Fwd: [SECRETARIA ESPECIAL DA PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DO DF] Noticias SEPIR DF

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Leila Lopes

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May 2, 2012, 7:34:39 AM5/2/12
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Funcionária sofre discriminação racial de cliente na fila do cinema

Publicação: 01/05/2012 08:05 Atualização: 01/05/2012 08:24


A Polícia Civil investiga a denúncia de discriminação racial em um shopping da Asa Norte, na tarde do último domingo. O acusado fugiu após clientes e funcionários do estabelecimento chamarem seguranças do centro comercial. Os agentes tentam identificar o suspeito por meio de imagens do circuito interno e dos depoimentos das testemunhas. Até a noite de ontem, no entanto, ele não havia sido encontrado. A vítima é a atendente de cinema Marina Serafim dos Reis, 25 anos. De pele negra, ela trabalhava na bilheteria quando um homem de aproximadamente 40 anos começou a confusão na fila para compra dos tíquetes. Ele teria chegado atrasado à sessão e queria passar na frente dos demais. Os insultos começaram quando a funcionária disse que ele teria de esperar. “Ele disse que meu lugar não era ali, lidando com gente. Falou que eu deveria estar na África, cuidando de orangotangos ”. Indignados, clientes e funcionários acionaram a segurança, mas o homem conseguiu fugir. A 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) investiga o caso.



Marina Serafim dos Reis, a vítima, diz que nunca enfrentou algo parecido: "Fiquei muito nervosa, me senti humilhada"

O acusado chegou a comprar o ingresso para assistir ao filme Habemus Papam, mas não conseguiu chegar até a sala. Quando percebeu a reação dos demais espectadores na fila, caminhou rápido até as escadas rolantes. Vídeos gravados pela segurança interna do shopping mostram o momento em que o homem começou a correr pelo shopping na fuga. As testemunhas o chamavam de racista e pediam aos vigilantes que o detivessem. Mas ele correu até o carro. “Conseguimos ouvir os gritos e ainda tentamos segui-lo, mas ele conseguiu entrar no carro e fugir”, contou um segurança, que preferiu não se identificar.

Regionais de ensino fazem encontro para incentivar educação étnico-racial

O objetivo do evento é estabelecer a obrigatoriedade do ensino das relações étnico-raciais, da história e cultura afro-brasileira

Publicação: 01/05/2012 18:18 Atualização:

A Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto e Cruzeiro, vinculada à Secretaria de Educação do Distrito Federal, realizará, em parceria com a Fundação Cultural Palmares, no dia 09 de maio, de 8h30 às 11h30 e 14h às 17h, o VII Encontro de Educação Étnico-racial. O evento será no auditório da Fundação Cultural Palmares.
O VII Encontro é coordenado pela equipe de Direitos Humanos e Diversidade da Gerencia Regional de Educação Básica – CRE/PPC e tem como objetivo contribuir para a implementação do artigo 26-A da LDB com vistas a Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade da educação das relações étnico-raciais e ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nos sistemas de ensino.
O evento terá como tema "A Educação das Relações Étnico-raciais na perspectiva da Cultura e dos Direitos Humanos" e será destinado aos profissionais da educação da rede básica de ensino da CRE/PPC. Será uma oportunidade para o diálogo sobre a temática étnico-racial, bem como, para a reflexão sobre a importância do reconhecimento, valorização e respeito à diversidade e sobre o papel dos educadores na promoção da igualdade racial nos sistemas de ensino.

Distrito Federal registra uma média de nove agressões a mulheres a cada dia

Publicação: 01/05/2012 07:58 Atualização:

Primeiro, vem o xingamento. Depois, um tapa na cara. O medo da prisão leva o agressor a tentar uma reconciliação, com pedido de perdão e promessa de que aquela violência não se repetirá. Mas o sentimento de posse é mais forte. Novamente, a mulher se torna vítima das mãos pesadas do homem que garantiu estar arrependido. Quando ela decide pôr um ponto final no relacionamento, pode ser tarde demais. É assim o histórico da maioria das mulheres assassinadas pelos namorados, maridos ou ex-companheiros no Distrito Federal.
Em uma tentativa de evitar desfechos trágicos, a Justiça determinou, no ano passado, 9.859 medidas protetivas a mulheres ameaçadas de morte. Foram 4.866 inquéritos instaurados contra agressores e 3.210 homens sentenciados em 3.407 audiências judiciais realizadas (veja quadro). Na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), são 1.180 ocorrências de violência doméstica registradas de janeiro até agora, uma média de nove agressões por dia. Em 2011, foram 3.186 registros, ou nove denúncias diárias.

