Obra de referncia na rea h mais de 15 anos.Todos os captulos foram revisados e atualizados.Insero de os novos captulos: Metabolmica nutricional; Nutrientes e dietas enterais; Aspectos das interaes frmacos-nutrientes; Biodisponibilidade de nutrientes na gestao e Nutrientes e desempenho esportivo
Biodisponibilidade de nutrientes, 6 edio, apresenta o caminho percorrido pelos alimentos desde a sua ingesto pelo indivduo at as etapas completas de digesto, absoro, metabolismo, utilizao e excreo.A abordagem trata da deficincia e do excesso de nutrientes, com base nas recomendaes de ingesto emitidas por entidades nacionais e internacionais, alm da forma como algumas doenas podem interferir na completa utilizao desses nutrientes e de compostos bioativos pelo organismo.Nesta edio, merecem destaque:- a reviso e a atualizao de todos os captulos, em especial Biodisponibilidade de lipdios, totalmente reformulado, e Biodisponibilidade de protenas, que foi subdividido para trazer uma abordagem mais voltada para a prtica esportiva;- os novos captulos: Metabolmica nutricional; Nutrientes e dietas enterais; Aspectos das interaes frmacos-nutrientes; Biodisponibilidade de nutrientes na gestao e Nutrientes e desempenho esportivo.
SUMRIO
Prefcio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXIIIApresentao. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXVPARTE IINTRODUO AO ESTUDO DA BIODISPONIBILIDADE DE NUTRIENTESCAPTULO 1 Biodisponibilidade: conceitos,definies e aplicabilidade. . . . . . . . . . . . . . 3CAPTULO 2 Recomendaes de nutrientes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10CAPTULO 3 Genmica nutricional e biodisponibilidade de nutrientes. . . . . . . . 29CAPTULO 4 Metabolmica nutricional . . . 46CAPTULO 5 Biomarcadores para nutrientes essenciais . . . .. . . . . . 58PARTE IIBIODISPONIBILIDADE DE MACRONUTRIENTES CAPTULO 6Biodisponibilidade de protenas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89CAPTULO 7 Biodisponibilidade de carboidratos. . . . . . . . . . . . . . . 108CAPTULO 8 Biodisponibilidade de lipdios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131CAPTULO 9 Fibra alimentar e seu efeito na biodisponibilidade de minerais. . . . . . . . . 147PARTE IIIBIODISPONIBILIDADE DE MICRONUTRIENTES CAPTULO 10Vitamina A (retinol) e carotenoides. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173XX BIODISPONIBILIDADE DE NUTRIENTES CAPTULO 11Vitamina D (calciferol). . . . . . 196CAPTULO 12 Vitamina E (tocoferol). . . . . . 213CAPTULO 13 Vitamina K. . . . . . . . . . . . . . . 229CAPTULO 14 Vitamina C(cido ascrbico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243CAPTULO 15 Vitamina B1 (tiamina). . . . . . 258CAPTULO 16 Vitamina B2 (riboflavina) . . . 267CAPTULO 17 Vitamina B6 . . . . . . . . . . . . . 276CAPTULO 18 Niacina. . . . . . . . . . . . . . . . . 293CAPTULO 19 cido flico. . . . . . . . . . . . . 305CAPTULO 20 Vitamina B12(cobalamina). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316CAPTULO 21 Biotina e cido pantotnico. . . . . . . . . . . . . . . . . 324CAPTULO 22 Colina. . . . . . . . . . . . . . . . . . 332CAPTULO 23 Sdio, cloro e potssio. . . 344CAPTULO 24 Clcio. . . . . . . . . . . . . . . . . . 359CAPTULO 25 Fsforo. . . . . . . . . . . . . . . . . 383CAPTULO 26 Magnsio. . . . . . . . . . . . . . . 397CAPTULO 27 Ferro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408CAPTULO 28 Cobre. . . . . . . . . . . . . . . . . . 426CAPTULO 29 Zinco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 438CAPTULO 30 Selnio. . . . . . . . . . . . . . . . . 457CAPTULO 31 Iodo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 472CAPTULO 32 Mangans. . . . . . . . . . . . . . 489CAPTULO 33 Boro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 502CAPTULO 34 Cromo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 511SUMRIO XXICAPTULO 35 Molibdnio. . . . . . . . . . . . . . . 521CAPTULO 36 Elementos txicos. . . . . . . 527CAPTULO 37 Biodisponibilidade de compostos bioativos de alimentos. . . . . 549PARTE IVNUTRIENTES EM SITUAES ESPECIAISCAPTULO 38 Nutrio e sistema imune. . . 577CAPTULO 39 Protenas alergnicas da dieta. . . . . . . . . . . . . . . 595CAPTULO 40 Distrbios associados ao glten. . . . . . . . . . . . . . . . . . 611CAPTULO 41 Minerais e obesidade. . . . . 625CAPTULO 42 Cirurgia baritrica e aspectos gerais sobre microbiota intestinal. . . . . . 655CAPTULO 43 Micronutrientes e resistncia insulina.. . . . . . . 683CAPTULO 44 Minerais e diabetes melito. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 741CAPTULO 46 Aspectos da quimiopreveno do cncer com compostos bioativos presentes nos alimentos. . . . . . . . . . . . . . 749CAPTULO 47 Micronutrientes e leucemia linfoide aguda. . . . . 767CAPTULO 48 Minerais e doena renal crnica . . . . . . . . . . . . . 776CAPTULO 49 Selnio, iodo e glndula tireoide. . . . . . . . . . . . . . . 784CAPTULO 50 Nutrientes e a doena de Alzheimer. . . . . . . . . . . 796CAPTULO 51 Biodisponibilidade de nutrientes em dietas enterais . 811CAPTULO 52 Aspectos das interaes frmacos-nutrientes. . . . . 821CAPTULO 53 Biodisponibilidade de nutrientes na gestao . . . . 847XXII BIODISPONIBILIDADE DE NUTRIENTESCAPTULO 54 Minerais e envelhecimento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 863CAPTULO 55 Nutrientes e desempenho esportivo. . . . . . . . . . . . . . 882CAPTULO 56 Nutrientes e dietas vegetarianas . . . . . . .. . . . . . 901ndice remissivo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 923
