Cientista cristão apresenta novas provas do dilúvio bíblico
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Instituto Teológico Monte das Oliveiras
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Jun 7, 2012, 8:19:39 AM6/7/12
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Durante
décadas, os livros de ciências das escolas têm ensinado que a Terra tem
bilhões de anos e tudo começou com a explosão do Big Bang. Mas Walt
Brown, diretor do Centro Científico de Criação, no Estado do Arizona,
questiona isso.
Ele é formado pelo Instituto Militar de Ensino Superior de West Point,
tem um Ph.D em Engenharia Mecânica pelo Instituto de Tecnologia de
Massachusetts, é membro da National Science Foundation, atuou como
professor titular da Academia da Força Aérea e foi chefe de Estudos
Científicos e Tecnológicos no Air War College.
Hoje ele se define como um ?cientista cristão?, mas conta que viveu anos
sendo um ateu defensor do evolucionismo. Brown está bastante
familiarizado com todos os argumentos contra os relatos bíblicos, mas
hoje se dedica a pesquisar e escrever sobre os aspectos científicos dos
relatos de Gênesis.
Durante décadas, as descobertas de Brown foram ignoradas pela comunidade
científica e nenhuma revista científica importante quis publicar seus
textos. Mesmo assim, ele chegou à oitava edição de seu livro "?In the
Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood," [No
Princípio: Evidências da Criação e do Dilúvio], onde ele apresenta dados
e defende a teoria do "hydroplate", que procura comprovar que a Terra
apresenta características geológicas que possui apenas 5.000 anos e que
os fósseis comprovam isso.
Ele também afirma que o dilúvio global narrado em Gênesis 7 foi o
mecanismo que criou os fenômenos geológicos, astronômicos e biológicos
que conhecemos hoje.
A principal motivação que impulsionou o professor Brown a fazer essas
pesquisas é sua ?missão? de oferecer respostas científicas aos
estudantes cristãos que muitas vezes são desafiados por teorias
darwinistas dentro da sala de aula. Para ele, a fé pode ser acompanhada
de dados científicos observáveis e calculáveis.
De acordo com seu livro, a Terra era um lugar extremamente diferente
antes de o dilúvio de Noé. Os oceanos eram muito mais rasos e as
montanhas muito menores. Ele aponta ainda que não é por acaso que
existem cerca de 230 relatos sobre uma grande inundação nas diferentes
culturas do mundo. Quase todos eles possuem muitos elementos em comum,
incluindo um sobrevivente e sua família e uma embarcação.
Brown afirma que “a profundidade da água seria de 3.000 metros em todos
os lugares”, se a superfície da Terra fosse completamente lisa, e que
isso cobriria as montanhas de baixa altitude que existiam na época do
dilúvio.
Aliando o relato bíblico a dados geológicos, ele procura mostrar como a
própria Bíblia fala sobre torrentes subterrâneas de águas e que o
dilúvio uniu água vinda "de baixo" e "de cima".
“Cerca de metade da água que temos agora nos oceanos estavam em câmaras
localizadas a cerca de 10 quilômetros abaixo da superfície da terra”,
explica Brown.
Forças catastróficas empurraram blocos de terra e pedra para cima,
formando montanhas com centenas ou até milhares de metros de altura.
“Na crosta terrestre pré-dilúvio havia mares superficiais e mares
subterrâneos. No entanto, nem toda a água subterrânea subiu para a
superfície durante o dilúvio, afirma o cientista. Ele argumenta que os
terremotos até hoje fornecem evidências de que ainda existem oceanos de
água sob a crosta. Os canais subterrâneos de água podem transmitir
rapidamente milhares de quilômetros de ondas de choque a partir do
epicentro.
Efeitos dessa transmissão são evidenciados em torno dos lagos, onde a
crosta é mais fina. Se as ondas de choque atingissem rocha sólida, em
vez de água, os efeitos do terremoto nunca iriam se estender a grandes
distâncias, como vemos muitas vezes.
A pressão da água sob os quilômetros de rocha ao longo dos séculos
esticou a superfície como um balão inflável?, diz Brown. Se essa pressão
foi liberada, uma crosta de 10 quilômetros de espessura ?abriria-se
como um rasgo em um pano bem esticado”, explica Brown. “A pressão das
câmaras subterrâneas diretamente abaixo da ruptura caiu de repente &
gerou uma fenda com milhares de quilômetros de profundidade”, explica.
Seria o equivalente ao impacto de 1.800 trilhões de bombas de
hidrogênio, que rasgaram a crosta terrestre no meio do Atlântico.
“Ásia, Europa, África e as Américas eram um bloco único de Terra, no que
é agora o Oceano Atlântico”, afirma Brown, acrescentando que foi essa
"ruptura" que separou os blocos de terra que hoje chamamos de
continentes.
O processo todo teria empurrado o eixo do planeta, causando mudanças
bruscas, o que explicaria como restos de animais e plantas tropicais
puderam ser encontrados no alto de montes onde hoje existe neve
perpétua. Segundo o professor Brown, esse acontecimento cataclísmico
teve efeitos geológicos profundos.
“Á água jorrou tão alto que passou acima da atmosfera, onde congelou e
caiu sobre várias regiões da terra, gerando uma enorme massa de frio
extremo… Esse granizo enterrou, sufocado e congelou a maioria dos
animais”.
O planeta ainda está repleto de muitas características topológicas
formadas durante o dilúvio. A superfície do fundo dos oceanos são provas
desses fenômenos.
“Sulcos profundos, com milhares de quilômetros de comprimento e vários
quilômetros de profundidade, encontram-se no fundo do Oceano Pacífico
ocidental, em uma área em frente ao Oceano Atlântico”, explica Brown.
O cientista argumenta em seu livro que a explicação dos evolucionistas
de que cometas, asteróides ou atividade vulcânica provocaram a extinção
dos dinossauros é falho. Ele afirma que apenas uma inundação mundial
poderia ter feito esse enterro em massa de maneira rápida que fossilizou
os animais.
Seus restos mortais teriam apodrecido se eles tivessem morrido sem
estarem submersos em água para preservá-los. Brown também explica que a
densidade de massa dos fósseis poderiam provar que restos de dinossauros
foram submergidos milhares de anos atrás, em uma inundação.
Outra brecha na segurança dos evolucionistas, diz Brown, é que o tecido
ósseo e o DNA encontrado em restos de dinossauros não poderiam ter
resistido por milhões de anos.