Declarações do Ciro Gomes sobre PT e Dilma são perfeitas.
Temos que divulgar já que agora ele é o coordenador da campanha da Dilma ....
O PSDB deveria utilizar esta propaganda a seu favor....... E não é só o
Ciro quem acha isto, outros que apoiam o PT acham a mesma coisa, só que
vão todos mamar........
Meus amigos, vejam que hilário este vídeo.. agora é um dos coordenadores
da campanha da tia "dilma"..Veja o que ele diz neste vídeo...
Inacreditável... O Serra não precisa mais fazer campanha, basta veiculá-lo
no horário eleitoral....
é só clicar no link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=pOO1M8OZpEI&feature=player_embedded
As estratégias do fascismo e a candidatura
Serra
Rodrigo Guéron
Professor UERJ
Paul Virilio, filósofo e arquiteto francês, conta no seu livro “Guerra e Cinema” que as primeiras fotos que correram o mundo com alguns dos horrores dos campos de concentração nazistas foram distribuídas por ordem do próprio Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. Em seguida, Goebbels divulgou uma nota à imprensa do mundo inteiro declarando-se “horrorizado com o tipo de propaganda que fazem contra nós estes comunistas e judeus”.
Enquanto John McCain, o candidato conservador à presidência dos Estados Unidos, recusou alguns ataques fundamentalistas a Obama em certos momentos da campanha eleitoral, no Brasil José Serra alimenta e navega satisfeito na onda de difamações, calúnias e terror psicológico contra a candidatura Dilma Roussef. Sua campanha, depois de trazer o fundamentalismo religioso para o debate eleitoral, de colocar sua mulher na rua dizendo que a Dilma “mata criancinhas”, usou uma manchete mentirosa do Globo que dizia que a Dilma ia assinar um documento contra a União Civil Gay (o que não aparecia no próprio corpo da notícia) para posar de “ liberal” e dizer que era a favor dessa união.
Ontem, a polícia federal entrou numa gráfica que imprimia mais de 2 milhões de panfletos que acusavam a Dilma de “aborteira”, falsamente assinados pela CNBB, mas feitos por ordem de um bispo ( com dinheiro de quem?). Enquanto isso Serra e Tasso Jereissati ( que acaba de ser derrotado na eleição para senador) iam a uma missa no Ceará onde panfletos semelhantes eram distribuídos ( neste caso diziam que a Dilma era “ aborteira”, que tinha ligações com as Farcs, era corrupta etc e tal). Um padre se indignou, disse aos fiéis que aqueles panfletos não tinham nada a ver com a igreja e com aquela celebração ( que era para São Francisco…). Jereissati então começou a ofender o padre, chamou o de “padre petista” e militantes do PSDB foram atrás do religioso que teve que sair da igreja protegido.
Quando Lula reclamou dos ataques que Dilma tem sofrido da imprensa, quando disse que esta age como partido político e que tem candidato, mas se apresenta como “imparcial”, foi acusado de ser “contra a liberdade de imprensa”. Por outro lado ninguém viu no jornal Nacional, nem no Globo, nem na Veja (uma pequena nota na FSP), que Serra mandou desligar a câmera numa entrevista para a jornalista Marcia Peltier, dizendo que aquele tipo de pergunta não respondia, que ia embora e era para fingir que ele não tinha estado ali. As imagens do Serra fazendo isso foram entregues ao próprio pela direção da CNT ( que vergonhoso gesto para um jornalista…), mas o áudio, gravado no celular de um outro jornalista que estava na platéia, está na rede.
Imaginem se fosse a Dilma que tivesse mandado desligar a câmera? Íamos ver as imagens repetidamente no Jornal Nacional e similares durante dias. Dilma é então acusada de ser uma “ameaça a liberdade de imprensa” por aqueles que censuram, manipulam e até inventam fatos contra a sua campanha. O fascismo sempre agiu assim, acusa os outros do que está fazendo. Goebels, como vimos, pousou de vítima dos judeus e comunistas que estava exterminando.
Dilma também foi acusada, no início da campanha, de “mandar preparar dossiês contra Serra e a sua família”: dossiês que ninguém leu. Enquanto isso os que fizeram essa acusação despejam um dossiê gigante e ininterrupto de calúnias contra ela. A tática de propaganda fascista é esta da confusão, da acusação, da repetição de uma mentira sistemática até virar verdade, da demonização e escolha de bodes espiatórios. O fascismo é violento não apenas porque mente e cassa a palavra das pessoas ( como houve com Maria Rita Kehl, demitida do Estadão apenas por ter escrito que a elite brasileira não admite que os votos dos pobres tenham o mesmo peso que os dela); é mais do que isso: o fascismo usa uma estratégia de afetos de medo e ódio, disseminando-os de forma que cada uma das pessoas se torna não apenas vítima, mas agentes mesmo deste afetos: é uma mobilização política que passa por dentro dos corpos, dos desejos, do sistema nervoso das pessoas, e ganha essa dimensão macro porque é antes micropolítica. Fascismo não é apenas proibir as pessoas de dizer ou fazer algo, fascismo é forçá-las a falar e fazer algo.
Cada uma das grandes corporações de comunicação do país, onde predominam 4 ou 5 famílias oligárquicas ( os Marinhos, os Frias, Os Mesquita, os Civita…) foi fundamental na mobilização entre as classe médias e as elites que levou ao golpe militar de 64, com uma estratégia muito semelhante a usada hoje pela campanha Serra. A exceção é a não menos proto fascista revista Veja, simplesmente porque não existia na época. Estes grupos cresceram e se solidificaram no Regime Militar, enquanto os que se opunham ao Regime desapareceram ( por exemplo o “Ultima Hora”, e também o “ Correio da Manhã” que chegou a apoiar o golpe mas começou a fazer oposição aos militares logo depois). Ainda nesta tática de confusão da propaganda, estas corporações de comunicação apresentam-se como grandes vítimas da ditadura. De fato, a partir do final de 68, no AI-5, instalaram-se nas redações censores oficiais do regime. Mas antes, nos primeiros quatro anos que se seguiram ao golpe que ajudaram a promover (entre 64 e 68), cada um desses “veículos de comunicação” apoiava e promovia a onda de prisões e cassações que acontecia entre líderes políticos, sindicais, professores (expulsos das universidades) e assim por diante . As organizações Globo, como sabemos, foi mais longe de todas: de 1966 até o início dos anos 80 lia um editorial todo dia 31 de março no Jornal Nacional relembrando e apoiando a “ os ideais da revolução de 64” .
É esta gente e esta estratégia que quer derrotar a qualquer preço a candidata Dilma Roussef
E aqui talvez para não abusar do leitor, eu deveria encerrar meu texto. Mas não consigo não acrescentar mais um parágrafo para falar do quanto o golpe de 64 teve a ver com o ódio e o medo que causava nas elites a participação de trabalhadores na política que na época crescia a cada ano (o discurso da “ameaça da república sindical” repetido por Serra agora), de como o Brasil começava a se democratizar e os sindicatos conseguiam alguns ganhos para os trabalhadores, do fato do problema de origem escravocrata da concentração da terra ( e das relações de trabalho) ter sido colocado em questão pelas ligas camponesas e como Jango foi acusado de “comunista” por ensaiar um tímida reformas agrária, e de como Paulo Freire (um dos primeiros intelectuais presos depois do golpe) sofreu a mesma acusação por liderar um programa que alfabetizou 400 mil pessoas em Pernambuco, e assim por diante. E o mais notável: como que nos anos de grande crescimento econômico do regime militar a miséria do país só aumentou? Como o Brasil terminou este período como a nação industrializada mais desigual do mundo?
Não dá para separar a violência política do regime militar da violência do modelo econômico. Assim como não dá para separar a violência contra a candidatura Dilma da violência contra os pobres; e também da violência contra as mulheres; a propósito foi no governo Lula que foi criada e aprovada a lei Maria de Penha.
Não há neutralidade possível nas eleições do dia 31 de outubro para quem busca um Brasil mais justo, solidário e democrático.
Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.
Se o povão das chamadas classes D e E – os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil – tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.
Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por “uma prima” do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.
Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da “esmolinha” é político e revela consciência de classe recém-adquirida.
O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de “acumulação primitiva de democracia”.
Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.
Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.
*Matéria originalmente publicada no jornal O Estado de S. Paulo e reproduzida do site O Escrevinhador
Antonio Candido, USP
Alfredo Bosi, USP
Fábio Konder Comparato, USP
Joel Birman, UFRJ
Carlos Nelson Coutinho, UFRJ
Otávio Velho, UFRJ
Marilena Chaui, USP
Walnice Nogueira Galvão, USP
Renato Ortiz, Unicamp
Laymert Garcia dos Santos, Unicamp
Dermeval Saviani, Unicamp
Laura de Mello e Souza, USP
Maria Odila L. da Silva Dias
Sergio Miceli, USP
Luiz Costa Lima, Uerj
Flora Sussekind, Unirio
João José Reis, UFBA
Ruy Fausto, USP
Franklin Leopoldo e Silva, USP
João Adolfo Hansen, USP
Eduardo Viveiros de Castro, UFRJ
Emilia Viotti da Costa, USP
Newton Bignotto, UFMG
Wander Melo Miranda, UFMG
Juarez Guimarães, UFMG
Heloisa Fernandes, USP
Maria Victoria de Mesquita Benevides, USP
Glauco Arbix, USP
Vera da Silva Telles, USP
Theotonio dos Santos, UFF
Ronaldo Vainfas, UFF
Gilberto Bercovici, USP
Benjamin Abdalla Jr., USP
Enio Candotti, UFRJ
Angela Leite Lopes, UFRJ
Sidney Chalhoub, Unicamp
Arley R. Moreno, Unicamp
Maria Ligia Coelho Prado,USP
Celso F. Favaretto, USP
José Castilho de Marques Neto, Unesp
Emir Sader, Uerj
Scarlett Marton, USP
José Sérgio F. de Carvalho, USP
José Arbex Jr., PUC-SP
Peter Pal Pelbart, PUC- SP
Viviana Bosi, USP
Irene Cardoso, USP
Wolfgang LeoMaar, UFSCar
João Quartim de Moraes, Unicamp
Léon Kossovitch, USP
Vladimir Safatle, USP
Leda Paulani, USP
Ildeu de Castro Moreira, UFRJ
José Ricardo Ramalho, UFRJ
Ivana Bentes, UFRJ
Cibele Saliba Rizek, USP
Afrânio Catani, USP
Sergio Cardoso, USP
Ricardo Musse, USP
Armando Boito, Unicamp
Enid Yatsuda Frederico, Unicamp
Andréia Galvão, Unicamp
Cynthia Sarti, Unifesp
Luiz Roncari, USP
Flavio Aguiar, USP
Iumna Simon, USP
Luis Fernandes, UFRJ
Marcos Dantas, UFRJ
Laura Tavares, UFRJ
Sérgio de Carvalho, USP
Marcos Silva, USP
Alessandro Octaviani, USP
Ligia Chiappini, Universidade Livre de Berlim
Celso Frederico, USP
José Carlos Bruni, USP
José Jeremias de Oliveira Filho, USP
Sebastião Velasco e Cruz, Unicamp
Liliana Segnini, Unicamp
Maria Lygia Quartim de Moraes, Unicamp
Ladislau Dowbor, PUC-SP
Marcelo Perine, PUC-SP
Jorge Luiz Souto Maior, USP
Cilaine Alves Cunha, USP
Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, USP
Rosa Maria Dias, Uerj
Adalberto Cardoso, Uerj
Bernardo Ricupero, USP
Mauro Zilbovicius, USP
Lincoln Secco, USP
Luiz Renato Martins, USP
Jacyntho Lins Brandão, UFMG
Otavio Soares Dulci, UFMG
Rodrigo Duarte, UFMG
Ana Fani Alessandri Carlos, USP
Mario Sergio Salerno, USP
Giuseppe Cocco, UFRJ
José Camilo Pena, UFRJ
Denilson Lopes, UFRJ
Edilson Crema, USP
Paulo Silveira, USP
Consuelo Lins, UFRJ
Liv Sovik, UFRJ
Federico Neiburg, UFRJ
Ricardo Nascimento Fabbrini, USP
Christian Ingo Lenz Dunker, USP
Sean Purdy, USP
Elisa Kossovitch, Unicamp
Caio Navarro de Toledo, Unicamp
Walquíria Domingues Leão Rego, Unicamp
Marcus Orione, USP
Zenir Campos Reis, USP
Paulo Nakatani, UFES
Vinicius Berlendis de Figueiredo, UFPR
Adriano Codato, UFPR
Lygia Pupatto, UEL-PR
Henrique Carneiro, USP
Nelson Schapochnik, USP
Iram Jácome Rodrigues, USP
Marcio Suzuki, USP
Antonio Carlos Mazzeo, Unesp
Gilson Caroni Filho, Facha-RJ
Evando Nascimento, UFJF
Julio Ambrozio, UFJF
Joaquim Alves de Aguiar, USP
Eleutério Prado, USP
Helder Garmes, USP
Anselmo Pessoa Neto, UFG
Nelson Cardoso Amaral, UFG
Sírio Possenti, Unicamp
Francisco Foot Hardman, Unicamp
Adélia Bezerra de Meneses, Unicamp
Maria Lúcia Montes, USP
Francisco Rüdiger, UFRS
Luís Augusto Fischer, UFRGS
Analice Palombini, UFRGS
Paulo Faria, UFRGS
Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, PUC-SP
João Roberto Martins Filho, UFSCar
Gil Vicente Reis de Figueiredo, UFSCar
Marly de A. G. Vianna, UFSCar
Lucilia de Almeida Neves, UnB
Elyeser Szturm, UnB
Eugenio Maria de França Ramos, Unesp
César Ricardo Siqueira Bolaño, UFS
Ernani Chaves, UFPA
Gustavo Venturi, USP
Fernanda Arêas Peixoto, USP
Marcos Siscar, Unicamp
Evelina Dagnino, Unicamp
Silvia de Assis Saes, UFBA
Carlos Ranulfo, UFMG
Eliana Regina de Freitas Dutra, UFMG
Flavio Campos, USP
Amaury Cesar Moraes, USP
Marta Maria Chagas de Carvalho, USP
Rubem Murilo Leão Rego, Unicamp
Maria Helena P. T. Machado, USP
Maria Augusta da Costa Vieira, USP
José Geraldo Silveira Bueno, PUC-SP
Reginaldo Moraes, Unicamp
Luiz Recaman, USP
Roberto Grun, UFSCar
Edson de Sousa, UFRGS
Márcia Cavalcante Schuback, UFRJ
Luciano Elia, Uerj
Oto Araujo Vale, UFSCar
João Emanuel, UFRN
Paulo Martins, USP
Alysson Mascaro, USP
José Luiz Vieira, UFF
Paulo Benevides Soares, USP
Marcia Tosta Dias, Unifesp
Salete de Almeida Cara, USP
Marcia de Paula Leite, Unicamp
Marta Kawano, USP
Ricardo Basbaum, Uerj
Iris Kantor, USP
Fernando Lourenço, Unicamp
Luiz Carlos Soares, UFF
André Carone, UFScar
Adriano Scatolin, USP
Richard Simanke, UFSCar
Francisco Alambert, USP
Arlenice Almeida, Unifesp
Miriam Avila, UFMG
Sérgio Salomão Shecaira, USP
Carlos Eduardo Martins, UFRJ
Antonio Albino Canelas Rubim, UFBA.
Claudio Oliveira, UFF
Eduardo Brandão, USP
Jesus Ranieri, Unicamp
Mayra Laudanna, USP
Aldo Duran, UFU
Luiz Hebeche, UFSC
Eduardo Morettin, USP
Adma Muhana, USP
Fábio Durão, Unicamp
Amarilio Ferreira Jr., UFSCar
Jaime Ginzburg, USP
Ianni Regia Scarcelli, USP
Marlise Matos, UFMG
Mauricio Santana Dias, USP
Adalberto Muller, UFF
Ivo da Silva Júnior, Unifesp
Mario González, USP
Sérgio Alcides, UFMG
Ana Paula Pacheco, USP
Bento Itamar Borges, UFU
Heloisa Buarque de Almeida, USP
Romualdo Pessoa Campos Filho, UFG
Tânia Pellegrini, UFSCar
José Paulo Guedes Pinto, UFRRJ
Luiz Damon, UFPR
Emiliano José, UFBA
Eduardo Passos, UFF
Horácio Antunes, UFMA
Laurindo Dias Minhoto, USP
Paulo Henrique Martinez, Unesp
Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero
Rodnei Nascimento, Unifesp
Herculano Campos, UFRN
Adriano de Freixo, UFF
Suzana Guerra Albornoz, UNISC/RS
Sonia Campaner, PUC-SP
Jaa Torrano, USP
Regina Herzog, UFRJ
Leandro de Lajonquière, USP
Alexandre Fonseca, UFRJ
Raul Vinhas Ribeiro, Unicamp
Carmem Lúcia Negreiros de Figueiredo, Uerj
Carmen Gabriel, UFRJ
Ana Gonçalves Magalhães, USP
Regina Mennin, Unifesp
Regina Pedroza, UnB
Regina Vinhaes Gracindo, UnB
Elina Pessanha, UFRJ
Elisa Maria Vieira, UFMG
Reinaldo Martiniano, UFMG
Freda Indursky, UFRGS
Frederico Carvalho, UFRJ
Renata Paparelli, PUC-SP
Renato Lima Barbosa, UEL
Antonio Prado, Unicamp
Antonio Teixeira, UFMG
Aparecida Neri de Souza, Unicamp
Ricardo Barbosa de Lima, UFG
Ricardo Kosovski, UNIRIO
Ricardo Mayer, UFAL
Rita Diogo, UERJ
Adalberto Paranhos, UFU
Adalton Franciozo Diniz, PUC-SP
Alcides Fernando Gussi, UFC
Aldo Victorino, UERJ
José Guilherme Ramos, Unincor
Alex Fabiano Jardim, Unimontes
Alexandra Epoglou, UFU
Alexandre Henz, Unifesp
Alfredo Cordiviola, UFPE
Alícia Gonçalves, UFPB
Alita Sá Rego, UERJ
Alvaro Luis Nogueira, CEFET/RJ
Amaury Júnior, UFRJ
Amilcar Pereira, UFRJ
Amon Pinho, UFU
Ana Maira Coutinho, PUC-Minas
Ana Maria Araújo Freire, PUC/SP
