Em determinada ocasião, uma mulher apanhada em flagrante de adultério
foi levada à presença de Jesus para que certos líderes religiosos
pudessem testar o seu respeito pela lei judaica que exigia que a mulher
fosse apedrejada até morrer. Mas Jesus via a retidão de outra
maneira. Ele pediu a cada pessoa na multidão que examinasse o próprio
coração dizendo: "Aquele de vós que estiver sem pecado atire a
primeira pedra." Ninguém teve coragem de atirar.
Ao fazer isso, Jesus estava deixando clara a sua definição de
retidão e integridade. As pessoas retas seguiam leis religiosas em
decorrência do relacionamento que já tinham com Deus e não para se
tornarem retas. Muitas vezes usamos leis e regras para provarmos que
estamos certos. No entanto, o primeiro passo em direção à retidão
é reconhecer que somos todos pecadores, capazes de incorrer em erros
no nosso relacionamento com os outros.
Jesus quer que essa capacidade de errar vá sendo superada. No final,
ele disse à mulher que "deixasse a vida de pecado". Ele sabia que
gestos e atitudes de amor ajudam as pessoas a serem melhores. Se os
nossos relacionamentos forem amorosos, será mais fácil agir com
retidão. Relacionamentos comprometidos dão espaço para atos
moralmente incorretos.
Como psicólogo, concordo plenamente com isso. Os meus pacientes que
vivem casos ilícitos e destrutivos fazem isso por causa de maus
relacionamentos, de feridas não curadas, de desapontamentos ou de
falta de amor. Dizer-lhes que sigam as regras geralmente não adianta.
O que funciona é amá-los.
Princípio espiritual: Nós nos tornamos retos quando nos sentimos
amados, mesmo quando estamos errados.
A compaixão é um precioso instrumento de transformação.
(Retirado do livro 'Jesus, o maior psicólogo que já existiu', escrito
por Mark W. Baker)
Que o dia de hoje seja um dia especial nas nossas vidas.
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