Pessoal,
Ata da reunião
Data: 03 de agosto de, 2013
Local: Trapézio
Presentes: Juliana Vidigal, Marise Bastos, Juliana Mori, Flávia Vasconcelos, Carolina Neumann, Cristina Oliveira.
-Em primeiro lugar, Juliana Mori apontou que a configuração do grupo G8 estava bem diferente e que tínhamos tido a adesão de muitas pessoas voltadas para a área da educação, algo que não acontecia no momento anterior. Colocou-se , então, a seguinte questão: formaríamos um outro grupo que tratasse de autismo e educação ou se este permaneceria no grupo da interdisciplina que ganharia um outro formato. Decidimos que colocaríamos esta questão em ata para que o restante do grupo pudesse se manifestar.*
-Foi apontada a importância do tema da escolarização da pessoa com transtorno do espectro do autismo. Já que estamos vivendo um impasse em termos de políticas públicas e existem promotores engajados nessas questões. Marise relatou sua experiência acompanhando estes promotores em algumas visitas em instituições de tratamento e escolas públicas e colocou a questão nos seguintes termos: a política de inclusão educacional, como vem sendo feita, não parece ser uma boa opção para as famílias dessas pessoas, que preferem a educação especial. Investir na educação especial dessas crianças seria uma obrigação do Estado? Isso seria o melhor ser feito para a escolarização destas crianças? Quais são estas escolas e como funcionam?
- Foi discutido como este tema do item anterior, estaria relacionado com o tema da interdisciplinaridade, e que é fundamental que o grupo pense em ações e produções que sejam interessantes para o Movimento. Foi apontada a importância de se estabelecer um diálogo com pedagogos ou outros profissionais da escola, que estejam participando do movimento ou que estejam trabalhando nas escolas públicas que atendem a esta população e entender como acontece o trabalho da interdisciplina entre as instituições de ensino e os serviços de tratamento.
- Surgiu a questão do acompanhamento terapêutico escolar, de como esse campo está se expandindo e da necessidade de se pensar e formalizar a atuação desse profissional.
- Foi dito da importância de que na próxima reunião, com a data prevista para 7 de setembro, os participantes apresentem seus motivos de estar no grupo 8, já que a configuração do grupo se alterou.
Olá Juiana e todos do G8.
Não pude comparecer a última reunião. Acabo de ler a ata e concordo com a pertinência de retomarmos a discussão sobre o acento que o grupo G8 quer ter. sem dúvida alguma a vertente autismo e educação é muito importante, mas acredito que existem também outras iniciativas em andamento sobre o tratamento interdisciplinar que poderão seguir no grupo. Acho fundamental recolocarmos a discussão.
Estou disponível para o dia 07, inclusive para vermos o vídeo que falei anteriormente.
Um abraço a todos!
Carina
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Acho interessante permanecermos em um único. A discussão pode ser mais rica. O que resta saber é se nossos encontros dão conta de discussões tão importantes e extensas...
Realmente temos que pensar.
Beijos
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