FW: Música, dança e Jackson do Pandeiro!

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Fabiano .

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Nov 4, 2010, 7:16:32 PM11/4/10
to Alexandre, Anderson, Amanda Tenório (Grupecj), Ana Carolina Costa Porto, Atila, Bruna Sobral, Carlos Augusto, Ciencias sociai 2010.1, ciencias_sociais ufpb, Claudinha, csufpb2009, Daniel Abath (Grupecj), danie...@hotmail.com, Fernanda, Flavia ls (Grupecj), Flávio Pereira, fsm_...@googlegroups.com, Galega, Geanne, Geziane Nascimento, ILANA ALMEIDA, Jéssica Tamires (grupecj), Joelma, Juliana Freire (Grupecj), kalyane Almeida (Grupecj), kaline Maria, jussara Fernandes, Karla ., leydianne gonzaga, lic.so...@gmail.com, marcelo RICARDO, marina magalhaes de morais, Matheus Andrade, Poliana Queiros (grupecj), Poliana Queiroz (Grupec), Prof. Marcela Zamboni, Ranieri, Ricardo Carvalho (Cienc. Sociais), Romulo, Sandra Raquew, Sandrinha, Susi Anny, Thais cirino (Grupec), Tamara Siqueira, Tadeu Brito (aracaju), Thiago Andrade, Vivi

Se liga aê na cultural...
 
 


Fabiano P. Silva
 
www.papirusfalantis.blogspot.com
 


 

'Novembro da Dança' leva arte
para espaços públicos de JP

 
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O projeto 'Novembro da Dança', começa a partir desta sexta-feira (5) e prossegue até o dia 26 de novembro. O evento traz para Capital oficinas, seminário, mostra de vídeo, lançamento de DVD e espetáculos em teatros praças e no Mercado Central. O projeto é promovido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por intermédio da sua Fundação Cultural (Funjope), com apoio do Serviço Social da Indústria (SESI), Colégio Pio X e Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Prac).
'Novembro da Dança' é um projeto cultural que já faz parte do circuito dos importantes encontros de dança do país, tem o objetivo de fomentar a produção de dança na Capital, através de um encontro nacional que reúne diferentes vertentes desta atividade artística, oportunizando a formação e o intercâmbio de profissionais da área e interessados.
A abertura do evento acontece nesta sexta-feira (5), a partir das 10h, no Teatro Ariano Suassuna, do Colégio Pio X, com apresentação do espetáculo 'Preto no Branco' da Companhia Arte Folia, da cidade de Recife. Segundo os componentes do grupo, o espetáculo traz o frevo sem penduricalhos e com trilha sonora que inclui batidas do coração, com uma abordagem simplificada, enxuta e avessa aos cânones da manifestação. Ainda na sexta-feira (5), a partir das 19h30, no Teatro Armando Monteiro, do SESI, acontece o espetáculo 'Eles vão ver', que tem concepção e direção do bailarino Gustavo Ciríaco.
Segundo o diretor, o espetáculo se situa em fronteiras, entre o que permanece e o que passa - a presença. Entre a ficção apresentada e o real construído - a cena. Entre a escuridão que apaga e a claridade que revela - um teatro.
Já no sábado espetáculo 'Preto no Branco' volta a cena a partir das 17h, no Teatro Lima Penante. Já às 19h30, no Teatro Armando Monteiro, do SESI, é a vez do espetáculo 'O outro do outro', do ator e dançarino pernambucano João Lima. A montagem do espetáculo se equilibra na fronteira entre a dança e o teatro.  
No domingo a Companhia pernambucana 'Etc' apresenta, a partir das 17h, na Feirinha de Tambaú, o espetáculo 'Involuntário', que tem direção de Breno César, José Júnior, Liana Gesteira, Marcelo Sena e Marta Guiamarães. A performance foi criada a partir de uma criação em videodança, feito com um aparelho celular. No mesmo dia a Companhia arte Folia volta a apresentar o espetáculo 'Preto no Branco', no Teatro Armando Monteiro, do SESI, com exibições as 17h e 20h.
Confira a programação Completa
Segunda-feira (8) - Espetáculo 'Silêncio', da Companhia 'Etc' – às19h30 Teatro Armando Monteiro (SESI).
Terça-feira (9) – Às 17h, no Teatro Armando Monteiro – Seminário Articulações da Dança, com as convidadas, Clara Trigo, da rede sul-americana de dança, que vai falar sobre a economia da dança, Diana Gesteira, representante do Nordeste no Colegiado Setorial de Dança do Conselho Nacional de Cultura e Valéria Vicente, professora de dança e representante da Associação reviva e Acervo Recordança.
20h – Teatro Armando Monteiro – Mostra de Vídeos e Lançamento de DVD 'Cia.Etc. 10 anos'.
Quarta-feira (10) – 19h30 – Espetáculo 'Imagens Não Explodidas', da Companhia 'Etc'.
Quinta-feira (11) – 19h30 – Mostra de dança com os grupos 'Vivarte The Boys', da cidade de Remígio e Tribo Ethnos, de João Pessoa.
Sexta-feira (12) – 17h, no Ponto de cem Réis – Espetáculo 'Um passo a mais', da Companhia Movasse (Belo Horizonte – MG).
19h30h – Espetáculo 'Suite Dom Quixote', no Teatro Arnaldo Monteiro, com Ronaldo Martins e Rachel Ribeiro (Rio de Janeiro) e convidados locais.
Sábado (13) – 10h, no Mercado Central – Espetáculo 'Fábulas do Agora'- Companhia Movasse (Belo Horizonte).
19h30 – Teatro Armando Monteiro – Espetáculo 'Danças do Mundo e o Tribal Fusion' - Bela Saffe (Salvador), Karina Leiro e ATF (Recife) e 'Cia. Lunay' (PB).
Domingo (14) – 19h30 - Teatro Armando Monteiro - Dança Contemporânea Local, com Admilson Maia (Campina Grande).
18h – Teatro Armando Monteiro - Cine Volante Dança
Sexta-feira (26) – 18h – Ponto de Cem Réis – Espetáculo 'Coreológicas', da Acupe Grupo de Dança (Recife – PE)
20h – Ponto de Cem Réis – Apresentação com Jaime Arôxa (Rio de Janeiro – RJ)
Oficinas
Dança Contemporânea (SESI) – Gustavo Ciríaco, dias 6 e 7, das 14 às 17h.
Frevo (Colégio Pio X) – Companhia Artefolia – dia 5, das 14 às 17h
Ballet – Ronaldo Martins e Rachel Ribeiro – horário e local a definir
Dança Contemporânea – 'Cia. Etc' (SESI) – João Lima – de 8 a 12, das 9 às 12h
Dança contemporânea – 'Cia. Etc' (SESI) – dias 8 e 9, das 13 às 16h
Contato Improvisação –– Liana Gesteira (SESI), dias 10 e 11, horário a definir
Colaboração na criação – Companhia Movasse (SESI) – dias 13 e 14, das 14 às 17h
Dança de Salão – Jaime Arôxa – Dia 27, das 9 às 12 e das 14 às 18h, local a definir
Reflexões e instrumentos: Processo de ensino e aprendizagem para criação em dança – Paulo Henrique Ferreira (SESI), de 22 a 26, das 9 às 12h. 



