Evangelho Cantado

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Carri Seargent

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Aug 3, 2024, 3:42:04 PM8/3/24
to inbumeci

Esse texto um trecho de um poema de Davi, escrito por ocasio da chegada da arca a Jerusalm, depois de ter sido capturada pelos filisteus e recuperada. Aps a primeira tentativa frustrada para transport-la, na qual morreu Uz, o rei Davi finalmente, ao agir de acordo com o ordenado por Deus, consegue trazer a arca para Jerusalm e coloc-la em uma tenda, at que fosse construdo o Templo que iria abrig-la.

A segunda razo nos lembra que servirmos a esse Deus motivo de imensa alegria. Por que? De onde provm essa alegria? Ela provm de que, quando rememoramos o que Deus tem feito por ns, ao falarmos ou cantarmos sobre isso para outras pessoas, fortalece-se em ns a certeza de que esse Deus nos ama, est no controle dos acontecimentos deste mundo e que, no tempo por Ele determinado, vir nos buscar para estarmos com Ele, em Sua presena, em um mundo completamente restaurado da mancha do pecado.

Porm, l no haver ensaio. No teremos tempo para treinar, no haver partituras para indicar a melodia, no haver correes a serem feitas. O ensaio para este grande evento agora. Ensaiar para aquele momento fazermos, em nossa vida diria, atravs da nossa conduta (e no apenas aos sbados ou em programaes especiais) aquilo o que o texto acima nos ensina: Proclamar louvando e tendo regozijo atravs do louvor.

Esse texto um trecho de um poema de Davi, escrito por ocasio da chegada da arca a Jerusalm. Aps a primeira tentativa frustrada para transport-la, o rei Davi finalmente consegue trazer a arca. Aqui Davi institui o ministrio musical levtico. E o primeiro cntico, composto para a primeira funo ministerial deste corpo recm-formado de msicos consagrados, inicia-se com as palavras destacadas acima.

A primeira razo aponta para nossa misso evangelstica. exaltando os feitos de Deus em nosso favor, que pregamos o verdadeiro Evangelho, que no se constitui de doutrinas, mas de fatos e aes de amor em favor do homem cado. esta a verdadeira pregao.

A segunda razo nos lembra que servirmos a esse Deus motivo de imensa alegria. De onde provm essa alegria? Ela provm de que, quando rememoramos o que Deus tem feito por ns, fortalece-se em ns a certeza de que esse Deus nos ama e que, no tempo por Ele determinado, vir nos buscar para estarmos com Ele.

Ao chegarmos ali nos ajuntaremos para cantar, como um grandioso coral, um cntico que nunca foi cantado antes: O Cntico de Moiss de do Cordeiro (Apocalipse 15:3-4). Este o cntico da nossa experincia de salvao; por isso os anjos e os seres dos mundos no cados nunca podero cant-lo (Apocalipse 14:3).

Porm, l no haver ensaio. Ensaiar para aquele momento fazermos, em nossa vida diria, atravs da nossa conduta (e no apenas aos sbados ou em programaes especiais) aquilo o que o texto acima nos ensina: Proclamar louvando e tendo regozijo atravs do louvor.

No novo programa da Netflix, Voices of Fire , o vencedor do Grammy Pharrell Williams e seu tio, o bispo Ezekiel Williams, imaginam um coro diversificado que atrair pessoas a Deus por meio da msica gospel. Enquanto fazem testes para encontrar talentos na cidade natal de Pharrell, Hampton Roads, Virgnia, eles testemunham como o evangelho cantado muda a vida de seus cantores.

Vejo que Deus tem abenoado e usado voc desde criana para compartilhar o evangelho primeiro por meio de canes e depois por meio de sermes. Como essa experincia o ajudou a levar um coro gospel no tradicional compreenso e apreciao necessrias para cantar msica gospel?

Uma das crticas ao desempenho do evangelho no sculo 21 que raramente se ouve um convite para trazer Cristo sua vida. Como a salvao, a redeno e a confisso podem ser introduzidas na atmosfera de concerto da msica gospel?

A parte principal da liturgia da palavra constituda pelas leituras da Sagrada Escritura com os cnticos intercalares.
So seu desenvolvimento e concluso a homilia, a profisso de f e a orao universal ou orao dos fiis.

Nas leituras, comentadas pela homilia, Deus fala ao seu povo, revela-lhe o mistrio da redeno e salvao e oferece-lhe o alimento espiritual. Pela sua palavra, o prprio Cristo est presente no meio dos fiis.
O povo faz sua esta palavra divina com o silncio e com os cnticos e a ela adere com a profisso de f. Assim alimentado, eleva a Deus as suas preces na orao universal pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvao do mundo inteiro.

A liturgia da palavra deve ser celebrada de modo a favorecer a meditao. Deve, por isso, evitar-se completamente qualquer forma de pressa que impea o recolhimento. Haja nela tambm breves momentos de silncio, adaptados assembleia reunida, nos quais, com a ajuda do Esprito Santo, a Palavra de Deus possa ser interiorizada e se prepare a resposta pela orao. Pode ser oportuno observar estes momentos de silncio depois da primeira e da segunda leitura e, por fim, aps a homilia.

Nas leituras pe-se aos fiis a mesa da palavra de Deus e abrem-se-lhes os tesouros da Bblia. Convm, por isso, observar uma disposio das leituras bblicas que ilustre a unidade de ambos os Testamentos e da histria da salvao; no lcito substituir as leituras e o salmo responsorial, que contm a palavra de Deus, por outros textos no bblicos.
Na celebrao da Missa com o povo, as leituras proclamam-se sempre do ambo.