Ana Maria Chiarini, UFMG
Ana Maria Doimo, UFMG
Ana Maria Medeiros, UERJ
André Daibert, CEFET/RJ
André Figueiredo, UFRRJ
André Leclerc, UFC
André Martins, UFRJ
André Paulo Castanha, Unioeste
Andrea Franco, PUC-Rio
Andrea Macedo, UFMG
Andrea Silva Ponte, UFPB
Angela Prysthon, UFPE
Angelita Matos Souza, Facamp
Angelita Pereira de Lima, UFG
Aníbal Bragança, UFF
Anita Leandro, UFRJ
Anna Carolina Lo Bianco, UFRJ
Antonio Carlos Lima, UFRJ
Antônio Cristian Saraiva Paiva, UFC
Antonio Justino Ruas Madureira, UFU
Antonio Pinheiro de Queiroz, UnB
Armen Mamigonian, USP
Benito Bisso Schmidt, UFRGS
Benjamin Picado, UFF
Branca Jurema Ponce, PUC/SP
Brasilmar Nunes, UFF
Bruna Dantas, Univ. Cruzeiro do Sul
Bruno Guimarães, UFOP
Carla Dias, UFRJ
Carlos Bauer, Uninove
Carlos José Espíndola, UFSC
Carolina Martins Pulici, Centro Universitário Senac
Cauê Alves, PUC-SP
Celia Rocha Calvo, UFU
César Barreira, UFC
César Nigliorin, UFF
Clara Araujo, UERJ
Clarice Mota, UFAL
Claudinei Silva, Unioeste
Claudio Benedito Baptista Leite, Unifesp
Cláudio DeNipoti, UEPG
Cleber Santos Vieira, Unifesp
Custódia Selma Sena do Amaral, UFG
Daniela Frozi, UERJ
Daniela Weber, FURG
Daniele Nilym, UFC
Dau Bastos, UFRJ
Débora Barreto, UCM
Debora Breder, UCM
Débora Diniz, UnB
Denise Golcalves, UFRJ
Diva Maciel, UnB
Doris Accioly, USP
Doris Rinaldi, Uerj
Douglas Barros, PUC-Campinas
Edgar Gandra, UFPel
Edson Arantes Junior, UEG
Eduardo Sterzi, Faap
Elizabeth Maria Azevedo Bilange, UFMS
Emerson Giumbelli, UFRGS
Ercília Cazarin, Univ. Passo Fundo
Ernesto Perini, UFMG
Eugênio Rezende de Carvalho, UFG
Fabiana de Souza, UFG
Fabiele Stockmans, UFPE
Fábio Franzini, Unifesp
Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues, UFSCar
Fernando Fragozo, UFRJ
Fernando Freitas, UERJ
Fernando Resende, UFF
Fernando Salis, UFRJ
Filipe Ceppas, UFRJ
Flavio Fogliatto, UFRGS
Geísa Matos, UFC
George Lopes Paulino, UFC
Geovane Jacó, UECE
Geraldo Orthof ,UnB
Geraldo Pontes Jr., UERJ
Gesuína Leclerc, UFC
Gilberto Almeida, UFBA
Gilson Iannini, UFOP
Giselle Martins Venancio, UFF
Gizelia Maria da Silva Freitas, UFPA
Graciela Paveti, UFMG
Gustavo Coelho, UERJ
Gustavo Krause, UERJ
Hélio Carlos Miranda de Oliveira, UFU
Hélio Silva, UFSC
Henri Acselrad, UFRJ
Henrique Antoun, UFRJ
José Carlos Prioste, Uerj
José Carlos Rodrigues, PUC – Rio
José Claudinei Lombardi, Unicamp
Henrique de Paiva, Uninove
Humberto Hermenegildo de Araújo, UFRN
Ianni Scarcelli, USP
Irlys Barreira, UFC
Isaurora Cláudia Martins, UVA
Ivan Rodrigues Martin, Unifesp
Izabela Tamaso, UFG
Jackson Aquino, UFC
Jacqueline Girão Lima, UFRJ
Jacqueline O.L. Zago, UFTM
Janete M. Lins de Azevedo, UFPE
Jania Perla Diógenes de Aquino, UFC
Joana Bahia, UERJ
Joelma Albuquerque, UFAL
John Comerford, UFRRJ
Jorge Valadares, Fund Oswaldo Cruz
José Artur Quilici Gonzalez, UFABC
José Lindomar Albuquerque, UNIFESP
José Luiz Ferreira, UFERSA
José Messias Bastos,UFSC
José Otávio Guimarães, UnB
José Ubiratan Delgado, IRD- CNEN
Joziane Ferraz de Assis, UFV
Kátia Paranhos, UFU
Kelen Christina Leite, UFSCar
Laura Feuerwerker, USP
Leandro Lopes Pereira de Melo, Centro Universitário Senac
Simone Wolff, UEL
Solange Ferraz de Lima, USP
Sônia Maria Rodrigues, UFG
Lena Lavinas, UFRJ
Leonardo Daniato, UniFor
Lia Tomas, Unesp
Liliam Faria Porto Borges, UNIOESTE
Lúcia Maria de Assis, UFG
Lucia Pulino, UnB
Luciana Hartmann, UnB
Luciano Mendes de Faria Filho, UFMG
Luciano Rezende, Instituto Federal de Alagoas
Luciano Simão, UFF
Luís Filipe Silvério Lima, Unifesp
Luis Mattei, UFF
Luiz Fábio Paiva, UFAM
Luiz Paulo Colatto, CEFET-RJ
Luiz Sérgio Duarte da Silva, UFG
Madalena Guasco Peixoto, PUC-SP
Marcelo Carcanholo, UFF
Marcelo de Sena, UFMG
Marcelo Martins de Sena, UFMG
Marcelo Paixão, UFRJ
Marcelo Pinheiro, UFU
Marcia Angela Aguiar, UFPE
Marcia Cristina Consolim, Unifesp
Márcia Maria Menendes Motta, UFF
Marcia Maria Motta, UFF
Marcia Paraquett, UFBA
Marcio Goldman, UFRJ
Marco André Feldman Schneider, UFF
Marcos Aurélio da Silva, UFSC
Marcos Barreto, UFRJ
Marcos Cordeiro Pires, Unesp
Marcos Santana de Souza, UFS
Marcus Wolff , UCM
Maria Amélia Dalvi, UFES
Maria Aparecida Leite Soares, Unifesp
Maria Augusta Fonseca, USP
Maria Cristina Batalha, UERJ
Maria Cristina Giorgi, CEFET- RJ
Maria Cristina Volpi, UFRJ
Mônica de Carvalho, PUC-SP
Natalia Reis, UFF
Neide T. Maia González, USP
Nelson Maravalhas, UnB
Nelson Tomazi, UEL
Maria de Fátima Gomes, UFRJ
Maria Fernanda Fernandes, Unifesp
Maria Jacqueline Lima, UFRJ
Maria José Aviz do Rosário, UFPA
Maria José Vale, Unicastelo
Maria Lúcia Homem, FAAP
Maria Lúcia Seidl, UERJ
Maria Luiza de Oliveira, Unifesp
Maria Luiza Heilborn, UERJ
Maria Neyara de Oliveira Araújo, UFC
Maria Rita Aprile, Uniban
María Zulma M. Kulikowski, USP
Mariana Cavalcanti, FGV-RJ
Marisa Bittar, UFSCar
Markus Lasch, Unifesp
Marlon Salomon, UFG
Marly Vianna, UFSCar
Márnio Pinto, UFSC
Marta Peres, UFRJ
Marta Pinheiro, UFRJ
Mary Castro, UCSal
Miroslav Milovic, UnB
Edson Arantes Jr., UERJ
Moema Rebouças, UFES
Monica Alvim, UFRJ
Monica Bruckmann, UFRJ
Nereide Saviani, Unisantos
Neusa Maria Dal Ri, Unesp
Nina Leite, Unicamp
Nise Jinkings, UFSC
Nora Krawczyk, Unicamp
Olga Cabrera, UFG
Olgamir Amancia Ferreira de Paiva, UnB
Ovídio de Abreu, UFF
Patrícia Reinheimer, UFRRJ
Patrícia Sampaio, UFAM
Paulino José Orso, Unioeste
Paulo Bernardo Ferreira Vaz, UFMG
Paulo Machado, UFSC
Paulo Pinheiro Machado, UFSC
Paulo Roberto de Almeida, UFU
Rafael Haddock-Lobo, UFRJ
Ramón Fernandez, FGV-SP
Raul Pacheco Filho, PUC-SP
Rita Schmidt, UFRGS
Robespierre de Oliveira, UEM
Rodrigo Nobile, UERJ
Rogério Medeiros, UFRJ
Ronaldo Gaspar, Unicastelo
Rosana C. Zanelatto Santos, UFMS
Rosana Costa, UFRJ
Rosemary de Oliveira Almeida, UECE
Sabrina Moehlecke, UFRJ
Sara Rojo, UFMG
Sarita Albagli, UFRJ
Sidnei Casetto, Unifesp
Silviane Barbato, UnB
Silvio Costa, PUC/GO
Simone Michelin, UFRJ
Suzzana Alice Lima Almeida, UNEB
Sylvia Novaes, USP
Tadeu Alencar Arrais, UFG
Tadeu Capistrano, UFRJ
Tania Rivera, UnB
Tatiana Roque, UFRJ
Telma Maria Gonçalves Menicucci, UFMG
Tercio Redondo, USP
Théo Lobarinhas Piñeiro, UFF
Tomaz Aroldo Santos, UFMG
Valdemar Sguissardi, UFSCar
Vera Chuelli, UFPR
Vera Figueiredo, PUC-Rio
Victor Hugo Pereira, UERJ
Viviane Veras, Unicamp
Volnei Garrafa, UnB
Wagner da Silva Teixeira, UFTM
Waldir Beividas, USP
Wilson Correia, UFRB
Flávia Nascimento, UNESP
Graziela Serroni Perosa, EACH/USP
Gustavo Caponi, Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC
Helena Esser dos Reis, UFG
Jaime Rodrigues, Universidade Federal de São Paulo/Unifesp
Jaqueline Kalmus, UniFIEO
Joana Ziller – Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP
Juliana Tavares, IFF
Luis Guilherme Galeão da Silva, USP
Luiz Mariano Carvalho, UERJ
Maria Margareth de Lima, UFPB
Maria Waldenez de Oliveira, UFSCAR
Paulo Rodrigues Belém, PUC/Rio de Janeiro
Rita Fagundes, UFS
Tercio Loureiro Redondo, USP
Valéria Vasconcelos, UNIUBE/MG
Ana Paula Cantelli Castro, Universidade Federal do Piauí/UFP
Hélio Lemos Sôlha – Professor, UNICAMP
Pedro C. Chadarevian, UFSCAR
Ivaldo Pontes Filho, UFPE
Ricardo Summa, UFRRJ
Ernesto Salles, UFF
Sidney Calheiros de Lima, USP
Claudia Moraes de Souza, Unesp/Marília
Estêvão Martins Palitot, Universidade Federal da Paraíba/UFB
Lilian Sagio Cezar, USP
Gislene Aparecida dos Santos, EACH – USP
Eliézer Cardoso de Oliveira, Universidade Estadual de Goiás
Luiz Menna-Barreto, EACH/USP
Raquel Alvarenga Sena Venera, UFSC
Aida Marques, Universidade Federal Fluminense
Cleria Botelho da Costa, UnB
Ernestina Gomes de Oliveira, Faculdade de Direito do Instituto Superior de Ciências Aplicadas de Limeira
Kátia Menezes de Sousa, Universidade Federal de Goiás
Aluizio Moreira, UFCG
Luiz Gonzaga Godoi Trigo, EACH/USP
Lucas Bleicher, UFMG
Luiz Carlos Seixas, FMU e UniFIEO
Giane da Silva Mariano Lessa, UFRRJ
George Gomes Coutinho, UFF
Walter Andrade, Fundação Padre Albino
Antonio Torres Montenegro, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE
Regina Beatriz Guimarães Neto, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE
Enilce Albergaria Rocha, Universidade Federal de Juiz de Fora
Reinaldo Salvitti, USP
Vania Noeli Ferreira de Assunção, PUC/SP
José Arlindo dos Santos, Fundação Universidade do Tocantins/UNITINS
Jose Carlos Vaz, USP
Marisa Midori Deaecto, USP
Luiz Cruz Lima, Universidade Estadual do Ceará/UECE
Maria do Carmo Lessa Guimarães, Universidade Federal da Bahia/UFBA
Ebe Maria de Lima Siqueira, Universidade Estadual de Goiás/UnU
Alexei Alves de Queiroz, UnB
Francisco Mazzeu, Unesp
Cláudia Regina Vargas, UFSCAR
Fábio Ferreira de Almeida, Universidade Federal de Goiás
Celso Kraemer, Universidade Regional de Blumenau
Gladys Rocha, UFMG
Murilo César Ramos, UnB
Deolinda Freire, Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Corinta Maria Grisolia Geraldi, UNICAMP
João Wanderley Geraldi, UNICAMP
Durval Muniz de Albuquerque Junior, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Rafael Sanzio, UnB
Sônia Selene Baçal de Oliveira, Universidade Federal do Amazonas/UFAM
Arlindo da Silva Lourenço, Uniban
Izabel Cristina dos Santos Teixeira, UFT/Araguaína
Glaucíria Mota Brasil, Universiade Estadual do Ceará
Alícia Ferreira Gonçalves, UFPB
Francisco Alves, UFSCar
Luiz Armando Bagolin, USP
Paula Glenadel, UFF
Lana Ferreira de Lima, Universidade Federal de Goiás/UFG
Karina Chianca Venâncio, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE
Surya Aaronovich Pombo de Barros, Universidade Federal da Paraíba/UFPB
Fausto Fuser, USP
Silvia Beatriz Adoue, UNESP/Araraquara
Sílvio Camargo, Unicamp
Fernando Nogueira da Costa, Unicamp
Mariana Cassab, UFRJ
Alexandre Abda, FAP/SP
José Edvar Costa de Araújo, Universidade Estadual Vale do Acaraú
Gabriel Almeida Antunes Rossini, PUC/SP
Aixa Teresinha Melo de Oliveira, CEFET/RJ – UnED/Petrópolis
Flávio Rocha de Oliveira, FESP/SP
Viviane Conceição Antunes Lima, UFRRJ
Rita Maskell Rapold, UNEB
Valter Duarte Ferreira Filho, UERJ e UFRJ
Romeu Adriano da Silva, Universidade Federal de Alfenas
Paulo Cesar Azevedo Ribeiro, Universidade Estácio de Sá
Andréa Lisly Gonçalves, Universidade Federal de Ouro Preto
Álvaro Luis Martins de Almeida Nogueira, Cefet
Welerson Fernandes Kneipp, Cefet
Jarlene Rodrigues Reis, Cefet
André Barcelos Damasceno Daibert, Cefet
Luiz Antonio Mousinho Magalhães, Universidade Federal da Paraíba/UFPB
Maria Cristina Cortez Wissenbach, USP
Denise Helena P.Laranjeira, Universidade Estadual de Feira de Santana
Magnus Roberto de Mello Pereira, Universidade Federal do Paraná/UFPR
Ricardo Cardoso Paschoal, CEFET/RJ
Luciano dos Santos Bersot, UFPR
Sérgio de Paula Machado, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Antônio Alberto Machado, Unesp/Franca-SP
Sérgio Ricardo de Souza, CEFET/MG
Angela Thalassa, Faculdade de Arujá / IESA
Débora C. Piotto, USP
Marcelo Parizzi Marques Fonseca, UFSJ
Carlos Augusto de Castro Bastos, Universidade Federal do Amapá
Carina Inserra Bernini, Centro Universitário FIEO
Marta Costa, USP
Ana Paula Hey, USP
Angela Maria Carneiro Araújo, UNICAMP
Ignacio Godinho Delgado, Universidade Federal de Juiz de Fora
Otávio Luís de Santana, UFCG
Vladmir Agostini, UFSJ
Roberto de Barros Faria, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Sônia Maria Rocha Sampaio, UFBA
Anderson Pires, Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF
Wilma Ferreira de Jesus, Faculdade Católica de Uberlândia
Antonio José de Almeida Meirelles, Unicamp
José Ademir Sales de Lima, USP
Ileizi Fiorelli Silva, UEL
Ana Fernandes, UFBA
Léo Carrer Nogueira, Universidade Estadual de Goiás
Regina Ilka Vieira Vasconcelos, UFU
Dilmar Santos de Miranda, UFC
Consiglia Latorre, UFC
Cláudia Maria Ribeiro Viscardi, Universidade Federal de Juiz de Fora
Sérgio Henriques Saraiva, Universidade Federal do Espírito Santo/UFES
Dolores Aronovich Aguero, Universidade Federal do Ceará
Attila Louzada, Universidade Federal do Rio Grande
Rogério Bitarelli Medeiros, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Rodney Werke, Unisul
Bruno Mendonça da Silva, Universidade Católica de Pernambuco
Ricardo Oliveira, UFRRJ
Hudson Costa Gonçalves da Cruz, Universidade Estadual Vale do Acaraú
Maurício Vieira Martins, Universidade Federal Fluminense
Mário Tadeu Siqueira Barros, UECE/Universidade Estadual do Ceará
Flavio Galib, UNICAMP e UNIMEP/SP
Maria Amalia Andery, PUC/SP
Bruno Capanema, USP e UnB
José da Cruz Bispo de Miranda, UESPI
Marcos Olender, Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF
Simone Nacaguma, FACAMP/SP
Sônia Maria Aranha Rodrigues de Andrade, Faculdade Anhanguera
Carlos Eduardo O. Berriel, Unicamp
Yêda Maria da Costa Lima Varlotta, UMC/SP
Flávia de Mattos Motta, Universidade Estadual de Santa Catarina/USC
Maria Conceição Maciel Filgueira, Universidade Est. do Rio Grande do Norte
Robson Laverdi, UNIOESTE
Glícia Pontes, Universidade Federal do Ceará
Sebastião Faustino Pereira Filho, UFRN
Roberto Hugo Bielschowsky, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Américo Tristão Bernardes, Universidade Federal de Ouro Preto
Telma Ferraz Leal, Universidade Federal de Pernambuco
Cristiane Kerches da Silva Leite, USP
Vivian Urquidi, USP
Adriana Duarte, UFMG
Alexandre Fortes, UFRRJ
Carmelita Brito de Freitas Felício, Universidade Federal de Goiás
Nésio Antônio Moreira Teixeira de Barros, UFRN
Luiz Gustavo Santos Cota, Faculdade de Ciências Humanas do Vale do Piranga/MG
Clóvis Alencar Butzge, Universidade Federal da Fronteira Sul/UFFS/PR
Débora Cristina Morato Pinto, UFSCar
Márcia Marques, UnB
Antonio Carlos Moraes, Universidade Federal do Espírito Santo/UFES
Ricardo Brauer Vigoderis, UFRPE/UAG
Maria Luiza Scher Pereira, UFJF
Terezinha Maria Scher Pereira, UFJF
Débora El-Jaick Andrade, Universidade Federal Fluminense
Clinio de Oliveira Amaral, UFRRJ
Cláudia Regina Andrade dos Santos, UNIRIO/UFRJ
Ulises Simon da Silveira, Univ. Est.Mato Grosso do Sul/UEMS
Fabrizio
Guinzani, Unesc/SC
Ana Elizabeth Albuquerque Maia, Universidade Federal do Ceará/UFC
Pedro Germano Leal, UFRN e University of Glasgow
Dimas Enéas Soares Ferreira, FUPAC, IPTAN e EPCAR
Geraldo Moreira Prado, Estácio de Sá e UNIRIO
José Luiz Aidar Prado, PUC/SP
Maria Elaine Kohlsdorf, Universidade de Brasília/UnB
Everaldo Carlos Venâncio, Universidade Federal do ABC/SP
Cláudia Souza Leitão, Universidade Estadual do Ceará/UEC
Lídia Santos, profa. de Literatura Brasileira na Univ. da Cidade de New York, NY, EUA
Sonia Maria Guedes Gondim, Universidade Federal da Bahia/UFBA
José Clécio B. Quesado, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Micheli Dantas Soares, UFBA
Marcelo Milan, University of Wisconsin Parkside
Daniela Canella, Universidade Federal de Goiás/UFG
Elisabete de Sousa Otero, UFRGS
Ocimar Munhoz Alavarse, USP
Hamilton de Godoy Wielewicki, UFSM
Marcos Santos Ferreira, UERJ
Joana Plaza Pinto, Universidade Federal de Goiás
Niemeyer Almeida Filho, Universidade Federal de Uberlândia
Eliana Ramos Ferreira, UFPA
Marília Muylaert, UNESP/Assis
Ivone Regina Porto Martins, Universidade Federal do Rio Grande
José Antônio Damásio Abib, Universidade Federal de São Carlos, UFSCar
Miryam Mager, UEM
Eneida Maria de Souza, UFMG
Célia Frazão Soares Linhares, UFRRJ e UFF
Cesar Castilho, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE
José Luiz Matheus Valle, Universidade Federal de Juiz de Fora
Renato Valois Cordeiro, UFRRJ
Paulo Fontes, CPODC/FGV
Custódio Almeida, Universidade Federal do Ceará
Ivonei Freitas da Silva, Unioeste
José Martinho Rodrigues Remedi, UNISC e UCS
Claudio Scherer, UFRGS
Fernando Moretzsohn de Andrade, URRJ
Asdrúbal Borges Formiga Sobrinho, UnB
