Nós que aqui estamos por vós esperamos

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Mar 1, 2013, 8:01:42 PM3/1/13
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Comentar o filme visto em sala de aula.

Pedro Lazaro Agostinho dos Santos

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Mar 1, 2013, 8:12:12 PM3/1/13
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Um tanto quanto inusitada, a obra demonstra claramente sua peculiaridade por meio de sua narrativa enxuta e entrelaçada em pequenos textos, em imagens-chaves, em cenas curtas. Tudo isso com grandessíssimo conteúdo histórico. Seja ele referente a maus momentos da humanidade ou a pequenos pontos de esperança, que deixaram sua marca na linha do tempo do homem aqui na Terra. As mensagens desse filme não se restringem a críticas implícitas às várias inconsequências que já aconteceram no decorrer da história. Elas contêm além disso, um forte teor existencialista, que questiona o motivo dos fatos ao mesmo tempo que suas importâncias diante da efemeridade alicerçada ao próprio tempo.
Ao meu ver, diante do que foi exposto no filme, a existência de cada pessoa que já passou pela vida é algo muito passageiro e muitíssimas vezes sem sentido. Muitas pessoas nasceram, viveram, e morreram jovens em guerras. (Suas vidas valeram a pena? O motivo das guerras realmente justificava tantas vidas sendo jogadas fora?). Já outras sofreram crueldades impensáveis para nós, e morreram sem completar sequer três décadas de vida. Outras, ainda, viveram em função absoluta de uma rotina de trabalho intensa sem ao menos gostarem do ofício.
Pois é. Trabalho. Nação. Injustiças. Esses foram, por muito tempo, os principais motivos pelos quais a vida de milhões de pessoas eram consumidas. E é em cima de todo o esforço, sofrimento, suor, erros, e garra desse quantitativo de gente que a sociedade de hoje está estabelecida. E o análogo acontecerá com as próximas gerações diante de nós, que aqui estamos (sendo aguardados por aqueles que nos serviram de base). Sob quais motivos, então, estamos nós a consumir nossas vidas
Um dos questionamentos implícitos que pude extrair do filme: o que será que faz a vida valer a pena? Ou melhor, apenas viver já vale a pena? A efemeridade inerente ao tempo, a morte inevitável, os inúmeros problemas e dificuldades da vida... tudo isso poderia me fazer pensar que não vale a pena buscar felicidade ou que não há motivo em enfrentar problemas, procurar solucioná-los, ou, ainda, que apenas o que importa é diversão, prazer e coisas do tipo. Enfim. Poderia.

Eduardo Cintra Simoes

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Mar 4, 2013, 4:44:12 PM3/4/13
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O filme tem como objetivo falar sobre diversos aspectos do Século XX, utilizando um método não muito comum, ele mostra filmagens e imagens da época, junto com frases de grandes pensadores (como Freud). Sem depender do som, tendo que o único som do filme é uma música (um pouco quanto tediosa, para falar a verdade). Mesmo falando do passado, ele nos faz refletir sobre o rumo que a sociedade tomou e o que é realmente importante.

Esse filme divide-se em tópicos de assuntos diferentes sobre o Século XX, sempre terminando num cemitério (que representa a efemeridade da vida e que tudo chega a um fim). Entre os tópicos apresentados pelo filme, existem tópicos que falam de coisas positivas que aconteceram no século, como as conquistas trabalhistas (como expedientes de 8 horas), e outros que falavam de verdadeiras tragédias, como os ditadores e as guerras que ocorreram.  Ele também mostra a história de pessoas comuns, que não fizeram grandes feitos, mas representam o povo da época.

Um dos tópicos se volta mais a relação entre a Sociedade e a Tecnologia (e consequentemente é mais interessante para essa cadeira de Informática e Sociedade) é o que fala sobre o avanço tecnológico que ocorreu no século XX. Como o primeiro carro à combustão fabricado em série (o Ford T) entre outras tecnologias que estavam surgindo. Avanço fundamental para que a tecnologia chegasse no que se tem na atualidade.

