Só tem um ero no texto:
"... e fica lá reclamando pros parentes no WhatsApp".
Não, no caso é Zap Zap mesmo, porque falar o nome certo das coisas, mesmo que em pronúncia errada, é coisa de fresco.
Vai ver que o brasileiro médio chamar-me-ia de cuzão por essa minha observação, mas brasileiro é assim mesmo...
Ou, sei lá, vai ver que eu sou cuzão mesmo de ficar corrigindo as coisas (aka pessoas).
Afinal, o que tem de mau em quem escreve saite, fala kitchen pensando em chicken, dutch em vez de douche, escreve derrepente, fala adevogado, e outras aberrações que eu já ouvi e corrigi ao longo desses cuzônicos anos...? Nada... brasileiro é assim mesmo...
O Brasileiro médio é como um vinho médio: só piora ao longo dos anos...
E esse vinho tem até uma DOC muito própria: Grand Cu du Pays de Vera Croix.