Fernando Celso Uchôa Cavalcanti, UFRJ
Mônica Castagna Molina, UnB
Maria do Socorro Xavier Batista, UFPB
Rita Olivieri-Godet, UEFS/BA
Danichi Hausen Mizoguchi, Faculdades Integradas Maria Thereza
Ana Flávia Moreira Santos, UFMG
Esther Kuperman, UERJ
Renato P. Saul, UFRGS
Fernando Antônio Azevedo, UFSCar
Adriano Henrique Rebelo Biava, FEA/USP
Elciene Azevedo, UEFS
José Eduardo Martins, IF/UnB
Leonilde Servolo de Medeiros, UFRRJ
Maria Luiza de Carvalho Armando, UFRGS
Ricardo Alvarez, Fundação Santo André/SP
Jailma maria de Lima, Univ. Fed. do Rio Grande do Norte/UFRN
Gabriel Pancera, UNIOESTE/PR
Artur Gomes, IFF/RJ
Marcia Eliane Alves de Souza e Mello, Universidade Federal do Amazonas
Juliana Soledade Barbosa Coelho, UFBA
Osvaldo Mariotto Cerezer, Univ. do Est. de Mato Grosso/UNEMAT
Cláudio Antonio Soares Damasceno, Universidade Potiguar/UnP/RN
Wodisney Cordeiro dos Santos, UNEB
Daniel Cardoso, UFC
José Luiz Ratton, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE
Ileno Izídio da Costa, UnB
Marisa Ferreira Aderaldo, UECE
Manoel Oriosvaldo de Moura, USP
Sol Glik, Universidad Autónoma de Madrid
Walmeri Ribeiro, UFC
Antônio Josimário Soares de Oliveira, UERN
Roberto André Hexsel, UFPR
Jaldes Reis de Meneses, UFPB
Evandro Tomasco, Universidade Federal de Juiz de Fora
José de Magalhães Campos Ambrósio, Univ. Fed. de Minas Gerais/UFMG
Jane Paiva, Univ. do Estado do Rio de Janeiro/UERJ
Renata Mancini, Universidade Federal Fluminense/UFF
Vitor Koiti Miyazaki, Universidade Federal de Uberlândia/UFU
Eraldo Souza Rocha, FAVI
Júlia Miranda UFC (Ceará)
Felipe Muanis, Universidade Federal Fluminense/UFF
Sandra Caponi, Univ. Fed. De Santa Catarina/UFSC
Vera Lúcia Santiago Araújo, Universidade Estadual do Ceará
Paulo Cesar Possamai, UFPel
Márcia Janete Espig, UFPel
Rosa Maria Garcia, Universidade Regional de Blumenau/FURB
Ivete Silveira, Universidade do Estado da Bahia/UNEB
Silnei Scharten Soares, Universidade Católica de Brasília
Cássio M. Mascioli, UFSC
Eduardo Paes-Machado, Universidade Federal da Bahia
Israel Vainsencher, UFMG
Anna Myrna Jaguaribe de Limam, UFRPE
Beatriz Duarte Pereira de Magalhães Castro, UnB
Tiago Ravanello, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Inês Patrício, UFF
Luiz Bevilacquak, UFRJ
Leila Leite Hernandez, USP
Raquel Quinet Pífano, UFJF
Luiz Antonio Valle Arantes, UFJF
Marco Antonio Rotta Teixeira, Universidade Estadual de Maringá
Ana Maria Dantas Soares, UFRRJ
Adriano Rodrigues de Oliveira, Univ. Fed. da Fronteira Sul/UFFS
Mauricio Cardoso, USP
Iza Terezinha Gonçalves Quelhas, UERJ
Tiago da Silva Alencar, UFC
Marco Schneider, UFF
Antonio Francisco Magnoni, UNESP/Bauru
Joana Luíza Muylaert de Araújo, Universidade Federal de Uberlândia/UFU
Dicesar Lass Fernandez, Unicamp
Eliane Gonçalves, Universidade Federal de Goiás
Elmo Santos, UFBA
Nereu Francisco Mezzomo, Universidade Federal de Santa Maria
Edilene Toledo, Universidade Federal de São Paulo/Unifesp
Gilson Bergoc, Unipar
José Iran Ribeiro, UFSM
Camila Daniel, UFRRJ
Grey Ercole, UFMG
Daniel do Val Cosentino, Universidade Federal de Alfenas
Marcelo Siqueira, Universidade Federal do Acre
Maria do Carmo de Sousa, UFSCar
Marcos Grilo Rosa, Universidade Estadual de Feira de Santana, BA
Maria Elisa Siqueira Silva, USP
Vanderlan Silva, UFCG
Eliane Jacqueline Mattalia, Unicastelo
Rosana Apolonia Harmuch, Universidade Estadual de Ponta Grossa
Enzo De Lisita, PUC/GO
Ida Elizabeth Cardinalli, Universidade Estadual de Ponta Grossa
Claudio Ruy Portela de Vasconcelos, Univ.Fed. da Paraíba/UFPB
Patricia Moran, ECA-USP
Vitor Borges Júnior, UERJ
Patricio Tierno, USP
Joseney Rodrigues de Queiroz Dantas, UERN
Valter Lúcio de Oliveira, UFF
Domício Magalhães Maciel, UFMA
Ivan França Junior, USP
Flaubet Torquato Lopes, UERN
Suely Kofes, IFCH/Unicamp
Ana Carolina Caretti, UNESP
Elenise Scherer
Luís Gomes, UFBA
Iris Maria de Oliveira, UFRN
Icléia Alburquerque de Vargas, UFMS
Rucker Bezerra de Queiroz, UFRN
Daniella Vinha, UFS
Edilasir Altina de Araújo Afonseca, UFMG
Elizabeth Araújo Lima, USP
Orlandil de Lima Moreira, UFPB
Paulo Maurício Ruas, Universidade Estadual de Londrina/UEL
Luiz de Sousa Junior, Universidade Federal da Paraíba
Silvia Regina de Oliveira Cavalcante, UFRJ
Emerson de Pietri, USP
Paulo César de Almeida Raboni, Unesp
Leda Gitahy, Unicamp
Makarius Oliveira Tahim, UECE
Ana Lúcia Silva Ratto, UFPR
Olga Cristina Rocha de Freitas, Universidade Católica de Brasília
Beatriz Feres, UFF
Arnon Alberto Mascarenhas de Andrade, UFRN
Sergio Schneider, UFRGS
Maria Onete Lopes Ferreira, Universidade Federal Fluminense/UFF
Evaristo Chalbaud Biscaia Junior, UFRJ
Zena Eisenberg, PUC/RJ
Zahidé Lupinacci Muzart, UFSC
Katia Augusta Maciel, UFRJ
José Wnilson Figueiredo, Instituto Federal Figueiredo
José Willington Germano, UFRN
Raimunda Medeiros Germano, UFRN
Nelson Rosário de Souza, UFPR
Eneida Oliveira Dornellas de Carvalho, UEPB
Alexandre Almeida Barbalho, UECE
Maria Rodrigues Nagy, UnB
Francisco Wellington Duarte, UFRN
Thelma Lessa da Fonseca, UFSCar
Rodnei Antonio do Nascimento, UNIFESP
Angelo Alves Carrara, UFJF
Daiany Ferreira Dantas, UERN
Maria Eliza Linhares Borges, UFMG
Maria Orlanda Pinassi, UNESP
Ingrid Russoni de Lima, UFF
Antonio Virgílio Bittencourt Bastos, UFBA
Lenir Vaz Guimarães, UFMT
Luiz Fernando Las-Casas, UnB
Roberson Guimarães, Faculdade de Medicina da UniEvangelica
João Feres Júnior, UERJ
Flávio Viana Gomide, UNIPAC
Valderi L. Dressler, Universidade Federal de Santa Maria
Humberto Peixoto Menezes, UFRJ
Arthur Autran, UFSCar
Andréa Curtiss Alvarenga, Faculdade de Aracruz/FAACZ/ES
Milena Fernandes de Oliveira, Unicamp
Paulo Costa Lima, UFBA
Amaranta Cesar, UFRB
Silvia Ester Orrú, UnB
Heloisa de Faria Cruz, PUC/SP
Josemar Rodrigues da Silva, Instituto Federal Baiano
Flavia do Bonsucesso Teixeira, UFU
Regina Bruno, CPDA/UFRRJ
Walter Nique, UFRGS
Ricardo Renan Landim, Universidade Federal do Ceará
Luiz C F Andrade, UFPA
Cleber de Jesus Figueiredo, UFBA
Adriana Kanzepolsky, USP
Carlos Renato Mota, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Georgina Santos, UFF
Maria das Vitórias Negreiros do Amaral, UFRPE
Alexandre Magno Rodrigues Teixeira, Univ. Estadual Vale do Acaraú
Saulo Carneiro, UFBA
Jorge Vasconcellos, UFF
Rossi Alves Gonçalves, UFF
Luizan Pinheiro da Costa, UFPA
Aderbal Maia Souza Junior, IESAM-Instituto de Estudos Superiores da Amazônia
Marildo José Nercolini, UFF
Patrícia Leal Azevedo Corrêa, UFRJ
Celso Martins Azar Filho, UFRRJ
Silvio Merhy, Unirio
Antenor de Oliveira Aguiar Netto, Universidade Federal de Sergipe
Liane Beatriz Righi, UFSM
Roberto Marinho Alves da Silva, UFRN
José Guilherme Moreira, UFMG
Deane Maria Fonseca de Castro e Costa, UnB
Adriana C Kozelski, Unilagos/PR
José Alebrtino Carvalho Lordelo, UFBA
Hudson Cleber Pereira da Silva, UFPA
Valéria Wilke, Univ. Fed. do Est. do Rio de Janeiro/UNIRIO
Kennedy Piau, UEL
Luiz Carlos Batista, UFMS
Ana Cristina Fernandes, Universidade Federal de Pernambuco
Luciana Salazar Salgado, UFSCar
Dirce Bortotti Salvadori, UNESPAR/FECILCAM
Rose Mary Fraga, UFRPE
Moacir Barbosa de Sousa, UFRN
Leandro José Luz Riodades de Mendonça, UFF
Joana Maria Pedro, UFSC
Luis Maffei, UFF
Danilo Silva Guimarães, UniAnchieta/SP
Tiago A. S. Brandão, UFMG
Rejane Maria Siqueira Cavalcanti, Universidade de Pernambuco/UPE
Flavia Bezerra de Menezes Hirata Vale, UFSCar
Nadja Miranda, UFBA
Gian Carlo de Melo, UFAL
Rosana Machin, UNIFESP
Adriana Romeiro, UFMG
Noemia Ramos Vieira, Unesp
Roselane Fátima Campos, UFSC
Carmen Lucia Antão Paiva, Unirio
Rosemary Sartori Pöttker, Unicentro/Irati
Marlene Schlup Santos, Universidade Estadual de Roraima
Antonio Pralon Ferreira Leite, Universidade Federal da Paraíba
Marco Antonio de Menezes, UFG
Marta Lima de Souza, UFRJ
Fernando Falcone, UFPB
Estevão Palisot, UFPB
Tânia Macedo, Universidade Católica de Santos
Eduardo Duarte, UFMG
José Ricardo Pires, UEMG
Warley de Andrade, UNEB
Célia Silva, UFG
Isorlanda Caracristi, UVA-CE
Elisa Amorin, UFMG
Rosemeire do Nascimento, UNIP
Paulo Eduardo Mendonça, UFRJ
Rita Bego, Univ. Católica de Santos
Maria da Graca Jacques, UFRGS
Carlos Gohn, UFMG
Virgínia Kastrup, UFRJ
Maria Isabel de Almeida, PUC-Rio
Maria Claudete Lima, UFC
Graciela Foglia, Unifesp
Patrick Pessoa, UFF
Eliana Xerri, Univ. Caxias do Sul
Lea Silveira, UFL
Marcelo Parizzi, UFMG
Marília Pisani, Mackenzie
Jacqueline Ramos, UFSE
Raquel Freitag, UFSE
Deisy Ventura, USP
Júlio Oliveira, UFOP
Juracy Toneli, UFSC
Luciana Coronel, FURG
Glória Ferreira, UFRJ
Sandra Vasconcelos, UFC
Leandro Santos, UFF
Luiz Eduardo Achutti, UFRGS
Maria de Fátima Melo, Univ. Católica de Pernambuco
Fernanda Peixoto, USP
William Menezes, UFOP
Jair Ramos, UFF
Thiago Silame UFV
Teodoro Assunção, UFMG
Daniela Alves, UFV
Pedro de Alcântara, USP
José Carlos Filho, PUC-RG
Alexandre Agnolon, UFOP
Maria Angélica Minhoto, Unifesp
Marcelo Marques, MUFG
Antonio Cardoso, UFG
Jacqueline Viveiros, CEFET-MG
Silvana Silva, Unesp
Ordep Serra, UFBA
Roseli Santos, UFVJM
Marcos Martins, UNIFAL-MG
Alexandre Christophoro, UFVJM
Eliane Leão, UFG
Marcelo Galuppo, UFMG
Elisabeth Schwartz, UnB
Antonio Paulino, UFC
Claudia Feral, Unesp
Sérgio da Silva, UFRJ
Otavio Dulci, UFMG
Maria Lúcia de Barros, UFMG
Maria Lúcia Chaves, UEMG
Eliane Silva, UFMG
Renzo Taddei, UFRJ
Ernane Martins, UFMG
Anderson Vargas, UFRGS
Maristella Angotti, Unesp
Marcelo Cattoni, UFMG
Amir Codor, UFMG
Lourdes Gonçalves, UFC
Angelina Lessa, UFVJM
Simone Floripi, UFU
Fernanda Scagliusi, Unifesp
Maria Inês de Almeida, UFMG
Sandra Almeida, UFMG
Ivana Stolze, Puc-Rio
Jorge Iriart, UFBA
Francisco Trajano, USP
Lucio Mota, UEM
Cristina Pfeiffer, CEDERJ
Mônica Vitorino, UFMG
Júlio Vitorino, UFMG
Maria Luisa da Cunha, UFRGS
Stelio Marras, USP
José Lira, USP
Nelson Studart, UFSCar
Renato Sztutman, USP
Maria Amoroso, Unicamp
Silvia Nunes, UFRGS
Paulo Cesar Andrade, UFVJM
Mônica Dantas, UFRGS
Ricardo da Silva, UFF
Adilson Cabral, UFF
Selvino José Assmann, UFSC
Rebeca Gontijo Teixeira, UFRRJ
Ana Paula Quadros Gomes, UFRJ
Maria de Fátima Cruvinel, UFG
Francisco Segnini Junior, USP
Manuel Domingos Neto, UFF
Antonia Alves Pereira Silva, UESPI
Maria de Fátima Rodrigues Pereira, Universidade Tuiuti do Paraná e Universidade do Contestado
Elza Peixoto, UEL
Maria Irenilce Rodrigues Barros, Universidade Federal do Tocantins
Noêmia Moura, UFGD-MS
Fani Quitéria Nascimento Rehem, Universidade Estadual de Feira de Santana
Antonio Glauber Alves Oliveira, UESPI
Liliene Xavier Luz, UESPI
Rossana Rocha Reis, USP
Renata Gonçalves, UNIFESP
Angélica Amanda Campos Seixas, Universidade Federal do Tocantins
Norma Lucia da Silva, UFT
Marcos Falchero Falleiros, UFRN
Alexandre Garcia, UERJ
Vera Lúcia Paiva, UFMG
Artionka Capibaribe, Unifesp
Dione Torriani, UFPel
Marcio Barreto, Unicamp
Silvia Rubino, Unicamp
Paulo Koling, Unioeste
Maria Luiza Sussekind, UFRJ
Célia Magalhães, UFMG
Eduardo Tollendal, UFU
Rômulo do Vale, UFCG
Guilherme Castelo Branco, UFRJ
Vanderlei Zacchi, UFSE
Amanda Scherer, UFSM
Leliane da Silva, UFSE
Alfredo Mendes, UFPel
Simone Rufinoni, USP
Claudia Moraes, UFSM
Andréa Morelli Schönhofen, UFPEL/Univ. Federal de Pelotas
Ilza Girandi, UFRGS
Wellington Leite, Unesp
Sylvia Leite, Unesp
Rogério Panizzutti, UFRJ
Elisabeth Lima, USP
Rose Satiko, USP
Jacqueline Leta, UFRJ
Jaquelina Imbrizi, Unifesp
Alessandro Veloso, UFL
Elza Machado, UFMG
José Vaidergorn, Unesp
Paulo Vaz, UFMG
Fernando Lemos, CEFET-MG
Cláudia Soares, UFMG
José Fernandes, UFVJM
João Rocha, UFSM
Haydée Coelho, UFMG
Maria Guiomar Frota, UFMG
Denise Jardim, UFRGS
Paulo Castro, UFRJ
Amauri Pereira, UEZO-RJ
Eilio Maciel, UFOP
Jader Cruz, UFMG
Ingrid Russoni, UFF
José Árabe, UFMG
Rosânglea de Tugny, UFMG
Augustin de Tugny, UFMG
João Bortolanza, UFU
Fábio Hering, UFV
Roberto Kinoshita, Unifesp
Eliane Silveira, UFU
João dos santos, UFU
José Antonio Rocha, UFSM
Eduardo Strachman, Unesp
Heitor Capuzzo, UFMG
Alexandre Garrido, UFU
Maria Suzana do Carmo, UFU
Alexandre da Silva, UFRGS
Josué Matrodi, Facamp
Cleudemar Fernandes, UF
Leida de Oliveira, UFVJM
Ana Rosa Leonel, UFU
Simone Poulon, UFRGS
Maria Paulo Araújo, UFRJ
Norberto Guarinello, USP
Miriam Bernardes Gomes de Lima, UFMG
Janssen Felipe da Silva, UFPE
Jorge Stolfi, Unicamp
Valdir Souza Ferreira, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Priscila Pollo Flores, UFRJ
Rita Chaves, USP
Maria Eunice Figueiredo Guedes, Universidade Federal do Pará /UFPA
Eliska Altmann, UFRRJ
Heloisa Helena Corrêa da Silva, Universidade Federal do Amazonas
Leila Chalub Martins, UnB
Naomi Kato Simas, UFRJ
Marcia dos Santos Macedo, UFBA
Paulo Henrique Martins, UFPE
Davi dos Reis, Fatec
Maria de Fátima Salum Moreira, UNESP/Universidade Estadual Paulista
Gláucia Nascimento, UFPE
Franciele Silva Cardoso, UFG
Maria Juliana Gambogi Teixeira, UFMG
Vima Lia Martin, USP
Lúcia Granja, UNESP
Denise Tavares da Silva, UFF
Aparecida de Fátima Bueno, USP
Paulo Cesar G. de Cerqueira Lima, PUC/RJ
Débora Costa-Maciel, UPE
Virginia Junqueira, Unifesp
Irinéia Maria Franco dos Santos, Universidade Federal de Alagoas
Eduardo Guéron, Universidade Federal do ABC (UFABC)
Ana Lúcia Machado de Oliveira, UERJ
Denis Luis de Paula Santos, UFSCar
Fábio de Aguiar Lopes, FURG
Ana Cristina O. Lopes, USP
Núbia Bento Rodrigues, UFBA
Rogério Herlon Furtado Freire, UFABC
Lawrence de Andrade Magalhães Gomes, IFMG
Giovana Paiva de Oliveira, UFRN
Affonso Celso Thomaz Pereira, IFRJ/Inst. Fed. de Educ. Ciência e Tec.do R.de Janeiro
Moisés dos Santos Viana, UNEB/Campus XVIII/Eunápolis/BA
Laércio José dos Santos, UFSCar/Sorocaba
Eduardo Gross, UFJF
Dulce Aquino, UFBA
Sergio Sebastião Negri, UFMT
Leila Maria Vasquez Beltrão, IFC/Instituto Federal Catarinense
Silvia Lucia Ferreira, UFBA
Lorena Holzmann, UFRGS
Rita de Cássia Ramos Louzada, UFES
Fábio Henrique Bittes Terra, Universidade Federal de Uberlândia/UFU
Catherine Prost, UFBA
Francisco Amaro Gomes de Alencar, UFC
Eugenio Fernandes Queiroga, USP e PUC-Campinas
Raquel Miranda Barbosa, UEG
Horacio Schneider, Universidade Federal do Pará
Luiz Arnaut, UFMG
Hamilton Prado Bueno, UFMG
Maria Lúcia Ferreira de Figueirêdo Barbosa, UFPE
Anderson de Castro Lima, IFCE
Geraldo Nunes Filho, UNESP
Alexandre Fleming Câmara Vale, Universidade Federal do Ceará/UFC
Carlos d’Andréa, UFV
Adriana Silva Amorim, UFBA
Vanessa Caldeira Leite, Universidade Federal de Pelotas
Jésus Santiago, UFMG
Elaine Valéria Rizzuti, UFSJ /MG
Ana Lydia Bezerra Santiago, UFMG
Maria Teresa Castelo Branco, Universidade Federal do Paraná
Natalia Nunes Ferreira Batista, FEA/USP
Bruno Pucci, UFSCar e Unimep
Marcos Antonio Tavares Soares, UESB
Andréa Braz da Costa, UESB
Elianne Ivo Barroso, UFF
Marcio Ferreira da Silva, USP
Susana Souto Silva, UFAL
Alice Casimiro Lopes, UERJ
Maria das Graças Pinto Coelho, UFRN
Cândido Moreira Rodrigues, Universidade Federal de Mato Grosso/UFMT
Cesar C. Colucci, Universidade Estadual Maringá/UEM
Marta de Almeida, MAST/ MCT
Clizeide Luzia da Costa Aguiar, ITES
Magda Barros Biavaschi, UNICAMP
Luiz Eduardo Simões de Souza, Universidade Federal de Alagoas
Eliana Asche Cintra Ferreira, FESP/SP
Elena Calvo Gonzalez, UNIFESP
Klara Kaiser Mori, USP
Estela de Sousa Rossetto, IFSP
Maria Bernadete Fernandes de Oliveira, UFRN
Mariluce Bittar, UCDB
José Licício Backes, UCDB
Ruth Pavan, UCDB
Eloisa Tavares de Lacerda, PUC/SP
Maria de Lourdes Lima, Universidade Federal de Alagoas
Eliseu Savério Sposito, Unesp
Noêmia Félix da Silva, PUC/GO
Luiz Benedicto Lacerda Orlandi, UNICAMP e PUC-SP
Aldo Luís Bellagamba Colesanti, UFU
Arthur Araújo, Universidade Federal do Espírito Santo
Marcelo Magalhães Godoy, UFMG.