Lucas Felix Lima Barbosa

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Mar 4, 2013, 5:33:19 PM3/4/13
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         O  filme foi de fundamental importância, até do ponto de vista para o nosso curso,
pois mesmo sem som e nem diálogos como em filmes comuns, apenas com imagens
e vídeos históricos, foi passado todo o contexto sobre a grande evolução da sociedade
em torno dos dois últimos séculos!
          Retratando desde a revolução industrial como os avanços tecnológicos, até as grandes
manifestações que aconteceram durante esse pouco intervalo de tempo, manifestações essas,
que pôde dar ao mundo um novo rumo e direção, uma sociedade totalmente mudada mediante ao
tradicionalismo que vinha seguido de anos!
          Em poucas horas de filme, podemos notar em pouco tempo todos os tipos de acontecimentos
que foram e são essenciais até hoje para toda e qualquer forma de vida. Mudanças que aconteceram e
refletem até hoje, tanto para o bem humano como para o próprio malefício de todos!
          Em resumo, o filme passado em sala, pôde mudar em relação a mim, vários pontos de vistas que eu tinha,
e até mesmo paradigmas que puderam ser quebrados mediante esses acontecimentos!

Silvio Heverton Campelo de Santana

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Mar 11, 2013, 12:00:32 PM3/11/13
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Apesar de ser um filme com uma dinâmica, no mínimo, incomum, o filme foi muito interessante e reflexivo. A maneira como ele mostra fatos do século XX, através de grandes e pequenos personagens, com frases conhecidas de grande autoria e frases de pessoas comuns mas da mesma forma impactantes, me fez pensar sobre o papel de cada um neste mundo. Logicamente, o filme está longe de responder a grande pergunta "Quem somos e para onde vamos?" e nem tem essa intenção na verdade, mas mostra de forma emocionante, aqui trato emocionante em seu sentido mais puro, o papel de cada indivíduo na história.
No decorrer do filme, de forma sutil e subconciente fui percebendo que eu estou fazendo história, nós estamos fazendo história. A história não foi feita pelos grandes persongens dos livros academicos, mas sim por nossos avós e bisavós. Cada vitória e derrota minha, ficará marcada na história. Lembradas por muitos, por poucos ou por ninguém. Mas é história.

Silvio Santana

Arthur Rodrigues Moreno

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Mar 12, 2013, 2:08:55 AM3/12/13
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O filme passa por vários tópicos importantes que aconteceram durante o seculo XX, porém o filme expõe os fatos de forma chocante e marcante, muitas vezes com musicas e imagens chocantes, muitas partes do filme tratam de tragedias como as guerras e os traumas e problemas que essas causaram. Apesar disso o filme também mostra conquistas cientificas e de caráter acadêmico, como por exemplo frases de Sigmund Freud.
Outro fato que me intrigou foi uma carta que um soldado kamikaze escreveu para sua família, na qual ele descreve seus pensamentos sobre a guerra e o que motivou ele a cometer tal ato de suicídio.
O filme é muito bom pelo fato de conseguir tratar vários assuntos em tão pouco tempo de forma dinâmica.

Renato Quirino de Albuquerque

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Mar 12, 2013, 2:35:35 AM3/12/13
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Filme inusitado, de cenas únicas que retratam a memória do século XX.
O filme mostrou, com suas imagens, os acontecimentos mais importantes
e impactantes da época.
Abordando assuntos importantes e persistentes tais como as guerras,
processo de industrialização, evolução das formas de comunicação,
arte, religião, ressaltou alguns rostos e nomes famosos: artistas,
cientistas, intelectuais, líderes políticos, etc.
Por fim, um desfecho impactante, um cemitério é filmado em cores e na
entrada do cemitério surge a seguinte frase: “Nós que aqui estamos,
por vós esperamos”.
O filme me despertou algumas perguntas interessantes: como serão os
próximos séculos da humanidade? Qual o benefício real de toda
experiencia passada através da história que serve de artifício para os
séculos que estão por vir?

