Relativamente à poluição atmosférica, e uma vez que grande parte das emissões depende do tipo de combustível utilizado, a maior parte das medidas prende-se com a alteração dos combustíveis, bem como no melhoramento da tecnologia e performance dos veículos (proibição do chumbo na gasolina, limitação da volatilidade da gasolina, utilização de gasolina reformulada, limitações de enxofre no gasóleo, controlo de emissões, etc.)
Muitas destas medidas têm sido tomadas a uma escala global, uma vez que alguns problemas causados pelos automóveis são problemas que afectam vários países, e não apenas o local onde a poluição é gerada. No entanto, a forma mais eficiente e indicada de reduzir os problemas associados aos automóveis é a diminuição da sua utilização, pois devem sempre tomar-se medidas preventivas em vez de curativas. Para isso, é necessária a criação de bons transportes públicos e fornecer à população uma educação ambiental adequada, para que se conheçam quais os prejuízos induzidos do uso excessivo deste meio de transporte.
Para diminuir as consequências das chuvas ácidas a nível europeu, propôs-se um novo regime legislativo que tem obtido progressos substanciais no que se trata a poluentes, tais como o dióxido de enxofre, o chumbo e os CFC’s. Têm sido feitos acordos com as indústrias, apoiado investigações científicas e o desenvolvimento tecnológico, apoiado a campanhas de informação e de educação do público, etc.
Em casos particulares, pode-se reduzir a acidez de solos e das águas usando um composto barato de características básicas como o carbonato de cálcio. Este método é muito utilizado pelos agricultores e lavradores. A acidez dos lagos é tratada da mesma forma (carbonato de cálcio), mas é mais dispendiosa por ter que ser utilizada frequentemente.
No que diz respeito à minimização de consequências antes que os gases prejudiciais sejam lançados para a atmosfera, também podem ser tomadas medidas muito importantes. Para diminuir a emissão de dióxido de enxofre produzido por centrais termoeléctricas, é necessário remover o dióxido de enxofre presente nos gases após a queima do carvão. Esse processo trata-se de uma dessulfurizaçao, mas é bastante dispendioso e agrava o preço da energia eléctrica em cerca de 10%.
O caso da remoção dos óxidos de azoto das fontes é uma das medidas mais relevantes pois para além de diminuir a poluição ambiental, os óxidos de azoto podem ser convertidos em ácido nítrico, e usados como catalizadores.
Pensa-se que os maiores produtores de óxidos de azoto são os veículos motores e as fornalhas das centrais termoeléctricas. Para diminuir as emissões será preciso o controle das condições de combustão, nomeadamente a temperatura e a proporção combustível/ar na mistura, de forma a controlar a extensão da reacção entre o azoto e o oxigénio.
As soluções mais eficazes para o nível industriais são inúmeras. Estas soluções são, entre outras, usar carvão sem enxofre, proceder à limpeza dos efluentes gasoso, utilizar diferentes processos tecnológicos, utilizar fontes de energia alternativas, diminuir os consumos de energia e restaurar o ambiente danificado.
Para minimizar os riscos destas chuvas, há que tentar evitá-las. Para isso, as centrais termoeléctricas têm que queimar menos combustível e isso consegue-se se cada um de nós poupar energia, evitando que se tenha de produzir tanta, ou então opta-se por energia mais limpa como a hidroeléctrica, solar ou eólica.
Nas indústrias, tem que se passar a utilizar combustíveis e tecnologias mais limpas, de forma a reduzir em grande parte a emissão de SO 2 e NO 2 .
Ainda outra forma de minimizar a emissão de enxofre e azoto é utilizar catalisadores nas chaminés e tubos de escape, de forma a eliminar estes gases.
Pode-se também minimizar os riscos, usando mais
os transportes públicos como o comboio, metro, autocarro, etc. que,
embora também produzam poluição, levam muito mais pessoas do que um
carro, fazendo com que no total haja menos emissão de enxofre e azoto.
Se o carro for a única solução há que tentar usar gasolina sem chumbo,
ou então gasolina com propriedades que reduzam a poluição.
Att:Allysson \o/
Para tentar minimizar os impactos causados pela chuva ácida, deve-se:
- Usar Transporte coletivo: diminuindo-se o numero de carros a quantidade de poluentes também diminui
- Utilização de metrô: por ser elétrico polui menos do que os carros.
- Tratamento de poluentes gerados pelas indústrias.
- Utilizar fontes de energia menos poluentes.
- Purificação dos escapamentos dos veículos: utilizar gasolina sem chumbo e adaptar um conversor catalítico.
- Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.
Quais as ações que minimizam a chuva ácida, considerando o equilíbrio
químico?
- Para minimizar a chuva ácida é necessário reduzir as emissões de certos poluentes,
nomeadamente os óxidos de enxofre e de azoto.
Uma forma de reduzir as emissões de SO2 e de SO3 é usar combustíveis com baixo
teor de enxofre e instalar filtros especiais nas chaminés das fábricas.
Por outro lado, cerca de 90% dos óxidos de azoto poderão ser transformados, nãoindo para a atmosfera, se os automóveis usarem conversores catalíticos nos tubos deescape, como é actualmente aconselhado pela União Europeia (UE).
- A utilização de energias mais limpas, como a energia solar, a energia eólica, aenergia geotérmica, a energia das ondas, a energia das marés, a energiahídrica, com a vantagem adicional de serem renováveis.
- Adicionar aos lagos e solos afetados pelas chuvas ácidas, óxido de cálcio, CaO, também conhecido por cal viva, para elevar os seus valores de pH. Esteprocesso denomina-secalagem.
Fonte: http://pt.scribd.com/doc/14430085/Chuvas-Acidas-e-Desflorestacao
Para minimizar os riscos da chuva ácida
é preciso reduzir as emissões dos óxidos de
enxofre (SO2) e de nitrogenio (NO2).
- Usar combustiveis com baixo teor de SO2 e SO3,
instalar filtros especiais nas chaminés das
fábricas.
-Usar conversores catalíticos nos escapes dos
automóveis.
-Utilização de energias limpas como: solar, eólica
e outras.
- Usar mais os transportes públicos como metro e ônibus, que, embora também
produzam poluição, levam muito mais pessoas do que
um carro, fazendo com que no total haja
menos emissão de enxofre e azoto.
Nas usinas que liberam gases resultantes da queima de carvão pode ser usado um sistema de Dessulfurização, que retira os gases de enxofre de suas chaminés, o aparelho responsável é chamado Depurador Molhado, que é uma torre possuidora de um ventilador que extrai a fumaça de gases quentes da usina.
Quais as ações que minimizam a chuva ácida, considerando o equilíbrio químico?
Ao estudarmos chuva ácida aprendemos que apesar da chuva em equilíbrio
com o gás carbônico já ser ácida, só dizemos que a chuva tem um
excesso de acidez quando seu pH for menor que 5,6. O aumento da acidez
na chuva ocorre principalmente quando há um aumento na concentração de
óxidos de enxofre e nitrogênio na atmosfera. Estes óxidos e o óxido de
carbono são chamados de óxidos ácidos, porque em contato com a água
(neste caso água de chuva) formam ácidos.
Sabemos também que no fenômeno da chuva ácida ocorrem várias reações,
e todas as reações são equilíbrios. Logo, saber controlar uma reação e
manter seu equilíbrio é de vital importância.
No equilíbrio consideramos nas reações: temperatura, pressão,
concentração e catalisador. Ao agimos sobre um sistema em equilíbrio
ele se deslocará no sentido de produzir uma minimização da ação
exercida. Por exemplo, o aumento da temperatura acarretará na
absorção de calor através de uma reação endotérmica, enquanto a
diminuição da mesma liberará calor numa reação exotérmica.