Adriana Bernardes Pereira, PUC/GO
Andrea Silva Domingues, Univás/Fafiep
Antonio David Cattani, UFRGS
Icleia Borsa Cattani, UFRGS
Sandra Corrêa Vieira, IF Sul-Rio-Grandense
Mirian Aparecida Tesserolli, Universidade Federal do Tocantins
Prof. Fernando Bins Luce, UFRGS
Sérgio Pereira da Silva, UFG
Márcia Carneiro, UFF
Regianne Leila Rolim Medeiros, UECE
Alexandre Santana, UEM
Luzimar Paulo Pereira, UFRJ
Bruno José R. Durães, Universidade Federal de Alfenas/MG
Pablo Schwartz Frydman, USP
Dorilma Neves, UFRPE
Linda Rubim, UFBA
Claudemir Belintane, USP
Eduardo Calil de Oliveira, UFAL
Jubel Barreto, UFJF
Rosane Preciosa Sequeira, Universidade Federal de Juiz de Fora
Renato Macedo Filho, Faculdade dos Guararapes/PE
Ana Rosa Marques, Univ. Fed. Do Recôncavo da Bahia
Lilian Miranda, ENSP/FIOCRUZ
Nidia Majerowicz, UFRRJ
Paulo Roberto Saturnino Figueiredo, Fafich-UFMG
Mariangela Cherchiglia, Universidade Federal de Minas Gerais
Alessandra Ramos de Oliveira Harden, Universidade de Brasília
Glória Regina Cardoso Braz, UFRJ
Orlando Luiz de Araújo, Universidade Federal do Ceará
Luciene Lages Silva, Universidade Federal da Bahia – UFBA
Eliana Maria de Melo Souza, Unesp
Valéria Marques Lobo, UFPF
Maria Zélia Borba Rocha, UnB
Lirian Melchior, UFRRJ
William Ribeiro da Silva, UFRJ
José Roberto Tarifa, Laboratório de Climatologia, UFMT
Roberta Kumasaka Matsumoto, UnB
Maria Adelaide de Melo Lima, UFAM
Chico Rosário, UFAL
Álvaro Alves de Moura Jr, Mackenzie
Margarida Barreto, PUC/SP
Feliciano Marcílio Aguiar Vitório, UFAL
Giandréa Reuss Strenzel, UFSC
Giovanni Gurgel Aciole, UFSCar
Pompéia Villachan-Lyra, UFRPE
Flavia Motoyama Narita, UnB
Daniela Leandro Rezende, Universidade Federal de Viçosa
Wesley Góis,UFABC
Roseli da Silva, USP
Ivanilde G de Moura, UFG
Laurindo Lalo Leal Filho, USP
Everaldo de Oliveira Andrade, UnG
Cecilia M. B. Sardenberg, UFBA
Thaís Fernanda Salves de Brito, Mackenzie
Clara Araújo, UERJ
Kênia Beatriz Ferreira Maia, UFRN
Thierry Molnar Prates, UFAL
Ana Beatriz Gomes Carvalho, UFPE
Consuelo Quiroga, PUC/MG
Ismael Furtado, UFC
Alexandre Belfort Silveira Alves da Silva, PUC/RJ
Marco Paulo R Rolla, UEMG
James William Goodwin Junior, Cefet/MG
Solange Maria David, UnB
Maité Kulesza, UFRPE
Etel Rocha Vieira, Univ.Fed.dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri/UFVJM
Maria Teresa Aquino de Campos Velho, UFSM
Débora Mazza, Unicamp
Guilherme Amaral Luz, UFU
Marilia Lomanto Veloso, Universidade Estadual de Feira de Santana
Fernando Mascarenhas, UnB
Maria Laura Trindade Mayrink-Sabinson, UNICAMP
Armando João Dalla Costa, UFPR
Carlos Eduardo Pilleggi de Souza, UFPR
Ana Patrícia de Sá Leitão Peixoto, UnP/RN
Mário Resende, Universidade Federal de Sergipe
Maria Cristina Rigoni Costa, UFRJ e UNIRIO
Márcia Romero, Universidade Federal de São Paulo/UNIFESP
Mark Clark Assen de Carvalho, Universidade Federal do Acre/UFAC
Teresa Cristina de Miranda Mendonça, UFRRJ
Kétely Cristina de Aquino, UFG
Claudemir da Silva Paula, UNIR
Carlos Henrique L. Borges, FTC/ITABUNA/BA
Felipe Eugênio Vinhal, Universidade Federal de Goiás
Adilson Beatriz, UFMS
Cristiane Maria Marinho, UECE
Clara Luiza Miranda, Ufes
André Duarte, UFPR
Maria Rita de Assis César, UFPR
Asher Kiperstok, UFBA
Gema Galgani Silveira Leite Esmeraldo, UFC
Paulo Cesar Centoducatte, Unicamp
Maria Aparecida Baccega, USP
Cinthia Monteiro de Araujo, UFRJ
Flávio Antônio de Castro, Unicamp
Ana Alice Alcantara Costa, UFBA
Dilton Oliveira de Araújo, UFBA
Maria de Fátima Vilar de Melo, UNICAP
Márcia Elisa Teté Ramos, UEL
Didier Jean Georges Guigue, UFPB
Dayani Cris de Aquino, UFPR
Vinicius Anciães Darriba, UFPR
Wani Fernandes Pereira, UFRN
Raimundo Nonato Oliveira Furtado, IFPB
Mônica Maria Montenegro de Oliveira, IFPB
Luciana Salazar Salgado, UFSCar
Carlos Henrique Lopes de Almeida, UFPA
Marcia Cristiane Dall’Oglio de Moraes, FAP – PA
José Miguel Arias Neto, UEL
Ana Lucia Gomes, UERN
Marly de Jesus Silveira, UnB
Liliane Heynemann, UFRJ
Luziano Pereira Mendes de Lima, Uneal
Allene Carvalho Lage, UFPE
Flávia Braga Vieira, UFRuralRJ
Maria Teresa Ferreira Bastos, UFRJ
Luciana Esmeralda Ostetto, UFSC
José Carlos Freitas Lemos, UFRS
Maria Irenilce Rodrigues Barros, UFT
Vicente Eudes Lemos Alves, UnG
Maria Auxiliadora Ferraz de Sá, UFPE
Regina Helena Alves da Silva, UFMG
Hila Rodrigues, UFOP
Eneida Leal Cunha, UFBA
Manoel Luiz Gonçalves Corrêa, USP
Alexandro Chagas Florentino, IF Fluminense
Felipe Trotta, UFPE
Maria Alice Lahorgue, UFRS
Luana Ferreira de Freitas, UFC
Elizabeth S. Andrade Moreira, UFMG
Ana Paula Paes de Paula, UFMG
Demian Moreira Reis, UFBA
Maria Zilda Ferreira Cury, UFMG
Dalva Godoy, UDESC
Marília Lopes Brandão, UFC
Marilde Loiola de Menezes, UnB
Luciana Nogueira Fioroni, UFSCar
Debora Crinsita Piotto, USP
Gilmar Pereira da Silva, UFPA
Francisco Murari Pires, USP
Sou Mary Jane de Oliveira Teixeira, UERJ
Eliza Pinto de Almeida, UFAL
Flavia Mendes de Andrade e Peres, UFRPE
Paulo Tadeu da Silva, UFABC
Daniel Aarão Reis, UFF
Marcello Angotti, UFMG
Antonia Neide Costa Santana, UVA
Francisco Alberto Azevedo Medeiros, PUC – SP
Maria Thereza Azevedo, UFMT
Vânia Beatriz Monteiro da Silva, UFSC
Mónica Arroyo, USP
Jó Klanovicz, UNICENTRO
Floriano José Godinho de Oliveira, UERJ
Paulo Franchetti, Unicamp
Cynthia Peres Demicheli, UFMG
Miriam Gonçalves Migue, Unicamp
André Boccasius Siqueira, UNISUL
Maria das Graças M. Ribeiro, UFV
Flávia Inês Schilling, USP
Carlos Eduardo Franciscato, UFS
Franceli Guaraldo, Centro Universitário SENAC
João Klug, UFSC
Ana Lúcia Reboledo Sanches, Centro Universitário SENAC
Amador Ribeiro Neto, UFPB
Jorge Vasconcellos, UFF
Jorge Luiz Cruz, UERJ
Manuel Domingos Neto, UFF
Antonia Alves Pereira Silva, UESPI
Elza Peixoto, UEL
Maria Irenilce R. Barros, UFT
Noêmia Moura, UFGD
Fani Quitéria Nascimento Rehem, UEFS
Flávio Henrique Dias Saldanha, UFTM
Liliene Xavier Luz, UESPI
Rossana Rocha Reis, USP
Amanda Seixas, UFT
Norma Lucia da Silva, UFT
Marcos Falchero Falleiros, UFRN
Edevaldo Aparecido Souza, UEG
Luis Alberto Nogueira Alves, UFRJ
André Marques do Nascimento, UFG
Manoelito Martins de Souza, UESB
Sílvio Marcus de Souza Correa, UFSC
Paulo Roberto Megna Francisco, UFPB
Ana Paula Zampieri Silva de Pietri, UniABC
Franceli Guaraldo, Centro Universitário SENAC
Paulo Fonseca Andrade, UFU
Renato Sérgio Jamil Maluf, UFRuralRJ
Ana Paula Spini, UFU
Elias Nazareno, UFG
Roberto Tykanori Kinoshita, UNIFESP
Ana Elizabete Mota, UFPE
Luciana Grassano Melo, UFPE
Sylvia Gemignani Garcia, USP
Marina MacRae, USP
Cláudia Pereira Vianna, USP
Mônica F. Mayrink, USP
Fernando SteiNbruch Milman, UFSC
Arnaldo Leite Pinto Garcia, IMPA
Vetúria Lopes de Oliveira, UFSC
Carlos Albeto Shimote Martins, PUC – SP
Patricia C Jaime, USP
Rogerio Bertani, Instituto Butantan
Amarísio da Silva Araújo, UFV
Maria Clementina Pereira Cunha, Unicamp
Maciel Henrique Carneiro da Silva, IFPE
Marcia de Paula Leite, Unicamp
Ana Amelia da Silva, PUC-SP
Maryse Farhi, Unicamp
Surya Aaronovich Pombo de Barros, UFPB
John Fontenele Araujo, UFRN
Livia de Oliveira Borges, UFMG
Ana Cecília de Sousa Bastos, UFBA
Waldomiro José da Silva Filho, UFBA
Maria Helena Rolim Capelato, USP
Maria do Rosario Beserra Guerra, UFRN
Lucrécio Araújo de Sá Júnior, UFRN
Dulcineia de Oliveira Gomes, FESURV/Rio Verde/Goiás
Sonia Duarte Travassos, PUC-Rio
Israel Elias Trindade, UFG
Miriam C. M. Rabelo, UFBA
Ana Rosa Ribeiro de Mendonça, Unicamp
Eloina Santana Alves, UFBA
Marlene Rosa Cainelli, UEL
Sheila Chirola Garcia, UFRJ
Valdei Lopes de Araujo, UFOP
Luiz Fernando Minello, UFPEL
Eduardo Barros Mariutti, Unicamp
Naor Moraes Melo, UFPB
Jair Batista da Silva, UFPB
Agostinho Alves de Lima e Silva, UERJ
Marcia Moraes, UFF
Joana Bahia, UERJ
Maria Luiza Martins Alessio, UFPE
Ricardo Swain Alessio, UFPE
Rosemary Segurado, PUC-SP
Ângelo José Sangiovanni, FAP-PR
Ana Rita Fonteles Duarte, UFC
Carmem Gadelha, UFRJ
Edwaldo Cafezeiro, UFRJ
Isabel Cafezeiro, UFF
Marília Cafezeiro, IFRJ
Elizabeth Bohland, Unisa
Ricardo de Medeiros Carneiro, Unicamp
Neide Jallageas, USP
Ayrson Heráclito, UFRB
Laura Pronsato, UFV
Cristina de Souza, INCISA/IMAM
Mirian Santos de Cerqueira, UFG
Maria Fernanda Martins, UFJF
Carla Almeida, UEM
Mário Martins Viana Júnior, UFC
Nelsi Kistemacher Welter, UNIOESTE
Marilda Aparecida de Menezes, UFCG
Bento Prado de Almeida Ferraz Neto, UFSCar
Roger Andrade Dutra, CEFET-MG
Rachel Esteves Lima, UFBA
Diana Magalhães de Oliveira. UECE
Maria de Lourdes Viana Lyra, UFRJ
Walter Pereira Carpes Jr., UFSC
Leandro de Lajonquière, USP
Walkyria Monte Mór, USP
Patrícia Fontoura Aranovich, UNIFESP
Maria Thereza Rosa Ribeiro, UFPel
Custódia Selma Sena do Amaral, UFG
Genilda Azerêdo, UFPB
Maria Adelia Aparecida de Souza, USP
Carlos Alberto Manssour Fraga, UFRJ
Neli Maria Castro de Almeida, IFRJ
Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira, USP
Messias Franca de Macedo, UEFS
Angela Fernandes Campos, UFRPE
William E. N. Pereira, UFRN
Isabel Tamara Pedron, UNIOESTE
Jerônimo Coura-Sobrinho, CEFET-MG
Romilson Augusto dos Santos, UFBA
Luis Acosta, UFRJ
Cassius Torres-Pereira, UFPR
Mirela Ribeiro Meira, UFPel
João Carlos Vieira Sampaio, UFSCar
Edson Marcelo Hungaro, UnB
Jairo Menezes e Souza, UFG
José Ruidival dos Santos Filho, UFSCar
Rita de Cassia Cavalcanti Porto, UFPB
Romilson Marques Cabral, UFRPE
William Ribeiro da Silva, UFRJ
Lirian Melchior, UFRRJ
Claudio Reis, UNIR
Isaltina Mello Gomes, UFPE
Francisco Odair Vieira de Paiva, UFSCar
Cristianne da Silva Alexandre, UFPB
Sylvia Bassetto, USP
Assis Bassetto, UFPE
Carlos Ernando da Silva, UFPI
Carlos Guilherme Kremer, FURG
Carlos Henrique Santana, UFRJ
João Sette Whitaker Ferreira, USP
Miguel Ângelo Oliveira do Carmo, UFAC
Sonia Regina Miranda, UFJF
Tiago Bernardon de Oliveira, UEPB
Nivaldo Eduardo Rizzi, UFPR
Marta Emisia Jacinto Barbosa, UFU
Graciela Quijano, UFRS
Ricarda Lucilia Domingues Tavares, UFF
Roberto Corrêa dos Santos, UFRJ e UERJ
Jorge Mattar Villela, Universidade Federal de São Carlos
Lucila Tragtenberg, PUC/SP
Raimundo Nonato Pereira Moreira, Universidade do Estado da Bahia
Adriano Nascimento, UFAL
Mônica Veloso Borges, UFG
Glenn W. Erickson, UFRN
Virgínia Kastrup, UFRJ
Maria Auxiliadora César, UnB
Isabel Travancas, UFRJ
Alvaro Britto, UBM
Lourenço Chacon, UNESP
Silvana Maria Bellé Zasso, FURG
Vitor de Athayde Couto, UFBA
Rosa Ribeiro Barboza de Oliveira, UFBA
Maria de Jesus Ribeiro Barboza de Oliveira, UCSAL
Mario Tomazello Filho, USP
Emerson José Barbosa, UEPG
Reginaldo Sena, UMA- MG
Maria Ribeiro do Valle, UNESP
Mauricio Cardeal, UFBA
Cláudia Maria das Graças Chaves, UFOP
Sonia Maria Taddei Ferraz, UFF
Betânia Gonçalves Figueiredo, UFMG
Emerson Inácio, USP
Ana Maria R. Gomes, UFMG
Eloiza da Silva Gomes de Oliveira, UERJ
Eduardo Barra, UFPR
Lizete Wood Almeida Souto, UFSC
Cristina Soreanu Pecequilo, UNESP
Rosa Lucia Correio, FITS
Márcia Maria dos Anjos Mascarenha, UFG
Hermetes Reis de Araújo, UFSC
Alberto Pereira Lopes, UFT
Regina Benevides, UFF
Bruna Franchetto, UFRJ
Geovany Jessé Alexandre da Silva, UnB
Bianca Novaes, UFF
Hayla Thami da Silva, IFRJ
Márcia Maria Rosa Vieira, UFMG
Osvaldo Girão, UFRPE
Josenei Martins, UNIASSELVI
Maria do Carmo Reis, UFMG
Gisele dos Reis Cruz, UFF
Karina Giacomelli, UFPel
Taís Ferreira, UFPel
Carole Gubernikoff, Unirio
Carlos Henrique Barbosa Gonçalves, USP
Ma. Victória Espiñeira, UFBA
Nara Espiñeira, UCSAL
Helen Osório, UFRGS
Simone van Boekel, UNIRIO
Josane Mittmann, UNIVAP
Urânia Alves de Lima, UFG
Robert Wegner, FIOCRUZ
Sibelle Cornélio Diniz, UFMG
Maria Ester Vieira de Sousa, UFPB
Samuel P. Filho, UFSC
Dirce Maria Antunes Suertegaray, UFRGS
Marta Nehring, IED
Pedro da Luz Moreira, UFF
Jorge Luiz Cruz, UERJ
Luiz San Martin, Unicamp
Fernando Pinheiro Villar, UnB
Geanne Matos de Andrade, UFC
Salete Cavalcanti, UFPE
Luiz Carlos Villalta, UFMG
Edna Maria Magalhães do Nascimento, UFPI
Elisabetta Santoro, USP
Sebastião Squirra, UMESP
Aldrin Castellucci, UNEB
Ricardo Schmidt Filho, UFCG
Ilze Zirbel, UFSC
Rose Satiko Gitirana Hikiji, USP
Jamerson Antonio de Almeida da Silva, UFPE
Luiz Antonio Norder, UFSCar
Eliza Maria Barbosa, UFG
Andréa Casa Nova Maia, UFRJ
Tamara Tania Cohen Egler, UFRJ
Eliane Garcindo de Sá, UFRJ/UERJ
Antonio Rogério Fiorucci, UEMS
Marco Aurélio Coelho de Paiva, UFAM
Josimar Machado Gomes Carneiro, UNIRIO
Harlon Homem de Lacerda Sousa, URCA
Carlos Alberto Ávila Araújo, UFMG
Jean Jorge Souza, UFAM
Eula Regina Lima Nascimento, UFPA
Marcus Bessa de Menezes, UFCG
Virginia Maria Afflalo, UFRJ
Katharine Ninive Pinto Silva, UFPE
Silvia Helena Zanirato, USP
Cassiano Sydow Quilici, Unicamp
Ricardo Cavalcanti, ESPM
Paola Novaes Ramos, UnB
Cláudio André de Souza, UNEB
Maria Lucia Refinetti Martins, USP
Duda Bentes, UnB
Germana Henriques Pereira, UnB
Carlos Rangel Rodrigues, UFRJ
Claudio Fioreze, IFFarroupilha
Eduino José de Macedo Orione, FATEA
Alzira de Oliveira Jorge, UFMG
Adriano Luiz Duarte, UFSC
Roseane Oliveira, UFSC
Glaucia Rodrigues de Abreu, UFES
Edenia Maria Ribeiro do Amaral, UFRPE
Luiz Henrique Sá da Nova, UFRB
Maico Roris Severino, UFG
Sandra Luna, UFPB
Roniê Rodrigues, UERN
José Henrique Duarte Neto, IFPE
Alessandro Bolis Costa Simas, UFRJ
Magali Reis, PUC
Jacyan Castilho, UFBA
José Alves, UFAC
Vicente Custódio Moreira de Souza, UFF
Marcus Aurelio Taborda de Oliveira, UFMG
Orlando Sampaio Silva, UFPA
Aecio Amaral, UFPB
Álvaro Moreira Hypolito, UFPel
Ivone Freire Costa, UFBA
Clodoaldo Almeida da Paixão, UEFS
Sonia Maria Blauth de Slavutzky, UFRGS
Fábio Amodêo Lansac Tôha, UEM
Daniella da Cunha Gramani, UFPB
Marcelo Kunrath Silva, UFRGS
Zinka Ziebell, Universidade Livre de Berlim
Francirosy Ferreira, USP
Alessandro Andre Leme, UFU
Vicente Gosciola, UAM
Márcio Peres de Araujo, UFPR
Maria Tarcisa Silva Bega, UFPR
José Ricardo da Silveira, UERN
Edilson Vicente de Lima, UNICSUL
Reinaldo Francisco Teófilo, UFV
Guilherme Locks Guimarães, UERJ
Paulo de Jesus, UFRPE
Lucília Maria Sousa Romão, USP
Flavius Portella Ribas Martins, USP
Elson Faxina, UFPR
Rita Lima, UFRB
Marilde Terezinha Prado Santos, UFSCar
Otto Leopoldo Winck, UFPR
Rafael Vilela, UFABC
Maria das Graças Fittipaldi, FAREC
Ocimar Munhoz Alavarse, USP
Washington Dener dos Santos Cunha, UERJ
Silvia Hunold Lara, Unicamp
Leila Jinkings, UNICAP
Boanerges Lopes, UFJF
Gladys S. Ribeiro, UFF
Ronaldo de Sousa Ruela, FUNORTE
Viviane Melo de Mendonça, UFSCar
Alexandre de Sá Avela, UFU
Magali de Lourdes Pedro, Universidad de la República – URU
Agnaldo Silva Martins, UFES
Haroldo de Mayo Bernardes, UNESP
Jalmir Pinheiro de Souza Junior, UFRPE
Silvana Rubino, Unicamp
Telmo Antonio Dinelli Estevinho, UFMT
Paulo José Koling, UNIOESTE
William Reis Meirelles, UEL
José Carlos Pinheiro Prioste, UERJ
Marcilia Luzia Gomes da Costa, UERN
Tatiana Ramminger, UFF
Claudia Osorio, UFF
Vanda Arantes do Vale, UFJF
Virginia de Araujo Figueiredo, UFMG
Ruben Caixeta de Queiroz, UFMG
Marcos de A. Matos, UFAC
Roque Pinto, UESC
Rose Clívia Santos, UNIFESP
Silvio Barreto Campello, UFPE
André Cordeiro Alves dos Santos, UFSCar
Sonia Duarte Travassos, PUC
Elisa Guaraná de Castro, UFRRJ
Marta Emisia Jacinto Barbosa, UFU
Ana Carla Marques da Silva, UNIOESTE
Florence Moellmann Cordeiro de Farias, UFF
Suely Kofes, Unicamp
Claudia de Oliveira, UFRJ
Waltencir Alves de Oliveira, UFPR
Jairo Teixeira Mendes Abrahão, USP
Acompanhando essa discussão, me lembrei de tres fatos interessantes
sobre a nossa imprensa.
Um deles refere-se a duas capas da Veja sobre as enchentes no Rio e em
São Paulo. Na capa sobre a enchente de São Paulo o titulo era ¨Por que
chove tanto?¨(ed. de 10/02/2010) poupando logicamente o pré-candidato
José Serra, na capa sobre as enchentes do Rio a capa de 10/04/2010 era
¨Culpar as chuvas é demagogia¨. Logicamente e poder publico de lá não
apoiava o candidato da revista.
Outra aconteceu nessa semana e o Ombudsman da Folha Suzana Singer foi
primorosa com o texto reproduzido a seguir : ¨Um dia depois de afirmar
que a religião não foi tão decisiva no 1º turno, a Folha estampou na
capa Dilma na missa em Aparecida (SP) ao lado de quatro homens
persignando-se. A legenda dizia que ela não tinha comungado.
Na quarta página do jornal, o leitor via a candidata petista fazendo o
sinal da cruz "atrasada". Muitos leitores reclamaram, com razão. Quem
viu apenas a Primeira Página ficou com a impressão de que a candidata
se recusou a persignar-se em plena missa. Seria suicídio político.¨
Tambem nunca vi tanta presteza e atenção em desfazer o ¨equivoco da
bolinha na cabeça do Serra¨ demonstrada pela Globo em contraponto ao
SBT. Tudo isso chamando um especialista da UNICAMP para analisar as
imagens tanto do SBT quanto do celular do jornalista da Folha que
mostra ums imagens muito confusas e de dificil interpretação.
Teriam ele feitpo da mesma maneira se fosse o inverso?
A imprensa precisava fazer um Mea Culpa e reconhecer que tem sido
tendenciosa ao ¨apoiar¨ veladamente alguns candidatos. Lembremos que a
Folha até algum tempo atras se colocava como o supra-sumo da
imparcialidade (até sua publicidade era nesse sentido). Repetem assim
o mesmo procedimento ao qual muitos acusam o PT de se declarar o nicho
da ética e depois de alçar ao poder não demonstrar a mesma ética
anunciada, e que fez com que muitos , inclusive eu, se decepcionassem
com o partido.
Beijinhos,
V
-----Original Message-----
From: Pedro Paulo Santos
Sent: Friday, October 22, 2010 11:34 AM
To: is...@googlegroups.com
Subject: Re: [Spam] Re: *ISJ80* Vamos p�r pingos nos is nestas elei��es...?
Queridas, Valeria e Noely! Saudades de voces!
Acompanhando essa discuss�o, me lembrei de tres fatos interessantes
sobre a nossa imprensa.
Um deles refere-se a duas capas da Veja sobre as enchentes no Rio e em
S�o Paulo. Na capa sobre a enchente de S�o Paulo o titulo era �Por que
chove tanto?�(ed. de 10/02/2010) poupando logicamente o pr�-candidato
Jos� Serra, na capa sobre as enchentes do Rio a capa de 10/04/2010 era
�Culpar as chuvas � demagogia�. Logicamente e poder publico de l� n�o
apoiava o candidato da revista.
Outra aconteceu nessa semana e o Ombudsman da Folha Suzana Singer foi
primorosa com o texto reproduzido a seguir : �Um dia depois de afirmar
que a religi�o n�o foi t�o decisiva no 1� turno, a Folha estampou na
capa Dilma na missa em Aparecida (SP) ao lado de quatro homens
persignando-se. A legenda dizia que ela n�o tinha comungado.