Jefferson Ramos Lucas dos Anjos

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Mar 12, 2013, 2:39:53 AM3/12/13
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Achei um filme muito bom pois é um filme que fala de memória e, portanto, de identidade. Um filme que mostra que somos todos plateia e atores, que a história do mundo é feita das histórias dos outros e da nossa própria história, que o ser humano só existe com os outros e que, por outro lado, o coletivo só faz sentido quando cada pessoa tem a sua individualidade. Um filme que fala de diversidade, diferença e alteridade, e das consequências da intolerância e indiferença de seres humanos diante de outros seres humanos. Uma obra que fala de relações de poder – de tiranos, dominados, líderes, e inocentes, traçando um panorama de identidades e diferenças cultural, social e economicamente estabelecidas durante toda uma época. Por tudo isso, diria que é uma obra POLÍTICA.

Nós que aqui estamos, por vós esperamos tenta traçar o perfil, a identidade do homem do século XX, buscando mostrar seu papel na construção de identidades futuras e sua falta de consideração em relação às identidades e diferenças individuais de sua época. Esse filme me recordou e trouxe de volta a vivência de uma mania antiga, que é a de andar pelas ruas (a pé, de carro ou de ônibus) observando as janelas das casas e edifícios, imaginando quem vive ali, que pessoa ou família, com que hábitos, sonhos, alegrias ou tristezas, que mundo se organiza e se desenvolve ali, dentro de cada um daqueles espaços, por trás daquela infinidade de pequenos retângulos.

Otavio Rafael de Arruda Melo

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Mar 12, 2013, 9:24:29 AM3/12/13
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O documentário: “Nós que aqui estamos, por vós esperamos”, é uma memoria do século XX. O diretor dá uma volta ao mundo passando por guerras, dirigindo o olhar para a consequente banalização da vida e da morte. Aborda a industrialização do mundo - ou das partes que passaram pelo processo de modernização industrial - trata da alienação dos trabalhadores que se transformaram em peças da engrenagem capitalista. Mostra regimes totalitários, religiões, em suma, humaniza e contextualiza a história do século passado. Relembra a queda do Muro de Berlim, a violenta Revolução Cultural na China dos anos 70, sob os pés de Mão Tsé-Tung; a extração aurífera em Serra Pelada, no Brasil; a quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929, e o inevitável desemprego da população, a fome, a perda da dignidade e a inutilidade dos diplomas dos letrados da época. A dissipação de famílias e sonhos nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, devastadas pelas bombas atômicas; cita intelectuais, cientistas, escritores subversivos que tiveram seus livros queimados em praça pública por soldados nazistas. A solidão e a injustiça das guerras. Traumas, humilhações, desespero, protestos, suicídios e ilusões. O filme é todo exibido em preto e branco e no fim um cemitério é filmado em cores. No portal a frase: “Nós que aqui estamos, por vós esperamos” deixa ao espectador perguntas e respostas que só a linguagem cinematográfica é capaz de produzir.

Gedson Santos de Melo

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Mar 12, 2013, 9:38:55 AM3/12/13
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Sensível e ponderado o seu modo de jogar com as perspectivas de gentes
simples e anônimas, nascidas no torvelinho das grandes transformações,
dragadas pelas engrenagens dos gigantescos complexos industriais, as
linhas de montagem, o lazer massificado, a publicidade, os apelos do
consumo, as alegrias da dança e do corpo liberado, os rigores trágicos
das crises e da guerra. Dando nome a essas criaturas minúsculas, ele
ao mesmo tempo devolve o quinhão de humanidade que lhes foi negado,
como destaca o modo pelo qual a dinâmica social opera através da
modulação dos comportamentos, a rotinização do cotidiano e a
galvanização das mentes.
Um bom filme.

