



Paulo Freire & Donaldo Macedo - Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra (Paz e Terra)
Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra tece uma crítica rigorosa e inovadora às propostas tradicionais de alfabetização desenvolvidas tanto em nosso país como nos Estados Unidos, as quais na maioria das vezes buscam o aprendizado da língua oficial pelo chamado padrão culto. Considerando a alfabetização um processo que deve ao mesmo tempo resgatar e recriar a experiência vivida pelo alfabetizando, Paulo Freire teoriza e pratica uma alfabetização crítica e libertadora que instrumentaliza a classe oprimida para que possa alcançar a reapropriação de sua história pela construção coletiva do conhecimento, reabilitando sua capacidade de intervir nas transformações de seu contexto social.
Paulo Freire & Sérgio Guimarães - Aprendendo com a própria história (Paz e Terra)
No diálogo com Sérgio Guimarães, Paulo Freire recorda a sua vida como educador: os momentos que marcaram a aplicação de seu Método no Recife, no pré- 64, a prisão e o exílio. O livro revela o degredo como possibilidade de auto-reflexão, do repensar atitudes e propostas; experiência que ampliou sua concepção do processo pedagógico.
Paulo Freire - Cartas à Guine Bissau: Registros de uma experiência em processo (Paz e Terra)
Cartas à Guiné-Bissau é um livro comovente, ao deixar transbordar o verdadeiro sentido da ajuda, aquela em cuja prática os que nela se envolvem se ajudam mutuamente, crescendo juntos no esforço comum de conhecer a realidade que buscam transformar. Assim, o ato não se distorce em dominação do que ajuda sobre o que é ajudado. Por isso, o projeto de ajuda à Guiné-Bissau nasceu lá e dependeu da empatia de Paulo Freire e de sua equipe para conhecerem profundamente a realidade do país e poderem pôr em prática, mais uma vez, o famoso método Paulo Freire.
Paulo Freire & Sérgio Guimarães - Dialogando com a própria história (Paz e Terra)
No diálogo com Sérgio Guimarães, Paulo Freire recorda a sua vida como educador: os momentos que marcaram a aplicação de seu Método no Recife, no pré-64, a prisão e o exílio. O livro revela o degredo como possibilidade de auto-reflexão, do repensar atitudes e propostas; experiência que ampliou sua concepção do processo pedagógico.