Na quarta p�gina do jornal, o leitor via a candidata petista fazendo o
sinal da cruz "atrasada". Muitos leitores reclamaram, com raz�o. Quem
viu apenas a Primeira P�gina ficou com a impress�o de que a candidata
se recusou a persignar-se em plena missa. Seria suic�dio pol�tico.�
Tambem nunca vi tanta presteza e aten��o em desfazer o �equivoco da
bolinha na cabe�a do Serra� demonstrada pela Globo em contraponto ao
SBT. Tudo isso chamando um especialista da UNICAMP para analisar as
imagens tanto do SBT quanto do celular do jornalista da Folha que
mostra ums imagens muito confusas e de dificil interpreta��o.
Teriam ele feitpo da mesma maneira se fosse o inverso?
A imprensa precisava fazer um Mea Culpa e reconhecer que tem sido
tendenciosa ao �apoiar� veladamente alguns candidatos. Lembremos que a
Folha at� algum tempo atras se colocava como o supra-sumo da
imparcialidade (at� sua publicidade era nesse sentido). Repetem assim
o mesmo procedimento ao qual muitos acusam o PT de se declarar o nicho
da �tica e depois de al�ar ao poder n�o demonstrar a mesma �tica
anunciada, e que fez com que muitos , inclusive eu, se decepcionassem
com o partido.
Em 19 de outubro de 2010 13:14, Valeria <valeri...@terra.com.br>
escreveu:
> Concordo que o processo seja saud�vel para o pa�s. Acredito que temos duas
> op��es "n�o-reacion�rias" (digamos assim), o que tamb�m � louv�vel. S� n�o
> gosto das apela��es, especialmente essas de final de campanha. Todo mundo
> que tem um pouquinho de discernimento sabe quanta hipocrisia rola nos
> debates DE AMBOS OS LADOS. Por isso desisti de assistir o primeiro a
> partir
> dos temas "aborto" e "religi�o". Al�m disso, emails horrorosos tamb�m
> circulam sem o menor respeito pelos candidatos e por quem os est�
> recebendo.
> Duvido que a origem desses emails tenham qualquer liga��o com os pr�prios
> candidatos. Portanto, revidar fica totalmente sem sentido. Expressar
> opini�o
> com dignidade sim, sempre! Mas revidar atacando, desinformando,
> distorcendo
> fatos, disso n�o gosto n�o.
> E, a prop�sito, j� havia lido os emails abaixo. Mesmo assim, obrigada.
>
> Um beijo, tudo de bom, boas elei��es,
>
> Val�ria.
> From: Ana
> Sent: Monday, October 18, 2010 7:42 PM
> To: is...@googlegroups.com
> Subject: [Spam] Re: *ISJ80* Vamos p�r pingos nos is nestas elei��es...?
> Ol�, Val�ria. Tudo bem com vc? Espero que sim!
>
> Acho super saud�vel o que est� acontecendo nesse pa�s. As pessoas est�o
> REALMENTE discutindo pol�tica, os rumos que querem para o nosso pa�s, e,
> finalmente, muita gente resolveu se posicionar. Eu j� escolhi um lado,
> apesar de saber que realmente n�o h� mais direita, nem esquerda, e o mundo
> n�o pode mesmo ser simploriamente dividido dessa forma, como vc bem
> colocou. Eu tb certamente estaria no segundo grupo, como vc.
> Ali�s, sou casada com um jornalista (talvez vc o conhe�a) com mais de
> vinte
> anos de experi�ncia, e tb historiador. Sou professora (tb ganho pouco),
> tenho duas faculdades, e, depois de adulta, fiz Letras na USP, com enfoque
> hist�rico, o que ampliou bastante meus horizontes.
> O que me incomoda profundamente � quando recebo msgs pol�ticas sem
> autoria,
> pobres de conte�do, que n�o citam autores nem fontes, nem onde foram
> publicadas, o que vc, como jornalista, deve saber que � um erro
> imperdo�vel.
> Tudo bem, as fontes vcs n�o revelam!!!
> Ent�o, em resposta aos e-mails que recebi, que n�o citam fontes, nem
> autoria, encaminho dois:
> 1- Um artigo da psicanalista Maria Rita Kehl, psicanalista
> respeitad�ssima,
> que vc deve conhecer. N�o espero que todos os leitores que acompanham esse
> grupo concordem com as palavras da autora. Eu, particularmente, concordo
> com
> todas. Foi publicada no Grupo Estado, local onde, por sinal, meu marido
> trabalha. Fica para reflex�o!
>
> L� vai!
> Abra�os carinhosos,
> Ana Maria
>
> Por Maria Rita Khel*
>
> Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores
> que apoia o candidato Serra na presente elei��o. Fica assim mais honesta a
> discuss�o que se faz em suas p�ginas. O debate eleitoral que nos conduzir�
> �s urnas amanh� est� acirrado. Eleitores se declaram exaustos e
> desiludidos
> com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presid�ncia da Rep�blica. As
> campanhas, transformadas em espet�culo televisivo, n�o convencem mais
> ningu�m. Apesar disso, alguma coisa importante est� em jogo este ano.
> Parece
> at� que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter
> sido
> soterrada pelos �ltimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga �
> maquiada,
> mas na internet o jogo � duro.
>
> Se o pov�o das chamadas classes D e E � os que vivem nos grot�es perdidos
> do
> interior do Brasil � tivesse acesso � internet, talvez se revoltasse
> contra
> as in�meras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O
> argumento
> j� � familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das
> pol�ticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula n�o valem
> tanto quanto os nossos. N�o s�o express�o consciente de vontade pol�tica.
> Teriam sido comprados ao pre�o do que parte da oposi��o chama de
> bolsa-esmola.
>
> Uma dessas correntes chegou � minha caixa postal vinda de diversos
> destinat�rios. Reproduzia a den�ncia feita por �uma prima� do autor,
> residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indol�ncia dos
> trabalhadores n�o qualificados de sua cidade, queixava-se de que ningu�m
> mais queria ocupar a vaga de porteiro do pr�dio onde mora. Os candidatos
> naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da
> Bolsa-Fam�lia. Ora, essa. A que ponto chegamos. N�o se fazem mais p�s de
> chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem
> o
> patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito
> horas regulamentares por uma mis�ria? Sim, porque � curioso que ningu�m
> tenha questionado o valor do sal�rio oferecido pelo condom�nio da capital
> cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Fam�lia s� seria vantajosa para os
> supostos espertalh�es, pregui�osos e aproveitadores se o sal�rio oferecido
> fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do m�nimo. R$ 200 � o
> valor
> m�ximo a que chega a soma de todos os benef�cios do governo para quem tem
> mais de tr�s filhos, com a condi��o de mant�-los na escola.
>
> Outra den�ncia indignada que corre pela internet � a de que na cidade do
> interior do Piau� onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano,
> todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for
> verdade, � estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se
> fome,
> na certa, como no assustador Garapa, filme de Jos� Padilha. Passava-se
> fome
> todos os dias. Continuam pobres as fam�lias abaixo da classe C que hoje
> recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. S� que
> agora
> comem. Alguns j� conseguem at� produzir e vender para outros que tamb�m
> come�aram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas
> cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito
> surpreendente
> sobre a economia local. A Bolsa-Fam�lia, acreditem se quiserem,
> proporciona
> as condi��es de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da
> �esmolinha� � pol�tico e revela consci�ncia de classe rec�m-adquirida.
>
> O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contr�rio do que pensam os indignados
> da
> internet, mudou para melhor. Se at� pouco tempo alguns empregadores
> costumavam contratar, por menos de um sal�rio m�nimo, pessoas sem
> alternativa de trabalho e sem consci�ncia de seus direitos, hoje n�o � t�o
> f�cil encontrar quem aceite trabalhar nessas condi��es. Vale mais tentar a
> vida a partir da Bolsa-Fam�lia, que apesar de modesta, reduziu de 12% para
> 4,8% a faixa de popula��o em estado de pobreza extrema. Ser� que o leitor
> paulistano tem ideia de quanto � preciso ser pobre, para sair dessa faixa
> por uma diferen�a de R$ 200? Quando o Estado come�a a garantir alguns
> direitos m�nimos � popula��o, esta se politiza e passa a exigir que eles
> sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de �acumula��o primitiva de
> democracia�.
>
> Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os
> brasileiros, como na inesquec�vel observa��o de Pel�, n�o est�o preparados
> para votar. Nem todos, � claro. Depois do segundo turno de 2006, o
> soci�logo
> H�lio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula
> teriam levado em conta apenas seus pr�prios interesses, enquanto os outros
> 40% de supostos eleitores instru�dos pensavam nos interesses do Pa�s.
> Jaguaribe s� n�o explicou como foi poss�vel que o Brasil, dirigido pela
> elite instru�da que se preocupava com os interesses de todos, tenha
> chegado
> ao terceiro mil�nio contando com 60% de sua popula��o t�o inculta a ponto
> de
> seu voto ser desqualificado como pouco republicano.
>
> Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabe�a acima da linha da
> mendic�ncia e da depend�ncia das rela��es de favor que sempre
> caracterizaram
> as pol�ticas locais pelo interior do Pa�s, dizem que votar em causa
> pr�pria
> n�o vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram
> direitos
> m�nimos que desejam preservar pela via democr�tica, parte dos cidad�os que
> se consideram classe A vem a p�blico desqualificar a seriedade de seus
> votos.
>
> *Mat�ria originalmente publicada no jornal O Estado de S. Paulo e
> reproduzida do site O Escrevinhador
>
>
>
> Eu gostaria muito de ter tempo para responder pontualmente cada uma das
> distor��es hist�ricas cometidas neste texto, mas n�o tenho. Preciso
> trabalhar. Sou jornalista e historiadora, ganho pouco, pesquiso e estudo
> muito. Me dei ao trabalho de ler este email at� o fim porque veio de uma
> fonte que me � cara, meus colegas de col�gio. Mas fiquei indignada com
> algumas afirma��es pin�adas na realidade hist�rica injustamente coladas
> numa
> realidade fabricada. Todos sabemos o que foi o Golpe Militar. Somos uma
> gera��o que nasceu bem no meio dos anos de chumbo. Tanto me interesso pelo
> assunto que tive a oportunidade de conhecer diversos "camaradas", de ir
> � Cuba, assistir com�cios de Fidel Castro - a quem muito admiro - em plena
> Pra�a da Revolu��o, enfim, se o mundo ainda pudesse ser simploriamente
> dividido em "direita" e "esquerda", certamente eu estaria no segundo
> grupo.
> Respeito a posi��o de cada um, mas quem est� parecendo um Goebels da
> Internet � quem faz esse tipo de texto, usando argumentos verdadeiros fora
> de contexto ou vice-versa. S� para citar um exemplo, John McCain era
> candidato da situa��o, equivalente � Dilma e n�o � Serra, que foi lider
> estudantil e esteve exilado no Chile durante a ditadura militar, n�o
> podendo
> ser comparado a um candidato republicano dos EUA. Vou parando por aqui,
> que
> n�o tenho bolsa-nada, apesar do governo canguru, e o dever me chama.
>
> Tomara que ven�a o melhor para o pa�s,
>
> Val�ria.
> From: Ana
> Sent: Monday, October 18, 2010 3:47 AM
> To: is...@googlegroups.com
> Subject: *ISJ80* Vamos p�r pingos nos is nestas elei��es...?
>
> As estrat�gias do fascismo e a candidatura Serra
>
> Rodrigo Gu�ron
>
> Professor UERJ
>
> Paul Virilio, fil�sofo e arquiteto franc�s, conta no seu livro �Guerra e
> Cinema� que as primeiras fotos que correram o mundo com alguns dos
> horrores
> dos campos de concentra��o nazistas foram distribu�das por ordem do
> pr�prio
> Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. Em seguida, Goebbels divulgou
> uma nota � imprensa do mundo inteiro declarando-se �horrorizado com o tipo
> de propaganda que fazem contra n�s estes comunistas e judeus�.
>
> Enquanto John McCain, o candidato conservador � presid�ncia dos Estados
> Unidos, recusou alguns ataques fundamentalistas a Obama em certos momentos
> da campanha eleitoral, no Brasil Jos� Serra alimenta e navega satisfeito
> na
> onda de difama��es, cal�nias e terror psicol�gico contra a candidatura
> Dilma
> Roussef. Sua campanha, depois de trazer o fundamentalismo religioso para o
> debate eleitoral, de colocar sua mulher na rua dizendo que a Dilma �mata
> criancinhas�, usou uma manchete mentirosa do Globo que dizia que a Dilma
> ia
> assinar um documento contra a Uni�o Civil Gay (o que n�o aparecia no
> pr�prio
> corpo da not�cia) para posar de � liberal� e dizer que era a favor dessa
> uni�o.
>
> Ontem, a pol�cia federal entrou numa gr�fica que imprimia mais de 2
> milh�es
> de panfletos que acusavam a Dilma de �aborteira�, falsamente assinados
> pela
> CNBB, mas feitos por ordem de um bispo ( com dinheiro de quem?). Enquanto
> isso Serra e Tasso Jereissati ( que acaba de ser derrotado na elei��o para
> senador) iam a uma missa no Cear� onde panfletos semelhantes eram
> distribu�dos ( neste caso diziam que a Dilma era � aborteira�, que tinha
> liga��es com as Farcs, era corrupta etc e tal). Um padre se indignou,
> disse
> aos fi�is que aqueles panfletos n�o tinham nada a ver com a igreja e com
> aquela celebra��o ( que era para S�o Francisco�). Jereissati ent�o come�ou
> a
> ofender o padre, chamou o de �padre petista� e militantes do PSDB foram
> atr�s do religioso que teve que sair da igreja protegido.
>
> Quando Lula reclamou dos ataques que Dilma tem sofrido da imprensa, quando
> disse que esta age como partido pol�tico e que tem candidato, mas se
> apresenta como �imparcial�, foi acusado de ser �contra a liberdade de
> imprensa�. Por outro lado ningu�m viu no jornal Nacional, nem no Globo,
> nem
> na Veja (uma pequena nota na FSP), que Serra mandou desligar a c�mera numa
> entrevista para a jornalista Marcia Peltier, dizendo que aquele tipo de
> pergunta n�o respondia, que ia embora e era para fingir que ele n�o tinha
> estado ali. As imagens do Serra fazendo isso foram entregues ao pr�prio
> pela
> dire��o da CNT ( que vergonhoso gesto para um jornalista�), mas o �udio,
> gravado no celular de um outro jornalista que estava na plat�ia, est� na
> rede.
>
> Imaginem se fosse a Dilma que tivesse mandado desligar a c�mera? �amos ver
> as imagens repetidamente no Jornal Nacional e similares durante dias.
> Dilma
> � ent�o acusada de ser uma �amea�a a liberdade de imprensa� por aqueles
> que
> censuram, manipulam e at� inventam fatos contra a sua campanha. O fascismo
> sempre agiu assim, acusa os outros do que est� fazendo. Goebels, como
> vimos,
> pousou de v�tima dos judeus e comunistas que estava exterminando.
>
> Dilma tamb�m foi acusada, no in�cio da campanha, de �mandar preparar
> dossi�s
> contra Serra e a sua fam�lia�: dossi�s que ningu�m leu. Enquanto isso os
> que
> fizeram essa acusa��o despejam um dossi� gigante e ininterrupto de
> cal�nias
> contra ela. A t�tica de propaganda fascista � esta da confus�o, da
> acusa��o,
> da repeti��o de uma mentira sistem�tica at� virar verdade, da demoniza��o
> e
> escolha de bodes espiat�rios. O fascismo � violento n�o apenas porque
> mente
> e cassa a palavra das pessoas ( como houve com Maria Rita Kehl, demitida
> do
> Estad�o apenas por ter escrito que a elite brasileira n�o admite que os
> votos dos pobres tenham o mesmo peso que os dela); � mais do que isso: o
> fascismo usa uma estrat�gia de afetos de medo e �dio, disseminando-os de
> forma que cada uma das pessoas se torna n�o apenas v�tima, mas agentes
> mesmo
> deste afetos: � uma mobiliza��o pol�tica que passa por dentro dos corpos,
> dos desejos, do sistema nervoso das pessoas, e ganha essa dimens�o macro
> porque � antes micropol�tica. Fascismo n�o � apenas proibir as pessoas de
> dizer ou fazer algo, fascismo � for��-las a falar e fazer algo.
>
> Cada uma das grandes corpora��es de comunica��o do pa�s, onde predominam 4
> ou 5 fam�lias olig�rquicas ( os Marinhos, os Frias, Os Mesquita, os
> Civita�)
> foi fundamental na mobiliza��o entre as classe m�dias e as elites que
> levou
> ao golpe militar de 64, com uma estrat�gia muito semelhante a usada hoje
> pela campanha Serra. A exce��o � a n�o menos proto fascista revista Veja,
> simplesmente porque n�o existia na �poca. Estes grupos cresceram e se
> solidificaram no Regime Militar, enquanto os que se opunham ao Regime
> desapareceram ( por exemplo o �Ultima Hora�, e tamb�m o � Correio da
> Manh�
> que chegou a apoiar o golpe mas come�ou a fazer oposi��o aos militares
> logo
> depois). Ainda nesta t�tica de confus�o da propaganda, estas corpora��es
> de
> comunica��o apresentam-se como grandes v�timas da ditadura. De fato, a
> partir do final de 68, no AI-5, instalaram-se nas reda��es censores
> oficiais
> do regime. Mas antes, nos primeiros quatro anos que se seguiram ao golpe
> que
> ajudaram a promover (entre 64 e 68), cada um desses �ve�culos de
> comunica��o� apoiava e promovia a onda de pris�es e cassa��es que
> acontecia
> entre l�deres pol�ticos, sindicais, professores (expulsos das
> universidades)
> e assim por diante . As organiza��es Globo, como sabemos, foi mais longe
> de
> todas: de 1966 at� o in�cio dos anos 80 lia um editorial todo dia 31 de
> mar�o no Jornal Nacional relembrando e apoiando a � os ideais da revolu��o
> de 64� .
>
> � esta gente e esta estrat�gia que quer derrotar a qualquer pre�o a
> candidata Dilma Roussef
>
> E aqui talvez para n�o abusar do leitor, eu deveria encerrar meu texto.
> Mas
> n�o consigo n�o acrescentar mais um par�grafo para falar do quanto o golpe
> de 64 teve a ver com o �dio e o medo que causava nas elites a participa��o
> de trabalhadores na pol�tica que na �poca crescia a cada ano (o discurso
> da
> �amea�a da rep�blica sindical� repetido por Serra agora), de como o Brasil
> come�ava a se democratizar e os sindicatos conseguiam alguns ganhos para
> os
> trabalhadores, do fato do problema de origem escravocrata da concentra��o
> da
> terra ( e das rela��es de trabalho) ter sido colocado em quest�o pelas
> ligas
> camponesas e como Jango foi acusado de �comunista� por ensaiar um t�mida
> reformas agr�ria, e de como Paulo Freire (um dos primeiros intelectuais
> presos depois do golpe) sofreu a mesma acusa��o por liderar um programa
> que
> alfabetizou 400 mil pessoas em Pernambuco, e assim por diante. E o mais
> not�vel: como que nos anos de grande crescimento econ�mico do regime
> militar
> a mis�ria do pa�s s� aumentou? Como o Brasil terminou este per�odo como a
> na��o industrializada mais desigual do mundo?
>
> N�o d� para separar a viol�ncia pol�tica do regime militar da viol�ncia do
> modelo econ�mico. Assim como n�o d� para separar a viol�ncia contra a
> candidatura Dilma da viol�ncia contra os pobres; e tamb�m da viol�ncia
> contra as mulheres; a prop�sito foi no governo Lula que foi criada e
> aprovada a lei Maria de Penha.
>
> N�o h� neutralidade poss�vel nas elei��es do dia 31 de outubro para quem
> busca um Brasil mais justo, solid�rio e democr�tico.
>
> --
> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
> --
> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
> --
> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
> --
> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
--
Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
-----Original Message-----
From: Noelly...@gmail.com
Sent: Saturday, October 23, 2010 5:19 PM
To: is...@googlegroups.com
Cc: is...@googlegroups.com
Subject: [Spam] Re: [Spam] Re: *ISJ80* Vamos p�r pingos nos is nestas
elei��es...?
�.
Em 22/10/2010, �s 11:34, Pedro Paulo Santos <pedropau...@gmail.com>
escreveu:
> Queridas, Valeria e Noely! Saudades de voces!
>
> Acompanhando essa discuss�o, me lembrei de tres fatos interessantes
> sobre a nossa imprensa.
> Um deles refere-se a duas capas da Veja sobre as enchentes no Rio e em
> S�o Paulo. Na capa sobre a enchente de S�o Paulo o titulo era �Por que
> chove tanto?�(ed. de 10/02/2010) poupando logicamente o pr�-candidato
> Jos� Serra, na capa sobre as enchentes do Rio a capa de 10/04/2010 era
> �Culpar as chuvas � demagogia�. Logicamente e poder publico de l� n�o
> apoiava o candidato da revista.
>
> Outra aconteceu nessa semana e o Ombudsman da Folha Suzana Singer foi
> primorosa com o texto reproduzido a seguir : �Um dia depois de afirmar
> que a religi�o n�o foi t�o decisiva no 1� turno, a Folha estampou na
> capa Dilma na missa em Aparecida (SP) ao lado de quatro homens
> persignando-se. A legenda dizia que ela n�o tinha comungado.
> Na quarta p�gina do jornal, o leitor via a candidata petista fazendo o
> sinal da cruz "atrasada". Muitos leitores reclamaram, com raz�o. Quem
> viu apenas a Primeira P�gina ficou com a impress�o de que a candidata
> se recusou a persignar-se em plena missa. Seria suic�dio pol�tico.�
>
>
> Tambem nunca vi tanta presteza e aten��o em desfazer o �equivoco da
> bolinha na cabe�a do Serra� demonstrada pela Globo em contraponto ao
> SBT. Tudo isso chamando um especialista da UNICAMP para analisar as
> imagens tanto do SBT quanto do celular do jornalista da Folha que
> mostra ums imagens muito confusas e de dificil interpreta��o.