Bruno Jorge Nogueira Batista

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Mar 12, 2013, 4:19:20 PM3/12/13
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O filme mostra o conjuntos de acontecimento do século passado, como a história foi produzida pelos homens e como evolui até os tempos atuais.  Notabilizou-se pelos inúmeros avanços tecnológicos, conquistas da civilização e reviravoltas em relação ao poder. No entanto, esses anos  podem ser descritos como a "época dos grandes massacres", já que nunca se matou tanto como nos conflitos ocorridos no período.  Em muitos países da Europa e da Ásia, o século XX também foi largamente apelidado de "Século Sangrento". E na área tecnológica sem dúvida os principais avanços foram a máquina de turing e a internet, que propiciaram um grande avanço na área tecnológica atual. E nos próximos séculos da humanidade espera-se que as evoluções ocorram para o bem de todos e com menos guerras.

Eder Roberto Almeida Quesado e Santana

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Mar 12, 2013, 6:37:28 PM3/12/13
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  O documentário não segue uma ordem cronológica de acontecimentos, nem possui atores ou narrador. O diretor quis seguir um roteiro por grupos de importância(eu acho), apresentando frases de impacto com imagens igualmente impactantes. Nos primeiros minutos, apresenta estudiosos como Freud com sua psicanálise, e Einstein com sua física; apresenta também algumas mudanças e descobertas do século como a máquina fotográfica, a industrialização, a inserção da mulher no mercado de trabalho, o metrô, o telefone.
  Por fim, pode-se concluir que existem muitos aspectos positivos advindos do século XX derivados entre outras coisas pelo avanço da ciência e da tecnologia. Por outro lado há a proliferação do consumismo e da permissividade, informações não informativas que vão aos poucos gerando indivíduos imaturos, caracterizados pela desorientação, pela inversão de valores e vazio espiritual, pela descrença, pelo pessimismo, pelo falta de compromisso. Diante de tal perspectiva cresce a ansiedade carregada de incertezas e de maus presságios. O homem busca ser feliz, mas nessa sede por encontrar a felicidade acaba se apegando ao efêmero. A forma mais concreta do homem completar este vazio é recuperando seus referenciais, seus valores existenciais, sua fé, seu lado espiritual e o respeito por si e pelos seus semelhantes.

Ivson de Assis Cavalcanti

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Mar 12, 2013, 6:52:02 PM3/12/13
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A  tentativa frustrada de uma coisa que era pra ser um filme simplesmente  sai pegando imagens e vídeos  antigos (uns nem tanto) e  atirando-as na tela  sem nenhum tipo de critério e nem seguindo ordem cronológica nenhuma.  Qual  o proposito de colocar a foto de ditadores, físicos, guerrilheiros e afins com efeito de deformação girando na tela durante um longo período de tempo? Isso sem acrescentar nenhum tipo de informação proveitosa  tornando e levando a determinação do possível espectador a prova! Se a intenção foi causar tédio e asco de mim particularmente “filme” conseguiu. Pra piorar isso tudo embalado por canções ensurdecedoras  com  mulheres(homens vai saber)  chorando/piando  tirando a atenção  do verdadeiro foco do “filme” que ainda acho que possa existir algum.  Acredito que 1 minuto do filme que foi exibido posteriormente foi bem mais proveitoso do que aquilo.

Enfim. Espero que não seja prejudicado pelo meu excesso de franqueza.

Tiago Paula e Silva de Holanda Cavalcan

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Mar 14, 2013, 1:37:36 AM3/14/13
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  O filme apenas joga imagens aleatórias na tela de várias pessoas realizando diversas tarefas. Todas no século passado. E conclui com imagens de um cemitério, como se quisesse dizer que essas pessoas estão esperando por nós. O problema é que esse filme não tem nenhuma linha de pensamento, apenas fica jogando as imagens. O que se é pra achar de um filme desses? Eu definitivamente não gostei. Se torna bastante entediante, pois é algo que não lhe leva a canto algum.

