Texto Debate Educação Inclusiva e a Discussão da meta 4 do PNE

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denise

unread,
Nov 6, 2013, 7:48:38 PM11/6/13
to g8-tratamentoi...@googlegroups.com

Olá pessoal,

 

  Envio o texto que comentei.

 

       Abçs

             Denise Cardellini

A educação inclusiva e o debate em torno da Meta 4 do PNE _ GGN.pdf

Juliana Gmail

unread,
Nov 7, 2013, 3:53:25 AM11/7/13
to denise, <g8-tratamentointerdisciplinar@googlegroups.com>
Ótimo, Denise. Obrigada

Juliana Mori
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<A educação inclusiva e o debate em torno da Meta 4 do PNE _ GGN.pdf>

Cristina Abranches

unread,
Nov 7, 2013, 8:27:02 AM11/7/13
to Juliana Gmail, denise, <g8-tratamentointerdisciplinar@googlegroups.com>
Oi Pessoal,
Vejam que têm questões que abordamos em nosso encontro.

1° sobre a inclusão radical: acho interessante as colocações, pois dizer que é contra a inclusão por ser radical, ou é a favor da inclusão, mas contra a inclusão radical é uma dos argumentos daqueles que querem manter a escolarização na escola especial, ou seja manter as coisas como estão em uma sociedade na qual alguns podem ser incluídos e outros não. Só exite um processo inclusivo se for de todos, se não, não se trata de inclusão. Da mesma forma só existe uma Lei se for para todos e neste sentido a lei é radical é nessa linha de raciocínio que a procuradora defende muito bem a inclusão para todos. São as escolas que têm de se tornar inclusivas e conseguir receber e oferecer educação para todos.

2°substituição da escolarização ou trabalho complementar: As escolas especiais têm um importante trabalho a ser feito que não seja substitutivo, mas complementar ao ensino comum e neste caos temos a denominação do AEE e os Centros de AEE)

Outra questão que permeia esta discussão é:
A substituição do Estado pela ação da Sociedade Civil (neste caso representada pelas APAEs). Esta é outra discussão que entra neste debate, pois estas crianças representam bem as ações que Freud nos lembrou como impossíveis para o homem (governar e educar). Existe, nestes casos, a necessidade de mediar a passagem do privado ao público e que estas instituições representam a possibilidade de trabalhar estas questões, e por isso em muitos casos muito necessária, desde que não seja substitutiva, mas desenvolva uma ação complementar. São possibilidades de ação entre Sociedade Civil e Estado sem que um substitua ou desconsidere o papel do outro.

São questões que pensei lendo a reportagem e quis dividir com vocês.
Abraços,
Cristina Abranches

denise

unread,
Nov 10, 2013, 10:03:35 PM11/10/13
to Cristina Abranches, Juliana Gmail, g8-tratamentoi...@googlegroups.com

Olá a todos,

 

   Cristina, os pontos do debate elencados por você são fundamentais. Primeiro, se as escolas tem que ser inclusivas na perspectiva dos direitos, a grande transformação também deverá ocorrer em suas práticas, porque hoje, encontramos grande número de encaminhamentos de crianças para os equipamentos de saúde, pois, os educadores  não dão conta das dificuldades apresentadas( missão impossível).    

  Se a inclusão é uma diretriz,  temos que trabalhar na direção  de políticas e condições efetivas que favoreçam a inclusão tendo  de ser implantadas e acompanhadas. Percebemos que vários casos quando tem uma atenção mais individualizada conseguem ser alfabetizados e ter evolução no processo de aprendizagem. Algumas escolas estabelecem que a criança frequente o período escolar regular e duas vezes por semana frequente sala de apoio ou de recursos. Por outro lado, encontramos muitas crianças, que ficam nas salas inprodutivas , relegadas, reproduzindo uma lógica do fracasso escolar.

  Enfim, um quadro de escolas com funcionamento variável e insuficiente, mas o compromisso do Estado em parcerias com instituições da sociedade devem visar a melhoria do processo educativo com um modelo de complementação que de fato tenha investimentos em várias frentes.                     

 

              Abçs

              Denise

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