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Temos um laboratório de eletrônica, uma marcenaria, biblioteca técnica, equipamentos para serralheria e fabricação de cerveja, impressão 3D e usinagem CNC, além de espaço para socialização e pequenos eventos.
Toda a infraestrutura é mantida voluntariamente pelas pessoas associadas, tanto financeiramente, quanto com todas as tarefas admnistrativas, manutenção de equipamentos, etc.
Qualquer pessoa associada tem o direito de influenciar o espaço e trazer equipamentos para conduzir seus projetos.
Quando ir?
Estamos fechados
Quem se associa ao LHC tem acesso 24h e pode ir quando quiser; quem não for associado, precisa ir quando alguma pessoa associada estiver por lá. O jeito mais fácil de saber quando vai ter gente lá para conhecer o espaço é participar de algum evento, ou perguntar em um dos grupos online.
programo uma inteligencia artificial se vcs me derem o material o robo.
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Rapaz… gente sequestrada, empresas de biotecnologia, temas hacker — isso aqui é uma aventura e tanto.
Sou formado em Ciência da Computação e houve um período em que mergulhei de cabeça em pesquisas na área de biotecnologia de forma independente. Cheguei a iniciar um tema em Redes Neurais Artificiais aplicadas à criminogênese in silico, focando no reconhecimento de padrões em dados de expressão gênica em portadores de psicopatia. Cheguei em coritar a USP em SP quando estivesse participando de uma starup, mas, isso mudouos planos por consumir mais o meu tempo. Por estar remoto em Minas, na época, procurei vagas em programas de pós-graduação stricto sensu na região interior de SP, mas acabei desanimando. Muitas instituições impunham restrições rígidas, exigindo exclusivamente formações consideradas “correlatas”, o que, para mim, soou mais como barreira acadêmica do que critério científico — quase um preconceito velado. Ainda não entendo porque criar tanta dificuldade.
Ainda assim, jamais imaginei que um hackerspace pudesse oferecer espaço para algo tão poderoso: pesquisa independente com temas reais, complexos e de alto impacto, tratados como projetos legítimos. Confesso: isso muda completamente o jogo.
Interessante… e perigosamente inspirador.
Vou acompanhar com mais frequencia as discussões. Esse tema esta ficando interessante.
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Discordar faz parte. Desinformar, não.
Ainda assim, existem pessoas de direita, de esquerda e também neutras — que não acreditam que a salvação da humanidade venha exclusivamente por meios humanos, políticos ou ideológicos. A Bíblia, por exemplo, independentemente da fé de cada um, é uma obra literária e filosófica que forma uma visão de mundo fora do eixo político moderno. Ela apresenta a ideia de que “homem vem governando homem para seu próprio prejuízo”, um pensamento que ultrapassa sistemas políticos e permanece atual. Trata-se de uma literatura poderosa, que molda consciências há milênios e influencia o pensamento humano até hoje — justamente por não se limitar à lógica partidária. Concordar ou não é escolha individual, mas é preciso ler para compreender. Assim como qualquer obra relevante da história.
Embora ela não seja partidária, a Bíblia também afirma que governos políticos devem ser respeitados como autoridades, desde que não ultrapassem limites morais e espirituais. O próprio texto bíblico estabelece que a obediência civil tem fronteiras claras quando leis humanas entram em conflito com aquilo que é apresentado como leis divinas. Nesse contexto, práticas como saudar bandeiras ou prestar juramentos ideológicos são vistas, dentro dessa literatura, não apenas como atos cívicos, mas como possíveis formas de veneração simbólica — especialmente quando representam a ideia de que a salvação da humanidade viria exclusivamente de sistemas humanos, políticos ou nacionais, e não de algo transcendente. E isso gera problemas. Na Rússia a perseguição Cristã é um exemplo, e para ser específico também uma profecia...
A filiação acadêmica — seja à USP ou a qualquer outra instituição — não constitui parâmetro confiável para determinar o viés político de um indivíduo.
E networking é relevante em qualquer trajetória de vida, mas só produz valor real quando acompanhado de mente aberta, pensamento crítico e decisões guiadas pela razão — não pela emoção. Quer um exemplo: como você pretende trabalhar em grupo onde existem pessoas que pensam diferente? Tem um ditado que diz: trabalho é trabalho e negócios são negócios. Eles não se misturam.