O documento discute a biodisponibilidade dos nutrientes, definindo-a como a proporo do nutriente ingerido que absorvido e utilizado pelo organismo. Vrios fatores podem afetar a biodisponibilidade, incluindo propriedades qumicas dos alimentos, quantidade ingerida, estado nutricional e interaes entre nutrientes. A compreenso destes fatores importante para o planejamento diettico e a obteno de uma ingesto equilibrada de nutrientes.Read less
Esta reviso procura reunir diversos estudos que avaliam os fatores que influenciam a biodisponibilidade do licopeno, bem como os alimentos fontes e a recomendao de ingesto desse carotenide. Para tanto, foi realizado um levantamento bibliogrfico, mediante consulta s bases de dados Medline (National Library of Medicine, USA) e Lilacs (Bireme, Brasil) nas quais foram selecionadas publicaes cientficas em portugus e ingls, nos ltimos quinze anos, que utilizaram os temas: licopeno, carotenides e/ou biosponibilidade. O licopeno um carotenide sem atividade de pr-vitamina A, mas um potente antioxidante, sendo essa funo possivelmente associada reduo do risco da ocorrncia do cncer e certas doenas crnicas. Esse nutriente encontrado em um nmero limitado de alimentos, e, alm disso, o organismo no capaz de sintetiz-lo; dessa forma, o licopeno obtido exclusivamente por meio da dieta alimentar. A quantidade sugerida de ingesto de licopeno varia de 4 a 35mg/dia. Estudos mostram que existem vrios fatores que podem interferir na biodisponibilidade do licopeno, tais como absoro intestinal, quantidade de licopeno no alimento fonte, formas de apresentao (ismeros e sintticos), presena da matriz alimentar, presena de outros nutrientes na refeio (como gordura, fibra, outros carotenides, entre outros), ingesto de drogas, processamento do alimento, alm da individualidade biolgica e do estado nutricional do indivduo. Estudos da biodisponibilidade do licopeno tm sido desenvolvidos a partir do tomate e seus produtos, por esse ser a fonte mais comumente consumida. O desenvolvimento do estudo enfatizou a importncia da melhor forma de absoro desse nutriente, relevante que para a preveno de inmeras doenas.
Paetau I, Khachik F, Brown ED, Beecher GR, Kramer TR, Chittams J, et al. Chronic ingestion of lycopene-rich tomato juice or lycopene supplements significantly increases plasma concentrations of lycopene and related tomato carotenoids in
Bhm V, Bitsch R. Intestinal absorption of lycopene from different matrices and interactions to other carotenoids, the lipid status, and the antioxidant capacity of human plasma. Eur J Nutr. 1999; 38(3):118-25.
Estimular, desenvolver, aperfeioar e divulgar conhecimentos referentes ao campo da alimentao e nutrio, particularmente, no tocante biodisponibilidade de micronutrientes e compostos bioativos dos alimentos. (AU)
A cada dia constante o aumento na produtividade dos rebanhos leiteiros, resultado da intensa tecnificao e de investimentos em gentica, nutrio e sanidade animal. Com essa evoluo, cresce tambm as exigncias energticas dos animais, sendo que a condio deficitria de energia decorrente dessa maior demanda, associada a ingesto alimentar insuficiente, denominada de Balano Energtico Negativo (BEN).
Vacas de alta produo no conseguem ingerir a quantidade necessria de nutrientes para suprir a elevada exigncia nutricional determinada pela produo de leite (SANTOS et al., 1993). Nesse caso as vacas mobilizam nutrientes de suas reservas corporais, perdendo peso e diminuindo seu escore corporal. Quanto maior for a produo de leite do animal, mais longo ser o perodo de permanncia em estado de BEN. (MAGGIONI et al., 2008)
Segundo PATTON et al. (1988) as vacas em BEN, ao parirem sem adequada reserva corporal, esto mais propensas s doenas infecciosas, transtornos metablicos, baixa eficincia reprodutiva e reduo na produo de leite. H inclusive algumas doenas indiretamente interligadas ao BEN, como mastite clnica, metrite, deslocamento do abomaso, distrbios digestivos, entre outras. (INGVARTSEN, 2006; MULLIGAN et al., 2006).
Alm da dieta adequada, uma forma de preveno desses desequilbrios energticos a administrao de suplementos estimulantes do metabolismo. Segundo Mcdowell (1999), a administrao de fontes alternativas de minerais em ruminantes tem aumentado de maneira significativa, principalmente por atuar na melhora do aproveitamento energtico dos animais.
O Fsforo Orgnico um dos suplementos utilizados nas situaes em que ocorrem o BEN. Esse mineral desempenha um papel importante, pois est envolvido no crescimento e diferenciao celular, na composio dos cidos nuclicos (DNA e RNA) e hormnios (cAMP, cGMP), alm de ser integrante de muitos intermedirios do metabolismo energtico (ATP, ADP), participando de importantes vias metablicas de utilizao e transferncia de energia (Gonzlez & Silva 2006). Adicionalmente, o Fsforo tem influncia positiva no aumento do desempenho reprodutivo do rebanho (Cozzolino, 2007).
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