Em 24 de abril de 2011 18:13, Jadsely Clementino
<jad.am...@gmail.com> escreveu:
O cobre é utilizado para a produção de moedas, ligas metálicas, fios, cabos elétricos, tubos por exemplo.
Com o íon Cu⁺ temos alguns compostos:
CuCl - cloreto cuproso
CuF - fluoreto de cobre(I)
CuI - iodeto de cobre(I)
Cu₂O - óxido cuproso
E com o Cu⁺² temos:
CuCO₃ - carbonato de cobre(II)
CuOH₂ - hidróxido de cobre(II)
Cu(NO₃)₂ - nitrato de cobre(II)
CuO - óxido cúprico
O cobre pode ser usado tanto em sua forma pura como pode se combinar a outros metais formando ligas. Cada elemento a que o cobre se liga confere uma característica diferente: maior dureza, maior resistência a corrosão, obtenção de uma tonalidade diferente.
Algumas ligas:
Latão: Cobre + Zn. Porcentagem de zinco: 5%-45%. É usado em moedas, medalhas, bijuterias.
Bronze: Cobre + Sn. Porcentagem de estanho: até 20%. É usado em torneiras, tubos flexíveis, engrenagens.
Cobre + ouro: é o ouro 18 quilates. Mistura de 75% de ouro e 25% de cobre. O ouro puro é o ouro 24 quilates.
Cobre + berílio: forma umas das ligas mais resistentes que se conhece, de grande valor para a produção de molas para usos pesados.
Fontes:
http://www.metalmundi.com/si/site/1268?idioma=portugues
http://www.eletrica.ufpr.br/piazza/materiais/CesarCanata.pdf
O cobre é ion essencial para incorporar o ferro do organismo na hemoglobina. As mais altas concentrações do ion cobre estão no cérebro e fígado. Sua deficiência pode ocasionar os seguinte doenças no organismo como: anemia, lesões pancreáticas, miocardiopatias, arteriosclerose, calvície, doenças no fígado, hipotireoidismo, diminuição da fertilidade, diarréia e outras.
O cobre é um nutriente essencial no metabolismo das plantas. A absorção do cobre no solo pelas raízes das plantas é um processo natural e necessário, que é regulado pela planta. A absorção pelas plantas depende da concentração e biodisponibilidade do cobre no solo.
O cobre é um dos poucos metais que ocorrem na natureza em estado puro. Na antiguidade era considerado precioso, embora de menor valor que o ouro e a prata. A simplicidade de seu tratamento metalúrgico permitiu uma produção elevada já antes do quarto milênio anterior à era cristã. Desde então, sofreu progressivas desvalorizações, até que a telefonia e a eletricidade restabelecessem seu consumo, no início do século XX.
Apresenta-se em compostos estáveis de valência 1 (cuprosos) e 2 (cúpricos). Não é atacado pelo ar seco, mas em ar úmido que contenha dióxido de carbono forma-se uma camada protetora esverdeada de carbonato básico (azinhavre). Dissolve-se bem no ácido nítrico, mas não é atacado a frio pelos ácidos clorídrico e sulfúrico; a quente, produz com esses ácidos, respectivamente: cloreto cuproso e sulfato de cobre. O cobre forma dois óxidos: óxido cuproso (Cu2O), e óxido cúprico (CuO).
Ao ar, recobre-se de uma camada de carbonato básico. o azinhavre. Como esse corpo é tóxico, os utensílios de cobre usados na cozinha devem ser estanhados ou mantidos limpos. O cobre é facilmente atacado pelo ácido nítrico. Como esse corpo é tóxico, os utensílios de cobre usados na cozinha devem ser estanhados ou mantidos limpos. O cobre é facilmente atacado pelo ácido nítrico.
À exceção da prata, é o metal que melhor conduz eletricidade. Destaca-se também por sua elevada condutividade térmica, o que faz com que, devido a sua resistência à deformação e à ruptura, ele seja matéria-prima preferencial para a fabricação de cabos, fios e lâminas. É também maleável e dúctil, pois pode ser estirado sem quebrar. Por meio de tratamentos metálicos, como a laminação e o chapeamento, pode-se aumentar sua dureza.
Entre os compostos cuprosos, nos quais o cobre é univalente, citem-se o óxido Cu2O, vermelho, que serve para colorir vidros, e cloreto CuCl, cuja solução no amoníaco é reativo do acetileno. Entre os compostos cúpricos, mais importantes, nos quais o metal é divalente, citem-se o óxido CuO, negro, que serve para colorir vidros de verde, e o sulfato CuSO4, azul, empregado na eletrometalurgia, em galvanoplastia, em pintura e em agricultura (caldas bordalesas, para a vinha).
-Quais as implicações dos diferentes cátions Cu⁺ e Cu²⁺( cuproso e
cúprico) na natureza?
O cobre, por ser encontrado em estado nativo, tornou-se conhecido desde os tempos mais remotos. O homem do Neolítico, no final da Idade da Pedra, encontrou no cobre um substituto da pedra, empregando-o principalmente em armas e objetos. Sua metalurgia foi iniciada no ano 6000 a.C.. Alguns séculos mais tarde, surgiram as ligas de cobre com outros metais, notadamente como estanho, originando o bronze, marcando o período denominado Idade do Bronze. O período anterior é conhecido como a Idade do Cobre (ou Calcolítica).
O cobre é um elemento químico metálico, vermelho-amarelado, de símbolo Cu (do latim cuprum), número atômico 29 (29 prótons e 29 elétrons) e de massa atómica 63,6 uma. À temperatura ambiente, o cobre encontra-se no estado sólido, tem densidade 8,9 e funde-se a 1.084º C.
Classificado como metal de transição, pertence ao grupo 11 (1B) da
Classificação Periódica dos Elementos. É um dos metais mais importantes
industrialmente, de coloração avermelhada, dúctil, maleável e bom condutor de
eletricidade.
Conhecido desde a antiguidade é utilizado, atualmente, para a produção de
materiais condutores de eletricidade (fios e cabos ), e em ligas metálicas como
latão e bronze.
O cobre nativo acha-se difundido na natureza sob a forma de filões, mas, usualmente, em quantidades pequenas. É encontrado, comumente, nas zonas oxidadas dos depósitos de cobre, associado à cuprita Cu2O, à malaquita Cu2CO3(OH)2 e à azurita Cu3(CO3)2(OH)2 .
Apresenta-se em compostos estáveis de valência 1 (cuprosos) e 2 (cúpricos). Não é atacado pelo ar seco, mas em ar úmido que contenha dióxido de carbono forma-se uma camada protetora esverdeada de carbonato básico (azinhavre). Dissolve-se bem no ácido nítrico, mas não é atacado a frio pelos ácidos clorídrico e sulfúrico; a quente, produz com esses ácidos, respectivamente: cloreto cuproso e sulfato de cobre. O cobre forma dois óxidos: óxido cuproso (Cu2O), e óxido cúprico (CuO).