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Alguns exemplos, em áreas distintas:
Raymond Aron – filósofo e sociólogo liberal, crítico do marxismo
Karl Popper – filósofo da ciência, defensor da sociedade aberta
Hannah Arendt – crítica tanto do nazismo quanto do comunismo
Max Weber – fundador da sociologia moderna, não marxista
Friedrich Hayek – Nobel de Economia
Milton Friedman – Nobel de Economia
Roger Scruton – filósofo conservador
Isaiah Berlin – liberal pluralista
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No Brasil, alguns exemplos:
Roberto Campos (avô) – economista, diplomata, um dos maiores formuladores do pensamento liberal brasileiro.
Eugênio Gudin – fundador da economia moderna no Brasil, liberal clássico.
José Guilherme Merquior – filósofo e diplomata, respeitadíssimo internacionalmente, crítico do marxismo.
Denis Rosenfield – filósofo político, liberal.
Hélio Beltrão – pensador da desburocratização do Estado.
Leônidas Pacheco Ferreira – jurista e intelectual conservador.
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Rapaz, confesso que não entendi muito bem a quem exatamente a pergunta foi direcionada. Imagino que seja por ordem dos comentários.
De qualquer forma, estamos em um hackerspace. E, até onde entendo, isso significa um espaço — ainda que online — de discussão onde pessoas interessadas em tecnologia, computação, segurança da informação e áreas correlatas trocam conhecimento.
Vou tentar ser claro, vamos dividir em partes:
Parte 1: Geral
Sendo assim, se o assunto iniciou em biotecnologia, suponho que esse ainda fosse o tema central. Foi justamente isso que me chamou a atenção e me levou a pesquisar sobre o assunto. No entanto, ao longo da discussão, o foco foi se perdendo. O tema passou por mudanças, chegando inclusive a relatos de experiências pessoais, como um sequestro. Logo acima, você menciona algo como: “Em março vou conseguir três vagas para quem já tem mestrado prestar uma avaliação para a Universidade de Tel Aviv.”
E aí surge minha dúvida.
Em um mundo globalizado, onde a internet foi o marco da terceira revolução industrial — e onde hoje já caminhamos claramente para a quarta, impulsionada pela inteligência artificial —, as distâncias foram drasticamente encurtadas. Em especial nos países desenvolvidos, o conhecimento circula de forma intensa por meio de cursos à distância, cooperação científica internacional, avaliações remotas, entrevistas online e processos digitais. Diante disso, por que diabos, para que uma universidade financie minhas pesquisas, eu precisaria viajar fisicamente até o local, se praticamente toda essa burocracia poderia ser resolvida pela internet — da mesma forma que se faz uma matrícula online, inclusive pagando por ela?Isso, para ser honesto, soa estranho. Para não dizer preocupante. Como parte dos comentários aqui, isso soa como Rússia e Coréia do Norte onde se tem tecnologia disponível para facilitar a vida das pessoas mas não se usa tornando o país obsoleto tanto em tecnologia quanto em conhecimento.
Chega a lembrar algo próximo de sequestro — ou, no mínimo, de recrutamento forçado para algum fim pouco claro. Aqui no Brasil, por exemplo, vimos recentemente na mídia casos de pessoas que viajaram para Mianmar em busca de melhores condições de vida após receberem promessas de altos ganhos financeiros. Segundo reportagens — inclusive da RecordTV —, tratava-se de uma máfia especializada em golpes virtuais. Essas pessoas foram resgatadas com grande dificuldade, pois estavam fora da jurisdição brasileira. Os relatos indicavam trabalho forçado: eram obrigadas a ligar para as vítimas, extorquir dinheiro e bater metas. Quem não cumpria era espancado.
Esses casos também deixam claro o amadorismo dessas organizações criminosas, que normalmente conseguem explorar apenas pessoas com baixo conhecimento em informática - como ficar ligando para aposentados dizendo que dinheiro para ser sacado e ele precisa passar a senha do cartão. Hoje, inclusive, a Polícia Civil brasileira possui cartilhas educativas justamente para reduzir esse tipo de vulnerabilidade — que, no fim das contas, não é técnica, mas humana.
Algo bem diferente, por exemplo, do que já foi feito por agências como a NSA, que possuíam — e possivelmente ainda possuem — departamentos específicos de recrutamento de talentos em segurança cibernética, voltados à descoberta de vulnerabilidades e desenvolvimento de exploits zero-day. Ironicamente, a pesquisa independente — não financiada por governos — costuma ser até mais lucrativa, já que pode ser vendida no mercado negro. Há inclusive documentários mostrando que os próprios Shadow Brokers não souberam explorar financeiramente, de forma eficiente, as ferramentas vazadas na época. Ainda assim, o impacto foi enorme, culminando no ataque do WannaCry, que utilizava o exploit EternalBlue no Windows.
