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Neste Dia Internacional da Mulher, o Instituto Igarapé apresenta um diagnóstico sobre a situação de um grupo de mulheres especialmente vulneráveis: as que estão ou estiveram presas. A análise indica um enorme crescimento da população carcerária feminina nos últimos anos. Essas mulheres são, na maioria, jovens, negras, solteiras, com filhos e baixa escolaridade. Com frequência foram encarceradas por crimes não violentos.
Ao serem presas, encontram unidades prisionais inadequadas para mulheres e, muitas vezes, enfrentam o abandono familiar. No Brasil, apenas 25% estudam e 24% trabalham. Há poucas oportunidades para reconstruirem suas vidas depois da pena. Atividades que garantam renda são importantes ao proporcionar autonomia financeira e permitir que apoiem suas famílias durante e após o tempo que passam presas.
Pensar alternativas para suas trajetórias traz ganhos para toda a sociedade.
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