Segundo a tradio, a funo de proferir as leituras no presidencial, mas sim ministerial. Por isso as leituras so proclamadas por um leitor, mas o Evangelho anunciado pelo dicono ou por outro sacerdote. Se, porm, no estiver presente o dicono nem outro sacerdote, leia o Evangelho o prprio sacerdote celebrante; e se tambm faltar outro leitor idneo o sacerdote celebrante proclame igualmente as outras leituras.

Depois de cada leitura, aquele que a l profere a aclamao; ao responder-lhe, o povo reunido presta homenagem palavra de Deus, recebida com f e esprito agradecido.
A leitura do Evangelho constitui o ponto culminante da liturgia da palavra. Deve ser-lhe atribuda a maior venerao. Assim o mostra a prpria Liturgia, distinguindo esta leitura das outras com honras especiais, quer por parte do ministro encarregado de a anunciar e pela bno e orao com que se prepara para o fazer, quer por parte dos fiis que, com as suas aclamaes, reconhecem e confessam que Cristo presente no meio deles quem lhes fala, e, por isso, escutam a leitura de p; quer ainda pelos sinais de venerao ao prprio Evangelirio.

A primeira leitura seguida do salmo responsorial, que parte integrante da liturgia da palavra e tem, por si mesmo,
grande importncia litrgica e pastoral, pois favorece a meditao da Palavra de Deus.
O salmo responsorial corresponde a cada leitura e habitualmente toma-se do Lecionrio.

Convm que o salmo responsorial seja cantado, pelo menos no que se refere resposta do povo. O salmista ou cantor do
salmo, do ambo ou de outro stio conveniente, recita os versculos do salmo; toda a assembleia escuta sentada, ou, de
preferncia, nele participa do modo costumado com o refro, a no ser que o salmo seja recitado todo seguido, sem refro.
Todavia, para facilitar ao povo a resposta salmdica (refro), fez-se, para os diferentes tempos e as vrias categorias de Santos, uma seleo de responsrios e salmos, que podem ser utilizados, em vez do texto correspondente leitura, quando o salmo cantado. Se o salmo no puder ser cantado, recita-se do modo mais indicado para favorecer a meditao da palavra de Deus.

Em vez do salmo que vem indicado no Lecionrio, tambm se pode cantar ou o responsrio gradual tirado do Gradual Romano ou um salmo responsorial ou aleluitico do Gradual simples, na forma indicada nestes livros.

Depois da leitura, que precede imediatamente o Evangelho, canta-se o Aleluia ou outro cntico, indicado pelas rubricas, conforme o tempo litrgico. Deste modo a aclamao constitui um rito ou um ato com valor por si prprio, pelo qual a assembleia dos fiis acolhe e sada o Senhor, que lhe vai falar no Evangelho, e professa a sua f por meio do canto. cantada por todos de p, iniciada pela schola ou por um cantor, e pode-se repetir, se for conveniente; mas o versculo cantado pela schola ou pelo cantor.
a) O Aleluia canta-se em todos os tempos fora da Quaresma. Os versculos tomam-se do Lecionrio ou do Gradual;
b) Na Quaresma, em vez do Aleluia canta-se o versculo antes do Evangelho que vem no Lecionrio. Tambm se pode cantar outro salmo ou trato, como se indica no Gradual.

No caso de haver uma s leitura antes do Evangelho:
a) nos tempos em que se diz Aleluia, pode escolher-se ou o salmo aleluitico, ou o salmo e o Aleluia com o seu versculo;
b) no tempo em que no se diz Aleluia, pode escolher-se ou o salmo e o versculo antes do Evangelho ou apenas o salmo.
c) O Aleluia ou o versculo antes do Evangelho, se no so cantados, podem omitir-se.

A homilia parte da liturgia e muito recomendada: um elemento necessrio para alimentar a vida crist. Deve ser a explanao de algum aspecto das leituras da Sagrada Escritura ou de algum texto do Ordinrio ou do Prprio da Missa do dia, tendo sempre em conta o mistrio que se celebra, bem como as necessidades peculiares dos ouvintes.

Habitualmente a homilia deve ser feita pelo sacerdote celebrante ou por um sacerdote concelebrante, por ele encarregado, ou algumas vezes, se for oportuno, tambm por um dicono, mas nunca por um leigo. Em casos especiais e por justa causa, a homilia tambm pode ser feita, por um Bispo ou presbtero que se encontra na celebrao mas sem poder concelebrar.

Nos domingos e festas de preceito, deve haver homilia em todas as Missas celebradas com participao do povo, e no pode omitir-se seno por causa grave. Alm disso, recomendada, particularmente nos dias feriais do Advento, Quaresma e Tempo Pascal, e tambm noutras festas e ocasies em que maior a afluncia do povo Igreja.
Depois da homilia, observe-se oportunamente um breve espao de silncio.

O smbolo, ou profisso de f, tem como finalidade permitir que todo o povo reunido, responda palavra de Deus anunciada nas leituras da sagrada Escritura e exposta na homilia, e que, proclamando a regra da f, segundo a frmula aprovada para o uso litrgico, recorde e professe os grandes mistrios da f, antes de comearem a ser celebrados na Eucaristia.

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