Mistura de sons invadem o 'Som
das 6' nesta sexta-feira em JP

 
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Blues, choro, rock, salsa e samba fazem parte do trabalho do cantor, compositor e violonista paulistano Edvaldo Santana, que se apresenta no projeto 'Som das 6' desta sexta-feira (5). Também está na programação o punk-rock-hardcore da banda pernambucana Devotos, além dos mais destacados rapper´s paraibanos, reunidos no grupo Abiarap. O evento gratuito é uma realização da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e começa a partir das 18h, no Ponto de Cem Réis, Centro da capital.
Edvaldo Santana se apresenta em João Pessoa acompanhado pelo percussionista Ricardo Garcia. O repertório inclui músicas como "Lobo Solitário", "Cara Carol", "Samba de Trem", "O Jogador", "Quem é que não Quer Ser Feliz". São composições já registradas em discos anteriores do artista.
O musico paulista, filho de nordestino, desenvolve um trabalho independente há 35 anos. Na capital paraibana, ele vai lançar seu primeiro álbum gravado ao vivo. Em "Edvaldo Santana Ao Vivo", as músicas ganharam novos arranjos e adquirem o tom de espontaneidade, que só o palco pode oferecer. As captações sonoras do álbum foram realizadas em 19, 20 e 21 de junho de 2009, no Teatro Fecap, em São Paulo.
Os garotos do Alto José do Pinho – Devotos jamais soube (nem quis saber) de separar a música das ações sociais. Isso culminou, em 2002, com o lançamento da Ong Alto-Falante, cuja rádio, de mesmo nome, é o principal catalisador entre a população do bairro e a conscientização de cidadania de seus moradores.
A história da Devotos começa ainda no final dos anos 80, com três músicos do morro recifense Alto José do Pinho. Eles cismaram de montar uma banda de punk-rock-hardcore. Pior ainda, resolveram fazer dela seu meio de subsistência. Isso aconteceu exatamente em1988, época dominada pelo rock nacional nas FMs, com a axé-music prestes a estourar e ainda sem o Movimento Mangue para dar qualquer respaldo artístico ou sócio-cultural.
Pouco a pouco, de show em show, a cidade vai tomando conhecimento de um negro que lidera uma banda punk no subúrbio de Recife – Cannibal. O grupo está também delineado nas mãos dos músicos Neilton e Celo.
Esse ano foi muito bom para os garotos do Alto do Pinho. Eles concluíram um projeto chamado "Jardim Periférico", passando por cinco regiões do subúrbio do Recife, Olinda e Camarajibe. Também foram a escolas e debateram a importância das rádios comunitárias nas comunidades. No campo internacional, Devotos fizeram em 2010 a primeira tuor pela na Europa, tocando na Alemanha, Espanha, Itália, França, Suíça, Eslovénia e Holanda. Na França, lançaram o disco de vinil feito pelo selo "Mass Productions".
Em setembro último, a banda ainda lançou o livro "Devotos 20 Anos", escrito pelo jornalista Hugo Montarroys, que traz parte de uma série chamada "Tramas urbanos" (editora Aeroplano). Agora, os três rapazes se concentram na gravação de um DVD e de um documentário sobre a trajetória do grupo.
Rapper's mais destacados na Paraíba – O grupo Abiarap (nome Paraíba, escrito ao contrário) é formado pelo rapper´s paraibanos que mais se destacaram nos últimos anos. Essyaga, KMC, Elizângela, Preto Alisson e o Dj Til Dal têm trajetórias diferentes desde 1997. Com experiência emvários shows como Racionais Mc´s e outros eventos hip hop na Paraíba, vêm tentando quebrar a rotina musical da periferia.
As rimas misturam o regional com o reggae e o hip hop, sem perder de vista a pegada gueto, nas levadas de Jackson do Pandeiro. Eles ainda recebem as influências do World Music. O show do grupo inclui músicas como "Brisa do Mar", "Vamos se Divertir", além de composições ainda inéditas, que também estarão incluídas no próximo álbum "Paraíba".
Confira o restante da programação:
05/11
Abiarap (PB)
Edvaldo Santana (SP)
Devotos (PE)
12/11
Life Music Festival (Festival de Novos Talentos)
19/11
Maracatu Pé de Elefante (PB)
Maracatu Nação Estrela Brilhante (PE)
26/11
Banda baile Perfume de Gardênia (RN)
