Confirmando presença... Digam a data aí!
|
|
Um adendo..
Estou afim,... um dos primeiros passos que queria indicar à galera é que dia 10 agora (Terça-feira) à noite vai estar rolando o Tome Prosa, Tome Poesia no restaurante Sagarana, com os convidados especiais (tchan-tchan-tchan-TCHAAAANNN): essa pessoa que escreve & a Renálide! Uhhhhh - uhhhhhhhhhhhhhhh.. Já dei o toque a algumas pessoas, mas, amanhã quando receber o Release do evento eu posto aqui & no meu blog. Bem, seria legal irmos pra lá... o restaurante faz desconto nas bebidas & tira-gostos durante o evento, mas quem quiser uma dose de whisky é só colar. Ahahahahahha
Depois disso podemos ver outras datas também, claro.
Valeu esse REVIVAL!
Ikaro
|
Release Tome Poesia, Tome Prosa (fevereiro)
Três escritores participam da edição de fevereiro do projeto Tome Poesia, Tome Prosa. O evento acontece na próxima terça-feira, dia 10, noite de lua cheia, a partir das 20h30, no Restaurante Sagarana. O cronista Ronaldo Monte, os poetas IkaRo MaxX e Renálide Carvalho são os três convidados da noite. Sob a coordenação do poeta Antônio Mariano, o projeto traz sempre nomes da literatura paraibana e nacional a cada novo encontro.
Em seu atual formato, o evento é uma readaptação do "Tome Poesia", que tinha como palco o antigo bar Parahyba Café no período de 2004 a 2006. A reestréia aconteceu no mês de agosto, no Restaurante Sagarana.
Agora, o projeto foi ampliado para contemplar, além da poesia, outros estilos literários classificados como prosa. O coordenador define o evento como um encontro de poetas e prosadores locais ou nacionais, incluindo uma mostra de sua obra, com espaço aberto a comentários, depoimentos e um bate-papo com o autor convidado de cada edição.
Durante o evento, há sorteios de livros entre os participantes. Ao final das apresentações e debates, o microfone é aberto ao público para recitais. É a oportunidade de cada um mostrar sua veia poética apresentando textos autorais ou não. Para os freqüentadores do evento, o restaurante oferece desconto de 20% para bebidas e 50% para petiscos.
"Ao final de cada encontro, o público pode interagir compartilhando suas afinidades literárias através de recitais de textos próprios ou de seus autores favoritos", explica Antônio Mariano.
Com a reformulação do projeto, o objetivo é contemplar prosadores como cronistas, contistas, romancistas e teatrólogos. Para levar adiante o a idéia, o organizador do evento firmou parceria com o empresário Walter Aguiar, proprietário do restaurante Sagarana. "É uma forma de incentivar e apoiar a cultura paraibana", justifica, revelando a intenção de oferecer uma programação cultural diferenciada e de qualidade.
O Tome Poesia, Tome Prosa é realizado mensalmente, sempre coincidindo com a terça-feira mais próxima da lua cheia de cada mês. O espaço também é aberto ao lançamento de livros.
O restaurante Sagarana fica na avenida Cabo Branco, 3056, em João Pessoa. Telefone 3247-5055.
Sobre os convidados Ronaldo Monte
Nasceu em 1947, em Maceió, Alagoas. Com 11 anos de idade foi aprender a viver no Recife. Mora em João Pessoa desde 1978, o que o faz paraibano por opção e tempo de serviço. Além de poeta, é psicanalista e professor, com Doutorado em Teoria Psicanalítica pela UFRJ. É autor de crônicas e ensaios publicados em jornais de João Pessoa. Publicou, em 1983, "Pelo canto dos olhos", seu primeiro livro de poemas. Em 1996, publicou "Memória curta", livro de crônicas e contos curtos, pela Editora Universitária da UFPB. No ano 2000, publicou o livro de poemas "Tecelagem noturna", também pela Editora Universitária. Em 2003, publicou "Pequeno Caos", livro de crônicas e textos curtos, pela Editora Manufatura. Em 2004, publicou "World Trade Center", poema escrito com Pedro Osmar. Em junho de 2006 lançou o romance "Memória do fogo" pela Editora Objetiva, do Rio de Janeiro. É também autor de letras de músicas com vários parceiros.
O que falam sobre Ronaldo Monte "Ronaldo Monte é um homem feito de palavras. Um escritor que vem tecendo uma história cada vez mais sólida na cena literária brasileira. Ele não arromba portas. Não força a barra. Rona simplesmente vem surgindo como quem estabelece uma relação de amor com a existência e seus teares." (Lau Siqueira, escritor).
"... o autor deita e estende seu olhar sobre uma pluralidade de motivos poéticos dos quais não se pode olvidar a presença da noite, da morte, do tempo cotidiano, unitariamente urdidos, no entanto, a partir de uma concepção literária a que não faltam comedimento, disciplina, sensibilidade e sentido estético." (Hildeberto Barbosa Filho, sobre o livro de poemas "Tecelagem noturna").
"Ronaldo Monte montou a sua oficina de escrever no porão. E, como bom e ousado psicanalista que é, escreveu a partir daí o excelente "Memória do fogo" (Editora Objetiva Ltda, Rio de Janeiro, 2006), cujos personagens, "Precocemente fracassados, perdidos em algum ponto do Nordeste Brasileiro - conforme bem o diz Rosa Amanda Strausz -, perderam-se também do fio que conduz à vida. Em volta do fogo, partilham apenas da cachaça, água que queima". Os estranhíssimos viventes de Ronaldo são sombras que só ardem e "brilham" ao pé das fogueiras acesas. E embora de carne e osso, parecem fantasmas saídos de um livro-porão: este "Memória do fogo", um dos grandes lançamentos do ano de 2006." (Sérgio Castro Pinto, escritor)
"Um mestre da história curta: Se me refiro a cenas curtas, não se imagine pouca densidade narrativa. Da observação do detalhe do dia-a-dia ou do aparentemente horizontal dos acontecimentos, o que se dá é a reflexão verticalizada de quem sabe ver." (Neroaldo Pontes de Azevedo, sobre "Memória curta").
