segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
A ascensão econômica do Brasil é o tema da capa, de um editorial e de um especial de 14 páginas da edição desta semana da revista britânica The Economist, divulgada nesta quinta-feira. Intitulado Brazil Takes Off ("O Brasil Decola", em tradução literal), o editorial afirma que o país parece ter feito sua entrada no cenário mundial, marcada simbolicamente pela escolha do Rio como
sede olímpica em 2016.
A revista diz que, se em 2003 a inclusão do Brasil no grupo de emergentes Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) surpreendeu muitos, hoje ela se mostrou acertada, já que o país vem apresentando um desempenho econômico invejável. A The Economist afirma também que o Brasil chega a superar outros Bric. "Ao contrário da China, é uma democracia, ao contrário da Índia, não possui insurgentes, conflitos étnicos, religiosos ou vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, exporta mais que petróleo e armas e trata investidores estrangeiros com respeito."
Segundo o The Economist
Situação do Brasil antes e depois.
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Nos tempos de FHC
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Nos tempos de LULA
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Risco Brasil
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2.700 pontos
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200 pontos
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Salário Mínimo
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78 dólares
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210 dólares
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Dólar
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Rs$ 3,00
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Rs$ 1,78
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Dívida FMI
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Não mexeu
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Pagou
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Indústria naval
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Não mexeu
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Reconstruiu
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Universidades Federais Novas
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Nenhuma
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10
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Extensões Universitárias
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Nenhuma
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45
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Escolas Técnicas
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Nenhuma
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214
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Valores e Reservas do Tesouro Nacional
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185 Bilhões de Dólares Negativos
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160 Bilhões de Dólares Positivos
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Créditos para o povo/PIB
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14%
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34%
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Estradas de Ferro
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Nenhuma
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3 em andamento
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Estradas Rodoviárias
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90% danificadas
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70% recuperadas
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Industria Automobilística
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Em baixa, 20%
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Em alta, 30%
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Crises internacionais
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4, arrasando o país
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Nenhuma, pelas reservas acumuladas
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Cambio
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Fixo, estourando o Tesouro Nacional
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Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central
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Taxas de Juros SELIC
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27%
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11%
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Mobilidade Social
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2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
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23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
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Empregos
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780 mil
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11 milhões
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Investimentos em infraestrutura
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Nenhum
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504 Bilhões de reais previstos até 2010
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Mercado internacional
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Brasil sem crédito
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Brasil reconhecido como investment grade | Postado por Anselmo Raposo às 16:07
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