MG
unread,May 28, 2012, 11:27:05 AM5/28/12Sign in to reply to author
Sign in to forward
You do not have permission to delete messages in this group
Either email addresses are anonymous for this group or you need the view member email addresses permission to view the original message
to impunidade....@blogger.com, impun...@googlegroups.com, knives...@m.facebook.com, 36m...@twittermail.com
IMPUNIDADE - Vergonha Nacional -
http://faltaochefe.blogspot.com ~
http://groups.google.com/group/impunidade
Pressão de Lula contra Gilmar Mendes foi indecorosa, dizem ministros do STF
MINISTRO CELSO DE MELLO:O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, criticou duramente o comportamento do ex-presidente Lula, que pressionou o ministro Gilmar Mendes a ajudar a adiar o julgamento do mensalão, e em troca ofereceu "blindagem" do magistrado na CPI do Cachoeira. "Se ainda fosse presidente da República, esse comportamento seria passível de impeachment por configurar infração político-administrativa, em que um chefe de poder tenta interferir em outro". Segundo ele. "é um episódio anômalo na história do STF". A forte declaração do ministro foi divulgada pelo site Consultor Jurídico. Tanto Celso de Mello quanto o ministro Marco Aurélio classificaram o episódio como "espantoso", "inimaginável" e "inqualificável". Para Celso de Mello, "a conduta do ex-presidente da República, se confirmada, constituirá lamentável expressão de grave desconhecimento das instituições republicanas e de seu regular funcionamento no âmbito do Estado Democrático de Direito. O episódio revela um comportamento eticamente censurável, politicamente atrevido e juridicamente ilegítimo". O ministro Celso de Mello lamentou a investida. "Tentar interferir dessa maneira em um julgamento do STF é inaceitável e indecoroso. Rompe todos os limites da ética. Seria assim para qualquer cidadão, mas mais grave quando se trata da figura de um presidente da República. Ele mostrou desconhecer a posição de absoluta independência dos ministros do STF no desempenho de suas funções", disse o decano do Supremo.