> Teriam ele feitpo da mesma maneira se fosse o inverso?
>
> A imprensa precisava fazer um Mea Culpa e reconhecer que tem sido
> tendenciosa ao �apoiar� veladamente alguns candidatos. Lembremos que a
> Folha at� algum tempo atras se colocava como o supra-sumo da
> imparcialidade (at� sua publicidade era nesse sentido). Repetem assim
> o mesmo procedimento ao qual muitos acusam o PT de se declarar o nicho
> da �tica e depois de al�ar ao poder n�o demonstrar a mesma �tica
> anunciada, e que fez com que muitos , inclusive eu, se decepcionassem
> com o partido.
>
>
>
> Em 19 de outubro de 2010 13:14, Valeria <valeri...@terra.com.br>
> escreveu:
>> Concordo que o processo seja saud�vel para o pa�s. Acredito que temos
>> duas
>> op��es "n�o-reacion�rias" (digamos assim), o que tamb�m � louv�vel. S�
>> n�o
>> gosto das apela��es, especialmente essas de final de campanha. Todo mundo
>> que tem um pouquinho de discernimento sabe quanta hipocrisia rola nos
>> debates DE AMBOS OS LADOS. Por isso desisti de assistir o primeiro a
>> partir
>> dos temas "aborto" e "religi�o". Al�m disso, emails horrorosos tamb�m
>> circulam sem o menor respeito pelos candidatos e por quem os est�
>> recebendo.
>> Duvido que a origem desses emails tenham qualquer liga��o com os pr�prios
>> candidatos. Portanto, revidar fica totalmente sem sentido. Expressar
>> opini�o
>> com dignidade sim, sempre! Mas revidar atacando, desinformando,
>> distorcendo
>> fatos, disso n�o gosto n�o.
>> E, a prop�sito, j� havia lido os emails abaixo. Mesmo assim, obrigada.
>>
>> Um beijo, tudo de bom, boas elei��es,
>>
>> Val�ria.
>> From: Ana
>> Sent: Monday, October 18, 2010 7:42 PM
>> To: is...@googlegroups.com
>> Subject: [Spam] Re: *ISJ80* Vamos p�r pingos nos is nestas elei��es...?
>> Ol�, Val�ria. Tudo bem com vc? Espero que sim!
>>
>> Acho super saud�vel o que est� acontecendo nesse pa�s. As pessoas est�o
>> REALMENTE discutindo pol�tica, os rumos que querem para o nosso pa�s, e,
>> finalmente, muita gente resolveu se posicionar. Eu j� escolhi um lado,
>> apesar de saber que realmente n�o h� mais direita, nem esquerda, e o
>> mundo
>> n�o pode mesmo ser simploriamente dividido dessa forma, como vc bem
>> colocou. Eu tb certamente estaria no segundo grupo, como vc.
>> Ali�s, sou casada com um jornalista (talvez vc o conhe�a) com mais de
>> vinte
>> anos de experi�ncia, e tb historiador. Sou professora (tb ganho pouco),
>> tenho duas faculdades, e, depois de adulta, fiz Letras na USP, com
>> enfoque
>> hist�rico, o que ampliou bastante meus horizontes.
>> O que me incomoda profundamente � quando recebo msgs pol�ticas sem
>> autoria,
>> pobres de conte�do, que n�o citam autores nem fontes, nem onde foram
>> publicadas, o que vc, como jornalista, deve saber que � um erro
>> imperdo�vel.
>> Tudo bem, as fontes vcs n�o revelam!!!
>> Ent�o, em resposta aos e-mails que recebi, que n�o citam fontes, nem
>> autoria, encaminho dois:
>> 1- Um artigo da psicanalista Maria Rita Kehl, psicanalista
>> respeitad�ssima,
>> que vc deve conhecer. N�o espero que todos os leitores que acompanham
>> esse
>> grupo concordem com as palavras da autora. Eu, particularmente, concordo
>> com
>> todas. Foi publicada no Grupo Estado, local onde, por sinal, meu marido
>> trabalha. Fica para reflex�o!
>>
>> L� vai!
>> Abra�os carinhosos,
>> Ana Maria
>>
>> Por Maria Rita Khel*
>>
>> Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores
>> que apoia o candidato Serra na presente elei��o. Fica assim mais honesta
>> a
>> discuss�o que se faz em suas p�ginas. O debate eleitoral que nos
>> conduzir�
>> �s urnas amanh� est� acirrado. Eleitores se declaram exaustos e
>> desiludidos
>> com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presid�ncia da Rep�blica. As
>> campanhas, transformadas em espet�culo televisivo, n�o convencem mais
>> ningu�m. Apesar disso, alguma coisa importante est� em jogo este ano.
>> Parece
>> at� que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter
>> sido
>> soterrada pelos �ltimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga �
>> maquiada,
>> mas na internet o jogo � duro.
>>
>> Se o pov�o das chamadas classes D e E � os que vivem nos grot�es perdidos
>> do
>> interior do Brasil � tivesse acesso � internet, talvez se revoltasse
>> contra
>> as in�meras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O
>> argumento
>> j� � familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das
>> pol�ticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula n�o valem
>> tanto quanto os nossos. N�o s�o express�o consciente de vontade pol�tica.
>> Teriam sido comprados ao pre�o do que parte da oposi��o chama de
>> bolsa-esmola.
>>
>> Uma dessas correntes chegou � minha caixa postal vinda de diversos
>> destinat�rios. Reproduzia a den�ncia feita por �uma prima� do autor,
>> residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indol�ncia dos
>> trabalhadores n�o qualificados de sua cidade, queixava-se de que ningu�m
>> mais queria ocupar a vaga de porteiro do pr�dio onde mora. Os candidatos
>> naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da
>> Bolsa-Fam�lia. Ora, essa. A que ponto chegamos. N�o se fazem mais p�s de
>> chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de
>> quem o
>> patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as
>> oito
>> horas regulamentares por uma mis�ria? Sim, porque � curioso que ningu�m
>> tenha questionado o valor do sal�rio oferecido pelo condom�nio da capital
>> cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Fam�lia s� seria vantajosa para
>> os
>> supostos espertalh�es, pregui�osos e aproveitadores se o sal�rio
>> oferecido
>> fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do m�nimo. R$ 200 � o
>> valor
>> m�ximo a que chega a soma de todos os benef�cios do governo para quem tem
>> mais de tr�s filhos, com a condi��o de mant�-los na escola.
>>
>> Outra den�ncia indignada que corre pela internet � a de que na cidade do
>> interior do Piau� onde vivem os parentes da empregada de algum
>> paulistano,
>> todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for
>> verdade, � estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se
>> fome,
>> na certa, como no assustador Garapa, filme de Jos� Padilha. Passava-se
>> fome
>> todos os dias. Continuam pobres as fam�lias abaixo da classe C que hoje
>> recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. S� que
>> agora
>> comem. Alguns j� conseguem at� produzir e vender para outros que tamb�m
>> come�aram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que,
>> nas
>> cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito
>> surpreendente
>> sobre a economia local. A Bolsa-Fam�lia, acreditem se quiserem,
>> proporciona
>> as condi��es de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da
>> �esmolinha� � pol�tico e revela consci�ncia de classe rec�m-adquirida.
>>
>> O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contr�rio do que pensam os indignados
>> da
>> internet, mudou para melhor. Se at� pouco tempo alguns empregadores
>> costumavam contratar, por menos de um sal�rio m�nimo, pessoas sem
>> alternativa de trabalho e sem consci�ncia de seus direitos, hoje n�o �
>> t�o
>> f�cil encontrar quem aceite trabalhar nessas condi��es. Vale mais tentar
>> a
>> vida a partir da Bolsa-Fam�lia, que apesar de modesta, reduziu de 12%
>> para
>> 4,8% a faixa de popula��o em estado de pobreza extrema. Ser� que o leitor
>> paulistano tem ideia de quanto � preciso ser pobre, para sair dessa faixa
>> por uma diferen�a de R$ 200? Quando o Estado come�a a garantir alguns
>> direitos m�nimos � popula��o, esta se politiza e passa a exigir que eles
>> sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de �acumula��o primitiva de
>> democracia�.
>>
>> Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os
>> brasileiros, como na inesquec�vel observa��o de Pel�, n�o est�o
>> preparados
>> para votar. Nem todos, � claro. Depois do segundo turno de 2006, o
>> soci�logo
>> H�lio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula
>> teriam levado em conta apenas seus pr�prios interesses, enquanto os
>> outros
>> 40% de supostos eleitores instru�dos pensavam nos interesses do Pa�s.
>> Jaguaribe s� n�o explicou como foi poss�vel que o Brasil, dirigido pela
>> elite instru�da que se preocupava com os interesses de todos, tenha
>> chegado
>> ao terceiro mil�nio contando com 60% de sua popula��o t�o inculta a ponto
>> de
>> seu voto ser desqualificado como pouco republicano.
>>
>> Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabe�a acima da linha da
>> mendic�ncia e da depend�ncia das rela��es de favor que sempre
>> caracterizaram
>> as pol�ticas locais pelo interior do Pa�s, dizem que votar em causa
>> pr�pria
>> n�o vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram
>> direitos
>> m�nimos que desejam preservar pela via democr�tica, parte dos cidad�os
>> que
>> se consideram classe A vem a p�blico desqualificar a seriedade de seus
>> votos.
>>
>> *Mat�ria originalmente publicada no jornal O Estado de S. Paulo e
>> reproduzida do site O Escrevinhador
>>
>>
>>
>> Eu gostaria muito de ter tempo para responder pontualmente cada uma das
>> distor��es hist�ricas cometidas neste texto, mas n�o tenho. Preciso
>> trabalhar. Sou jornalista e historiadora, ganho pouco, pesquiso e estudo
>> muito. Me dei ao trabalho de ler este email at� o fim porque veio de uma
>> fonte que me � cara, meus colegas de col�gio. Mas fiquei indignada com
>> algumas afirma��es pin�adas na realidade hist�rica injustamente coladas
>> numa
>> realidade fabricada. Todos sabemos o que foi o Golpe Militar. Somos uma
>> gera��o que nasceu bem no meio dos anos de chumbo. Tanto me interesso
>> pelo
>> assunto que tive a oportunidade de conhecer diversos "camaradas", de ir
>> � Cuba, assistir com�cios de Fidel Castro - a quem muito admiro - em
>> plena
>> Pra�a da Revolu��o, enfim, se o mundo ainda pudesse ser simploriamente
>> dividido em "direita" e "esquerda", certamente eu estaria no segundo
>> grupo.
>> Respeito a posi��o de cada um, mas quem est� parecendo um Goebels da
>> Internet � quem faz esse tipo de texto, usando argumentos verdadeiros
>> fora
>> de contexto ou vice-versa. S� para citar um exemplo, John McCain era
>> candidato da situa��o, equivalente � Dilma e n�o � Serra, que foi lider
>> estudantil e esteve exilado no Chile durante a ditadura militar, n�o
>> podendo
>> ser comparado a um candidato republicano dos EUA. Vou parando por aqui,
>> que
>> n�o tenho bolsa-nada, apesar do governo canguru, e o dever me chama.
>>
>> Tomara que ven�a o melhor para o pa�s,
>>
>> Val�ria.
>> From: Ana
>> Sent: Monday, October 18, 2010 3:47 AM
>> To: is...@googlegroups.com
>> Subject: *ISJ80* Vamos p�r pingos nos is nestas elei��es...?
>>
>> As estrat�gias do fascismo e a candidatura Serra
>>
>> Rodrigo Gu�ron
>>
>> Professor UERJ
>>
>> Paul Virilio, fil�sofo e arquiteto franc�s, conta no seu livro �Guerra e
>> Cinema� que as primeiras fotos que correram o mundo com alguns dos
>> horrores
>> dos campos de concentra��o nazistas foram distribu�das por ordem do
>> pr�prio
>> Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. Em seguida, Goebbels divulgou
>> uma nota � imprensa do mundo inteiro declarando-se �horrorizado com o
>> tipo
>> de propaganda que fazem contra n�s estes comunistas e judeus�.
>>
>> Enquanto John McCain, o candidato conservador � presid�ncia dos Estados
>> Unidos, recusou alguns ataques fundamentalistas a Obama em certos
>> momentos
>> da campanha eleitoral, no Brasil Jos� Serra alimenta e navega satisfeito
>> na
>> onda de difama��es, cal�nias e terror psicol�gico contra a candidatura
>> Dilma
>> Roussef. Sua campanha, depois de trazer o fundamentalismo religioso para
>> o
>> debate eleitoral, de colocar sua mulher na rua dizendo que a Dilma �mata
>> criancinhas�, usou uma manchete mentirosa do Globo que dizia que a Dilma
>> ia
>> assinar um documento contra a Uni�o Civil Gay (o que n�o aparecia no
>> pr�prio
>> corpo da not�cia) para posar de � liberal� e dizer que era a favor dessa
>> uni�o.
>>
>> Ontem, a pol�cia federal entrou numa gr�fica que imprimia mais de 2
>> milh�es
>> de panfletos que acusavam a Dilma de �aborteira�, falsamente assinados
>> pela
>> CNBB, mas feitos por ordem de um bispo ( com dinheiro de quem?). Enquanto
>> isso Serra e Tasso Jereissati ( que acaba de ser derrotado na elei��o
>> para
>> senador) iam a uma missa no Cear� onde panfletos semelhantes eram
>> distribu�dos ( neste caso diziam que a Dilma era � aborteira�, que tinha
>> liga��es com as Farcs, era corrupta etc e tal). Um padre se indignou,
>> disse
>> aos fi�is que aqueles panfletos n�o tinham nada a ver com a igreja e com
>> aquela celebra��o ( que era para S�o Francisco�). Jereissati ent�o
>> come�ou a
>> ofender o padre, chamou o de �padre petista� e militantes do PSDB foram
>> atr�s do religioso que teve que sair da igreja protegido.
>>
>> Quando Lula reclamou dos ataques que Dilma tem sofrido da imprensa,
>> quando
>> disse que esta age como partido pol�tico e que tem candidato, mas se
>> apresenta como �imparcial�, foi acusado de ser �contra a liberdade de
>> imprensa�. Por outro lado ningu�m viu no jornal Nacional, nem no Globo,
>> nem
>> na Veja (uma pequena nota na FSP), que Serra mandou desligar a c�mera
>> numa
>> entrevista para a jornalista Marcia Peltier, dizendo que aquele tipo de
>> pergunta n�o respondia, que ia embora e era para fingir que ele n�o tinha
>> estado ali. As imagens do Serra fazendo isso foram entregues ao pr�prio
>> pela
>> dire��o da CNT ( que vergonhoso gesto para um jornalista�), mas o �udio,
>> gravado no celular de um outro jornalista que estava na plat�ia, est� na
>> rede.
>>
>> Imaginem se fosse a Dilma que tivesse mandado desligar a c�mera? �amos
>> ver
>> as imagens repetidamente no Jornal Nacional e similares durante dias.
>> Dilma
>> � ent�o acusada de ser uma �amea�a a liberdade de imprensa� por aqueles
>> que
>> censuram, manipulam e at� inventam fatos contra a sua campanha. O
>> fascismo
>> sempre agiu assim, acusa os outros do que est� fazendo. Goebels, como
>> vimos,
>> pousou de v�tima dos judeus e comunistas que estava exterminando.
>>
>> Dilma tamb�m foi acusada, no in�cio da campanha, de �mandar preparar
>> dossi�s
>> contra Serra e a sua fam�lia�: dossi�s que ningu�m leu. Enquanto isso os
>> que
>> fizeram essa acusa��o despejam um dossi� gigante e ininterrupto de
>> cal�nias
>> contra ela. A t�tica de propaganda fascista � esta da confus�o, da
>> acusa��o,
>> da repeti��o de uma mentira sistem�tica at� virar verdade, da demoniza��o
>> e
>> escolha de bodes espiat�rios. O fascismo � violento n�o apenas porque
>> mente
>> e cassa a palavra das pessoas ( como houve com Maria Rita Kehl, demitida
>> do
>> Estad�o apenas por ter escrito que a elite brasileira n�o admite que os
>> votos dos pobres tenham o mesmo peso que os dela); � mais do que isso: o
>> fascismo usa uma estrat�gia de afetos de medo e �dio, disseminando-os de
>> forma que cada uma das pessoas se torna n�o apenas v�tima, mas agentes
>> mesmo
>> deste afetos: � uma mobiliza��o pol�tica que passa por dentro dos corpos,
>> dos desejos, do sistema nervoso das pessoas, e ganha essa dimens�o macro
>> porque � antes micropol�tica. Fascismo n�o � apenas proibir as pessoas
>> de
>> dizer ou fazer algo, fascismo � for��-las a falar e fazer algo.
>>
>> Cada uma das grandes corpora��es de comunica��o do pa�s, onde predominam
>> 4
>> ou 5 fam�lias olig�rquicas ( os Marinhos, os Frias, Os Mesquita, os
>> Civita�)
>> foi fundamental na mobiliza��o entre as classe m�dias e as elites que
>> levou
>> ao golpe militar de 64, com uma estrat�gia muito semelhante a usada hoje
>> pela campanha Serra. A exce��o � a n�o menos proto fascista revista
>> Veja,
>> simplesmente porque n�o existia na �poca. Estes grupos cresceram e se
>> solidificaram no Regime Militar, enquanto os que se opunham ao Regime
>> desapareceram ( por exemplo o �Ultima Hora�, e tamb�m o � Correio da
>> Manh�
>> que chegou a apoiar o golpe mas come�ou a fazer oposi��o aos militares
>> logo
>> depois). Ainda nesta t�tica de confus�o da propaganda, estas corpora��es
>> de
>> comunica��o apresentam-se como grandes v�timas da ditadura. De fato, a
>> partir do final de 68, no AI-5, instalaram-se nas reda��es censores
>> oficiais
>> do regime. Mas antes, nos primeiros quatro anos que se seguiram ao golpe
>> que
>> ajudaram a promover (entre 64 e 68), cada um desses �ve�culos de
>> comunica��o� apoiava e promovia a onda de pris�es e cassa��es que
>> acontecia
>> entre l�deres pol�ticos, sindicais, professores (expulsos das
>> universidades)
>> e assim por diante . As organiza��es Globo, como sabemos, foi mais longe
>> de
>> todas: de 1966 at� o in�cio dos anos 80 lia um editorial todo dia 31 de
>> mar�o no Jornal Nacional relembrando e apoiando a � os ideais da
>> revolu��o
>> de 64� .
>>
>> � esta gente e esta estrat�gia que quer derrotar a qualquer pre�o a
>> candidata Dilma Roussef
>>
>> E aqui talvez para n�o abusar do leitor, eu deveria encerrar meu texto.
>> Mas
>> n�o consigo n�o acrescentar mais um par�grafo para falar do quanto o
>> golpe
>> de 64 teve a ver com o �dio e o medo que causava nas elites a
>> participa��o
>> de trabalhadores na pol�tica que na �poca crescia a cada ano (o discurso
>> da
>> �amea�a da rep�blica sindical� repetido por Serra agora), de como o
>> Brasil
>> come�ava a se democratizar e os sindicatos conseguiam alguns ganhos para
>> os
>> trabalhadores, do fato do problema de origem escravocrata da concentra��o
>> da
>> terra ( e das rela��es de trabalho) ter sido colocado em quest�o pelas
>> ligas
>> camponesas e como Jango foi acusado de �comunista� por ensaiar um t�mida
>> reformas agr�ria, e de como Paulo Freire (um dos primeiros intelectuais
>> presos depois do golpe) sofreu a mesma acusa��o por liderar um programa
>> que
>> alfabetizou 400 mil pessoas em Pernambuco, e assim por diante. E o mais
>> not�vel: como que nos anos de grande crescimento econ�mico do regime
>> militar
>> a mis�ria do pa�s s� aumentou? Como o Brasil terminou este per�odo como a
>> na��o industrializada mais desigual do mundo?
>>
>> N�o d� para separar a viol�ncia pol�tica do regime militar da viol�ncia
>> do
>> modelo econ�mico. Assim como n�o d� para separar a viol�ncia contra a
>> candidatura Dilma da viol�ncia contra os pobres; e tamb�m da viol�ncia
>> contra as mulheres; a prop�sito foi no governo Lula que foi criada e
>> aprovada a lei Maria de Penha.
>>
>> N�o h� neutralidade poss�vel nas elei��es do dia 31 de outubro para quem
>> busca um Brasil mais justo, solid�rio e democr�tico.
>>
>> --
>> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
> --
> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
--
Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
Essas elei��es est�o dando muito "pano pra manga"!!!
E o "evento bolinha"?! Socorro, o que foi aquilo???
O Molina... ai, cada coisa...
Ali�s, j� rola uma fofoca de bastidores, mas isso eu n�o posso afirmar com
certeza, pq eu n�o estava presente. No entanto, n�o duvido. Se algu�m puder
confirmar a informa��o, eu agrade�o.
Qdo o Jornal Nacional terminou, depois daquela palha�ada sem tamanho, toda a
reda��o da TV Globo em S�o Paulo vaiou o JN, obviamente desaprovando o papel
rid�culo ao qual a emissora se prestou. � mesmo o fim dos tempos!!! O JN foi
a piada da quinta.
Muitos jornalistas afirmaram sentir vergonha de trabalhar onde estavam
trabalhando, ao final do jornal, e, n�o sei se vcs viram, mas a F�tima e o
William n�o apresentaram o jornal na sexta.
Se eles tiverem o m�nimo de �tica profissional, tb devem estar
envergonhados.
Bjs carinhosos e muita sa�de a todos,
Ana Maria
A imprensa n�o � toooda golpista, mas, qdo ela quer, "levanta" um candidato,
ou "afunda".
N�s todos sabemos v�rios exemplos disso. Mesmo assim, eu ainda acredito na
imprensa. H� muita gente s�ria e com �tica trabalhando nesse meio.
E acho que ainda � poss�vel utilizar a m�dia para obter informa��es, e para
denunciar injusti�as. A coisa funciona, muitas vezes.
