Discussão sobre psicologia-da-tecnologia-e-etc

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Mar 7, 2008, 6:04:23 PM3/7/08
to FAC São Roque
Internet


Sexta, 7 de março de 2008, 09h20

Blogar é bom para a vida social, diz pesquisa



Um estudo da Universidade de Tecnologia de Swinburne, em Melbourne,
Austrália, descobriu que pessoas que mantêm diários virtuais, ou
blogs, tendem a ser mais equilibradas e têm vidas sociais mais
saudáveis e felizes.


A pesquisa foi conduzida em duas partes pela professora Susan Moore e
pelo pesquisador James Baker, sendo iniciada no contato via mensagem
privada a 600 usuários do MySpace, que foram conduzidos a um
questionário online.

Destes, 134 participaram, 84 mostraram interesse em criar seus diários
e 50 não quiseram. Dois meses depois, um novo questionário foi enviado
para os participantes da primeira etapa, obtendo 59 respostas.

Segundo o site TechCrunch, os pesquisadores notaram que após dois
meses de blogagem a sensação de apoio social e redes de amizades eram
maiores do que em pessoas que não possuem blogs.

As redes sociais online, como o Orkut, por exemplo, também afetam o
equilíbrio psicológico de seus usuários de maneira positiva, fazendo
com que se sintam menos ansiosos, deprimidos e estressados.

Em contato com a ABC, a professora Susan Moore explicou que, em parte,
os blogueiros potenciais são pessoas de posições menos integradas à
sociedade. "Descobrimos que blogueiros potenciais estavam menos
satisfeitos com suas amizades e se sentiam menos integrados
socialmente, eles não se sentiam tanto parte de uma comunidade como as
pessoas que não se interessaram em blogar", comentou.

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Mar 8, 2008, 1:04:22 PM3/8/08
to FAC São Roque
Home > BBC > NotíciaTamanho do texto A A 'Mais da metade dos
internautas muda de sexo em jogos online', diz pesquisa
05/03 - 20:02 - BBC Brasil

ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoUma pesquisa da Universidade de
Nottingham Trent, na Grã-Bretanha, afirma que 57% dos internautas
mudam de sexo em jogos online. Segundo o estudo, muitos dos que optam
por uma representação de outro sexo nos mundos virtuais ou nos jogos
virtuais online com grande número de jogadores o fazem para conseguir
vantagens nos jogos.

As mulheres são as que mais optam pela mudança de gênero, segundo o
estudo: 68% das pesquisadas escolhiam personagens do sexo masculino
para participar de jogos online. Entre os homens, 54% dos pesquisados
escolheram a mudança de sexo para os jogos.

"Parece que mulheres mudam de sexo (em jogos online) por uma série de
razões, como evitar a aproximação indesejada de homens, ou porque elas
sentiam que os personagens masculinos eram mais bem tratados por
outros homens durante o jogo", afirmou o pesquisador Zaheer Hussain.

A pesquisa enviou questionários para 119 participantes que foram
recrutados pela internet como voluntários. As idades variavam entre 18
e 69 anos, 83 eram homens e 32 eram mulheres, a maioria (73%), dos
Estados Unidos.

Flerte e armas

No entanto, alguns internautas masculinos alegaram que receberam
melhor tratamento durante o jogo ao assumirem personagens femininos
nos jogos tipicamente dominados por homens.

Segundo a pesquisa, muitos assumiram um personagem feminino para
flertar com personagens masculinos e ganhar mais armas ou dinheiro
virtual durante o jogo. Outros internautas afirmaram que mudavam se
sexo durante os jogos simplesmente como uma experiência.

Segundo estes, a mudança de sexo permitia que eles brincassem com
aspectos de seus personagens que não poderiam explorar na vida real.
Entre os jogos usados na pesquisa estão World of Warcraft, EverQuest e
Final Fantasy.

Socialização

O estudo britânico também descobriu que parte dos pesquisados (21%)
acha mais fácil o contato social online do que pessoalmente. "O modo
de comunicação mais relaxado do mundo virtual foi visto por alguns
participantes como mais agradável e satisfatório do que no mundo
real", afirmou o co-autor da pesquisa Mark Griffiths.

"(O mundo virtual) é visto como um mundo onde todos podem falar o que
pensam e serem ouvidos. Os jogadores vêem as comunidades online como
lugares de igualdade, com maior anonimato e menos ênfase na aparência
física", acrescentou.

