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<A educação inclusiva e o debate em torno da Meta 4 do PNE _ GGN.pdf>
Olá a todos,
Cristina, os pontos do debate elencados por você são fundamentais. Primeiro, se as escolas tem que ser inclusivas na perspectiva dos direitos, a grande transformação também deverá ocorrer em suas práticas, porque hoje, encontramos grande número de encaminhamentos de crianças para os equipamentos de saúde, pois, os educadores não dão conta das dificuldades apresentadas( missão impossível).
Se a inclusão é uma diretriz, temos que trabalhar na direção de políticas e condições efetivas que favoreçam a inclusão tendo de ser implantadas e acompanhadas. Percebemos que vários casos quando tem uma atenção mais individualizada conseguem ser alfabetizados e ter evolução no processo de aprendizagem. Algumas escolas estabelecem que a criança frequente o período escolar regular e duas vezes por semana frequente sala de apoio ou de recursos. Por outro lado, encontramos muitas crianças, que ficam nas salas inprodutivas , relegadas, reproduzindo uma lógica do fracasso escolar.
Enfim, um quadro de escolas com funcionamento variável e insuficiente, mas o compromisso do Estado em parcerias com instituições da sociedade devem visar a melhoria do processo educativo com um modelo de complementação que de fato tenha investimentos em várias frentes.
Abçs
Denise