No entanto, n�o acredito em liberdade de imprensa, nem em liberdade de
express�o. Se isso realmente existisse, a Maria Rita n�o teria sido demitida
do Estad�o, certo?
E vamos para o segundo turno!
Todos n�s queremos a mesma coisa: o melhor para o Brasil.
Um �timo final de semana e muita sa�de a todos,
Ana
Ali�s, vcs t�m not�cias do Arthur? Est� tudo bem com ele?
�.
Em 22/10/2010, �s 11:34, Pedro Paulo Santos <pedropau...@gmail.com>
escreveu:
> Queridas, Valeria e Noely! Saudades de voces!
>
> Acompanhando essa discuss�o, me lembrei de tres fatos interessantes
> sobre a nossa imprensa.
> Um deles refere-se a duas capas da Veja sobre as enchentes no Rio e em
> S�o Paulo. Na capa sobre a enchente de S�o Paulo o titulo era �Por que
> chove tanto?�(ed. de 10/02/2010) poupando logicamente o pr�-candidato
> Jos� Serra, na capa sobre as enchentes do Rio a capa de 10/04/2010 era
> �Culpar as chuvas � demagogia�. Logicamente e poder publico de l� n�o
> apoiava o candidato da revista.
>
> Outra aconteceu nessa semana e o Ombudsman da Folha Suzana Singer foi
> primorosa com o texto reproduzido a seguir : �Um dia depois de afirmar
> que a religi�o n�o foi t�o decisiva no 1� turno, a Folha estampou na
> capa Dilma na missa em Aparecida (SP) ao lado de quatro homens
> persignando-se. A legenda dizia que ela n�o tinha comungado.
> Na quarta p�gina do jornal, o leitor via a candidata petista fazendo o
> sinal da cruz "atrasada". Muitos leitores reclamaram, com raz�o. Quem
> viu apenas a Primeira P�gina ficou com a impress�o de que a candidata
> se recusou a persignar-se em plena missa. Seria suic�dio pol�tico.�
>
>
> Tambem nunca vi tanta presteza e aten��o em desfazer o �equivoco da
> bolinha na cabe�a do Serra� demonstrada pela Globo em contraponto ao
> SBT. Tudo isso chamando um especialista da UNICAMP para analisar as
> imagens tanto do SBT quanto do celular do jornalista da Folha que
> mostra ums imagens muito confusas e de dificil interpreta��o.
> Teriam ele feitpo da mesma maneira se fosse o inverso?
>
> A imprensa precisava fazer um Mea Culpa e reconhecer que tem sido
> tendenciosa ao �apoiar� veladamente alguns candidatos. Lembremos que a
> Folha at� algum tempo atras se colocava como o supra-sumo da
> imparcialidade (at� sua publicidade era nesse sentido). Repetem assim
> o mesmo procedimento ao qual muitos acusam o PT de se declarar o nicho
> da �tica e depois de al�ar ao poder n�o demonstrar a mesma �tica
> anunciada, e que fez com que muitos , inclusive eu, se decepcionassem
> com o partido.
>
>
>
> Em 19 de outubro de 2010 13:14, Valeria <valeri...@terra.com.br>
> escreveu:
>> Concordo que o processo seja saud�vel para o pa�s. Acredito que temos
>> duas
>> op��es "n�o-reacion�rias" (digamos assim), o que tamb�m � louv�vel. S�
>> n�o
>> gosto das apela��es, especialmente essas de final de campanha. Todo mundo
>> que tem um pouquinho de discernimento sabe quanta hipocrisia rola nos
>> debates DE AMBOS OS LADOS. Por isso desisti de assistir o primeiro a
>> partir
>> dos temas "aborto" e "religi�o". Al�m disso, emails horrorosos tamb�m
>> circulam sem o menor respeito pelos candidatos e por quem os est�
>> recebendo.
>> Duvido que a origem desses emails tenham qualquer liga��o com os pr�prios
>> candidatos. Portanto, revidar fica totalmente sem sentido. Expressar
>> opini�o
>> com dignidade sim, sempre! Mas revidar atacando, desinformando,
>> distorcendo
>> fatos, disso n�o gosto n�o.
>> E, a prop�sito, j� havia lido os emails abaixo. Mesmo assim, obrigada.
>>
>> Um beijo, tudo de bom, boas elei��es,
>>
>> Val�ria.
>> From: Ana
>> Sent: Monday, October 18, 2010 7:42 PM
>> To: is...@googlegroups.com
>> Subject: [Spam] Re: *ISJ80* Vamos p�r pingos nos is nestas elei��es...?
>> Ol�, Val�ria. Tudo bem com vc? Espero que sim!
>>
>> Acho super saud�vel o que est� acontecendo nesse pa�s. As pessoas est�o
>> REALMENTE discutindo pol�tica, os rumos que querem para o nosso pa�s, e,
>> finalmente, muita gente resolveu se posicionar. Eu j� escolhi um lado,
>> apesar de saber que realmente n�o h� mais direita, nem esquerda, e o
>> mundo
>> n�o pode mesmo ser simploriamente dividido dessa forma, como vc bem
>> colocou. Eu tb certamente estaria no segundo grupo, como vc.
>> Ali�s, sou casada com um jornalista (talvez vc o conhe�a) com mais de
>> vinte
>> anos de experi�ncia, e tb historiador. Sou professora (tb ganho pouco),
>> tenho duas faculdades, e, depois de adulta, fiz Letras na USP, com
>> enfoque
>> hist�rico, o que ampliou bastante meus horizontes.
>> O que me incomoda profundamente � quando recebo msgs pol�ticas sem
>> autoria,
>> pobres de conte�do, que n�o citam autores nem fontes, nem onde foram
>> publicadas, o que vc, como jornalista, deve saber que � um erro
>> imperdo�vel.
>> Tudo bem, as fontes vcs n�o revelam!!!
>> Ent�o, em resposta aos e-mails que recebi, que n�o citam fontes, nem
>> autoria, encaminho dois:
>> 1- Um artigo da psicanalista Maria Rita Kehl, psicanalista
>> respeitad�ssima,
>> que vc deve conhecer. N�o espero que todos os leitores que acompanham
>> esse
>> grupo concordem com as palavras da autora. Eu, particularmente, concordo
>> com
>> todas. Foi publicada no Grupo Estado, local onde, por sinal, meu marido
>> trabalha. Fica para reflex�o!
>>
>> L� vai!
>> Abra�os carinhosos,
>> Ana Maria
>>
>> Por Maria Rita Khel*
>>
>> Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores
>> que apoia o candidato Serra na presente elei��o. Fica assim mais honesta
>> a
>> discuss�o que se faz em suas p�ginas. O debate eleitoral que nos
>> conduzir�
>> �s urnas amanh� est� acirrado. Eleitores se declaram exaustos e
>> desiludidos
>> com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presid�ncia da Rep�blica. As
>> campanhas, transformadas em espet�culo televisivo, n�o convencem mais
>> ningu�m. Apesar disso, alguma coisa importante est� em jogo este ano.
>> Parece
>> at� que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter
>> sido
>> soterrada pelos �ltimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga �
>> maquiada,
>> mas na internet o jogo � duro.
>>
>> Se o pov�o das chamadas classes D e E � os que vivem nos grot�es perdidos
>> do
>> interior do Brasil � tivesse acesso � internet, talvez se revoltasse
>> contra
>> as in�meras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O
>> argumento
>> j� � familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das
>> pol�ticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula n�o valem
>> tanto quanto os nossos. N�o s�o express�o consciente de vontade pol�tica.
>> Teriam sido comprados ao pre�o do que parte da oposi��o chama de
>> bolsa-esmola.
>>
>> Uma dessas correntes chegou � minha caixa postal vinda de diversos
>> destinat�rios. Reproduzia a den�ncia feita por �uma prima� do autor,
>> residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indol�ncia dos
>> trabalhadores n�o qualificados de sua cidade, queixava-se de que ningu�m
>> mais queria ocupar a vaga de porteiro do pr�dio onde mora. Os candidatos
>> naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da
>> Bolsa-Fam�lia. Ora, essa. A que ponto chegamos. N�o se fazem mais p�s de
>> chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de
>> quem o
>> patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as
>> oito
>> horas regulamentares por uma mis�ria? Sim, porque � curioso que ningu�m
>> tenha questionado o valor do sal�rio oferecido pelo condom�nio da capital
>> cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Fam�lia s� seria vantajosa para
>> os
>> supostos espertalh�es, pregui�osos e aproveitadores se o sal�rio
>> oferecido
>> fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do m�nimo. R$ 200 � o
>> valor
>> m�ximo a que chega a soma de todos os benef�cios do governo para quem tem
>> mais de tr�s filhos, com a condi��o de mant�-los na escola.
>>
>> Outra den�ncia indignada que corre pela internet � a de que na cidade do
>> interior do Piau� onde vivem os parentes da empregada de algum
>> paulistano,
>> todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for
>> verdade, � estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se
>> fome,
>> na certa, como no assustador Garapa, filme de Jos� Padilha. Passava-se
>> fome
>> todos os dias. Continuam pobres as fam�lias abaixo da classe C que hoje
>> recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. S� que
>> agora
>> comem. Alguns j� conseguem at� produzir e vender para outros que tamb�m
>> come�aram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que,
>> nas
>> cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito
>> surpreendente
>> sobre a economia local. A Bolsa-Fam�lia, acreditem se quiserem,
>> proporciona
>> as condi��es de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da
>> �esmolinha� � pol�tico e revela consci�ncia de classe rec�m-adquirida.
>>
>> O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contr�rio do que pensam os indignados
>> da
>> internet, mudou para melhor. Se at� pouco tempo alguns empregadores
>> costumavam contratar, por menos de um sal�rio m�nimo, pessoas sem
>> alternativa de trabalho e sem consci�ncia de seus direitos, hoje n�o �
>> t�o
>> f�cil encontrar quem aceite trabalhar nessas condi��es. Vale mais tentar
>> a
>> vida a partir da Bolsa-Fam�lia, que apesar de modesta, reduziu de 12%
>> para
>> 4,8% a faixa de popula��o em estado de pobreza extrema. Ser� que o leitor
>> paulistano tem ideia de quanto � preciso ser pobre, para sair dessa faixa
>> por uma diferen�a de R$ 200? Quando o Estado come�a a garantir alguns
>> direitos m�nimos � popula��o, esta se politiza e passa a exigir que eles
>> sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de �acumula��o primitiva de
>> democracia�.
>>
>> Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os
>> brasileiros, como na inesquec�vel observa��o de Pel�, n�o est�o
>> preparados
>> para votar. Nem todos, � claro. Depois do segundo turno de 2006, o
>> soci�logo
>> H�lio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula
>> teriam levado em conta apenas seus pr�prios interesses, enquanto os
>> outros
>> 40% de supostos eleitores instru�dos pensavam nos interesses do Pa�s.
>> Jaguaribe s� n�o explicou como foi poss�vel que o Brasil, dirigido pela
>> elite instru�da que se preocupava com os interesses de todos, tenha
>> chegado
>> ao terceiro mil�nio contando com 60% de sua popula��o t�o inculta a ponto
>> de
>> seu voto ser desqualificado como pouco republicano.
>>
>> Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabe�a acima da linha da
>> mendic�ncia e da depend�ncia das rela��es de favor que sempre
>> caracterizaram
>> as pol�ticas locais pelo interior do Pa�s, dizem que votar em causa
>> pr�pria
>> n�o vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram
>> direitos
>> m�nimos que desejam preservar pela via democr�tica, parte dos cidad�os
>> que
>> se consideram classe A vem a p�blico desqualificar a seriedade de seus
>> votos.
>>
>> *Mat�ria originalmente publicada no jornal O Estado de S. Paulo e
>> reproduzida do site O Escrevinhador
>>
>>
>>
>> Eu gostaria muito de ter tempo para responder pontualmente cada uma das
>> distor��es hist�ricas cometidas neste texto, mas n�o tenho. Preciso
>> trabalhar. Sou jornalista e historiadora, ganho pouco, pesquiso e estudo
>> muito. Me dei ao trabalho de ler este email at� o fim porque veio de uma
>> fonte que me � cara, meus colegas de col�gio. Mas fiquei indignada com
>> algumas afirma��es pin�adas na realidade hist�rica injustamente coladas
>> numa
>> realidade fabricada. Todos sabemos o que foi o Golpe Militar. Somos uma
>> gera��o que nasceu bem no meio dos anos de chumbo. Tanto me interesso
>> pelo
>> assunto que tive a oportunidade de conhecer diversos "camaradas", de ir
>> � Cuba, assistir com�cios de Fidel Castro - a quem muito admiro - em
>> plena
>> Pra�a da Revolu��o, enfim, se o mundo ainda pudesse ser simploriamente
>> dividido em "direita" e "esquerda", certamente eu estaria no segundo
>> grupo.
>> Respeito a posi��o de cada um, mas quem est� parecendo um Goebels da
>> Internet � quem faz esse tipo de texto, usando argumentos verdadeiros
>> fora
>> de contexto ou vice-versa. S� para citar um exemplo, John McCain era
>> candidato da situa��o, equivalente � Dilma e n�o � Serra, que foi lider
>> estudantil e esteve exilado no Chile durante a ditadura militar, n�o
>> podendo
>> ser comparado a um candidato republicano dos EUA. Vou parando por aqui,
>> que
>> n�o tenho bolsa-nada, apesar do governo canguru, e o dever me chama.
>>
>> Tomara que ven�a o melhor para o pa�s,
>>
>> Val�ria.
>> From: Ana
>> Sent: Monday, October 18, 2010 3:47 AM
>> To: is...@googlegroups.com
>> Subject: *ISJ80* Vamos p�r pingos nos is nestas elei��es...?
>>
>> As estrat�gias do fascismo e a candidatura Serra
>>
>> Rodrigo Gu�ron
>>
>> Professor UERJ
>>
>> Paul Virilio, fil�sofo e arquiteto franc�s, conta no seu livro �Guerra e
>> Cinema� que as primeiras fotos que correram o mundo com alguns dos
>> horrores
>> dos campos de concentra��o nazistas foram distribu�das por ordem do
>> pr�prio
>> Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. Em seguida, Goebbels divulgou
>> uma nota � imprensa do mundo inteiro declarando-se �horrorizado com o
>> tipo
>> de propaganda que fazem contra n�s estes comunistas e judeus�.
>>
>> Enquanto John McCain, o candidato conservador � presid�ncia dos Estados
>> Unidos, recusou alguns ataques fundamentalistas a Obama em certos
>> momentos
>> da campanha eleitoral, no Brasil Jos� Serra alimenta e navega satisfeito
>> na
>> onda de difama��es, cal�nias e terror psicol�gico contra a candidatura
>> Dilma
>> Roussef. Sua campanha, depois de trazer o fundamentalismo religioso para
>> o
>> debate eleitoral, de colocar sua mulher na rua dizendo que a Dilma �mata
>> criancinhas�, usou uma manchete mentirosa do Globo que dizia que a Dilma
>> ia
>> assinar um documento contra a Uni�o Civil Gay (o que n�o aparecia no
>> pr�prio
>> corpo da not�cia) para posar de � liberal� e dizer que era a favor dessa
>> uni�o.
>>
>> Ontem, a pol�cia federal entrou numa gr�fica que imprimia mais de 2
>> milh�es
>> de panfletos que acusavam a Dilma de �aborteira�, falsamente assinados
>> pela
>> CNBB, mas feitos por ordem de um bispo ( com dinheiro de quem?). Enquanto
>> isso Serra e Tasso Jereissati ( que acaba de ser derrotado na elei��o
>> para
>> senador) iam a uma missa no Cear� onde panfletos semelhantes eram
>> distribu�dos ( neste caso diziam que a Dilma era � aborteira�, que tinha
>> liga��es com as Farcs, era corrupta etc e tal). Um padre se indignou,
>> disse
>> aos fi�is que aqueles panfletos n�o tinham nada a ver com a igreja e com
>> aquela celebra��o ( que era para S�o Francisco�). Jereissati ent�o
>> come�ou a
>> ofender o padre, chamou o de �padre petista� e militantes do PSDB foram
>> atr�s do religioso que teve que sair da igreja protegido.
>>
>> Quando Lula reclamou dos ataques que Dilma tem sofrido da imprensa,
>> quando
>> disse que esta age como partido pol�tico e que tem candidato, mas se
>> apresenta como �imparcial�, foi acusado de ser �contra a liberdade de
>> imprensa�. Por outro lado ningu�m viu no jornal Nacional, nem no Globo,
>> nem
>> na Veja (uma pequena nota na FSP), que Serra mandou desligar a c�mera
>> numa
>> entrevista para a jornalista Marcia Peltier, dizendo que aquele tipo de
>> pergunta n�o respondia, que ia embora e era para fingir que ele n�o tinha
>> estado ali. As imagens do Serra fazendo isso foram entregues ao pr�prio
>> pela
>> dire��o da CNT ( que vergonhoso gesto para um jornalista�), mas o �udio,
>> gravado no celular de um outro jornalista que estava na plat�ia, est� na
>> rede.
>>
>> Imaginem se fosse a Dilma que tivesse mandado desligar a c�mera? �amos
>> ver
>> as imagens repetidamente no Jornal Nacional e similares durante dias.
>> Dilma
>> � ent�o acusada de ser uma �amea�a a liberdade de imprensa� por aqueles
>> que
>> censuram, manipulam e at� inventam fatos contra a sua campanha. O
>> fascismo
>> sempre agiu assim, acusa os outros do que est� fazendo. Goebels, como
>> vimos,
>> pousou de v�tima dos judeus e comunistas que estava exterminando.
>>
>> Dilma tamb�m foi acusada, no in�cio da campanha, de �mandar preparar
>> dossi�s
>> contra Serra e a sua fam�lia�: dossi�s que ningu�m leu. Enquanto isso os
>> que
>> fizeram essa acusa��o despejam um dossi� gigante e ininterrupto de
>> cal�nias
>> contra ela. A t�tica de propaganda fascista � esta da confus�o, da
>> acusa��o,
>> da repeti��o de uma mentira sistem�tica at� virar verdade, da demoniza��o
>> e
>> escolha de bodes espiat�rios. O fascismo � violento n�o apenas porque
>> mente
>> e cassa a palavra das pessoas ( como houve com Maria Rita Kehl, demitida
>> do
>> Estad�o apenas por ter escrito que a elite brasileira n�o admite que os
>> votos dos pobres tenham o mesmo peso que os dela); � mais do que isso: o
>> fascismo usa uma estrat�gia de afetos de medo e �dio, disseminando-os de
>> forma que cada uma das pessoas se torna n�o apenas v�tima, mas agentes
>> mesmo
>> deste afetos: � uma mobiliza��o pol�tica que passa por dentro dos corpos,
>> dos desejos, do sistema nervoso das pessoas, e ganha essa dimens�o macro
>> porque � antes micropol�tica. Fascismo n�o � apenas proibir as pessoas
>> de
>> dizer ou fazer algo, fascismo � for��-las a falar e fazer algo.
>>
>> Cada uma das grandes corpora��es de comunica��o do pa�s, onde predominam
>> 4
>> ou 5 fam�lias olig�rquicas ( os Marinhos, os Frias, Os Mesquita, os
>> Civita�)
>> foi fundamental na mobiliza��o entre as classe m�dias e as elites que
>> levou
>> ao golpe militar de 64, com uma estrat�gia muito semelhante a usada hoje
>> pela campanha Serra. A exce��o � a n�o menos proto fascista revista
>> Veja,
>> simplesmente porque n�o existia na �poca. Estes grupos cresceram e se
>> solidificaram no Regime Militar, enquanto os que se opunham ao Regime
>> desapareceram ( por exemplo o �Ultima Hora�, e tamb�m o � Correio da
>> Manh�
>> que chegou a apoiar o golpe mas come�ou a fazer oposi��o aos militares
>> logo
>> depois). Ainda nesta t�tica de confus�o da propaganda, estas corpora��es
>> de
>> comunica��o apresentam-se como grandes v�timas da ditadura. De fato, a
>> partir do final de 68, no AI-5, instalaram-se nas reda��es censores
>> oficiais
>> do regime. Mas antes, nos primeiros quatro anos que se seguiram ao golpe
>> que
>> ajudaram a promover (entre 64 e 68), cada um desses �ve�culos de
>> comunica��o� apoiava e promovia a onda de pris�es e cassa��es que
>> acontecia
>> entre l�deres pol�ticos, sindicais, professores (expulsos das
>> universidades)
>> e assim por diante . As organiza��es Globo, como sabemos, foi mais longe
>> de
>> todas: de 1966 at� o in�cio dos anos 80 lia um editorial todo dia 31 de
>> mar�o no Jornal Nacional relembrando e apoiando a � os ideais da
>> revolu��o
>> de 64� .
>>
>> � esta gente e esta estrat�gia que quer derrotar a qualquer pre�o a
>> candidata Dilma Roussef
>>
>> E aqui talvez para n�o abusar do leitor, eu deveria encerrar meu texto.
>> Mas
>> n�o consigo n�o acrescentar mais um par�grafo para falar do quanto o
>> golpe
>> de 64 teve a ver com o �dio e o medo que causava nas elites a
>> participa��o
>> de trabalhadores na pol�tica que na �poca crescia a cada ano (o discurso
>> da
>> �amea�a da rep�blica sindical� repetido por Serra agora), de como o
>> Brasil
>> come�ava a se democratizar e os sindicatos conseguiam alguns ganhos para
>> os
>> trabalhadores, do fato do problema de origem escravocrata da concentra��o
>> da
>> terra ( e das rela��es de trabalho) ter sido colocado em quest�o pelas
>> ligas
>> camponesas e como Jango foi acusado de �comunista� por ensaiar um t�mida
>> reformas agr�ria, e de como Paulo Freire (um dos primeiros intelectuais
>> presos depois do golpe) sofreu a mesma acusa��o por liderar um programa
>> que
>> alfabetizou 400 mil pessoas em Pernambuco, e assim por diante. E o mais
>> not�vel: como que nos anos de grande crescimento econ�mico do regime
>> militar
>> a mis�ria do pa�s s� aumentou? Como o Brasil terminou este per�odo como a
>> na��o industrializada mais desigual do mundo?