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Estação Cabo Branco expõe vida
e obra de Jackson do Pandeiro

 
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Uma exposição em formato multimídia, composta por biografia, discografia e fotografias do paraibano Jackson do Pandeiro, um dos ícones da cultura nordestina, poderá ser conferida a partir desta sexta-feira (5), no segundo pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano. A exposição "Jackson do Pandeiro – Estação dos Ritmos" será aberta às 19h e permanece no local até o dia 28 de novembro, com horário de visitação de terça a sexta das 9h às 21h e sábados, domingos e feriado de 10h até as 21h.
"Estação dos Ritmos" faz referência ao autodidatismo de Jackson do Pandeiro, que aprendeu a tocar sozinho vários instrumentos (violão, pandeiro, pífano e caixa de fósforos). Na mostra o visitante vai encontrar fotografias da trajetória do artista – como shows e entrevistas que concedeu em programas radiofônicos e televisivos –, o registro de um acidente de automóvel que sofreu e seu encontro com jovens artistas da época, entre eles, Alceu Valença, Elba Ramalho e Zé Ramalho. Vai conferir também a exibição de documentários sobre a vida e obra de Jackson, que passou a ser conhecido e reconhecido internacionalmente como O Rei do Ritmo.
Uma parte dos objetos expostos nesta exposição faz parte do acervo do Museu de Jackson do Pandeiro, localizado em Alagoa Grande (PB), e outra do jornalista e biógrafo Fernando Moura, autor, juntamente com o jornalista Antônio Vicente, do livro "Jackson do Pandeiro – O Rei do Ritmo" e também idealizador da mostra.
A exposição é resultado de uma parceria entre a Estação Cabo Branco e o Serviço Social do Comércio (SESC) de Santo André (SP), que, de acordo com Fernando Moura, reedita, na terra do artista, parte da exposição montada em São Paulo nos meses de março a maio deste ano, integrando as comemorações pela passagem dos 90 anos do artista, comemorados em agosto de 2009. "Dessa forma, instituições públicas locais e nacionais vão disseminando a rica cultura paraibana, incorporando de pleno corpo à alma plena de um brasileiro imortal", comentou o jornalista Fernando Moura.
Jackson do Pandeiro – José Gomes Filho é natural de Alagoa Grande, região do brejo paraibano. A mãe era cantadora de coco, tocava zabumba e ganzá. Quando tinha 13 anos de idade, se mudou com a família para Campina Grande (PB), onde começou a prestar atenção nos cantadores de coco de roda e nos violeiros das feiras. O nome artístico, Jackson do Pandeiro, surgiu por influência dos filmes americanos de faroeste que assistia no cinema.
Na década de 1940, mudou-se para João Pessoa, onde tocou em cabarés e emissoras de rádio. Mais tarde foi para Recife, e foi lá, na Rádio Jornal do Comércio, que adotou definitivamente o nome Jackson do Pandeiro. Em 1953, gravou seus primeiros sucessos: "Sebastiana" (Rosil Cavalcanti) e "Forró em Limoeiro" (Edgar Ferreira). Três anos depois casou-se com Almira, que se tornou sua parceira nas apresentações. No mesmo ano foram para o Rio de Janeiro e Jackson foi contratado pela Rádio Nacional, onde foi um sucesso de público e crítica por sua maneira de cantar baiões, cocos, rojões, sambas e marchinhas de carnaval.
Sua influência é até hoje sentida em artistas que regravam as músicas que Jackson celebrizou, a exemplo de "O Canto da Ema", gravada por Lenine; "Na Base da Chinela", por Elba Ramalho; "Lágrima", por Chico Buarque, ou "Um a Um", pela banda Paralamas do Sucesso. Compositor inspirado e instrumentista de raro talento, popularizou outros clássicos da música nordestina, como "Chiclete com Banana" (Gordurinha/ Almira Castilho), "Xote de Copacabana" (José Gomes), "17 na Corrente" (Edgar Ferreira/ Manoel Firmino Alves), "Como Tem Zé na Paraíba" (Manezinho Araújo/ Catulo de Paula), "Cantiga do Sapo", "A Mulher do Aníbal", "Ele Disse" (Edgar Ferreira) e "Forró em Caruaru" (Zé Dantas). Em 1998, Jackson do Pandeiro foi o grande homenageado no 11º Prêmio Sharp de Música.
           
