Geração Y

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Marcelo Pavan

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Nov 10, 2010, 2:24:27 PM11/10/10
to geracaoynages...@googlegroups.com
Olá, meu nome é Marcelo Pavan, tenho 24 anos e sou Analista de Marketing da
J2DA Consulting. Por se tratar de uma empresa envolvida com gerenciamento de
projetos e ter como estratégia de comunicação feita predominantemente por
meio das redes sociais, um grupo idealizado a partir de um foco, a geração Y
(ou geração da internet) será muito interessante.
A idéia é que esse grupo possa ser uma grande oportunidade para conhecer
novas pessoas, dividir conteúdo e discutir sobre os diversos assuntos que
rodeiam a geração Y.

Att.
Marcelo Pavan
 
 

Alonso Soler

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Aug 23, 2010, 9:06:40 PM8/23/10
to geracaoynages...@googlegroups.com

Sou Alonso Soler, 46 anos, empresário e profissional do mundo de projetos. Gostei da proposta do fórum, embora desgoste desses rótulos (Geração Y)que aparecem de vez em quando. Eles me soam vazio, como ‘merchandizing’ de consultoria. Devem servir para vender livros. Mas me curvo diante das diferenças perceptíveis entre a minha geração profissional e essa atual que está hoje chegando ao mercado. Essa garotada já chegou plugada. Desde cedo digita botõezinhos, reage rapidamente a estímulos visuais e se relaciona de modo diferente. Consegue multiprocessar e precisam de novos e variados desafios o tempo todo. A empresa tem que lhes prover essa dinâmica. A chatice da mesmice não emplaca e não os retém. O conflito é tentar impor a eles um modelão clássico de gestão, com organograma e processos. Aqui reside o paradoxo. Mais controles, menos flexibilidade e resultados mais previsíveis (versão conservadora) ou menos controles, mais flexibilidade e resultados questionáveis ? Bem deixo aqui minha contribiuição para aquecer o debate. Um abraço,

Alonso Soler  

 

Andy

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Sep 2, 2010, 9:03:17 AM9/2/10
to Geração Y na Gestão de Projetos
Sou Andréia Soares da Silva, 41 anos, mãe, dona-de-casa, estudante
universitária e estagiária. Lendo as mensagens do fórum percebi que é
um ótimo lugar para desenvolvermos nossa habilidade de comunicação.
Ela, a meu ver é um dos maiores problemas com as gerações mais novas.
Queremos entender nossos filhos com a mesma visão que tivemos dos
nossos dias e acabamos por não falar a mesma linguagem. Acredito que a
geração mais velha deve estar disposta, aberta a conhecer o que os
mais novos estão descobrindo e aprender com eles. Vocês acham que eles
ñ tem nada a ensinar? Acho que ñ, eles tem um outro foco.Acredito no
diálogo e se é necessário nos apossar de linguaghens novas, pq ñ fazê-
lo? Com mencionado nas mensagens anteriores, essa nova geração está
plugada, ligada em tudo ao mesmo tempo e tem um olhar crítico
diferente da geração mais velha, isso é um diferencial para enriquecer
e para quebrar padrões e formas de ver o mundo de uma nova maneira.
Percebo também que precisamos ter novas inovações nas organizações,
pois os a geração Y não suporta mesmices, adoram desafios e muitos
deles tb ñ gostam do decoreba, da repetição e das hierárquias. Uma
proposta de trabalho cooperativo com a inclusão de metas desafiadoras,
sempre aliando prática e teoria são imprescindíveis. Valorização e
reconhecimento do trabalho tb são necessários a qualquer geração, mas
enquanto a minha geração gosta de elogios, a geração Y gosta de
presentes. O que fazer?
O que fazer diante das

Vitório Tomaz

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Sep 2, 2010, 9:38:24 AM9/2/10
to geracaoynages...@googlegroups.com
Realmente acho muito complicado este conflito de gerações. Participo de uma
organização chamada Rotaract Club, que é a juventude do Rotary. O Rotary por
sua vez tem um perfil de sócio com faixa etária média de 55 anos. Como
presidente do meu clube tenho a tarefa de representar o nosso clube frente
aos patrocinadores, que são justamente dois clubes de Rotary.

Sendo assim estou sempre em contato com eles e absorvendo o que eles tem a
nos trazer. Confesso que em muitos casos, cheguei a pensar que o que eles
estavam trazendo pouco contribuiria, por mais que as idéias deles pudessem
ser coerentes elas teriam pouco relevância no projeto em questão. Na imensa
maioria dos casos estava errado, sempre vinham ótimos conselhos, mas eles
nunca saiam nos primeiros 5 minutos de conversa, era sempre depois do
segundo ou terceiro encontro.

Agora questiono: Qual o perfil de um jovem que não esteja em uma posição
como a minha? Interativos, ansiosos, tem pressa para tudo e na maioria dos
casos não estabelecerá este diálogo, o que na minha previsão gerará uma
forte quebra de passagem da informação e experiência.

Em minha auto-análise sobre o que vem a ser a geração y, diria sim que
estamos construindo uma geração com mais acesso a informação e capacidade de
escolha, mas a minha principal crítica é quanto a profundidade e relevância
da critica, sempre fico com a impressão de que sabemos pouco de muito,
enquanto que as gerações anteriores sabiam muito de pouco.

Vejo isto como um problema, e ai deixo a pergunta:

Como fazer para garantir que a troca de experiências continue sendo feita?

Vitório Tomaz
www.j2da.com.br


-----Mensagem original-----
De: geracaoynages...@googlegroups.com
[mailto:geracaoynages...@googlegroups.com] Em nome de Andy
Enviada em: quinta-feira, 2 de setembro de 2010 10:03
Para: Geração Y na Gestão de Projetos
Assunto: Re: Geração X, Y, Z, K Que mais?

Andreia soares

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Sep 2, 2010, 10:03:49 AM9/2/10
to geracaoynages...@googlegroups.com
Acredito que está na troca de experiência, aliando prática, teoria e discurso.
Não se pode fazer essa quebra, assim como os mais velhos tem sua sua experiência prática, não podem jamais esquecer que muitas vezes elas estão desconectadas da teoria e principalmente do discurso. Por isso os mais novos ficam desistimulados no trabalho com os mais velhos e tem dificuldade de expor a sua posição.
Como estou no campo da educação, percebo claramente que o problema é um problema de base, que vem do modelo educacional em que estamos vivendo. Com tanta tecnologia, nós educadores, queremos ensinar da maneira antiga e isso ñ dá mais. os cursos de formação profissional, apesar de embutir aulas de informática, utilização de recursos muitlimídia e vários outras tecnologias, ainda é capaz de fazer uma avaliação de certo e errado. Como mudar?
Precisamos interferir na educação de nossos futuros profissionais exigindo uma educação que vai além do conhecimento científico. Que requer profundidade, compromisso e principalmente abertura  para o conhecer o novo.

Cintia

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Sep 2, 2010, 11:06:48 AM9/2/10
to geracaoynages...@googlegroups.com
Vitório querido, com todo respeito é claro! Prazer eu sou Cintia (sócia da
FGY).

Vivi uma experiência semelhante a sua e posso garantir que a troca existe, e
que não há conflitos. Doida eu? Não, estudiosa!

Há anos atendo esta geração em coaching no mercado financeiro e também as
demais gerações T, BB, X..., o que vejo é uma grande necessidade de troca,
porém sem a paciência de ambas as partes.... aliás isto não se deve ao fato
das gerações, mas sim uma necessidade mundial....

Quando digo que não há conflitos é porque isto é uma tendência, da qual nos
foge o controle. Não há o que fazer... todavia podemos olhar para isto como
crescimento, mudanças etc etc e aí não há conflito! Não são só eles que
precisam se adaptar... nóis rsrsr também!

Parabéns pela colocação, adorei!

Cintia Menegazzo
www.fgy.com.br

-----Mensagem original-----
De: geracaoynages...@googlegroups.com
[mailto:geracaoynages...@googlegroups.com] Em nome de Vitório
Tomaz
Enviada em: quinta-feira, 2 de setembro de 2010 10:38
Para: geracaoynages...@googlegroups.com
Assunto: RES: Geração X, Y, Z, K Que mais?

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