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Palestra do mês |
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Culto Mensal de Agradecimento – Agosto/2015 |
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Bom dia a todos! Os senhores estão passando bem? Com imensa gratidão ao Supremo Deus, realizamos o culto de hoje e expressamos a nossa gratidão a Meishu-Sama por ter nos despertado para a importância da Agricultura Natural como um dos caminhos de salvação do mundo. O Supremo Deus, criador do universo, além de nos oferecer o sopro da vida, que é a Sua própria essência, criou todas as formas de vida que mantêm a harmonia do planeta. Meishu-Sama nos ensina que Deus, assim que criou o homem, criou também o solo, a fim de que este produzisse os alimentos ricos em energia vital para nutri-lo física e espiritualmente. Contudo, por desconhecimento da força que existe no solo, o homem desenvolveu técnicas agrícolas que utilizam produtos químicos e chegou ao extremo de fazer mudanças genéticas nas sementes naturais oferecidas pelo Supremo Deus. Assim, sem perceber, o homem veio degradando cada vez mais o solo. De acordo com a lei de causa e efeito, quando se gera desequilíbrio no meio ambiente, acaba-se também maculando o planeta, e por esse motivo, a cada dia, aumentam as catástrofes naturais pelo mundo. Creio que todo esse desequilíbrio tem origem no pensamento materialista e egoísta da humanidade. Neste ano, a ONU – Organização das Nações Unidas, decretou 2015 como o Ano Internacional dos Solos e seu objetivo é conscientizar a sociedade sobre a importância do solo. No ensinamento que ouvimos hoje, “A força do solo”, de 1953, Meishu-Sama já nos ensinava a importância de sentirmos gratidão pelo solo, pois ele contém todos os nutrientes necessários, ou seja, ele é o grande produtor agrícola. Portanto, por meio da Agricultura Natural, traremos de volta solos vivos e produtivos, água suficiente, culturas sadias, colheitas fartas, criando paz, bem-estar e saúde, para que todos possam viver com dignidade. O caminho que Meishu-Sama nos deu para praticar a Agricultura Natural são as hortas caseiras. Elas permitem, mesmo a quem mora em apartamentos ou pequenas casas, cuidar de uma hortaliça, utilizando vasos e jardineiras. Com essa prática, certamente despertarão em nós o respeito e a gratidão ao solo e à Grande Natureza. Outro dia, tive uma experiência muito interessante com meu netinho de seis anos. Ele perguntou para minha esposa: – Vovó, onde está o regador?” Ela disse: – Para que você quer um regador? E ele apenas respondeu: – Eu queria um regador. Então, ela colocou um pouco de água no regador e entregou para ele. Minha esposa ficou espantada, pois ele foi direto para a sacada do nosso apartamento, onde praticamos horta caseira, e começou a regar os vasos, como se estivesse nos imitando. Nesse momento, tive a certeza de que somos sempre observados por nossos filhos e netos, e que nossas atitudes realmente influenciam a postura de nossos descendentes. Na experiência de fé que ouvimos agora há pouco, ficou clara a mudança de consciência de um agricultor que, mesmo tendo sido criado de acordo com uma visão materialista e egoísta com relação à agricultura, conseguiu, graças aos ensinamentos de Meishu-Sama, sua grande transição. Por meio da Agricultura Natural preconizada por Meishu-Sama, o jovem Danilo se tornou um modelo de agricultor que tem em seu sentimento o desejo firme de servir às pessoas produzindo alimentos saudáveis. Parabéns ao Danilo e à sua família pelo grande modelo que se tornaram! Assim, gostaria de propor a todos os messiânicos que se empenhem verdadeiramente na prática diária do Johrei, que cuidem de sua horta caseira e que vivam o belo em seu cotidiano. Desse modo, nos tornaremos modelos para o mundo! Hoje quero convidar todos os senhores a desfrutarem de tudo que o Solo Sagrado está nos oferecendo. Convido-os especialmente para ir à exposição da Agricultura Natural e para contemplar este paraíso. Boa missão a todos e muito obrigado!
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A FORÇA DO SOLO
O princípio básico da Agricultura Natural consiste em fazer manifestar a força do solo. Até agora o homem desconhecia a verdadeira natureza do solo, ou melhor, não lhe era dado conhecê-la. Tal desconhecimento levou-o a adotar o uso de adubos e acabou por colocá-lo numa situação de total dependência em relação a eles, tornando essa prática uma espécie de superstição.
No começo, por melhor que eu explicasse o processo da Agricultura Natural, as pessoas não me davam ouvidos e acabavam em gargalhadas. Pouco a pouco, porém, minhas explicações foram sendo aceitas e, ultimamente, de ano para ano, aumenta o contingente de praticantes do novo método, mesmo porque as colheitas, em toda parte, vêm dando prodigiosos resultados. Ainda que a maioria pertença à esfera dos fiéis de nossa Igreja, em várias regiões já está aparecendo, fora dessa esfera, um número considerável de simpatizantes e praticantes da Agricultura Natural, número este que tende a aumentar rapidamente. Falando abertamente, a divulgação do nosso método de agricultura poderá ser definida como “movimento para destruir a superstição dos adubos”.
Não usando absolutamente nada daquilo a que se dá o nome de adubo, seja de origem animal ou química, pois é um cultivo que utiliza apenas compostos naturais, o método é, realmente, o que seu nome diz: Agricultura Natural. As folhas e capins secos formam-se naturalmente, ao passo que os adubos químicos e mesmo o estrume de cavalo ou galinha, assim como os resíduos de peixe, carvão de madeira, etc., não caem do céu, nem brotam da terra: são transportados pelo homem. Portanto, não é preciso dizer que são antinaturais.
Nada poderia existir no Universo sem os benefícios da Grande Natureza, ou seja, nada nasceria nem se desenvolveria sem os três elementos básicos: o fogo, a água e a terra. Em termos científicos, esses elementos correspondem, respectivamente, ao oxigênio, ao hidrogênio e ao nitrogênio. Todos os produtos agrícolas existentes são gerados por eles. Dessa forma, Deus fez com que possam ser produzidas todas as espécies de cereais e verduras que constituem a alimentação do homem.
Não seria absurdo se Deus criasse o homem e não providenciasse os alimentos que lhe possibilitariam a vida? Logo, se determinado país não consegue produzir os alimentos necessários à sua população é porque, em algum ponto, ele não está de acordo com as leis da Natureza criada por Deus. Enquanto não se atentar para isso, não se poderá sequer imaginar uma solução para o problema da escassez de alimentos.
A Agricultura Natural proposta por mim tem como base o princípio citado. (…)
Por Meishu-Sama em 5 de Maio de 1953
Extraído do Livro Alicerce do Paraíso, Vol 5 – Páginas 18 a 24 |
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Diretriz 2015"A
construção do protótipo do Paraíso
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