Número de americanos vivendo abaixo da linha de pobreza bate recorde

0 views
Skip to first unread message

Arthur Marcien de Souza

unread,
Sep 13, 2011, 4:26:11 PM9/13/11
to gestaofin...@yahoo.com.br, gestaofina...@googlegroups.com, Unisa Santo Amaro

 

 

Prof. Arthur Marcien

Assessor de Extensão, Produtos e Parcerias

Reitoria - UNISA

CRC SP 172.130 - CRA SP 76.112

 

De: Francisco Saint Clair S. Filho [mailto:fsaint...@yahoo.com]
Enviada em: terça-feira, 13 de setembro de 2011 16:19
Para: undisclosed recipients: ;
Assunto: Número de americanos vivendo abaixo da linha de pobreza bate recorde

 


Censo

Número de americanos vivendo abaixo da linha de pobreza bate recorde

Publicada em 13/09/2011 às 13h46m

Reuters/Brasil Online

 

Por David Morgan

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos vivendo abaixo da linha de pobreza alcançou a cifra recorde de 46,2 milhões de pessoas em 2010, num momento em que a economia dos Estados Unidos tentava sair da recessão, informou o governo federal nesta terça-feira.

Num relatório que evidencia o enorme desafio econômico enfrentado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, e o Congresso do país, o Escritório do Censo afirmou que a taxa nacional de pobreza subiu pelo terceiro ano consecutivo. O aumento foi de 0,8%, passando a 15,1% da população. Em 2009, eram 43,6 milhões vivendo na pobreza.

A divulgação dos números do Censo ocorre no momento em que a popularidade do presidente Barack Obama atinge os piores níveis já registrados .

O relatório diz ainda que o número de pobres no país é o maior desde que o órgão federal começou a publicar estimativas sobre a pobreza, há 52 anos. A taxa de empobrecimento é a maior desde 1993.

A renda das residências dos EUA caiu 2,3%, passando a US$ 49.445 por ano, e o número de norte-americanos sem plano de saúde está em torno de 50 milhões.

A deterioração da economia dos EUA mostrada nos indicadores do Censo provavelmente se agravou em 2011, já que o crescimento econômico diminuiu, o desemprego permaneceu estancado acima dos 9% e aumentou o receio de uma recessão maior.



 

 

Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages