"Durante muito tempo, acessibilidade foi tratada como direito a ser consolidado e como adaptação arquitetônica a ser realizada. Rampas, elevadores e normas urbanísticas tornaram-se símbolos importantes de um processo civilizatório que buscava, e ainda busca, corrigir conceitos e práticas históricas.
Era como se não existissem pessoas com deficiência e, de repente, elas surgem e se deparam com barreiras físicas por todos os lados. Difícil entender como as primeiras políticas de acessibilidade, de verdade, só começaram a surgir apenas a partir dos anos 1960.
Evoluímos. Acessibilidade arquitetônica, muito embora ainda não esteja completamente resolvida, já não é a principal preocupação. Hoje, são outras as limitações e demandas políticas das pessoas com deficiência. Como grande parte da vida contemporânea migrou para o ambiente digital, ele também deve ser acessível para todos, sem exceções. Serviços públicos, bancos, educação, comércio e relações sociais estão em plataformas on-line, e a exclusão se manifesta via interfaces inacessíveis, aplicativos incompatíveis e sistemas que ignoram a diversidade humana no seu próprio desenho tecnológico. E isso tem que mudar. Urgentemente!
É nesse contexto que criamos o NIA – Núcleo de Inovação em Acessibilidade do InovaUSP. Mais do que um novo laboratório ou grupo de pesquisa, o NIA-InovaUSP representa uma mudança de perspectiva: tratar acessibilidade não apenas como obrigação legal ou pauta social, mas como um verdadeiro vetor de inovação tecnológica assistiva.
[...]."
Saiba mais em
https://jornal.usp.br/artigos/onde-acessibilidade-encontra-inovacao-2/
#USP #acessibilidade #inovacao #NIA #InovaUSP #AmbienteDigital #arquitetura #hub #legislação #PesquisaAplicada #ParaTodos #DesignUniversal #DesignInclusivo #DesenvolvimentoTecnologico #RecursosInclusivos #InterfacesAcessíveis #FerramentasAdaptativas
#officiopontoambientegmailcom
-
Repost por Officio e Ambiente