Você quer controlar a sua agência de forma mais certeira para não perder clientes? Já pensou em avaliar a sua eficácia atual e a dos outros gestores da equipe para identificar pontos de melhoria? Saiba que aplicar a liderança 360 graus é o melhor caminho.
É, provavelmente, a qualidade mais importante do líder 360º. A liderança pessoal permite que o gestor se encarregue da própria vida e inspire os outros a fazer o mesmo. É um traço motivacional que todos deveriam ter.
Existem dois tipos de coragem: física e moral. O caráter de liderança requer coragem moral. Isso significa defender as próprias convicções e valores enquanto arrisca críticas ou censura. Também faz com que o líder assuma as próprias ações.
A comunicação da liderança democrática lança uma visão, estabelece direção, molda metas e objetivos, reforça valores importantes e esclarece dúvidas. Enfim, faz a conexão emocional, que é tão crítica na liderança eficaz.
Ou seja: na liderança 360, a estrutura hierárquica de uma organização importa pouco para o líder que é capaz de influenciar e coordenar as ações de pessoas de diferentes níveis.
Inclusive, escrevemos um post listando 20 sinais de que você é líder, mas não sabe. Da mesma forma, você não precisa esperar uma promoção para começar a aprender a liderar. Na realidade, se você admira alguém do seu trabalho, pode suspeitar de que por trás do seu carisma, pode estar uma liderança 360 graus. E você? Seria você um(a) líder 360 também? Continue para descobrir.
A hierarquia da companhia pouco importa para o(a) líder quando ele(a) é capaz de se colocar na pele dos outros profissionais, seja seu diretor, colega de mesa, estagiário ou ajudante de limpeza. O requisito para alguém ser considerado membro da liderança 360 graus é ser capaz de influenciar pessoas de todas as áreas do seu convívio profissional.
Nacido en Barcelona e hijo mayor de una familia de seis hermanos, de muy pequeño tuvo que aprender a motivar el equipo, bajar a tirar la basura y reflexionar sobre las virtudes del esfuerzo individual, la responsabilidad compartida y el liderazgo colaborativo.
Quando o assunto é mensurar a performance, você pode buscar diferentes perspectivas. É possível pedir a análise do próprio colaborador, do gerente imediato, dos colegas ou, até mesmo, de todos eles. Nesse último caso, temos a avaliação de desempenho 360 graus.
A avaliação 360 graus é uma ferramenta usada para obter a informação mais completa possível sobre o desempenho do colaborador, unindo perspectivas complementares: a do líder, dos colegas, dos subordinados e do avaliado. Não à toa, algumas empresas optam até mesmo por incluir clientes, fornecedores e outras partes interessadas.
Por envolver diversos participantes, a avaliação de desempenho 360 graus é um pouco mais complexa do que autoavaliações e avaliações 180 graus. Logo, saber as vantagens e desvantagens é importante para você analisar se ela é o processo ideal para a sua necessidade.
Antes de aprofundarmos na liderança 360 é preciso retomar as definições dos principais tipos de liderança. De forma abrangente, compreende-se por líder aquele profissional que é capaz de extrair e impulsionar o melhor de cada indivíduo, sempre coordenando, motivando e gerenciando sua equipe a fim de gerar resultados positivos, tanto para a empresa, quanto para desenvolvimento pessoal dos colaboradores subordinados a ele.
De acordo com esses exemplos, a equipe de recursos humanos consegue traçar de forma estratégica a contratação de cargos de liderança. Para isso, é preciso analisar os perfis dos candidatos com base em testes comportamentais, conhecimentos em gestão de pessoas e projetos e considerar também a adequação ao fit cultural da empresa.
O conceito de liderança 360 é apresentado por John C. Maxwell, em seu livro, Líder 360. De acordo com o autor, este é um modelo que não se baseia em níveis hierárquicos da empresa, por isso em qualquer cargo é possível apresentar esse comportamento.
Na prática, a liderança 360 é uma espécie de feedback para gestores e líderes de uma empresa. E assim, as habilidades e competências desse profissional são avaliadas, a fim de identificar a necessidade de mudanças e quais metodologias que podem ser continuadas.
Essas são algumas das habilidades que a liderança 360 compreende como importante para definição de um líder. Com essas características em mente, todas essas aptidões podem ser trabalhadas por meio de técnicas, estudos e treinamentos.
A liderança 360 tem muita sinergia com as novas gerações e com as tecnologias emergentes no mercado. Esses processos de transformações buscam líderes inovadores que entendam as expectativas do público-alvo e liderem de forma ampla os seus subordinados e outros níveis profissionais.
Para você entender como a avaliação 180 graus se difere da avaliação 360 graus, para que ela serve e quais as suas reais vantagens no clima organizacional de um negócio, continue a leitura e aprenda!
Sabe lidar com os próprios problemas sem culpar os outros é essencial em qualquer ambiente de trabalho saudável. Pessoas que não sabem lidar com a auto-responsabilidade geralmente desconhecem esse fato, e nesses casos um feedback baseado em uma avaliação 180 graus pode ser muito importante.
Os colaboradores precisam entender como a organização em que trabalham funciona. Com a avaliação 180 graus o negócio consegue oferecer um feedback interno para os colaboradores, isso os ajuda a ter ciência de suas responsabilidades e impacto na organização.
Toda liderança deve ser capaz de gerir conflitos de maneira eficaz, mas às vezes os gestores podem acreditar estar seguindo pelo caminho certo, quando, na verdade, estão tornando a situação ainda pior.
A avaliação 180 graus auxilia a gestão a treinar equipes focadas no cliente, sempre de olho nas necessidades das pessoas atendidas, e na capacidade do negócio alcançar as expectativas desses consumidores.
A avaliação 180 graus, quando bem aplicada num empreendimento, pode tornar a tomada de decisões muito mais assertiva, principalmente quando essas decisões têm relevância em uma situação de conflito.
Trata-se de um formulário de dupla entrada, onde as linhas representam os fatores avaliados, e as colunas determinam os graus de avaliação, e todos os fatores são descritos de forma simples e objetiva.
Portanto, investir na aplicação da avaliação 180 graus pode ser bastante apropriado, principalmente se a empresa tem colaboradores que apresentam um baixo desempenho, ou existem conflitos não resolvidos no local de trabalho.
Importante dizer que não basta apenas avaliar os funcionários, as lideranças precisam estar aptas a aplicar mudanças e estabelecer um retorno para os avaliados, pois, somente dessa forma os resultados começarão a refletir no clima da empresa.
O gestor que segue as diretrizes situacionais avalia sua equipe continuamente e altera seu estilo de liderança conforme a situação encontrada, tendo a flexibilidade como seu principal diferencial.
Isso porque, na liderança situacional, os líderes desenvolvem sua inteligência emocional e conseguem identificar as necessidades dos colaboradores, melhorando a comunicação interna e o desenvolvimento dos profissionais.
Criado por Robert R. Blake e Jane Mouton em 1964, a Grade Gerencial traz diferentes variações e combinações de estilos de liderança, com um intuito de ser um guia para as ações administrativas, seus criadores propõem uma representação gráfica de visão bidimensional dos estilos de lideranças. [2]
Os administradores devem ser treinados para que ambas as dimensões sejam contempladas. Superando a concepção da Ohio State, que é apenas descritiva das várias formas de liderança, a concepção de Blake e Mouton recomenda formas de treinamento de gerentes, para que os mesmos sejam capacitados a passar de níveis inferiores de liderança a níveis superiores. Na medida em que um líder ou um gerente é localizado (ou se autolocaliza) no grid, técnicas selecionadas de treinamento podem fazer com que ele se mova da posição em que está para as posições 5.5 ou 9.9, isto é, para aquela considerada mais equilibrada (a 5.5) e a mais avançada (a 9.9). [7]
Existem inúmeras empresas que nunca fizeram uma avaliação de liderança. E os dados são alarmantes: de acordo com uma pesquisa da consultoria Michael Page, 8 em cada 10 profissionais pedem demissão por causa do chefe.
Sendo assim, a avaliação de desempenho de liderança ajuda a instituição a identificar os pontos fortes e os pontos de melhoria, entregando uma visão sobre a organização e construindo líderes como um pilar estratégico na gestão de pessoas.
A avaliação de desempenho de liderança coloca em foco a opinião e a visão dos líderes. Esta que deve ser levada em consideração para o crescimento da liderança, do colaborador e da instituição.
Até aqui, você sabe o que é avaliação de liderança, a importância de aplicar essa metodologia e os modelos que podem ser seguidos. Agora, veja quais são as principais competências para avaliar um líder!
Uma das principais competências de um líder é a confiança que ele transmite nas suas relações profissionais. Para atingir resultados, os integrantes da equipe precisam confiar nas decisões da liderança.
Assim como os colaboradores precisam estimular a criatividade para entregar altas performances, os líderes também precisam desenvolver essa competência. É importante avaliar se a liderança está buscando as melhores soluções e entregando ideias inovadoras ao time e à empresa.
Líderes que conseguem delegar as tarefas corretas para cada funcionário podem ser muito bem avaliados. Afinal, a liderança precisa entender quais são os pontos fortes dos integrantes do seu time para atribuir as demandas e obter bons resultados.
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