Dividindo com Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, a supremacia da base musical nordestina, influenciando gerações de todos os matizes, Jackson do Pandeiro, através de sua obra, precisa ser revisitado e reintroduzido em atentos ouvidos e corações, disse o biógrafo Fernando Moura. "Está nele o lastro inspirador para que a autêntica riqueza rítmica brasileira não se dilua ou seja triturada por um mercado insano. Este ainda é o país mais musical do planeta. É ver, ouvir e se deleitar. Boa viagem!", finalizou.
           
Fernando Moura – É paulistano, mas desde 1935 adotou a Paraíba como sua terra. Além de jornalista, é escritor e compositor. Escreveu e editou nos principais jornais e revistas paraibanos, desde 1979, quando iniciou a carreira, como repórter do Jornal O Norte, do Grupo Diários Associados Paraíba. Coordenou, entre 1983 e 90, o Departamento de Marketing do Banco do Estado da Paraíba. Atuou nas diretorias do Sindicato dos Jornalistas, Associação Paraibana de Imprensa (API) e Associação Atlética Banco do Estado. Fundou e presidiu, por dois mandatos, a Associação Centro Histórico Vivo (Acehrvo), organização não governamental que luta pelo processo de revitalização do patrimônio histórico de João Pessoa.
           
Autor, juntamente com o jornalista Antônio Vicente, da primeira e única biografia do cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro, lançado pela Editora 34, de São Paulo, Fernando Moura montou o projeto que cria o Museu da Cidade, ora em desenvolvimento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (Iphaep). Ele também é criador e editor executivo da Textoarte Editora, empresa responsável pelo lançamento de mais de 100 títulos de autores paraibanos nos últimos dez anos, entre ficcionistas, poetas e ensaístas.
           
Atualmente está à frente da Coordenadoria do Patrimônio Cultural de João Pessoa (Copac/JP), órgão ligado à Secretaria de Planejamento (Seplan) da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP). No campo literário, vem desenvolvendo pesquisa para a montagem da biografia de Antônio Barros, o maior compositor de forró vivo da música brasileira. Também já escreveu livros sobre a história da Câmara Municipal da Capital Paraibana e outros trabalhos na área de memória, com destaque para as edições de 'Cidade de João Pessoa – Roteiro de Ontem e de Hoje', de José Américo de Almeida, e 'Álbum de Memória', contendo imagens antigas da cidade, a partir do acervo do Museu Walfredo Rodriguez. Atualmente também está preparando livro sobre personagens contemporâneos do universo cultural nordestino.
 
SERVIÇO:
JACKSON DO PANDEIRO – A ESTAÇÃO DO RITMO
Abertura: Sexta-feira (5)
Hora: 19h
Local: Segundo Pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano.
A entrada é aberta ao público até o dia 28 novembro.
Visitação: Terça a sexta-feira, das 9h às 21h, e sábado e domingo, das 10h às 21h.
 
CONTATO PARA A IMPRENSA
FERNANDO MOURA
Email: fernando...@gmail.com
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