Patrimonio Rupestre :
- Constituye el registro más antiguo del pensamiento humano. Anterior y antecedente de la escritura.
- No ha sido posible decodificar y comprender su significado exacto, en consecuencia, nadie puede decir con exactitud la magnitud de las pérdidas cada vez que es alterado o descontextualizado.
- Todos los ciudadanos tienen derecho a conocerlo, disfrutarlo y la obligación de cuidarlo.
- Para lograr su preservación debe investigarse, registrarse y divulgarse a la comunidad para que sea asumido y valorado como propio.
Principios Básicos de Protección del Patrimonio Rupestre
1.- El patrimonio rupestre, es el legado de nuestros ancestros y debe ser preservado para las futuras generaciones.
2.- Es un patrimonio inalienable de la humanidad, como tal está por sobre el interés y potestad de gobiernos, empresas e individuos.
3.- Patrimonio y Entorno están íntimamente relacionados. El patrimonio rupestre no debe ser removido desde su posición original. El entorno geográfico que le da sentido, no debe ser alterado.
4.- Aun cuando puede ser estudiado aplicando parámetros estéticos, no es arte en el sentido occidental de la palabra y no puede ser tratado, removido o exhibido en un museo como una simple obra de arte, separado de su entorno.
5.- El desarrollo económico basado en la destrucción del patrimonio rupestre, la alteración del entorno y la destrucción del medio ambiente, no es desarrollo. Pone en peligro la cultura, la salud, la vida y el futuro de las personas que lo padecen.
Olá a todos,
Interessantes as questões apontadas até agora. Farei uns comentários ligados, principalmente, a questões relacionadas ao turismo.
O quê propor a quem tem fome?
Como apontado por Jeffrey, acho que esta, sim, é uma grande questão para pensarmos em relação à preservação patrimonial.
E, nesse sentido, acredito realmente que o turismo possa fazer alguma diferença para o bem - tanto da comunidade quanto do seu patrimônio de entorno.
Faço doutorado sob o tema "Aproveitamento turístico do patrimônio arqueológico" em um município na Amazônia central brasileira e, definitivamente, a combinação entre a insuficiência das pesquisas (principalmente em se tratando de Amazônia) e questões de preconceitos arraigadas na cultura brasileira torna a proteção desse patrimônio uma tarefa espinhosa. Como apontam autores brasileiros: “embora mais de 40 milhões de brasileiros tenham antepassados indígenas, essa herança é mal conhecida e mesmo rejeitada, por ser considerada parte de uma cultura inferior” (Funari e Noeli).
Além disso, falar de preservação do patrimônio para quem está passando fome soa quase como uma piada de mau gosto... por outro lado, mostrar que soluções imediatistas como a venda de objetos arqueológicos ou a destruição dos mesmos por conta de atividades que não possuem rentabilidade a longo prazo pode provocar mudanças de atitudes por parte dessa comunidade. O turismo se apresenta, então, como uma atividade capaz de gerar benefícios econômicos, e consequentemente sociais. Mas, de fato, o planejamento da atividade deve ser equilibrado, partindo de um grupo de especialistas em diversas áreas, para equilibrar os interesses e envolvendo a comunidade.
Preconceitos profissionais
Mas, nesse sentido, pelo menos aqui no Brasil, ainda há um grande preconceito por parte dos arqueólogos, em relação aos profissionais de turismo. Sou formada em turismo, mestre em desenvolvimento regional e meio ambiente, e estou me doutorando em arqueologia (MAE/USP). Meu ingresso na pós, assim como de alguns colegas turismólogos, sofreu e sofre com a incompreensão de professores e colegas. Isso é um ponto importante a ser discutido também. Como podemos falar de assuntos que desconhecemos? É uma questão que fica para todos.
Educar jovens e adultos paralelamente
Concordo que a educação dos jovens é fundamental, mas não há tempo para isso. Não podemos esperar. Paralelamente, temos que começar com a educação patrimonial de adultos também. Como fazer isso? Para isso também acredito no turismo como uma ferramenta. Para essa atividade normalmente se promovem cursos e oficinas nas mais diversas atividades, inclusive, empreendedorismo. A transmissão de informações a pessoas ligadas às atividades turísticas (garçons, taxistas, lojistas, hoteleiros, recepcionistas entre tantas outras atividades ligadas direta ou indiretamente) ajuda a disseminar rapidamente a noção de pertencimento desse patrimônio por parte da comunidade e a modificar a forma como a comunidade lida com ele, fundamentalmente em comunidade pequenas.
Adriana Guimarães
Brasil.
Olá Adriana, suas preocupações também são as minhas guardadas as devidas proporções.
Primeiro porque realizar pesquisas Arqueológicas e preservar o Patrimonio em uma cidade como São Paulo já um super desafio, pois em regiões como esta o debate é que não existe mais nada a ser descobreto ou preserevado do ponto de vista Arqueológico e patrimonial.
Por outro lado, temos descobertas como a do Rodoanel que passa bem perto do municipio ao qual estou juntamente com dois arqueológos da USP realizando pesquisas , tentando justamente provar que a região metropolitana da Capital do Estado tem sim muito ainda que fornecer em termos de cultura material e que muitos sítios Históricos e e pré Coloniais estão surgindo na região de Cajamar.
No momento confeccionamos um relatório preliminar dos achados, e estamos divulgando junto a Secretaria de Educação e de Cultura do municipio em questão.
Em relação a divulgação estamos realizando educação patrimonial com os professores da rede pública municipal com o intuito de serem eles nosso multiplicadores para os alunos da rede.Acredito que estamos no caminho certo, pois ainda não terminamos o trabalho , e muita coisa em termos de materiais ainda irão surgir.
Estamos também as voltas com a criação de um museu arqueológico para abrigar o material porque a falta de espaço em museus da capital já é latente.
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Estimada Liliana Ruiz Gutierrez , coincidimos varios colegas en tus apreciaciones , como ya habia planteado existe una brecha entre las investigaciones arqueologicas y su difusión escolar , la emprendida por los Museos no alcanza ( pese a sus esfuerzos)
Estimados colegas , en el envio anterior me olvide poner un no que cambia el sentido.
En las ciudades con escasos yacimientos arqueologicos (caso Rosario-Argertina) la Arqueologia evocada remite a lejanas regiones y los yacimientos que existen sobre el Río Paraná no son considerados, porque no tienen magnitud monumental
Gracias, saludos Lic.Soccorso Volpe
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Oi Carolina bom dia!!!
Concordo com você, pois estamos discutindo em minha cidade esta questão de despertar no cidadão o apego pelo Patrimônio histórico e Arqueológico local.
Vamos realizar um dia de arqueologia nas escolas públicas para trazer até a população o patrimônio material e imaterial do municipio.As pessoas tem que se apopriar de seus bens históricos, e realmente construir um sentimento de pertencimento deste e neste Patrimônio é o que eu acho, temos que incultar isto nas pessoas o pertencimento.
Pedro- São Paulo- Brasil
--- Em dom, 9/8/09, carolina lazo fariello <lazofa...@hotmail.com> escreveu: |
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