E quando conto a minha história
Minhas palavras são telepáticas
Sou um estranho aos seus olhos
Mas familiar ao seu coração
Tudo que estava fora do lugar
Eu vivo agora para consertar
Como a correnteza do rio
Levando o seu barquinho
De volta pro mar
Alguém me disse
Que poetas tem o dom
De transformar as idéias em palavras
Da alma coletiva que dividimos
No seu delírio lírico
Sonho empírico,desejo onírico
O poema chega a se apoderar
Dos pensamentos de quem o lê
Vai traduzindo seus sonhos
E misturando com os do poeta
E no final ficamos pensando
Que nos seus poemas o poeta
É só um ladrão de palavras
E mais nada
Um abraço e fica na paz do nosso Deus.
gilbrasil
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