Prezada Maria Lima
Este artigo da Circe é uma análise das propostas curriculares que surgiram no contexto do pós-ditadura. Infelizmente, ela, como assessora dos novos PCNs que surgiriam logo após esta "avaliação", encomendada pela Fundaçao Carlos Chagas (que assessorou a reforma do FHC), nao incorporou nenhuma das discussoes que vinham sendo realizadas em diversos estados brasileiros e preferiu assinar em baixo da pedagogia das competências que fundamentou os PCNs. É muito bom rever estes textos e entende-los no contexto em que foram produzidos. Lembro-me do Perspectivas aqui em Curitiba, em 1998, quando Circe defendeu os PCNs em uma mesa redonda, apesar de várias reaçoes contrárias.
Um abraço.
Dolinha
Caros amigos:
É bom reler as interpretações sobre as várias Propostas Curriculares, e não só o artigo de Circe. É bom também reler os debates sobre os PCNs e os próprios PCNs. Publiquei dois pequenos textos sobre os últimos:
- “Parâmetros para Quem – Sobre Outras Histórias”, in: LIMA, Ismênia, et al. (Orgs.) – Anais do XIX Simpósio Nacional de História. São Paulo: Humanitas/ANPUH, 1998.
– “Ensino de história, exclusão social e cidadania cultural”, in: LENSKIJ, Tatiana e HELFER, Nadir Emma (Orgs.) – A memória e o ensino de história. Santa Cruz do Sul: EDUNISC/ANPUH-RS, 2000.
Espero que contribuam para essa importante discussão.
Abraços:
Marcos Silva
Professor Titular de Metodologia da História - FFLCH/USP
9 16:09, doli...@uol.com.br escreveu: