Reunião coordenada por Juliana, das 14h30 às 16h0O, foi dividida em duas partes:
I Parte: Apresentação dos colegas:
Cristina Abranches, MG
Mara Cristina – psicanalista, psicóloga, Grupo Laço.
Paula Albano – Grupo Laço, psicóloga.
Juliana Vidigal – Grupo Laço, Trapézio, AT da Equipe da A Casa;
Juliana – Fono. CRIA
Priscila, Grupo Laco, psicóloga, psicanalista, faz mestrado na Psicanálise Social da PUC
Marina Faria - Derdic. Neppec
Flávia Vasconcelos, psicanalista. Trapézio.
Marise Bastos. Psicanalista, Psicóloga. Lugar de Vida.
Maurício Hermann – psicanalista, AT, ATTENDA
Maria Noemi de Araujo- CLIPP (Clínica Lacaniana de Atendimento de Pesquisa e Psicanálise); Clínica da Escola Florestan Fernandes.
Pela manhã, houve uma reunião do G8, no mesmo local com outros integrantes do G8 e, por conta disso, Marise inicia um relato e, auxiliada pelos demais colegas, faz uma síntese do que foi discutido para o grupo.
II Parte: Ações:
1 – Conhecer a legislação.
Por indicação da assessoria política, temos, como uma das frentes, tomar conhecimento da legislação Federal, Estadual e Municipal a respeito da inclusão. Além disso, poder encontrar meios de saber como estas leis “chegam “na escola.
2 – Promover a articulação com outras instituições, conversar médicos, rede pública de saúde e educação de cegos. No G8 há somente a Juliana do CRIA com inserção na rede pública que estava presente na reunião. A questão que se colocou: uma coisa é conhecer a experiência, outra é falar de impasses, do que já se
promove. Por exemplo, Maribel de Londrina conseguiu ser ouvida pelos gestores para que seu trabalho tenha maior alcance.
3 - Cuidar para que os princípios do G8 em torno da interdisciplinar não se percam - retomar o texto que já foi escrito - ele tem que ser visível para os novos participantes.
5 – Sobre critérios de divulgação de eventos de diferentes instituições que participam do G8 - Aqui no G8, pode-se compartilhar a produção de cada um no email coletivo do próprio G8.
6 – Produzir documentos para pensar a articulação da Clínica com a Educação.
7 - Maurício nos alerta para o lugar do AT na interface com a escola e , também, no social. Pensar no lugar do AT - uma possibilidade é como dispositivo. Além disso, fala sobre a necessidade de se discutir o trabalho com os autistas adultos. “Algo que se aproxima da Escola e, ao mesmo tempo, amplia o campo do tratamento. A questão é da clínica ampliada.”
Maurício questiona o fato de se tomar o imperativo jurídico a priori.
Abranches responde: falo de outra coisa – do “sempre que possível” que está no nosso documento. Para os autistas, é a entrada na cultura que é sofrida, a escola é consequência e é onde se cria o laço. Não podemos fazer um acordo perverso, tipo – entra pela metade – é um acordo psíquico maléfico; ao fazer uma inclusão condicional, aceita-se a inclusão se ... essa condição já não é mais a inclusão. Toda escola deve ser aberta. Podemos contribuir com outra escola, não falar nessa escola como algo que não serve.. .porque não faz diferença.
Flavia – frente a esses acontecimentos também senti o medo de retrocesso porque ai entra em jogo as práticas das pessoas. A inclusão é um avanço civilizatório.
Abranches – a inclusão dá trabalho. Ela não abre a porta numa boa. E aí, o psicanalista tem muito a dizer. No discurso da Martinha Clarete (que é cega) do MEC a psicanálise pode dizer o que é a inclusão para cada um.
Marise- o fato de ter uma legislação já faz diferença, diz muito.
Cristina – quando comecei a conversar com a educação, formar educadores e escutar – O que é isso? Não gostava do que se fazia nas salas? Quais são as inovações que há muito a se fazer com a psicanálise – sobre o saber e conhecimento. É aí que podermos ajudar: Pedagogia cooperativa, pedagogia da problematização, etc.. Isso faria uma interação com autismo na educação – aí há diálogo.
Marise - O tempo todo se evoca qual é o lugar do aluno, os próprios educadores intuitivamente vão fazendo propostas de trabalho que incluir conceitos da psicanálise.
Outras propostas:
Juliana – cada um se comprometer em tentar re-escrever a carta de princípio. Essa carta vai começar a circular em outros lugares. Vamos jogar na rede a re-escrita desse partagrafo? É importante, e depois se pensa a legislação..
Cristina – tem um programa que é “Dropbox”. Dá pra escrever um texto e todo mundo mexe.
Decisões e próximos passos:
- Data da próxima reunião – 18/10 – no TRAPÉZIO, Rua Fradique Coutinho: Pauta –1395 – casa 4. FONE: 30321660 – Referência: entrada de uma vila, entre as Ruas Purpurina e Wisard.
Pauta - Diálogo com a educação, dispositivos utilizados
- Ficou decidido que nesta reunião cada instituição presente irá relatar em um texto para apresentar ao grupo a maneira como a inclusão acontece no dia a dia do trabalho, quais os dispositivos criados pela instituição para lidar com os impasses produzidos neste processo.
- Além disso, é importante que quem tiver acesso as leis que regem a inclusão nos âmbitos municipal, estadual e federal possam levar informações para serem compartilhadas com o grupo.
- Pensaremos o parágrafo sobre a inclusão da nossa Carta de Princípios e discutiremos uma reescrita deste para apresentar na plenária de Novembro.
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Oi Juliana e todas!
Obrigada pela escrita da ATA. Gostaria de lembrar que meu nome está errado. Não é Marina Faria, mas Carina Faria.
Compartilho da ideia da Flavia de que a escrita do parágrafo sobre o “sempre que possível” é muito difícil e talvez pouco produtiva se feita por e-mail. Sugiro voltarmos a discussão em grupo.
Um beijo para o grupo!
Carina
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Juliana,
Participei pela manhã.
Sandra Pavone
Em Seg 23/09/13 22:17, Juliana Gmail escreveu:
Farei as alterações das q se colocaram.Marta, a reunião será às 18h.Bjs
Juliana MoriSent from my iPhone
OLá a todos,
Juliana, por favor me informe o local e horário da reunião do GT 8 no dia 18/10.
Abçs
Denise Cardellini
Bom dia Juliana,Está confirmada a reunião do dia 18 no Trapézio as 18h?abçMarta