Posso estar errado — estou apenas refletindo. Mas, se essa fosse realmente a ideia da sua oferta, fica a impressão de que alguém estaria subestimando bastante a inteligência das pessoas daqui. Se isso fosse, por exemplo, uma empresa de modelos prometendo levar todos para desfilar em Paris e ficar milionários, talvez soasse mais convincente.
Mas em um hackerspace? Poxa...
Parte 2: Conhecimento em Guerra
Lembro também — não sei se neste thread ou em outro — que você menciona trabalhar com softwares aeronáuticos e comenta sobre hacking nesses sistemas como se fosse 'uma brincadeira de criança'. Posso estar enganado, me corrija se for o caso. Por fim, se entendi corretamente o direcionamento da pergunta, ela parte do pressuposto de que eu teria conhecimento no tema de guerra — o que não ficou muito claro no contexto apresentado.
Bom, vamos lá.
A única guerra da qual eu participo é no Call of Duty. Inclusive, comprei o Modern Warfare II. Rapaz… que jogaço.
E como se não bastasse, a Steam ainda me presenteou com o OP7. Esse, sim, virou um verdadeiro dilema existencial — porque, para jogar, preciso formatar o PC em GPT. E confesso: estou com uma preguiça monumental de fazer isso. Então atualmente travo uma guerra: contra a preguiça. Até poderia pagar um técnico… mas você sabe como é, né? Depois seus nudes aparecem misteriosamente na internet e dizem que foi “obra de um hacker”. Coitado do hacker — sempre sobra pra ele.
Você aborda temas de altíssimo nível em um fórum público, que é justamente um espaço hacker. Aqui no Brasil, por exemplo, temos profissionais extremamente experientes em cibersegurança. Um deles é o Bordini, que inclusive já treinou equipes da ABIN. Se você é da área, provavelmente o conhece. Pelo que lembro — faz tempo que não falo com ele —, também é um dos responsáveis pelo BSides Brasil, que, se não me engano, mantém ligação com capítulos internacionais, inclusive em Las Vegas. Li isso em algum momento no LinkedIn, então posso estar impreciso. Você deveria conversar com ele para ser convidado para um próximo evento e você abordar sobre o assunto.
Além disso, existe a Black Hat, que me parece um ambiente muito mais adequado para discussões desse nível técnico e sensível do que um fórum público.
Sobre aviação...
Existe um simulador de voo chamado DCS (Digital Combat Simulator). Ele é gratuito na Steam, e as aeronaves são adquiridas separadamente na forma de módulos. A própria comunidade desenvolveu alguns módulos não oficiais — entre eles o A-4 Skyhawk, um caça-bombardeiro leve, versátil e compacto, projetado na década de 1950. Imagino que você já o conheça. Curiosamente, essa aeronave permanece em serviço no espaço aéreo brasileiro até o ano de 2026. Os módulos oficiais do DCS, especialmente os classificados como high fidelity, custam em média cerca de R$ 400. Eu possuo o F-16 Viper, que apresenta um nível de realismo impressionante: todos os comandos, sistemas e procedimentos são idênticos aos da aeronave real.
Dominando o simulador, é possível — ao menos teoricamente — operar o mesmo modelo de aeronave no mundo real, já que os comandos seguem exatamente o mesmo padrão. A única coisa que o simulador não reproduz, naturalmente, é a força G. O F-16 existe no DCS exclusivamente como módulo high fidelity porque sua documentação técnica é pública. Já outras aeronaves citadas aqui no fórum não aparecem no simulador justamente porque seus manuais, sistemas e dados permanecem classificados. Mesmo que esses documentos existissem publicamente, a desenvolvedora ainda precisaria obter licenciamento oficial para poder distribuir o módulo dentro do simulador. Ainda assim, a comunidade acaba suprindo parte dessa limitação — como ocorreu com o A-4 Skyhawk e alguns outros projetos independentes.
Você mencionou trabalhar com softwares aeronáuticos. Nesse caso, surge uma curiosidade legítima: você teria acesso a esse tipo de documentação? Se tiver, obviamente não seria prudente publicá-la aqui — isso daria um problema monumental. Mas, uma vez que tais documentos aparecessem “misteriosamente” na internet… quem sabe até em algo como o WikiLeaks, talvez finalmente pudéssemos pilotar um F-35 no DCS. Seria divertido — e, de certa forma, uma contribuição involuntária à comunidade open source.
