Paulo excelente colocação! Temos que tirar os rótulos e perceber os jovens como eles são. Na verdade devemos fazer isto com todas as gerações em se tratando de pessoas!... E para pensarmos um pouco mais: vcs já utilizaram da investigação apreciativa, para gerenciar e desenvolver pessoas?
Vale a pena! Fica aí mais uma idéia provocativa!
Abraço a todos e estou adorando estas discussões,
Cintia Menegazzo
Antigamente quando comecei a trabalhar em RH ter muitos anos de casa era
sinal de credibilidade, compromisso, etc etc...
Hoje posso garantir que isto não é mais válido! O que importa são os
resultados que este colaborador apresentou em um ano ou seis meses de casa!
Aliás muitas vezes contratamos estrategicamente só por este tempo.
E o grupo Y muda com mais facilidade, sem dúvida alguma, principalmente se
não visualizar o que almeja na empresa!
È fato: TUDO MUDOU!!!!! E está mudando!!!!
Beijos grande a todos,
-----Mensagem original-----
De: geracaoynages...@googlegroups.com
[mailto:geracaoynages...@googlegroups.com] Em nome de Alonso Soler
Enviada em: terça-feira, 31 de agosto de 2010 12:29
Para: Geração Y na Gestão de Projetos
Assunto: Re: apresentação de idéias
Waldiney, li o texto e realmente a coisa assusta. 7 empregos em 8
Alonso Mazini Soler, PMP
Sócio J2DA Consulting
F: 55 (11) 3032-0662 / 9626-8221
www.j2da.com.br
-----Mensagem original-----
De: geracaoynages...@googlegroups.com
[mailto:geracaoynages...@googlegroups.com] Em nome de Cintia
Enviada em: terça-feira, 31 de agosto de 2010 12:35
Para: geracaoynages...@googlegroups.com
Assunto: RES: apresentação de idéias
Em ambos os casos:Reais e empresariais! Minha nossa!
Abraços grande,
-----Mensagem original-----
De: geracaoynages...@googlegroups.com
[mailto:geracaoynages...@googlegroups.com] Em nome de Alonso Soler
Enviada em: terça-feira, 31 de agosto de 2010 12:58
Quanto a carreira, acho extremamente normal mudar de empresa, e por sinal,
desde os 18 anos estive em 8 empresas, sendo que em apenas 1 dela permaneço
por mais de 2 anos. Cheguei a trabalhar em duas ao mesmo tempo e sem deixar
de me comprometer com várias atividades voluntárias que tomam quase todo o
meu tempo, estou sempre com coisas a fazer, a entregar, mas de alguma
maneira minhas escolhas me levaram a um caminho onde não faz sentido
diferenciar o que é trabalho e o que é diversão, e é isto o que acredito que
faz a diferença comportamental em um profissional da geração y, de alguma
maneira, em algum momento ficou muito claro para mim que eu passarei a maior
parte da minha vida trabalhando, e que portanto não ficarei trabalhando em
uma empresa que eu não goste, prefiro ganhar pouco que fazer isto, afinal
estou mais tempo no trabalho que com amigos e família.
Por último, gostaria de registrar meu ultimo exemplo, no fim do ano estava
em uma consultoria, recebi uma proposta no começo de dezembro para trabalhar
em uma empresa de hospedagem de sites e em menos de 1 mês recebi uma nova
proposta, para trabalhar em uma empresa de relações públicas, mais atrativa
comercialmente, fiquei três semanas lá, e sai por que o cliente que eu
atendia estava em desacordo com os meus princípios. Acabei voltando para a
consultoria inicial, ganhando menos mas satisfeito com o acordo de trabalho
que construímos, hoje tenho quase certeza que poucas propostas comerciais me
atrairiam, mas não evitaria mudar se em algum momento o nosso acordo ficasse
muito diferente do que é hoje, ficasse em desacordo com o que levo como
plano de vida.
Vitório Tomaz
-----Mensagem original-----
De: geracaoynages...@googlegroups.com
[mailto:geracaoynages...@googlegroups.com] Em nome de Alonso Soler
Enviada em: terça-feira, 31 de agosto de 2010 12:58
Adorei.
Cintia Menegazzo
www.fgy.com.br
-----Mensagem original-----
De: geracaoynages...@googlegroups.com
[mailto:geracaoynages...@googlegroups.com] Em nome de Vitório
Tomaz
Enviada em: terça-feira, 31 de agosto de 2010 14:15