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DESTAQUE Com o avanço da crise política e do provável desfecho do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o que acontecerá com a luta pelo direito à moradia no Brasil? Qual o futuro das políticas habitacionais frente a um quadro conservador, capitaneado pelas elites econômicas brasileiras? No artigo “Direito à Moradia no Brasil: retrocessos em um contexto de crise”, parceria do Le Monde Diplomatique com o INCT Observatório das Metrópoles, Adauto Lúcio Cardoso parte de uma análise histórica das políticas habitacionais para mostrar que, em um contexto de liberalismo urbano, pode-se prever a precarização das condições de moradia, aumento relativo dos custos de aluguel, ampliação da coabitação e aumento da favelização, com piora significativa nas condições de vida da população. | |
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NOTÍCIA
O Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade/USP), coordenado pela arquiteta e urbanista Raquel Rolnik, lançou uma campanha contra a MP 700/2015, que o Congresso Federal deve votar até o dia 17 de maio 2016. A MP permite a desapropriação de áreas de utilidade pública por empreiteiras, o que também é criticado pelo Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU), Instituto Pólis, CAU/BR, IAB, entre outras organizações. A Rede INCT Observatório das Metrópoles apoia o debate e a luta contra a MP 700, por entender que grupos e setores privados poderão conduzir processos de desapropriação, contrariando princípios constitucionais ligados às políticas urbanas em defesa da função social da cidade.
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NOTÍCIA
Dos 5.570 municípios brasileiros, 70% não fazem licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades que têm impacto na natureza. Metade das cidades não tem Plano Diretor, instrumento básico que traça diretrizes para o desenvolvimento e o ordenamento urbano. Os dados são do Perfil dos Municípios Brasileiros - Munic 2015, levantamento do IBGE, que revelam a ausência de um corpo técnico capacitado para desempenhar esse tipo de tarefa nas prefeituras, em especial nas cidades pequenas e médias.
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NOTÍCIA

Diversas organizações e movimentos prepararam uma nota pública que pede o veto presidencial à Lei Geral das Olimpíadas. O motivo é o de que a lei “representará um drástico retrocesso aos direitos sociais”, entre os quais, o direito à liberdade de expressão. Além disso, o novo projeto é altamente punitivista, criando tipificações criminais exclusivas para os Jogos Olímpicos. A Justiça Global e a Artigo 19 protocolaram, no dia 4 de maio, no Ministério da Casa Civil, o ofício com a nota pública. O INCT Observatório das Metrópoles também apoia o documento.
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