Qualquer pessoa pode editar um livro: basta formatá-lo, procurar uma editora que aceite livros pagos pelo autor, e pagar de 4 a 10 mil pratas. Mas agora tem coisa melhor, que, na minha impressão, vai dominar o mercado: book on demand, a custo inicial zero. Os livros são feitos à medida em que encomendados, e a um preço unitário baixo.
Publiquei uns vinte e cinco livros usando editoras comerciais, mas tenho muito original na gaveta, semipronto. Em geral textos para nchos do mercado, ou coisa que só interessa a pouca gente.Meu filho Pedro sugeriu que tentasse a Lulu:
e já botei lá três livros - e incentivo todo mundo com originais na gaveta, a fazê-lo:
1) Livro sobre a história dos Cavalcantis no Brasil. Só interessa a gente da família, com certeza, e a uns poucos historiadores e antropólogos. Quem quiser olhar:
2) Livro sobre a possibilidade de uma família histórica do norte de Portugal, a família da Maia, descender de Maomé (noto que 99% da população do Brasil, usando-se um argumento demográfico, descende dos senhores da Maia; explicito isso no livro):
3) Um texto técnico: o algoritmo Coppe-Cosenza, usado para resolver de modo aproximado os chamados problemas de alocação (p.e., distribuição eficiente de serviços no espaço urbano). Esse algoritmo foi recentemente usado no estudo da distribuição de fábricas de biodiesel no Brasil: