Professores e alunos da UFTM estão em greve. Vamos lutar!

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Idalice Ribeiro Silva Lima

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May 24, 2012, 2:47:40 PM5/24/12
to GEPICETPS, Maria Olinda Vaz GEPICETPS, Théa Vaz Amancio, Bruno de Jesus Vaz, wag...@iftm.edu.br, Anderson Claytom Ferreira Brettas, Schenkel, elis...@ufu.br, Joyce Mara Gabriel Duarte, Renato Domingjues Diniz PSPB, Lázaro Novais dos Santos PSPB, Cecília Vianna, Tamires Barbosa Rossi Silva, Gabriel Leite Mendes, Jacqueline Zago, Mauriti Silva Cunha Junior PSPB
 
----- Mail transféré -----
De : Idalice Ribeiro Silva Lima <ida...@yahoo.com>
À : HISTEDBR <br_hi...@grupos.com.br
Envoyé le : Jeudi 24 mai 2012 13h12
Objet : Os professores da UFTM estão em greve. Vamos lutar!

 
UFTM EM GREVE

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Comunicado Especial CNG/ANDES-SN - A Greve se Fortalece

Hoje, dia 23 de maio, temos um quadro de mobilização nacional histórico, com docentes de 44 Instituições Federais de Ensino Superior em greve, que totaliza cerca de 80% da base do ANDES-SN. Situação que demonstra a indignação e a capacidade de ação dos docentes das IFES na luta contra a desvalorização de sua carreira e a precarização das condições de trabalho.

A força da greve se expressa inclusive na movimentação feita pelo governo, quando o Ministro da Educação Aloizio Mercadante chama entrevista coletiva com a imprensa para tratar da greve dos Docentes [veja o vídeo].

Na entrevista coletiva o Ministro da Educação destacou os seguintes aspectos:

1. que o governo se movimentou para aprovar com urgência o Projeto de Lei 2134/11, sobre a criação de cargos, e que este deve ter sua aprovação final ainda no mês de maio/12;

2. que ao identificar que o Projeto de Lei 2203/11 do acordo emergencial não seria aprovado, procedeu a edição de Medida Provisória para viabilizar o cumprimento do acordo emergencial com retroatividade à março/12;

3. que o processo de negociação com os docentes está em aberto, com prazo final previsto para agosto;

4. Afirmou que a greve foi precipitada, fazendo um chamado aos docentes para retornarem ao trabalho.

O Comando Nacional de Greve/ANDES-SN, a partir desta ação do governo, concedeu entrevistas à órgãos de imprensa, assinalando centralmente:

1. a greve está forte com 44 instituições, o que obrigou o ministro a alterar sua agenda para se dirigir a imprensa, buscando interferir na greve, inclusive se recusando a tratar dos números dessa paralisação;

2. a greve não é precipitada, é justa e legitima e revela a insatisfação dos docentes, quando se estabelece com força para efetivar negociação que atenda as reivindicações, chegando já a 80% da base da nossa categoria;

3. a Medida Provisória (568/12) foi publicada no Diário Oficial da União em data posterior (14/05/12) a decisão nacional de deflagração da greve pelo movimento docente na reunião do setor das IFES, em Brasília, no dia 12/05/12;

4. o ANDES-SN se empenhou no processo de negociação, desde agosto de 2010, periodo em que se iniciaram as conversas com o governo. A intransigência governamental, mantendo-se irredutível em sua proposta é exemplificada quando no dia 15 de maio de 2012 o governo reafirma em essência a mesma proposta apresentada em dezembro de 2010. O dia de hoje confirma a indisposição para efetiva negociação, quando o governo, por meio da SESU/MEC, suspende uma reunião com o ANDES-SN e opta pela realização da dita entrevista;

5. as condições de precarização, geradas pela expansão das IFES, não é uma abstração como afirmou o ministro. As pautas locais das seções sindicais, as impossibilidades de começo de semestre, as mobilizações estudantis e as paralisações em diversos campi recém criados no inicio do período letivo, confirmam a concretude da ausência de condições de trabalho.

A greve continua e os comandos locais devem se empenhar nas atividades indicadas na agenda para fortalecer a luta na base e ganhar o apoio da sociedade.

A GREVE É FORTE! A GREVE CONTINUA!

Brasília, 23 de maio de 2012 CNG/ANDES-SN

Veja o comunicado especial em pdf

Comunicado

Uberaba, 24 de maio de 2012

O Comando Local de Greve da Universidade Federal do Triângulo Mineiro - CLG/UFTM comunica a transferência da Assembleia Geral dos Docentes desta sexta (25) para a próxima terça (29), a partir das 13h30, no Anfiteatro A do CEA.

A mudança se deve a dois fatos:

a) realização da reunião extraordinária do Conselho de Ensino - COENS, nesta sexta-feira, às 14h, e cuja pauta tem como único ponto "esclarecimentos e discussões sobre a greve";

b) urgência do encontro entre os comandos docente e discente, confirmado também para sexta, a partir das 16h.

