Dia 6.
Olas!
Hoje tomei um ônibus e fui até o centro. Dei uma passada pelo Mercadão e fui para a Bienal. Mais uma vez fui ao Margs ver os desenhos do colombiano que tinha comentado e para minha felicidade eles liberaram as fotografias! Registrei tudo do cara!
Saindo de lá fui para o Cais do Porto ver o que está exposto lá, com calma. Desde sexta algumas obras apareceram, algumas mudaram, outras estavam quebradas. Posso dizer, que no balanço geral dessa bienal, que tem muita coisa boa (estou contente que vim!), mas como toda bienal tem porcaria, vide as obras no Santander Cultural, os “Projetáveis”, de onde 19 obras, para mim, só uma se salvou. Mas com certeza ver a Bienal me fez perceber por que tanta gente reclamou da bienal passada de São Paulo. Para mim a 28 Bienal de SP foi válida, tirei muito de lá. Mas um evento desses é para nos preencher de uma forma saudável por uma arte de qualidade e não nos deixar no Vazio. É claro que o vazio da bienal teve uma série de fatores, principalmente financeiros. Mas para nós que vivemos no universo de arte, que temos esse grande evento a cada dois anos, des-encontrarmos conteúdo, foi um desperdício. Só para comparar o conteúdo, foram três andares no prédio de Bienal de Sampa com arte contra seis prédios daqui. Sim, quantidade não é qualidade. Porém, nessa comparação, aqui a quantidade trouxe mais qualidade.
Hoje também tentei conhecer o Instituto de Artes da UFRGS, que também fica no centro, mas para minha falta de sorte, hoje foi dia de vestibular e os funcionários estavam em greve... Ah, também conheci a casa de cultura Mario Quintana, outro prédio muito bonito.
A tarde foi mais um banho de conhecimentos em gravura.
Amanhã tem compras e Iberê camargo
Abraços tchê!
Dadacol