*****************
IkaRo MaxX
Nascido em um trabalho de parto doloroso o embrião do futuro poeta já mostrou pra que veio ao mundo. Desde cedo, hiperativo, rapidamente desaparecia & devorava o mundo que lhe entrava por todos os sentidos. Aos 3 anos de idade, depois de uma repreensão severa de sua mãe, subiu em cima do centro da sala & deixou uma “surpresinha” em cima. Foi seu primeiro ato de vandalismo. Desde então depois de tantas mudanças de bairro em João Pessoa começou a freqüentar uma escola na Torre onde sofreu vários tipos de perversidade entre seus semelhantes. Entre uma surra ou outra uma pequena vitória aqui ou ali. A violência dos infantes desenvolveu no poeta a susceptibilidade do jogo, da artimanha & da inteligência necessária para sua sobrevivência. Foi por essa época que começou a esboçar por desenhos & canções que inventava no
violão de seu pai os caminhos por onde se perderia pra sempre. A partir daí passou a adotar uma postura errante consciente, a se sentir & ver distinto da realidade que o cercava: nasceu o poeta, dissidente divino da Criação & reprodução patológica de valores. Começou escrevendo poemas em guardanapos & contas de bar criando uma nova atitude diante dos materiais para a criação poética. Documentava vivências & discorria filosoficamente sobre tudo. Daí surgiu seu primeiro livro-sacola chamado “Diário Infame de um promissor bêbado preguiçoso & aborrecido" & vários outros diários que mais tarde consideraria como inapropriados. Vagabundeou por várias cidades sempre invocando distúrbios maravilhosos, aplicando golpes & inventando farsas. Viveu muitas paixões & amores marcantes, violentos,
sufocantes até encontrar a sombra perfeita do bosque do Amor. Enfrentou as durezas da estrada, a covardia humana nos becos, levou surras, aprendeu um bocado catando as migalhas dos sonhos esgotados nas ruas. Viveu como imigrante em Paris & Londres onde trabalhou feito cão. Conseguiu a publicação de um livro “Um Cristo cuspido no espelho do século” através de edital público em 2007, mas, recusa-se a ser enterrado num Mausoléu Literário aonde orgulhosos se dizem imortais. Continua vivo, bem vivo, em movimento, buscando uma nova presa para inspirá-lo...
"Roberto Piva vive dizendo que eu e Jotabê Medeiros somos os últimos beatniks. Porque gostamos de botar o pé na estrada. Piva é exagerado — como Cazuza. Beatnik é o garoto, poeta, que conheci em João Pessoa : Íkaro Maxx. Completamente chapado. Um vulcão de poesia. Uma mistura de Neal Cassady com Arthur Rimbaud. Naquela base: louco pra falar, louco pra viver... Numa leitura de poemas na livraria Cultura, em Recife, ele disse ao microfone que leria um poema chamado As Estupradas. Soltou uns urros terríveis. Depois se sentou na platéia e riu como um moleque endiabrado." (opinião de Ademir Assunção, poeta de São Paulo/SP).
"Post-modern ou Post-mortem?", provocavam os cartazes embriagados que vislumbrei recentemente nos muros de Amsterdam, enquanto me lembro do poeta e amigo-cúmplice IkaRo MaxX, na época em que pregávamos demônios nas paredes abertas da infinita Sala-de-Estar do Mundo, e incendiávamos as cortinas do dia para celebrar a noite, o advento da poesia-vida. Trazendo a chuva na ponta da língua ao invés de banquete prét-à-porter nas prateleiras do Paraíso, seus livros podem ser encontrados à maneira daqueles maravilhosos enxames, ambíguos
como o sexo multifacetado de Pan e Greta Garbage, suspensos nas árvores de concreto da Babilônia, em meio aos ruídos do perpétuo caos que tentamos decifrar.” (opinião de HenriQk Aeshna, poeta paraibano perdido nos bosques da Europa)
****************************
Participação Especial: Renálide Carvalho
Renálide Carvalho, 25 anos, poeta, atriz, natural de Jacaraú-PB, formada em Letras pela UFPB. Autora do livro "Poemas a Vapor", publicado junto com "Um Cristo cuspido no espelho do século" de Ikaro Maxx, através do edital Novos Escritos da Funjope em 2007.
Há tempos venho me impressionando muito positivamente com a poesia de Renálide de Carvalho, jovem poeta paraibana. Não tenho dúvidas que essa menina chegou para ficar na cena literária. Poemas a Vapor é o nome do seu primeiro rebento. Vale a pena conferir o lançamento e a poesia da moça. E guardem esse nome porque certamente ainda será muito comentado nos meios literários brasileiros. Ela é de um rigor e de uma inventividade pouco comum aos jovens poetas. (Lau Siqueira, escritor) Ana Felippe
|
| Como falei na comunidade do orkut, pode um lua na praia do cabo branco, leva-se alguns instrumentos, comidas e bebidas, da para fazer a maior farra! Resta saber o dia... |
--- Em sex, 6/2/09, Pablo Honorato Nascimento <pabl...@yahoo.com.br> escreveu: |
De: Pablo Honorato Nascimento <pabl...@yahoo.com.br> |
|