Universidade Pública, Gratuíta e de Qualidade. Essa é a nossa bandeira!

Comissão de Comunicação
Comando Local de Greve da Universidade Federal do Triângulo Mineiro - CLG/UFTM

Atitude de Mercadante demonstra a força da greve

A greve dos docentes ganha força a cada dia e já são 44 instituições federais de ensino paradas, que são base de 48 seções sindicais filiadas ao ANDES-SN. Uma demonstração da força da mobilização está no apelo feito pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, na tarde desta quarta-feira (23), para que os professores voltassem para sala de aula.

"A coletiva do ministro mostra que ele reconhece a força da nossa greve", argumentou a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa. Na entrevista que deu à imprensa, que foi ao ar ao vivo pelo canal NBR [veja o vídeo], Mercadante afirmou que os professores foram precipitados, já que termina em agosto o prazo legal para previsões no orçamento de 2013.

Em resposta ao ministro, Marina Barbosa lembrou que o processo de negociação perdura desde agosto de 2010 e que a proposta apresentada pelo governo em dezembro daquele ano é a mesma do dia 15 de maio passado, quando houve a última reunião do GT carreira, criado para negociar o plano de carreira.

"O governo, na verdade, finge que negocia. Descumpriu acordo assinado com as entidades que previa o trabalho conclusivo sobre a reestruturação da carreira em 31 de março. Escuta os nossos argumentos, diz que eles enriquecem o debate, mas, ao final, mantém a mesma posição, contrariando, às vezes todas as outras partes representadas no grupo de trabalho", contra-argumentou Marina.

"Ao contrário do que disse o ministro, o movimento dos professores não foi precipitado, estamos presentes em todos os espaços de negociação desde 2010, apresentando propostas e cobrando respostas do governo. E, até mesmo as correções ajustadas no ano passado para vigorar em março deste ano só se tornaram realidade, com a MP 568/12, depois que a categoria deliberou, no dia 15 de maio, que entraria em greve no dia 17", contestou a presidente do ANDES-SN. "A categoria está indignada, tanto que a greve explodiu em todo o país", afirmou.

Negociações
Para Marina, a fala de Mercadante, ao invés de fazer os professores voltarem para sala de aula, vai aumentar a indignação de quem ainda não parou. "A nossa greve é justa, legítima e está sendo construída pela base. Entendemos a posição do ministro, mas quem decidirá sobre os rumos da greve será a categoria e ela está insatisfeita não só com as protelações constantes em relação à aprovação do plano de cargos e salários, como com a falta de infraestrutura nas nossas universidades federais", adiantou.

A presidente do Sindicato Nacional disse, ainda, esperar que o governo, na reunião do GT carreira da próxima segunda-feira (28), receba o ANDES-SN com disposição efetiva de negociar. “Mesmo em greve, fomos recebidos por todos os governos, dos militares a Fernando Henrique Cardoso, esperamos da presidente Dilma a mesma atitude democrática”, argumentou.

Veja, aqui, o quadro atualizado das instituições federais em greve

Fonte: ANDES-SN

Entrevista coletiva de Aloízio Mercadante sobre greve dos professores nas universidades federais

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, concede entrevista coletiva (23/5) sobre a greve dos docentes nas instituições federais de ensino superior.

Fonte: YouTube

Presidente da associação dos docentes fala sobre a greve na UFRJ

Mauro Iasi, presidente da ADUFRJ-SSIND, faz um balanço da assembleia (22/5) que deflagrou a greve e dos desafios do movimento docente na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Fonte: YouTube

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Reitores reconhecem legitimidade da greve

Os reitores da UFMT e UFPB manifestaram-se publicamente favoráveis ao movimento grevista nas Instituições Federais de Ensino Superior.

De acordo com a reitora da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder (foto), a luta dos docentes não é somente por salário:

"A luta é pelo plano de carreiras, algo que dê aos professores uma perspectiva. O Ministério do Planejamento está trabalhando nisso, mas muito lentamente. É preciso acelerar esse trabalho e dar uma resposta aos professores" (leia a matéria na íntegra).

Rômulo Polari, reitor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), disse que a greve já era prevista pelos reitores há muito tempo, já que as reivindicações da categoria não foram tratadas com agilidade pelo governo.

E mais: em texto assinado pela Agência de Notícias da UFPB, Polari garantiu que, da parte da administração da universidade, não haverá qualquer medida no sentido de punir ou intimidar o momento (confira o texto na íntegra).

A reitoria da UFRPE também lançou nota, comunicando "à sociedade permanbucana e brasileira o seu respeito à reivindicações levantadas pelos docentes e suas representações sindicais" (veja a nota na íntegra).

 
Profa. Dra. Idalice Ribeiro Silva Lima
Departamento de Filosofia e Ciências Sociais (DFICS)
Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Telefone: 00 55 34 9197 1720


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