Airton Ferreira Sampaio Sidrim

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Mar 14, 2013, 9:28:12 AM3/14/13
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       Com imagens de arquivos, o filme faz uma retrospectiva das principais mudanças que marcaram o século XX, retratando tanto os personages que entraram para história, como homens comuns que em seu cotidiano também fizeram a história desse século. os artistas expressam a igualdade entre os sexos, que é exaltada e passa a ser valorizada. Em uma ordem não cronológica a vida de homens,que ajudaram a construir a historia, e seus sonhos são contados em pequenos trechos.

       Em síntese o filme mostra como em apenas um século ouveram diversas mudanças, tanto na sociedade como no meio em que vivemos, fazendo com que valorizemos todas as conquistas atuais. 

Pedro Crivellare Gomes Bandeira de Melo

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Mar 14, 2013, 1:49:47 PM3/14/13
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Não me acho capaz de falar muito sobre esse filme, pois não consegui prestar muita atenção nele, achei o filme um pouco "indigesto", e então fiquei me perguntando como iria fazer essa atividade, pois bem resolvi ler algumas criticas feitas ao filme e achei uma bastante interessante, ela me mostrou muitas coisas que só consegui ver no filme depois que li essa critica, gostaria de citar algumas partes que me chamaram atenção: 

"Trata-se de um filme que traz uma ótica diferente do século XX, no qual, através de personagens anônimos são reconstruídos os grandes acontecimentos."
"
é um filme um tanto quanto indigesto pra quem não está espontaneamente aberto a recebê-lo (leia-se, alunos de uma faculdade de exatas, todos com sono..."
"Os sinais da modernidade são claros, e esta modernidade é reconstruída de maneira mais humana, através de personagens reais. Nesse ponto do filme, dá para enxergar um certo protesto contra a maquinização do homem. Uma forma de mostrar que apesar da sua alienação e do individualismo, ainda sim são os homens que fazem a história."
"O tempo escraviza o homem, as pessoas não têm mais tempo para as relações pessoais, seja com vizinho ou companheiro de trabalho, as relações humanas cada vez mais frágeis. “O homem cria as ferramentas, e as ferramentas recriam o homem”. A dependência da máquina, chega ao ponto que o mundo não poderia mais funcionar sem elas."
"O ideal de vida é o mesmo para todos, o “ter” se confunde com o “ser”. McDonalds, eletrodomésticos, o carro, a casa, resumem os ideais de vida da sociedade."
"
Nós aqui estamos, por vós esperamos, titulo este retirado de um cemitério, penso que veio pra, no fundo, mostrar que por mais que sejam nossas diferenças no Mundo, a morte vem pra nos igualar. Perante ela, acabaremos todos iguais: embaixo de um túmulo, ricos e pobres, famosos e desconhecidos, grandes líderes e pequenos guerreiros..."
 
Estou colocando o link da critica aqui em baixo pra quem quiser ler ela toda:

http://psigeral.blogspot.com.br/2009/06/resenha-do-documentario-nos-que-aqui.html

Heitor Fonseca de Araujo

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Mar 15, 2013, 1:47:50 AM3/15/13
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O filme é uma construção muito mais visual do que retórica. Além dos personagens que mudaram o curso do século XX estão também pessoas comuns e suas histórias de vida e morte. Foi uma época construída em cima de desenvolvimento, tecnologia, industrialização e muitos sacrifícios e o principal objetivo do "filme" foi nos mostrar isso.

Klaiton Pereira dos Anjos

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Mar 17, 2013, 1:50:40 PM3/17/13
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"Nós que aqui estamos por vós esperamos" retrata com conteúdo histórico, artistico, psicológio, a vida do ser humano que independente de quê, terá seu fim a morte. Então o que difere cada ser é o que ele fez em vida. 
Relata as evoluções das sociedades, do século XX que tanto ajudou quanto atrapalhou a vida do homem. Ajudou a modernizar, com máquinas melhores, televisores, eletrodomésticos, carros, luz elétrica, aspirina, mas ao mesmo tempo conseguiu nos 'alienar'. O homem busca a felicidade, mas com os confortos, meias informações, conformidades, permissividade, vê ela (sem perceber) ficando mais distante. Estamos gerando (e nos tornando) indivíduos imaturos, caracterizados pela desorientação, inversão de valores e vazio espiritual (vide músicas atuais), descrença e principalmente falta de compromisso!

