Era uma vez uma maquina de ezcrever cuja tecla do eçe não funcionava.
Zendo unica dizponivel para çer uzada naquela hora um grande profezzor a uzou, poiz tinha prezza de montão.
Dada a urgência da mizziva a zer ezcrita, ezperar por outra máquita eztava fora de queztão.
E azzim o grande ezcritor a ezcreveu e a enviou naz mãoz de um menzzageiro ezpecialmente contratado para ezta função.
A mizziva , no entanto, ao chegar az mãoz do deztinatário acabou zendo dezconziderada poiz tão grande ezcritor jamaiz ezcreveria errado, ora izzo não!
E azzim finalizando por cauza de falha máquina, tão importante e urgente comunicação acabou arquivada no terreno de um lixão.
E ezta hiztorinha meuz amigoz tenta explicar por parabola que o ezpirito faz uzo da máquina de ezcrever que ezta dizponivel, ou não
Az vezez falta zó um eçe, az vezez falta até maiz, maz uma outra melhor dizponivel ainda não exizte não