, revelando patinhos adorveis de penugens macias e amarelas. No entanto, entre aqueles patinhos animados e amarelos, havia um ovo maior que demorou um pouco mais para chocar.
Quando finalmente o ovo se abriu, revelou um patinho de penas cinzentas e desalinhadas. Ele era maior, desengonado e tinha uma aparncia completamente diferente dos outros irmos. A pata, surpresa com a aparncia do filhote, ficou confusa e um pouco decepcionada. Mas ela o acolheu como um dos seus prprios filhotes, pois sabia que era seu dever cuidar dele como qualquer outro.
Os outros patinhos, porm, imediatamente notaram a diferena. Olhavam para ele com curiosidade e depois com desprezo. Chamavam-no de feio, estranho e desajeitado. Sentindo-se deslocado e rejeitado, o patinho feio tentava se encaixar, mas os outros patinhos o ignoravam ou o empurravam.
Um sentimento de isolamento e solido comeou a crescer no patinho feio. Ele se perguntava por que era diferente, por que no era aceito como seus irmos. Decidiu, ento, se afastar, vagando pela fazenda em busca de um lugar onde pudesse ser aceito como .
Sua jornada o levou por campos floridos, florestas exuberantes e rios sinuosos. Ao longo do caminho, encontrou vrios animais que, ao verem sua aparncia, o rejeitavam ou o ridicularizavam. Sentia-se desolado e desamparado, procurando incessantemente por um lugar onde pudesse pertencer.
Os dias se tornaram semanas, e as semanas se transformaram em meses. O patinho feio cresceu, suas penas cinzentas e desalinhadas comearam a mudar gradualmente. Pequenos detalhes de beleza se manifestavam, suas penas ficavam mais macias e brilhantes. Mesmo assim, ele se sentia diferente e fora de lugar em qualquer lugar que ia.
Um dia, enquanto vagava solitrio, chegou a um lago onde avistou uma revoada de majestosos cisnes brancos. Ficou admirado com tamanha beleza e elegncia. Por um momento, sentiu uma conexo com aqueles pssaros esplndidos, mas logo afastou esses pensamentos. Como um patinho feio, sabia que no pertencia quele grupo de magnficos cisnes.
O patinho feio no era mais um pato cinza e desajeitado. Ele havia se transformado em um majestoso cisne, com penas brancas e reluzentes. Em estado de choque, ele se viu refletido na gua, a verdadeira imagem de um belo cisne olhando para ele.
Os cisnes se aproximaram com graa e serenidade. Em vez de risadas ou zombaria, ele foi saudado com calorosas boas-vindas e sorrisos. Eles o cercaram, tocando suavemente suas penas, expressando admirao por sua beleza.
Foi ento que o patinho feio percebeu que, durante todo esse tempo, ele havia sido um cisne. Cresceu de forma diferente dos patinhos, mas ele nunca foi feio. Ele pertencia quela famlia de cisnes, onde encontrou seu verdadeiro lar e aceitao.
Finalmente, o patinho feio encontrou seu lugar, sentindo-se completo e feliz. Ele nadou com seus novos amigos, sentindo-se parte de algo especial e maravilhoso. A jornada solitria e dolorosa havia chegado ao fim, e o cisne encontrou a aceitao e o amor que sempre desejou.
A histria do patinho feio uma lio poderosa sobre autoaceitao, superao de adversidades e a beleza que reside em cada um de ns, mesmo que s vezes seja difcil ver. sobre encontrar seu verdadeiro lugar, ser aceito e amado pelo que voc , no pela maneira como os outros o veem. E, acima de tudo, sobre a transformao interna que pode revelar a verdadeira beleza que todos carregamos dentro de ns.
Eu amei essa histria sempre foi minha preferida, essa histria muito comovente e ns mostra que todos ns somos diferentes e mesmo todos as outras pessoas falando que somos feios no liguem pois quem tem que se achar bonito a gente no eles.
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