>>
>> N�o d� para separar a viol�ncia pol�tica do regime militar da viol�ncia
>> do
>> modelo econ�mico. Assim como n�o d� para separar a viol�ncia contra a
>> candidatura Dilma da viol�ncia contra os pobres; e tamb�m da viol�ncia
>> contra as mulheres; a prop�sito foi no governo Lula que foi criada e
>> aprovada a lei Maria de Penha.
>>
>> N�o h� neutralidade poss�vel nas elei��es do dia 31 de outubro para quem
>> busca um Brasil mais justo, solid�rio e democr�tico.
>>
>> --
>> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
> --
> Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
--
Voc� est� recebendo esta mensagem pois est� inscrito no Google Groups
Bj�o,
Ana
Valéria, faz tempo que não tenho notícias do Arthur.
Abração a todos.
Em 23 de outubro de 2010 19:06, Valeria <valeri...@terra.com.br> escreveu:
> Desculpem, mas o que houve com o Arthur?
>
> -----Original Message----- From: Ana
> Sent: Saturday, October 23, 2010 6:36 PM
> To: is...@googlegroups.com
> Subject: [Spam] Re: *ISJ80* Vamos pôr pingos nos is nestas eleições...?
>
> Assino embaixo, Valéria!
> Concordo totalmente.
>
> Bjão,
> Ana
>
>
>
> Oi, Pedro.
> A imprensa - que é feita de gente - nunca foi nem será imparcial. Isso é
> balela.
> Pode até tentar chegar perto disso, mas é o máximo que ela consegue.
> E nem toda ela tem essa intenção, como se vê...
> Tem um monte de exemplo de parcialidade, no cume desse monte está o debate
> Global entre Collor e Lula na disputa presidencial, praticamente um
> corta-e-costura totalmente vexatório. Lembra??? Coisa mais feia!
> Cada um é o bode da vez...
> Cabe a quem tem "razão e sensibilidade" ir um pouco mais fundo e não se
> deixar levar pela sensação do momento.
> Por isso eu digo e repito: o candidato não é a campanha do candidato. Quem
> escolher pela campanha (ou pela contra-campanha) corre o risco de escolher o
> livro pela capa.
> As campanhas são nojentas, os veículos de comunicação são vendidos... claro,
> com devidas e maravilhosas exceções!
> Ética??? Não rima com Política - que é feita de gente. Não nessa Era em que
> vivemos. Não nesse Aqui. Um dia, se a Humanidade resistir, se o Planeta
> existir...
> Também me decepcionei demais com o PT. Ainda tenho uma estrelinha guardada
> por aí... Mas aquele PT de antigamente já não existe.
> Agora não tenho mais partido. Aliás, o país não tem mais partido.
> O jeito é se dar ao trabalho de estudar cada candidato, observar seus
> passos, seu comportamento atual (não só o passado, nem só o presente, porque
> no futuro gente muda...).
> Era tudo mais intenso, colorido, mais pintura a óleo, mais preto no
> branco... Foi tudo desbotando, acinzentando, aquarelando, misturando no meio
> do fog... tá bem mais difíci escolher.
> Mas a gente tenta acertar, né??? Quem sabe!!!
> Só sei de uma coisa: gente tem muito a evoluir...
>
> Beijinhos,
>
> V
>
> -----Original Message----- From: Pedro Paulo Santos
> Sent: Friday, October 22, 2010 11:34 AM
> To: is...@googlegroups.com
> Subject: Re: [Spam] Re: *ISJ80* Vamos pôr pingos nos is nestas eleições...?
>
> Queridas, Valeria e Noely! Saudades de voces!
>
> Acompanhando essa discussão, me lembrei de tres fatos interessantes
> sobre a nossa imprensa.
> Um deles refere-se a duas capas da Veja sobre as enchentes no Rio e em
> São Paulo. Na capa sobre a enchente de São Paulo o titulo era ¨Por que
> chove tanto?¨(ed. de 10/02/2010) poupando logicamente o pré-candidato
> José Serra, na capa sobre as enchentes do Rio a capa de 10/04/2010 era
> ¨Culpar as chuvas é demagogia¨. Logicamente e poder publico de lá não
> apoiava o candidato da revista.
>
> Outra aconteceu nessa semana e o Ombudsman da Folha Suzana Singer foi
> primorosa com o texto reproduzido a seguir : ¨Um dia depois de afirmar
> que a religião não foi tão decisiva no 1º turno, a Folha estampou na
> capa Dilma na missa em Aparecida (SP) ao lado de quatro homens
> persignando-se. A legenda dizia que ela não tinha comungado.
> Na quarta página do jornal, o leitor via a candidata petista fazendo o
> sinal da cruz "atrasada". Muitos leitores reclamaram, com razão. Quem
> viu apenas a Primeira Página ficou com a impressão de que a candidata
> se recusou a persignar-se em plena missa. Seria suicídio político.¨
>
>
> Tambem nunca vi tanta presteza e atenção em desfazer o ¨equivoco da
> bolinha na cabeça do Serra¨ demonstrada pela Globo em contraponto ao
> SBT. Tudo isso chamando um especialista da UNICAMP para analisar as
> imagens tanto do SBT quanto do celular do jornalista da Folha que
> mostra ums imagens muito confusas e de dificil interpretação.
> Teriam ele feitpo da mesma maneira se fosse o inverso?
>
> A imprensa precisava fazer um Mea Culpa e reconhecer que tem sido
> tendenciosa ao ¨apoiar¨ veladamente alguns candidatos. Lembremos que a
> Folha até algum tempo atras se colocava como o supra-sumo da
> imparcialidade (até sua publicidade era nesse sentido). Repetem assim
> o mesmo procedimento ao qual muitos acusam o PT de se declarar o nicho
> da ética e depois de alçar ao poder não demonstrar a mesma ética
> anunciada, e que fez com que muitos , inclusive eu, se decepcionassem
> com o partido.
>
>
>
> Em 19 de outubro de 2010 13:14, Valeria <valeri...@terra.com.br>
> escreveu:
>>
>> Concordo que o processo seja saudável para o país. Acredito que temos duas
>> opções "não-reacionárias" (digamos assim), o que também é louvável. Só não
>> gosto das apelações, especialmente essas de final de campanha. Todo mundo
>> que tem um pouquinho de discernimento sabe quanta hipocrisia rola nos
>> debates DE AMBOS OS LADOS. Por isso desisti de assistir o primeiro a
>> partir
>> dos temas "aborto" e "religião". Além disso, emails horrorosos também
>> circulam sem o menor respeito pelos candidatos e por quem os está
>> recebendo.
>> Duvido que a origem desses emails tenham qualquer ligação com os próprios
>> candidatos. Portanto, revidar fica totalmente sem sentido. Expressar
>> opinião
>> com dignidade sim, sempre! Mas revidar atacando, desinformando,
>> distorcendo
>> fatos, disso não gosto não.
>> E, a propósito, já havia lido os emails abaixo. Mesmo assim, obrigada.
>>
>> Um beijo, tudo de bom, boas eleições,
>>
>> Valéria.
>> From: Ana
>> Sent: Monday, October 18, 2010 7:42 PM
>> To: is...@googlegroups.com
>> Subject: [Spam] Re: *ISJ80* Vamos pôr pingos nos is nestas eleições...?
>> Olá, Valéria. Tudo bem com vc? Espero que sim!
>>
>> Acho super saudável o que está acontecendo nesse país. As pessoas estão
>> REALMENTE discutindo política, os rumos que querem para o nosso país, e,
>> finalmente, muita gente resolveu se posicionar. Eu já escolhi um lado,
>> apesar de saber que realmente não há mais direita, nem esquerda, e o mundo
>> não pode mesmo ser simploriamente dividido dessa forma, como vc bem
>> colocou. Eu tb certamente estaria no segundo grupo, como vc.
>> Aliás, sou casada com um jornalista (talvez vc o conheça) com mais de
>> vinte
>> anos de experiência, e tb historiador. Sou professora (tb ganho pouco),
>> tenho duas faculdades, e, depois de adulta, fiz Letras na USP, com enfoque
>> histórico, o que ampliou bastante meus horizontes.
>> O que me incomoda profundamente é quando recebo msgs políticas sem
>> autoria,
>> pobres de conteúdo, que não citam autores nem fontes, nem onde foram
>> publicadas, o que vc, como jornalista, deve saber que é um erro
>> imperdoável.
>> Tudo bem, as fontes vcs não revelam!!!
>> Então, em resposta aos e-mails que recebi, que não citam fontes, nem
>> autoria, encaminho dois:
>> 1- Um artigo da psicanalista Maria Rita Kehl, psicanalista
>> respeitadíssima,
>> que vc deve conhecer. Não espero que todos os leitores que acompanham esse
>> grupo concordem com as palavras da autora. Eu, particularmente, concordo
>> com
>> todas. Foi publicada no Grupo Estado, local onde, por sinal, meu marido
>> trabalha. Fica para reflexão!
>>
>> Lá vai!
>> Abraços carinhosos,
>> Ana Maria
>>
>> Por Maria Rita Khel*
>>
>> Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores
>> que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a
>> discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá
>> às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e
>> desiludidos
>> com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As
>> campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais
>> ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano.
>> Parece
>> até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter
>> sido
>> soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é
>> maquiada,
>> mas na internet o jogo é duro.
>>
>> Se o povão das chamadas classes D e E – os que vivem nos grotões perdidos
>> do
>> interior do Brasil – tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse
>> contra
>> as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O
>> argumento
>> já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das
>> políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem
>> tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política.
>> Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de
>> bolsa-esmola.
>>
>> Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos
>> destinatários. Reproduzia a denúncia feita por “uma prima” do autor,
>> residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos
>> trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém
>> mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos
>> naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da
>> Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de
>> chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem
>> o
>> patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito
>> horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém
>> tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital
>> cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os
>> supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido
>> fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o
>> valor
>> máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem
>> mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.
>>
>> Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do
>> interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano,
>> todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for
>> verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se
>> fome,
>> na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se
>> fome
>> todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje
>> recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que
>> agora
>> comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também
>> começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas
>> cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito
>> surpreendente
>> sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem,
>> proporciona
>> as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da
>> “esmolinha” é político e revela consciência de classe recém-adquirida.
>>
>> O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados
>> da
>> internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores
>> costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem
>> alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão
>> fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a
>> vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para
>> 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor
>> paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa
>> por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns
>> direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles
>> sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de “acumulação primitiva de
>> democracia”.
>>
>> Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os
>> brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados
>> para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o
>> sociólogo
>> Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula
>> teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros
>> 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País.
>> Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela
>> elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha
>> chegado
>> ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto
>> de
>> seu voto ser desqualificado como pouco republicano.
>>
>> Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da
>> mendicância e da dependência das relações de favor que sempre
>> caracterizaram
>> as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa
>> própria
>> não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram
>> direitos
>> mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que
>> se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus
>> votos.
>>
>> *Matéria originalmente publicada no jornal O Estado de S. Paulo e
>> reproduzida do site O Escrevinhador
>>
>>
>>
>> Eu gostaria muito de ter tempo para responder pontualmente cada uma das
>> distorções históricas cometidas neste texto, mas não tenho. Preciso
>> trabalhar. Sou jornalista e historiadora, ganho pouco, pesquiso e estudo
>> muito. Me dei ao trabalho de ler este email até o fim porque veio de uma
>> fonte que me é cara, meus colegas de colégio. Mas fiquei indignada com
>> algumas afirmações pinçadas na realidade histórica injustamente coladas
>> numa
>> realidade fabricada. Todos sabemos o que foi o Golpe Militar. Somos uma
>> geração que nasceu bem no meio dos anos de chumbo. Tanto me interesso pelo
>> assunto que tive a oportunidade de conhecer diversos "camaradas", de ir
>> à Cuba, assistir comícios de Fidel Castro - a quem muito admiro - em plena
>> Praça da Revolução, enfim, se o mundo ainda pudesse ser simploriamente
>> dividido em "direita" e "esquerda", certamente eu estaria no segundo
>> grupo.
>> Respeito a posição de cada um, mas quem está parecendo um Goebels da
>> Internet é quem faz esse tipo de texto, usando argumentos verdadeiros fora
>> de contexto ou vice-versa. Só para citar um exemplo, John McCain era
>> candidato da situação, equivalente à Dilma e não à Serra, que foi lider
>> estudantil e esteve exilado no Chile durante a ditadura militar, não
>> podendo
>> ser comparado a um candidato republicano dos EUA. Vou parando por aqui,
>> que
>> não tenho bolsa-nada, apesar do governo canguru, e o dever me chama.
>>
>> Tomara que vença o melhor para o país,
>>
>> Valéria.
>> From: Ana
>> Sent: Monday, October 18, 2010 3:47 AM
>> To: is...@googlegroups.com
>> Subject: *ISJ80* Vamos pôr pingos nos is nestas eleições...?
>>
>> As estratégias do fascismo e a candidatura Serra
>>
>> Rodrigo Guéron
>>
>> Professor UERJ
>>
>> Paul Virilio, filósofo e arquiteto francês, conta no seu livro “Guerra e
>> Cinema” que as primeiras fotos que correram o mundo com alguns dos
>> horrores
>> dos campos de concentração nazistas foram distribuídas por ordem do
>> próprio
>> Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. Em seguida, Goebbels divulgou
>> uma nota à imprensa do mundo inteiro declarando-se “horrorizado com o tipo
>> de propaganda que fazem contra nós estes comunistas e judeus”.
>>
>> Enquanto John McCain, o candidato conservador à presidência dos Estados
>> Unidos, recusou alguns ataques fundamentalistas a Obama em certos momentos
>> da campanha eleitoral, no Brasil José Serra alimenta e navega satisfeito
>> na
>> onda de difamações, calúnias e terror psicológico contra a candidatura
>> Dilma
>> Roussef. Sua campanha, depois de trazer o fundamentalismo religioso para o
>> debate eleitoral, de colocar sua mulher na rua dizendo que a Dilma “mata
>> criancinhas”, usou uma manchete mentirosa do Globo que dizia que a Dilma
>> ia
>> assinar um documento contra a União Civil Gay (o que não aparecia no
>> próprio
>> corpo da notícia) para posar de “ liberal” e dizer que era a favor dessa
>> união.
>>
>> Ontem, a polícia federal entrou numa gráfica que imprimia mais de 2
>> milhões
>> de panfletos que acusavam a Dilma de “aborteira”, falsamente assinados
>> pela
>> CNBB, mas feitos por ordem de um bispo ( com dinheiro de quem?). Enquanto
>> isso Serra e Tasso Jereissati ( que acaba de ser derrotado na eleição para
>> senador) iam a uma missa no Ceará onde panfletos semelhantes eram
>> distribuídos ( neste caso diziam que a Dilma era “ aborteira”, que tinha
>> ligações com as Farcs, era corrupta etc e tal). Um padre se indignou,
>> disse
>> aos fiéis que aqueles panfletos não tinham nada a ver com a igreja e com
>> aquela celebração ( que era para São Francisco…). Jereissati então começou
>> a
>> ofender o padre, chamou o de “padre petista” e militantes do PSDB foram
>> atrás do religioso que teve que sair da igreja protegido.
>>
>> Quando Lula reclamou dos ataques que Dilma tem sofrido da imprensa, quando
>> disse que esta age como partido político e que tem candidato, mas se
>> apresenta como “imparcial”, foi acusado de ser “contra a liberdade de
>> imprensa”. Por outro lado ninguém viu no jornal Nacional, nem no Globo,
>> nem
>> na Veja (uma pequena nota na FSP), que Serra mandou desligar a câmera numa
>> entrevista para a jornalista Marcia Peltier, dizendo que aquele tipo de
>> pergunta não respondia, que ia embora e era para fingir que ele não tinha
>> estado ali. As imagens do Serra fazendo isso foram entregues ao próprio
>> pela
>> direção da CNT ( que vergonhoso gesto para um jornalista…), mas o áudio,
>> gravado no celular de um outro jornalista que estava na platéia, está na
>> rede.
>>
>> Imaginem se fosse a Dilma que tivesse mandado desligar a câmera? Íamos ver
>> as imagens repetidamente no Jornal Nacional e similares durante dias.
>> Dilma
>> é então acusada de ser uma “ameaça a liberdade de imprensa” por aqueles
>> que
>> censuram, manipulam e até inventam fatos contra a sua campanha. O fascismo
>> sempre agiu assim, acusa os outros do que está fazendo. Goebels, como
>> vimos,
>> pousou de vítima dos judeus e comunistas que estava exterminando.
>>
>> Dilma também foi acusada, no início da campanha, de “mandar preparar
>> dossiês
>> contra Serra e a sua família”: dossiês que ninguém leu. Enquanto isso os
>> que
>> fizeram essa acusação despejam um dossiê gigante e ininterrupto de
>> calúnias
>> contra ela. A tática de propaganda fascista é esta da confusão, da
>> acusação,
>> da repetição de uma mentira sistemática até virar verdade, da demonização
>> e
>> escolha de bodes espiatórios. O fascismo é violento não apenas porque
>> mente
>> e cassa a palavra das pessoas ( como houve com Maria Rita Kehl, demitida
>> do
>> Estadão apenas por ter escrito que a elite brasileira não admite que os
>> votos dos pobres tenham o mesmo peso que os dela); é mais do que isso: o
>> fascismo usa uma estratégia de afetos de medo e ódio, disseminando-os de
>> forma que cada uma das pessoas se torna não apenas vítima, mas agentes
>> mesmo
>> deste afetos: é uma mobilização política que passa por dentro dos corpos,
>> dos desejos, do sistema nervoso das pessoas, e ganha essa dimensão macro
>> porque é antes micropolítica. Fascismo não é apenas proibir as pessoas de
>> dizer ou fazer algo, fascismo é forçá-las a falar e fazer algo.
>>
>> Cada uma das grandes corporações de comunicação do país, onde predominam 4
>> ou 5 famílias oligárquicas ( os Marinhos, os Frias, Os Mesquita, os
>> Civita…)
>> foi fundamental na mobilização entre as classe médias e as elites que
>> levou
>> ao golpe militar de 64, com uma estratégia muito semelhante a usada hoje
>> pela campanha Serra. A exceção é a não menos proto fascista revista Veja,
>> simplesmente porque não existia na época. Estes grupos cresceram e se
>> solidificaram no Regime Militar, enquanto os que se opunham ao Regime
>> desapareceram ( por exemplo o “Ultima Hora”, e também o “ Correio da
>> Manhã”
>> que chegou a apoiar o golpe mas começou a fazer oposição aos militares
>> logo
>> depois). Ainda nesta tática de confusão da propaganda, estas corporações
>> de
>> comunicação apresentam-se como grandes vítimas da ditadura. De fato, a
>> partir do final de 68, no AI-5, instalaram-se nas redações censores
>> oficiais
>> do regime. Mas antes, nos primeiros quatro anos que se seguiram ao golpe
>> que
>> ajudaram a promover (entre 64 e 68), cada um desses “veículos de
>> comunicação” apoiava e promovia a onda de prisões e cassações que
>> acontecia
>> entre líderes políticos, sindicais, professores (expulsos das
>> universidades)
>> e assim por diante . As organizações Globo, como sabemos, foi mais longe
>> de
>> todas: de 1966 até o início dos anos 80 lia um editorial todo dia 31 de
>> março no Jornal Nacional relembrando e apoiando a “ os ideais da revolução
>> de 64” .
>>
>> É esta gente e esta estratégia que quer derrotar a qualquer preço a
>> candidata Dilma Roussef
>>
>> E aqui talvez para não abusar do leitor, eu deveria encerrar meu texto.
>> Mas
>> não consigo não acrescentar mais um parágrafo para falar do quanto o golpe
>> de 64 teve a ver com o ódio e o medo que causava nas elites a participação
>> de trabalhadores na política que na época crescia a cada ano (o discurso
>> da
>> “ameaça da república sindical” repetido por Serra agora), de como o Brasil
>> começava a se democratizar e os sindicatos conseguiam alguns ganhos para
>> os
>> trabalhadores, do fato do problema de origem escravocrata da concentração
>> da
>> terra ( e das relações de trabalho) ter sido colocado em questão pelas
>> ligas
>> camponesas e como Jango foi acusado de “comunista” por ensaiar um tímida
>> reformas agrária, e de como Paulo Freire (um dos primeiros intelectuais
>> presos depois do golpe) sofreu a mesma acusação por liderar um programa
>> que
>> alfabetizou 400 mil pessoas em Pernambuco, e assim por diante. E o mais
>> notável: como que nos anos de grande crescimento econômico do regime
>> militar
>> a miséria do país só aumentou? Como o Brasil terminou este período como a
>> nação industrializada mais desigual do mundo?
>>
>> Não dá para separar a violência política do regime militar da violência do
>> modelo econômico. Assim como não dá para separar a violência contra a
>> candidatura Dilma da violência contra os pobres; e também da violência
>> contra as mulheres; a propósito foi no governo Lula que foi criada e
>> aprovada a lei Maria de Penha.
>>
>> Não há neutralidade possível nas eleições do dia 31 de outubro para quem
>> busca um Brasil mais justo, solidário e democrático.
>>
>> --
>> Você está recebendo esta mensagem pois está inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Você está recebendo esta mensagem pois está inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Você está recebendo esta mensagem pois está inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>>
>> --
>> Você está recebendo esta mensagem pois está inscrito no Google Groups
>> "ISJ-anos80".
>> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
>> Para retirar-se deste grupo envie um email para
>> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
> --
> Você está recebendo esta mensagem pois está inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
>
> --
> Você está recebendo esta mensagem pois está inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
> --
> Você está recebendo esta mensagem pois está inscrito no Google Groups
> "ISJ-anos80".
> Para enviar mensagem ao grupo utilize o email: IS...@googlegroups.com
> Para retirar-se deste grupo envie um email para
> ISJ80-un...@googlegroups.com
>
>
> --
> Você está recebendo esta mensagem pois está inscrito no Google Groups