A Rede Nacional de Laboratórios de Saúde Pública está dividida em quatro redes macros: Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância Epidemiológica, Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância em Saúde Ambiental, Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância Sanitária, Rede Nacional de Laboratórios de Assistência Médica de Alta Complexidade.
As Redes de laboratórios de vigilância epidemiológica e saúde ambiental são coordenadas pela Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública – CGLAB, da Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde.
A Rede Nacional de Laboratórios de Saúde Pública está dividida em quatro redes macros: Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância Epidemiológica, Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância em Saúde Ambiental, Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância Sanitária, Rede Nacional de Laboratórios de Assistência Médica de Alta Complexidade.
As Redes de laboratórios de vigilância epidemiológica e saúde ambiental são coordenadas pela Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública – CGLAB, da Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde.
Suas diretrizes, descritas na Portaria nº 2.031/2004, compreendem o diagnóstico de doenças de notificação compulsória; vigilância de doenças transmissíveis e não transmissíveis; monitoramento de resistência antimicrobiana; e definição da padronização dos kits diagnósticos a serem utilizados na Rede; vigilância da qualidade da água para consumo humano; vigilância da qualidade do ar; vigilância da qualidade do solo; vigilância de fatores ambientais físicos e químicos; vigilância de fatores ambientais biológicos (vetores, hospedeiros, reservatórios e animais peçonhentos); e monitoramento de populações humanas expostas aos fatores ambientais biológicos, químicos e físicos.
A base desse sistema está fortemente apoiada na Rede de Laboratórios Estaduais de Saúde Pública, os LACEN. Cada um desses, por sua vez, é o coordenador da Rede Estadual de Laboratórios tendo como atribuições, além da realização de exames de média e alta complexidade, capacitar, supervisionar e avaliar a qualidade técnica dos exames produzidos na Rede Estadual de Laboratórios.
Denomina-se SISLAB (Sistema Nacional de Laboratório de Saúde Pública), o sistema é dividido em quatro redes:
Nacional de Laboratório de Vigilância Epidemiológica
Rede Nacional de Laboratório de Vigilância em Saúde Ambiental
Rede Nacional de Laboratório de Vigilância Sanitária
Rede Nacional de Laboratório de Assistência de Alta Complexidade
A CGLAB -Coordenadoria Geral de Laboratórios de Saúde Pública, coordena as sub-redes do SISLAB, como a Rede de Laboratório de Vigilância Epidemiológica e a Rede de Laboratório de Saúde Ambiental.
#Rede de Monitoramento Ambiental – Onde estão as redes?
#Como se denomina a rede de laboratórios nas áreas de saúde e de meio ambiente?
#De que ela é composta (qualitativamente e quantitativamente)?
Para um melhor entendimento, precisamos antes compreender o que visa o
monitoramento ambiental. O monitoramento ambiental é uma importante
ferramenta para a administração dos recursos naturais. Consiste em
observações repetidas de uma substância química, física ou biológica e
das possíveis alterações das mesmas, com um propósito definido de
acordo com um planejamento prévio ao longo do tempo e espaço,
utilizando métodos comparáveis e padronizados – POP’s - Planos
Operacionais Padrão. O IMETRO (Inmetro - Instituto Nacional de
Metrologia, Qualidade e Tecnologia) é o responsável por acreditar
esses laboratórios segundo a BPL e a ISO/IEC 17025. Os laboratórios
acreditados (reconhecimento formal de que o organismo em questão
demonstra competência para realizar suas atividades com confiança)
pelo INMETRO fazem parte de duas redes: RBLE (Rede Brasileira de
Laboratórios e Ensaios) e RBC (Rede Brasileira de Calibração, que por
sua vez, deverão ser habilitados (reconhecimento formal da competência
do laboratório para a realização de ensaios) pela ANVISA ( Agência
Nacional de Vigilância Sanitária).
A rede nacional de laboratórios foi estruturada a partir da Portaria
nº 15 da FUNASA, reeditada pela SVS ( Secretaria de Vigilância em
Saúde), em 23 de setembro de 2004, com o nº 2031:
É composto de um conjunto de redes de laboratórios, organizadas em
sub-redes, por:
agravos ou programas;
de forma hierarquizada por grau de complexidade das atividades;
relacionadas à vigilância epidemiológica, vigilância ambiental em
saúde, vigilância sanitária e assistência médica.
A Portaria n.º 2.031, de 23 de setembro de 2004
(Link: http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/GM/GM-2031.htm)
institui o Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública
(SISLAB), com o objetivo de atender com maior eficácia as ações de
vigilância em saúde. O Sistema é composto por quatro Redes( Rede
Nacional de Laboratórios de Vigilância Epidemiológica, Rede Nacional
de Laboratórios de Vigilância em Saúde Ambiental, Rede Nacional de
Laboratórios de Vigilância Sanitária, Rede Nacional de Laboratórios de
Assistência Médica de Alta Complexidade) destacando para
exemplificação dentre elas a Rede Nacional de Laboratórios de
Vigilância Sanitária que está estruturada em Redes Específicas por
produtos, serviços e programas, com suas respectivas Sub-Redes.
A Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância Sanitária é coordenada
pela ANVISA, ela realiza análises (prévia, de controle, fiscal, para
monitoramento e investigação) em produtos e serviços relacionados à
saúde, como alimentos, medicamentos, cosméticos; saneantes,
imunobiológicos, hemoderivados, toxicologia humana, contaminantes
biológicos e não-biológicos, materiais e equipamentos de uso para a
saúde; dentre outros, inclusive a vigilância em portos, aeroportos e
fronteiras. A base dessa Rede é composta pelo Instituto Nacional de
Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), Laboratórios Estaduais de
Saúde Pública (LACEN), e demais laboratórios designados pela
legislação vigente. Temos ainda enquadrada dentre as redes coordenadas
pela ANVISA a REBLAS ( Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em
Saúde).
Na ANVISA há redes específicas para análises de ALIMENTOS com as
seguintes sub-redes:
Sub-rede de Análises de Teor Nutricional
Sub-rede de Análises para Monitoramento do Teor de Iodo no Sal para
Consumo Humano
Sub-rede de Análises para Monitoramento da Norma Brasileira de
Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira
Infância
Sub-rede de Análises para Monitoramento de Aditivos e Contaminantes
Sub-rede de Análises da Qualidade do Leite
Sub-rede de Análises de Resíduos de Medicamentos Veterinários em
Alimentos Expostos ao Consumo
Sub-rede de Análises para Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos
Sub-rede de Análises para Monitoramento de Vegetais Minimamente processados
Análises de medicamentos:
Sub-rede analítica para medicamentos antimaláricos
Sub-rede de Análises para Verificação da Qualidade de Medicamentos
Análises de próteses:
Sub-rede de Análises em Próteses
No site da ANVISA (
http://www.anvisa.gov.br/reblas/bio/anali/index.htm#PB) podemos
encontrar através da REBLAS uma lista dos laboratórios analíticos
habilitados por unidade federativa, contendo o nome do laboratório,
sua localidade, o tipo de produto analisado e a respectiva área de
análise.
Na Paraíba , por exemplo, podemos encontrar os laboratórios nas áreas
de microbiologia, localizado em Campina Grande no SENAI – Centro de
Tecnologia do Couro e do Calçado Albano Franco - que faz análise de
água para hemodiálise e água para consumo; e o laboratório de análise
físico -química localizado em João Pessoa no IDEF - Instituto de
desenvolvimento e Estudos farmacêuticos S/C Ltda, que faz análise de
medicamentos e medicamentos fitoterápicos.
Obs: Na lista da ANVISA consta apenas os laboratórios habilitados pela
entidade, uma vez que, sabemos que existem outros laboratórios que
fazem análises diversas porém, não possuem habilitação da ANVISA ou
mesmo um sistema de qualidade acreditado pelo INMETRO.
Dúvida!
Em nível de conhecimento, gostaria de saber que entidade reconhece a
capacidade do IFPB realizar análises particulares de água?
#Classifique os componentes de laboratório (físico, químico e
biológico) nas categorias:
Equipamentos Embora seja recorrente a presença de computadores e
alguns equipamentos de requisito geral, grande parte dos equipamentos
encontrados serão específicos e dependentes de finalidades específicas
a cada área. Assim, facilmente se reconhece, ao adentrar um
laboratório, as diferenças entre laboratórios de química, de física,
de biologia, de clínica médica, de hidráulica, de solos, de
aeronáutica, e outros.
Vidrarias Referem-se à grande variedade de equipamentos de
laboratório que tradicionalmente são feitos de vidro. Em geral são
utilizadas em análises e experimentos científicos, principalmente nas
áreas de química e biologia. Atualmente alguns equipamentos estão
sendo fabricados com plástico, em sua maioria por razões econômicas,
contudo o vidro ainda é muito utilizado devido a sua transparência,
resistência ao calor e por ser praticamente um material inerte.
Reagentes Qualquer substância química que reage, de maneira
previsível, quando misturada com outras substâncias químicas. Apesar
de estarem disponíveis reagentes p.a. (para analise) em qualquer
laboratório, mesmos estes possuem impurezas (usualmente expressas nos
rótulos) e impurezas outras que o fabricante pode considerar
"ignoráveis". Ocorre também de várias substâncias serem deliqüescentes
(perderem água), deste modo que, erros ocorrerão na medida da massa e,
conseqüentemente, na concentração da solução final. Por estes motivos,
alíquotas das soluções são testadas com soluções de substâncias com
características padronizadas ditas padrões primários. Desse modo,
alguns padrões devem ser seguidos.
--
Jadsely Clementino dos Santos
Graduanda do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental - IFPB
Formanda no Curso Técnico em Edificações - IFPB
(83)8829-7834
(83)9934-3013
___________________
jad.am...@gmail.com
jadsely1...@hotmail.com
"É preciso entender que nós não herdamos as terras de nossos pais mas
as tomamos emprestadas dos nossos filhos."
(Provérbio Amish)
Em 18/03/12, Vania Medeiros<vani...@gmail.com> escreveu: