ESCREVENDO LITERATURA
Eu estava escrevendo uma novela em que as condições de sobrevivência das famílias comuns, pobres e de classe média, começavam a ficar tão precárias que elas terminavam se matando entre si, para se apossarem do pouco que restava a cada uma, nas cidades em deterioração.
A crise se dava nos âmbitos econômico e político, e no seu epicentro estavam os membros de um Poder Judiciário composto por autistas sociais regiamente remunerados, que tinham em suas mãos poderes fora do controle da sociedade. Eles perseguiam os que tinham uma visão de mundo diferente da deles e dos grupos endinheirados com os quais se mancomunavam; e deixavam soltos os seus aliados, fazendo da "Justiça" um braço prepotente de seu partido disfarçado.
A partir de um dado momento, o livro ser tornava praticamente uma novela policial e de terror, com os personagens misturando fluxo de consciência com diálogos exaltados, em cenários que iam de gabinetes do poder a cozinhas de biroscas de beira de estrada.
Estou desolado, pois terei que desistir da obra, que pretendia que se filiasse ao realismo mágico. Isso não será possível, pois o mesmo enredo se desenrola num país da América do Sul que eu julgava conhecer a fundo, só que não.
Triste por minha falta de criatividade e também de percepção do mundo ao meu redor. Triste, além disso, pela apropriação indevida e indesejada das possibilidades literárias pela política quotidiana.
Valdemir Pires, voltando a escrever seu "Gestão Orçamentária e Financeira Municipal", porque a crise das prefeituras tende a se tornar dantesca.
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Amig@s, ainda que leia sempre este fórum, pouco me manifesto. No entanto, o silencio não é caminho para a situação que se pôs.
A pluralidade é uma das marcas do campo de públicas e todos nós somos co-responsáveis pelas conquistas que tivemos para o campo nestes últimos anos. Trabalhamos coletivamente e o respeito é uma das virtudes mais importantes nesta caminhada, não podemos perdê-lo.
Ante a gravidade da situação politica e economica que estamos passando faço um apelo: vamos manter o respeito a divergência e a diversidade político ideológica.
Entendo que somos uma comunidade de pensamento e atitude que tem responsabilidade neste importante momento que o Brasil passa.
Precisamos buscar manter neste coletivo a pluralidade a partir do respeito.
Um abraço,
Zé Gustavo
Boa tarde a todos,
Todos os temos o direito a opinião, mesmo que não com a do próximo devemos respeitá-la, TODOS somos parte de um seleto grupo de pessoas que pensam e formam opinião,
Vamos seguir os princípios republicanos que tanto defendemos que é o interesse coletivo (todas as ideias são bem vindas), Equidade (todos são iguais e livres para opinar) não sendo necessário ofender os outros, Legitimidade Democrática (Todos podem e devem participar),
Sendo assim, acredito eu, como pessoas educadas que somos, podemos conviver com as ideias contrárias as nossas, sejamos mais tolerantes as opiniões, pois será desta forma que construiremos um campo de públicas e um país melhor.
Todas as idéias extremistas, sejam de direita ou de esquerda, são totalitárias e beiram o fanatismo, então vamos nos respeitar e discutir as idéias para melhorar o Campo de Públicas e construir um país, ao invés de brigarmos por pouca coisa.
Abraços,
Princípios Republicanos
1. Interesse Coletivo. A palavra "República", significa "coisa" (Res) "pública (algo que faz parte do patrimônio comum). Este é o lema central do republicano: colocar o interesse comum acima dos interesses privados, velando para que a comunidade saia beneficiada e não apenas alguns. Os interesses particulares são legítimos e devem ser respeitados, mas não se podem sobrepor aos interesses da coletividade.
2. Equidade. O ideário republicano, forjado na lutas contra os regimes absolutistas e ditatoriais, assumiu como matriz a exigência do primado da Lei, perante a qual todos são iguais. Ninguém está acima da Lei. A primeira missão do Estado republicano é garantir a imparcialidade e equidade na aplicação da leis da República.
3. Laicismo. A luta contra a intolerância religiosa conduziu os republicanos a defenderem a separação entre a Igreja e o Estado, proclamando a liberdade religiosa.
4. Legitimidade Democrática. A república, sendo um regime político que a todos pertence, deve assentar na mais ampla participação dos cidadãos na vida comunitária. O exercício do poder tem que ser periodicamente legitimado pelo voto dos cidadãos. Ora, sendo estes beneficiários do Bem Comum, têm igualmente o dever de contribuir com o seu esforço e inteligência para a prosperidade da comunidade de que fazem parte. Nada pior para um regime republicano do que um sistema político que limite a participação dos cidadãos ou favoreça a perpetuação do poder das mesmas pessoas (recusa de cargos vitalícios).
5. Projeto Coletivo. Uma comunidade republicana só pode subsistir se os seus membros se sentirem como fazendo parte de uma coletividade que não renega as suas origens, história e símbolos coletivos, mas que também trabalha para que as novas gerações venham a herdar uma comunidade mais próspera em todos os sentidos, dando desta forma continuidade a uma obra de gênese coletiva.
Att,
Adm. Adilson da Silva
Coordenador Executivo do Núcleo da Câmara de Gestão Pública do CRA/SC
47 9728 - 6758
"Nada de bom pode vir a uma nação, cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas."
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Fala galera, tudo certo?
É com muita alegria que venho compartilhar com vocês esse importante projeto que está sendo desenvolvido em Santa Catarina, o Programa de Residência em Gestão Municipal - PRGM.
O Edital de seleção para 29 vagas de trabalho em Prefeituras de Santa Catarina destinadas a graduados(as) em cursos do Campo de Públicas (Administração Pública, Ciências do Estado, Gestão Pública, Gestão Social, Gestão de Políticas Públicas e Políticas Públicas) já foi publicado.
São cargos comissionados para elaboração e execução de projetos estratégicos para o município por 15 meses (Março 2017 a Junho 2018), na qualidade de Residentes, receberão mentoria e uma formação de 120 horas na Fundação ENA - Escola de Governo.
Inscrições até dia 25 de Fevereiro.
As remunerações vão de R$ 1.400,00 a R$ 7.339,16 mensais.
Os 10 municípios que receberão os Residentes são: Blumenau, Camboriú, Gaspar, Laguna, Massaranduba, Mirim Doce, Nova Trento, Palhoça, Rio do Sul e Rio Negrinho.
Iniciativa conjunta das instituições do Campo de Públicas (FENEAP, PROPUBLICA, SBAP, ANEPCP, PROPUBLICA-SC), e executada em parceria entre a UDESC e a Fundação ENA' (Escola de Governo), com TRE-SC, OAB, Assembleia Legislativa e uma rede de 12 instituições do programa Qualifica - Mandato de Excelência (TRE-SC), em Santa Catarina.
Inscrições: http://www.enabrasil.sc.gov.br/inscricao_edital/cadastro
Não percam essa grande oportunidade de transformar a gestão pública nos municípios catarinenses.