Bom pessoal, desulpem a demora pela resposta, é que eu tava olhando o e-mail na hora de dormir rsrsrsr...
Concordo com o Bruno quando ele diz que devemos construir uma relação mais sólida com o instituto e que esse jogo de diz não me diz é uma besteira. A questão é que a proibição de destilados vem da reitoria, então o problema que nós temos em relação a isso não é com o instituto, já que na verdade eles não ligam. Isso eu tenho claro por diversas razões, como o fato de nós vendermos destilados a partir das 18, 19h, quando o Instituo ainda está cheio e muitos professores veem o que estamos fazendo, o Navarra mesmo já parou em um HH e viu o que faziamos. O Alejandro me disse que nunca proibira festa por "não saber que vendiamos bebidas", pois se soubesse "teria de agir", com aquele clássico sorrisinho e vendo uma cacetada de cerveja (isso antes da liberação de brejas). Se não me angado, na calourada que a gestão do Bruno e do Enzo, me pediram para fazer o ofício da festa dos bixos, eu fiz como sempre fazia para festas, dizendo estar ciente da proibição de bebidas alcoolicas, porém, como havia mudado o diretor, ele mandou dizer para não escrever nada sobre bebidas nos ofícios (agora eu não sei como está isso).
Também já ocorreu mais de uma vez da guarda vir durante a festa para conversar (apenas listar festas) e ver o que estavamos fazendo, até quando foi chamada no incidente da senhora que juntava latinhas a guarda nem se manifestou sobre as bebidas.
Tudo isso foi antes da liberção da venda de cerveja. O que mudou depois?
NADA. Em todos os instutudos que eu vi, em todas as festas que eu fui (mesmo as do velodromo) vendiam e continuam vendendo destilados. A reitoria não liberou a cerveja porque paramos der consumir e fomos negociar, nem o instuto libera festa esperando que não hajam bebidas. Também não acho que tenha sido uma vitória do movimento estudantil, acho que foi apenas uma maneira de deixar as coisas menos hipócritas. Acho que o modo para consiguir a liberação dos destilados é seguir como estamos e óbvio ir conversando com a burocracia. Acho também que existe um ponto do qual não podemos ceder mais numa negociação e penso que para a maior parte dos pontos, os alunos já estão a baixo desse ponto.
O lucro dos destilados é, em geral, muito maior que o da cerveja e penso que fazer uma festa junina sem destilado é loucura no ponto de vista financeiro, de forma que é melhor não tê-la. Concordo com o Enzo que se não vendermos agora não vendemos nunca mais, por isso é importante nos manter neste ponto, também acho que pedir para não ter mais destilados, depois restringir festas apenas ao nosso espaço poderia ser uma tendência, de forma que cada vez mais não possamos nos confraternizar. Isso realmente começou em alguns institutos da universidade há um tempo, porém acho que abortaram essa idéia por enquanto.
Enfim, eu não gosto da situação também, porém infelizmente acho que vai ter de permanecer assim. Acho que ninguém vai fazer ocorrência de nada, mas mesmo que faça é primordial a venda de destilados, a questão é que se ferrar (o que poderia ter ocorrido várias vezes) o CA e a Atlética tem que segurar a bronca (como sempre).
Date: Tue, 2 Aug 2011 23:04:14 -0300