--- Em qui, 16/4/09, Fernanda Brasileiro <fernanda....@terra.com.br> escreveu:
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Destinado a três destacadas personalidades do cinema dos países de língua portuguesa que tenham prestado significativa colaboração no desenvolvimento da arte e da indústria cinematográficas, o Troféu Humberto Mauro homenageará as mulheres nesta quarta edição do festival: a atriz e diretora brasileira, Helena Ignez; a realizadora, roteirista e atriz portuguesa, Teresa Villaverde e a diretora documentarista moçambicana, Isabel Noronha. O troféu recebe o nome Humberto Mauro em homenagem a um dos pioneiros do cinema brasileiro. | |||||||||||||
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Helena Ignez</ font> | |
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| Musa do Cinema Novo, ícone do Cinema Marginal, Helena Ignez mostra o seu Canção de Baal no 4°CINEPORT. | |
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Musa do Cinema Novo, ícone do Cinema Marginal, a atriz Helena Ignez iniciou sua carreira no cinema em 1959, no filme O páteo, de Glauber Rocha, com quem foi casada. No entanto, foi em filmes como, Assalto ao trem pagador (1962) e O bandido da luz vermelha (1968), que consolidou sua carreira como atriz. Em 1970, casou-se com o diretor, Rogério Sganzerla, com quem fundou, juntamente com o diretor, Júlio Bressane, a produtora de filmes, Belair, que produziu filmes como, Copacabana mon amour, Sem essa, aranha e A família do barulho, dentre outros. Em 2005, escreveu e dirigiu o filme, A miss e o dinossauro, em que mostra, de forma apaixonada, os bastidores da lendária produtora. No 4° CINEPORT, Helena mostrará sua mais nova produção, o filme Canção de Baal, adaptação livre da peça homônima de Bertold Brecht. Atualmente, está produzindo e dirigindo Luz nas trevas – a revolta de luz vermelha, com roteiro inédito de Rogério Sganzerla. |
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Isabel Noronha</ strong> | |
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| Noronha transpõe para o cinema a realidade social de Moçambique através dos seus documentários. | |
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A moçambicana Isabel Noronha nasceu em Maputo em 1964. Iniciou sua carreira no cinema em 1984, no Instituto Nacional de Cinema, trabalhando como assistente de produção, direção de produção, assistente de direção e finalmente como diretora. Isabel é membro fundadora da Coopimagem, para a qual dirige filmes desde 1991. Em 2003, organizou a mostra Mozambicam Cinema, integrada por filmes produzidos após a independência daquele país. Dirigiu inúmeros documentários, dentre eles, Manjacaze (1987), Hosi Katekisa Moçambique (1988), Genesis em azul (1989), Cuidados prénatais (1991), Assim na cidade (1992), As mães da terra (1993), Abc das eleições (1994), Cena lusófona (1995) e, em 2007, lançou Ngwenya, o crocodilo, documentário sobre o famoso artista plástico e pintor moçambicano, Malangatana Ngwenya, que será exibido no Festival CINEPORT. |
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Teresa Villaverde</ strong> | |
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| Teresa Villaverde, uma das homenageadas com o Troféu Humberto Mauro, representa a nova cara do cinema português. | |
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Premiada nos festivais de Cannes e de Veneza, a realizadora portuguesa, Tereza Villaverde, pertence à geração de cineastas portugueses surgidos nos anos 90 e sua atividade cinematográfica não se limita apenas à realização: participou como atriz, cenógrafa, argumentista, assistente de realização e de montagem em diversas produções e sua estréia como realizadora se deu com o filme, a Idade maior (1990), que trata da reconstrução de um país marcado pela guerra colonial. Na edição passada do CINEPORT, seu filme, Transe, foi agraciado com o Troféu Andorinha, nas categorias de melhor atriz (Ana Moreira) e melhor fotografia (João Ribeiro). No 4° CINEPORT, será exibido o filme, Os mutantes, e reprisado, o filme, Transe. |
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