Alckmin é único a defender progressão continuada em debate

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Prof.Hamilton

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Sep 15, 2010, 10:45:31 PM9/15/10
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Alckmin é único a defender progressão continuada em debate
15 de setembro de 2010 22h22 atualizado às 23h32

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Alckmin ressaltou que a progressão continuada foi introduzida pelo educador Paulo Freire, durante o governo da petista Luiza Erundina. Não quero fazer .... Foto: Fernando Borges/Terra

Alckmin ressaltou que a progressão continuada foi introduzida durante prefeitura da petista Luiza Erundina
Foto: Fernando Borges/Terra

Enquanto todos os candidatos ao governo de São Paulo criticaram o sistema de progressão continuada vigente nas escolas paulistas, durante debate promovido pela RedeTV! e pela Folha de S.Paulo na noite desta quarta-feira (15), o tucano Geraldo Alckmin foi o único a defender a manutenção do programa. "Primeiro, a progressão continuada não é aprovação automática. Se o aluno tiver 25% de faltas ele será reprovado", afirmou o ex-governador paulista.

Alckmin ainda ressaltou que a progressão continuada foi introduzida pelo educador Paulo Freire, durante a gestão na prefeitura da petista Luiza Erundina. "Não quero fazer uma escola que exclui o aluno que tem dificuldade", reiterou.

Aloizio Mercadante, candidato pelo PT, disse que acabará com a progressão caso seja eleito. "O que nós temos hoje em São Paulo não é uma progressão continuada, é uma regressão continuada para grande parte dos alunos. Isso está levando a uma situação que muitos alunos não aprendem nem a ler e escrever", aponta o petista.

Todos os candidatos foram convidados, no primeiro bloco, a responder se manteriam ou não a progressão continuada e o bônus para os professores baseado em mérito. Sobre o bônus, o candidato do PP Celso Russomanno foi o mais incisivo na posição contrária. "O bônus facilita ainda mais isso (a aprovação de alunos sem aprender). O professor para não perder o bônus, acaba empurrando", disse.

Paulo Búfalo (Psol) afirmou que o bônus é uma "punição aos professores" e, repetindo o discurso do candidato à presidência do seu partido, Plínio de Arruda Sampaio, afirma que é necessário investir 10% do PIB em educação.

Paulo Skaf (PSB), em sua crítica ao dois sistemas, afirmou que, quando presidiu o Sesi, acabou com a progressão continuada. "Nós acabamos com a progressão continuada e não houve evasão escolar", afirmou, acrescentando que melhorará a remuneração dos professores.

Mais ponderado, o candidato do PV, Fabio Feldmann, também prometeu acabar com o programa, mas disse que a crítica que se faz a ele é "rasa". "Eu quero insistir, a educação de qualidade é a melhor estratégia para combater a desigualdade, mas acho que a educação tem que ser do século 21", disse.

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