Ainda no tema da revolução industrial, o filme mostra (a melhor parte pra mim) um operário da fábrica da Ford que ajudou a construir milhares de carros. Mas nunca teve o seu. :s

O filme mostra as guerras da forma do quão foram prejudiciais as pessoas que lutarem realmente, como se sacrificaram talvez em vão.
Mostra ainda a revolução das mulheres, passando a tomar mais espaço na sociedade.

Por fim, pra mim, o filme (muito bom por sinal) faz simplesmente um resumo da história moderna do homem. O que fizemos, o que está acontecendo por causa disso e (talvez) pra onde vamos.

Rebeca Vasconcelos de Sa Alencar

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Mar 17, 2013, 3:18:33 PM3/17/13
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O filme trata sobre as mudanças da sociedade no século XX.Fala sobre as conquistas das mulheres,as guerras,as comidas,cultura,mostra o desenvolvimento da comunicação,em suma ele mostra os principais acontecimentos do século XX.
Muitos estão criticando a trilha sonora,mas acho que é ela que nos faz "viajar" e "relaxar" para absorver o filme e  tentar interpretar o que esta sendo passado e o que você concorda ou discorda.

Maria de Lourdes de Barros Reis

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Mar 17, 2013, 5:42:31 PM3/17/13
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O filme traz memórias do século XX e traz uma  volta ao mundo no seu contexto histórico, econômico e cultural, contando com efeitos que exprimem uma mescla impactante de imagens, ideias, fatos, sonhos e sons. Ele tem por objetivo mostrar oscilações e constatações da época em um ritmo vertiginoso. Busca por desenvolvimento, aperfeiçoamento, rapidez. Crescimento do poder, da cultura. Mais conhecimento, mais evolução, mais conflitos, mais mortes. O filme relata o quanto somos capazes de proporcionar ao mundo um futuro, o quanto podemos nos empenhar, por mais 'pequenos' que sejamos,  para fazer parte da história. Desde operários à cientistas ou ditadores. Desde mulheres. Todos tem seu potencial, todos fazem parte da história. Uns de uma história mais importante, outros nem tanto, mas todos estão lá, eternizados. E agora, esperando pelos outros. Por nós. Com seu teor reflexivo, o documentário traduz a importância do século XX e suas recompensas pra o mundo atual.

David Wilson de Farias Santos

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Mar 18, 2013, 11:32:04 PM3/18/13
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Mais do que um documentário, é um filme memória. Uma radiografia do século XX. Com imagens de arquivos e com pequenas frases. Há cenas chocantes, há cenas tocantes.

O filme mostra o criador e criatura. Traça um paralelo entre as invenções, criações, fatos, feitos com os desejos, sonhos, aspirações, desvarios daqueles que as realizaram… Como também traz alguns anônimos que vivenciaram os períodos mostrados. O tempo é calcado num tema específico. Ele não faz uma sequência por datas.

Abordando a transitoriedade, a nossa efemeridade, num convite a reflexão. Como já citei, com imagens, frases e música, ele mexe conosco de um jeito ou de outro. Há cenas que embrulham o estômago. Outras que emocionam. Os desejos de poucos interferindo em muitos. As invenções sendo usadas tanto para o engrandecimento, como para o empobrecimento da humanidade.

David Wilson

Yago Zacarias Gomes Coutinho Ribeiro

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Mar 18, 2013, 11:33:52 PM3/18/13
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Lançado no Brasil em 1999, o documentário “Nós que aqui estamos por vós esperamos” é uma memória do século XX. Com uma fusão de imagens de arquivos, fragmentos de outros documentários e algumas obras clássicas do cinema, o autor faz uma retrospectiva das principais mudanças que marcaram o século passado, retratando as pessoas que entraram para história, como também, as pessoas que no seu dia-a-dia fizeram parte do século XX.

