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Se Jesus pregasse isso hoje nas ruas, nesse nosso mundo consumista, quem e quantos o ouviria e seguiria?
VERSÍCULO:
“Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?” -- Mateus 6:28-30
PENSAMENTO: A cultura, o comércio e até os governos do mundo em que vivemos parecem estar dirigidos cada vez mais a provocarem um consumismo desmedido. Novos desejos são estimulados, e necessidades antes desconhecidas são despertadas. Para tudo isso insistem que precisamos de novos “produtos” e “serviços”. É como José Comblin notou, “a civilização ocidental atual parece uma máquina de despertar e satisfazer desejos”. Sempre tem algo “novo”. Moda nova, aparelhos novos, soluções novas para nossas carências emocionais e até espirituais. E sentimos que temos que possuir ou experimentar essas novidades. Não percebemos que, como o autor de Eclesiastes declarou, estamos correndo atrás do vento (Ecl 1:14). Cada novidade ocupa mais da nossa visão e ficamos cada vez mais cegos para a verdadeira solução. Jesus nos promete alívio – e só Ele pode dar. “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso” (Mt 11:28). Mas, há um fardo que Jesus não pode aliviar. É o peso que nós colocamos em nós mesmos. Preocupação e ansiedade sobre coisas que Jesus nos promete, mas ainda não deu, ou já nos deu, mas ainda não aceitamos, cria um fardo que Jesus não pode levantar. O livramento desse fardo depende da nossa fé e só será levantado quando descobrimos quem Jesus é e o quanto Ele já