UFRGS preenche apenas metade das vagas de cotas para negros


Especialistas explicam o fenômeno pela desinformação e pelo constrangimento dos candidatos


Um relatório da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) sobre as cotas revela que, entre 2008 e 2012, os candidatos de escolas públicas e autodeclarados negros ocuparam, em média, 38,5% das vagas reservadas a eles no vestibular.

Em 2012, a porcentagem saltou para 49,6%, reflexo da alteração no ponto de corte do concurso.

Esses primeiros dados estão sendo divulgados na edição de maio do Jornal da Universidade. No último processo seletivo, a instituição ofertou 5.290 vagas – 15% para estudantes do ensino público e 15% a negros de escolas públicas.

Pelas informações do documento, das quase 800 vagas reservadas, os negros conseguiram preencher menos da metade. Para o reitor da Universidade Zumbi dos Palmares (SP), José Vicente, três fatores costumam explicar a sobra:

— Quando existe uma pressão grande na sociedade para desqualificar as cotas, isso constrange as pessoas, que preferem não procurar a ferramenta. Outro aspecto é o grau de informação disponibilizada ao grupo de interesse, que pode ser insuficiente. E talvez os cursos oferecidos não estejam atraindo os possíveis beneficiados.

No ano passado, a instituição definiu novas regras para entrar no listão, com o objetivo de facilitar o preenchimento total das vagas de cotistas negros. Antes, no momento de elaborar a pré-classificação, com base nos acertos das provas objetivas, não era levado em consideração o sistema de cotas.

Os estudantes com maior pontuação tinham sua redação corrigida e podiam concorrer às vagas. Agora, a universidade divide os candidatos já na pré-classificação conforme a reserva de cotas, o que aumenta as chances de aprovação dos cotistas negros.

O documento compara números do vestibular de 2007, o último sem a política de ações afirmativas, e os do concurso de 2012, mostrando aumento de 15,77% de classificados vindos de escolas públicas e de 8,18% de negros do ensino público.

Nos cursos de alta densidade (mais candidatos por vaga), a proporção de cotistas negros passou de 1,43%, em 2007, para 14,83%, em 2012 – nestas mesmas graduações, observou-se um índice mais baixo de desistência entre os cotistas do que nos cursos menos procurados.

O relatório avalia quantitativamente o ingresso e o desempenho acadêmico. Neste mês, será analisado pela Comissão de Avaliação da Política de Ações Afirmativas da UFRGS. A comissão concluirá em junho um relatório final, para que o Conselho Universitário decida sobre o futuro da política de cotas.


ZERO HORA


Polícia identifica autor de ofensa racial contra atendente de cinema no DF



Delegado diz que suspeito é um médico; ele será ouvido quando for localizado. 

Homem disse que ela 'deveria estar na África, cuidando de orangotangos'.


A Polícia Civil do Distrito Federal identificou o homem que ofendeu a funcionária de um cinema na Asa Norte, na tarde de domingo (28). Marina Serafim dos Reis, de 25 anos, ouviu de um cliente que “não deveria estar lidando com gente, deveria estar na África, cuidando de orangotangos.”
De acordo com o delegado, Ailton Rodrigues de Oliveira, da 5ª DP, ele é médico e pode ser indiciado por discriminação. Oliveira informou que o homem foi reconhecido pela vítima e deve prestar depoimento na delegacia assim que for localizado.
A afirmação foi feita após o cliente se irritar com a demora da fila para a compra de ingressos para o cinema. Marina, que trabalha na bilheteria, afirma que ele chegou atrasado para a sessão das 15h e queria passar na frente das outras pessoas.
Após os insultos, clientes e funcionários do estabelecimento comercial chamaram os seguranças, mas o homem conseguiu fugir.
De acordo com o delegado, o homem foi identificado com auxílio das imagens das câmeras de segurança. Oliveira disse ainda que o suspeito já tem uma passagem por crime de racismo ocorrida em 2002, durante as eleições. O homem teria ofendido uma mesária.
Ainda segundo o delegado, a ofensa a um pessoa levando em conta a etnia ou raça configura crime de injúria discriminatória, com pena que varia entre um e três anos de prisão.
Fonte:G1




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Postado por SEPIRDF no SECRETARIA ESPECIAL DA PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DO DF em 5/02/2012 08:17:00 AM



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Anexo Buriti 13° Andar 
Telefone: 61 34254703







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