Uma verdadeira volta ao mundo no seu contexto histórico social, político, econômico e cultural desse período. A humanidade passando por grandes transformações, os artistas expressando a igualdade entre os sexos que posteriormente é valorizada, as religiões como forma de buscar a Deus, que ainda hoje, parece continuar distante da maior parte da sociedade.

A sociedade e suas guerras, as milhares de mortes provocadas por chefes de estados, como: Hitler, Mussolini, Stalin, Pol Port, Franco, Pinochet, entre outros. Mortes motivadas pela ganância. A solidão e as injustiças das guerras, com suas conseqüências de traumas, humilhações, desesperos, protestos, suicídios e ilusões.

As mulheres conseguindo sua independência, a inserção dela no mercado de trabalho, a mudança na forma de se vestir, passando a usar mini-saias, os maiôs cada vez mais curtos, o consumo de álcool, de cigarro e a sua conquista na vida política e na guerra. A mulher modificando seu papel social, deixando de ser apenas dona de casa.

 

Saulo Jose de Albuquerque Silva

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Mar 19, 2013, 6:55:36 PM3/19/13
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O documentário não segue uma ordem cronológica de acontecimentos, nem possui atores ou narrador. O diretor quis seguir um roteiro por grupos de importância, apresentando frases de impacto com imagens igualmente impactantes.

O documentário retrata ainda, as Guerras, este relato vem com imagens bastante chocantes, com partes do corpo humano mutiladas, bem como outros horrores da guerra.

Outra parte do documentário é dedicada às mulheres, os feitos e suas respectivas autoras: a ousadia do maiô; a mulher fumando seu primeiro cigarro em público; a conquista do direito ao voto; os sutiãs queimados em praça pública; o surgimento da mini-saia; a mulher escritora, estilista, trabalhadora.

Este documentário é antigo mas seu contexto ainda é muito propício para os dias atuais, além disso, é multidisciplinar, pois aborda conhecimento de varias áreas.

Ihago Henrique Lucena e Silva

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Mar 20, 2013, 5:33:14 PM3/20/13
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Produzido com imagens em preto e branco, (imagens com a foto de alguém e um pequeno texto/citação, que hoje até parecem retiradas da internet e redes sociais), partes de obras clássicas do cinema e de documentários, “Nós que aqui Estamos por Vós Esperamos” nem aparenta ser a obra artística bem produzida que realmente é. Trata-se um filme que, basicamente, faz uma retrospectiva de passagens do século XX sobre um fascinante ponto de vista: o filme mostra as passagens levando o público a perceber o quão vergonhoso são os seres humanos, e ao mesmo tempo, o amor e a esperança que pode existir neles. De certa forma o filme mostra uma banalização da vida com o intuito de levar o público a valorizá-la. 


Também é impressionante o fato do diretor retratar, de uma forma sensível, não só os grandes e mais conhecidos personagens da história, mas também, pessoas simples e anônimas que também fizeram história ou fizeram parte da história, mas não tiveram o seu destaque ou mérito.




Marcilio Alves de Melo Sobrinho

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Apr 7, 2013, 11:35:07 AM4/7/13
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O título Nós que aqui estamos, por vós esperamos vem com a mensagem embutida durante o filme, de que a morte é inevitável, mas o que vale são os feitos durante a vida. Esses foram relembrados por Masagão em quase uma hora de retratos, cenas e imagens, envolvendo homens e mulheres comuns quanto ilustres, que fizeram história durante o século XX. Concordo em parte com a posição defendida pelo filme. Prefiro pensar que amar é o que vale na vida! Vou soltar minhas asas. Enfim, é a vida, temos que encará-la com firmeza.

Ary Guedes Lins

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Apr 11, 2013, 1:41:29 PM4/11/13
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O filme demonstra a evolução da sociedade em geral com o advento das invenções modernas, telefone, energia elétrica, rádio. Trabalhadores se tornando meras peças do sistema capitalista, o crescimento da participação da mulher na sociedade moderna, e fatos da história em geral, como guerras, os regimes totalitários, revolução cultural na china, fala também bastante sobre religião. Penso Marcelo Masagão fez uma bela obra prima, com poucos recursos diga-se de passagem, que serve para uma profunda reflexão, e que em seu fecho nos deixa com mais questionamentos do que respostas propriamente ditas. E ainda mais, possui um belo título, "Nós que aqui estamos por vós esperamos", que lembra que lembra da brevidade das nossas vidas, remetendo a todos que já passaram e que esperam no mesmo lugar que estão agora, nas páginas da história.

Luiz de Lima Souza

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Apr 11, 2013, 1:47:13 PM4/11/13
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O filme do diretor Marcelo Masagão, tem por objetivo mostrar a banalização da morte. O seu título ''Nós que aqui estamos por vós esperamos'' pertence ao portico de um cemitério que fica numa cidade do interior de são paulo. O filme é composto basicamente de imagens de pessoas "comuns", que já faleceram. Mas apesar de não serem famosas e nem idolatradas, essas pessoas tiveram alguma importância no desenvolvimento da sociedade. Isso nos faz pensar se vale realmente tanto esforço, dedicação e seriedade durante a vida. Uma vez que, após a morte provavelmente poucos ou nenhum de nós serão lembrado depois de alguns anos. Essa triste realidade me faz achar que devemos viver nossa vida tentando ao máximo fazer sempre o que gostamos, pois se vivermos uma vida somente de compromissos e obrigações, quando chegar a invevitável hora da partida só teremos lamentações por não ter aproveitado enquanto podíamos.

Gabriel Wanderley Albuquerque Silva

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Apr 11, 2013, 1:53:35 PM4/11/13
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O documentário tenta mostrar por imagens marcantes e friamente articuladas, a história da evolução humana e como esse tipo de "evolução" interferiu diretamente no cotidiano, deixando indivíduos cada vez menos individuais, se tornando uma massa impensante e sujeita às atribuições do mundo moderno.
O diretor do filme acabou abandonado essa visão generalista, impessoal, do mundo que temos hoje, e acabou frizando o individual. O documentário foca nas contradições que o ser humano tem com ele mesmo. Acaba mostrando isso atravez de várias eventualidades importantes da história da humanidade. Tais como a queda do muro de Berlim, a revolução da China, a ditadura em vários países e até a extração do ouro aqui no Brasil. As imagens mostram mais do que apenas guerra. Elas mostram a luta do ser humano, principalmente da mulher, humilhado, maltratado e subordinado pela sociedade. Uma luta para a liberdade e pela igualdade. A fim de chocar ainda mais o espectador, o documentário mostra várias cenas de nudez, expressando a igualdade entre os dois sexos. Tudo isso é relatado em grandes e impactantes imagens em preto e branco, espelhando a frieza com a qual tudo isso é levado.

Rafael Jose da Silva

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Apr 23, 2013, 9:57:34 PM4/23/13
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achei bastante interessante o video pois relata a cultura do seculo passado tendo em vista a grande evolução da tecnologia , relatando desde grandes eventos como  a revolução e industrial e o avanço tecnologica-cientifico até chegar aos dias de hoje , pois se hoje temos computadores de ultima geração e quipamentos antigamente só visto em ficção cientifica foi porque primeiro passamos pelos pilares de baixo até chegar a um patamar tão elevado cientificamente quanto hoje.
            sem falar no proprio avanço da filoficos e frases de efeito que fazem com que tenhamos uma certa reflexão sobre a propria sociedade , resumindo esse filme foi de grande interesse para nos da area de computação pois precisamos saber tanto da evolução tecnologica quanto sermos criticos.
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