Logo, para evitar aumento das chances da
ocorrência de chuva ácida, devemos agir por meio de métodos que não
influenciem e acelerem as reações químicas responsáveis por esse
fenômeno, como por exemplo: Usando transporte coletivo: diminuindo-se
o número de carros a quantidade de poluentes também diminui
(concentração de gases poluentes que influenciam o surgimento da chuva
ácida) e utilizarmos catalizadores nos veículos(para filtrar os gases
emitidos).
Em 15/06/11, brenda braga<brenda...@gmail.com> escreveu:
Normalmente, a chuva é fracamente ácida, com pH de 5,7 devido à presença de ácido carbônico, H2CO3, que resulta da combinação do gás carbônico, CO2, com água, H2O. O ácido carbônico é um ácido fraco que não é prejudicial ao ambiente.
Entretanto, vários outros gases, que são produzidos em inúmeros processos químicos, ao se dissolverem na água que compõe as nuvens, formam outros ácidos, muito mais fortes e prejudiciais.
O fenômeno da chuva ácida é, principalmente, local, pois a composição da chuva depende dos poluentes lançados naquele mesmo lugar. Algumas vezes, as nuvens poluídas se deslocam, regando áreas mais afastadas com sua água ácida.
Os principais agentes poluidores, típicos de regiões altamente industrializadas, são os óxidos de enxofre e nitrogênio, que, dissolvidos em água, formam os ácidos sulfúrico e nítrico.
Em ambientes quentes, como dentro de motores de carros, o oxigênio e o nitrogênio do ar se combinam, formando esses óxidos de nitrogênio. Neste ambiente de ar aquecido, forma-se monóxido de nitrogênio (NO). Este composto se combina rapidamente com o oxigênio do ar, transformando-se em dióxido de nitrogênio (NO2). O NO2 é tem bastante afinidade por água, e nela passa à forma de ácido nítrico (HNO3), um ácido forte e bastante prejudicial ao ambiente.
Os catalisadores presentes nos carros hoje em dia transformam boa parte do óxido de nitrogênio novamente em nitrogênio gasoso, exatamente como ele era antes de entrar no motor do automóvel.
Já o SO2, o dióxido de enxofre, é gerado na queima de combustíveis fósseis, como carvão mineral e petróleo. Este gás também se dissolve facilmente na água, gerando ácido sulfúrico (H2SO4), que também é forte. Se o SO2 está em grande quantidade no ar, ele tem tempo de se combinar com o oxigênio, formando trióxido de enxofre (SO3), que se dissolve ainda mais facilmente na água e produz ácido sulfúrico mais concentrado.
Todos esses ácidos fortes se acumulam nas nuvens. A chuva que essas nuvens faz cair é, na verdade, uma solução muito ácida, e que acaba alterando o equilíbrio químico do solo.
Uma das conseqüências diretas é a diminuição do cálcio disponível, um elemento metálico fundamental para as plantas. Isto afeta muito mais as áreas de florestas nativas que as áreas de agricultura. Nas áreas cultivadas, os donos da plantação continuamente examinam a acidez do solo, e, caso o pH esteja muito baixo (solo muito ácido), ele pode ser corrigido com a aplicação de fertilizantes. Esse monitoramento não ocorre nas outras áreas verdes, como as florestas.
O cálcio contido no solo está intercalado entre as camadas de silicatos das argilas. As argilas apresentam uma propriedade química chamada "troca iônica". Neste processo, os ácidos "empurram" íons de hidrogênio às argilas, que acabam liberando os íons de cálcio que existem naturalmente no solo. Quando combinado desta nova forma, o cálcio se torna pouco útil para a planta, que passa a ter muita dificuldade de absorvê-lo. Quando o ácido presente é o ácido sulfúrico, isto se torna ainda mais grave, pois há a formação de sulfato de cálcio (CaSO4), um sal que não se dissolve na água, e que, portanto, as plantas não conseguem consumir.