Para quem tiver interesse, recomendo acompanhar um piloto real da Marinha do Brasil, que também joga DCS e compartilha bastante conteúdo técnico no YouTube:
👉 https://www.youtube.com/@scooterdriver_
Parte 3: A Pesquisa Mencionada
No Brasil, para ingressar em uma universidade em nível stricto sensu — mestrado ou doutorado — não é necessário prestar vestibular. O requisito fundamental é convencer um pesquisador a orientá-lo.
Esse orientador deve, obrigatoriamente, ser doutor na área do conhecimento, pois é ele quem responde formalmente pelo projeto acadêmico. Em universidades públicas, como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ao menos até alguns anos atrás, o processo consistia na abertura anual de vagas para mestrado e doutorado, nas quais o candidato apresentava sua proposta e buscava o aceite de um orientador.
A partir disso, tornava-se possível iniciar uma pesquisa acadêmica — inclusive na área de biotecnologia.
O tema que proponho não está relacionado diretamente a guerra, como foi mencionado, mas sim a um conhecimento mais aprofundado em ciências forenses. Alem da computação tb sou formado em Computação Forense, área que estabelece uma ponte natural entre tecnologia, investigação científica e análise de dados complexos.
Dessa integração surge o campo da pesquisa citada: Redes Neurais Artificiais Aplicadas à Criminogênese in silico: Reconhecimento de Padrões em Dados de Expressão Gênica em Portadores de Psicopatia.
A proposta não é estudar o fenômeno da guerra, mas sim atuar antes que qualquer conflito social ou criminal se inicie, por meio da análise biológica e computacional do indivíduo.
O foco da pesquisa está na investigação de:
DNA humano
genes específicos (MAOA, CDH13, entre outros)
polimorfismos genéticos
perfis de expressão gênica
cromossomos
dados biomoleculares
Esses elementos seriam analisados por meio de redes neurais artificiais, com o objetivo de identificar padrões biológicos associados à psicopatia e à sociopatia, possibilitando a antecipação do risco criminológico — não como instrumento jurídico ou punitivo, mas como ferramenta científica voltada à prevenção, compreensão do comportamento humano e formulação de políticas públicas baseadas em evidência.
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Quando mencionei NFS, refiro-me ao acrônimo de Need for Speed, o jogo de corrida. Já MOD é o acrônimo de módulo (modification), termo utilizado para designar alterações feitas no jogo com algum objetivo específico — por exemplo, a inclusão de veículos que não fazem parte do conteúdo oficial disponibilizado pelos desenvolvedores.
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Emerson Marques Pedro ♿ Portfólio: https://memeco-memeco-github-io.pages.dev/ 🙏 |
Humm… Vc está certo.
A marinha segundo informações públicas :
https://www.marinha.mil.br/dphdm/node/859
https://www.marinha.mil.br/meios-navais/af-1b-skyhawk
Eu havia citado que o A-4 ainda opera na marinha. Não especifiquei o modelo. Segundo a fonte: "Já o último caça modernizado, um AF-1B, foi entregue à Marinha em 20 de abril de 2022, na unidade industrial Embraer Defesa e Segurança, em Gavião Peixoto." Segundo o que entendi, a Marinha do Brasil ainda utiliza os caças A-4 Skyhawk (designados localmente como AF-1M) até hoje.
No DCS, temos o modelo do A-4 chamado A-4E-C, última atualização do Community A-4E-C foi em maio de 2025:
https://github.com/Community-A-4E/community-a4e-c
Esse mod representa o A-4E-C. Já o modelo operado pela Marinha do Brasil é o AF-1M, uma versão profundamente modernizada. Faz total sentido que recursos como HOTAS real e Visão Montada no Capacete não existam no mod, pois isso envolveria informações sensíveis. Tornar tais sistemas públicos poderia representar um risco de segurança.
Ainda assim, o Community A-4E-C é um dos mods mais avançados já feitos para o DCS. Ele possui:
cockpit totalmente clicável
modelos 3D extremamente detalhados
sistemas completos de navegação
radar funcional
rádios operacionais
sistemas de armas plenamente implementados
Tudo isso com padrão high-fidelity, algo raríssimo para um mod gratuito. Vale lembrar que o A-4 não foi projetado originalmente com filosofia HOTAS. No mod, o HOTAS existe principalmente como um recurso de jogabilidade, facilitando a interação do piloto moderno com um cockpit analógico da década de 1960 — sem representar uma modernização real da aeronave.
Sobre esse assunto, o Scooter https://www.youtube.com/@scooterdriver_ tem total propriedade para comentar. Ele pilota um modelo A-4 Skyhawk e também voa o modelo A-4E-C no simulador a vida toda.
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