O estudo descobriu que os internautas pesquisados também acreditam que
os jogos online geravam um efeito "estimulante" (68%), provocado pelo
desafio e os aspectos mais emocionantes dos jogos, o nível de
interatividade com outros jogadores e a oportunidade de encontrar
novos amigos online.

"Os pesquisados também jogavam para fugir de problemas pessoais ou
para mudar o humor. Freqüentemente os jogos são vistos como uma forma
de fuga, uma estratégia que os jogadores usam para fugirem dos
problemas", acrescentou o pesquisador Zaheer Hussain.

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Mar 20, 2008, 1:24:32 PM3/20/08
to FAC São Roque

Vício de internet pode ser doença mental

The American Journal of Psychiatry: dependências digitais
Obsessão por games, uso excessivo do computador e desejo de mais
hardware -- perigo à vista!
Segundo um editorial da revista The American Journal of Psychriatry,
de março/2008, o vício de internet é um problema que merece ser
incluído oficialmente na lista de desordens mentais. Esse desvio,
afirma o AJP, tem três manifestações principais: envolvimento
excessivo com games; preocupações sexuais; e mensagens de e-mail ou de
texto.
Todas essas manifestações, diz a revista, têm em comum quatro
componentes:


· uso exagerado do computador, muitas vezes associado à perda
da noção de tempo e descuido de obrigações comuns;
· angústia , tensão e até depressão quando o equipamento não
está acessível;
· desejo de hardware mais poderoso, mais software e mais horas
de uso;
· comportamento negativo, incluindo irritação, mentira, mau
desempenho nas tarefas, isolamento social e fadiga.

As preocupações sexuais, um dos sintomas apontados, estariam
associadas à visitação de sites pornográficos.
A coisa merece atenção, porque envolve principalmente crianças e
adolescentes. O editorial cita estatísticas coreanas e chinesas com
jovens doentes que precisam ser tratados com psicotrópicos e até
hospitalização. "A Coréia do Sul considera o vício da internet um de
seus problemas de saúde mais sérios", diz o texto. Embora reconheça as
diferenças culturais, o AJP aponta que os problemas no Ocidente são
similares.
Quando se começa a ler o texto, tem-se a impressão de que a revista
está exagerando. No entanto, depois de citados os fatos, fica-se com a
impressão de que o editorial faz todo o sentido.
Aparentemente, esse assunto não tem nada a ver com computação
corporativa. Na verdade, tem. Outros estudos mostram que parte dos
problemas de dependência digital ocorre com pessoas adultas, com
óbvios reflexos em seu rendimento no trabalho.
Para saber mais sobre o assunto, consulte:
- Revista The American Journal of Psychiatry
- Jornal canadense The Ottawa Citizen

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Mar 24, 2008, 10:50:34 AM3/24/08
to FAC São Roque
Saiba como é passar um dia "desconectado"
Sábado, 22 de março de 2008, 11h37

Mark Bittman

Scott Brundage/The New York Times

Um dia desconectado, diz o colunista, é um dia de descanso


Enquete
Você conseguiria ficar "desconectado" por um dia?

de jeito nenhum
já faço isso de vez em quando
fico mais de um dia desconectado
não sei, mas vou experimentar







Últimas de Eletrônicos

» Novo chip permitirá recarga com o calor do corpo
» Saiba como é passar um dia "desconectado"
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» Fones de ouvido do futuro terão som tridimensional


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No final de semana, eu tirei um dia de verdadeira folga: computadores
desligados, celular deixado em minha pasta, campainha do telefone fixo
desligada. Passei 24 horas completamente desconectado. É um movimento
que vem ganhando cada vez mais força na blogosfera e também no mundo
empresarial.

» Intel cria dia sem e-mail para estimular comunicação
» Site promove campanha "24h sem computador"
» Fórum: opine sobre o assunto

O motivo dessa mudança foi natural e previsível. Ao voltar para casa
da Europa, no ano passado, usei meu cartão de crédito em um dos
telefones instalados a bordo do avião para verificar meu e-mail, e com
isso me privei de um dos meus dois últimos santuários. À aquela
altura, o único outro refúgio que me restava era o sono, mas
desenvolvi o hábito de manter um laptop ligado na beira da cama para
que pudesse verificar e-mails, antes de dormir e ao acordar.

Aprendi como transformar meu organizador pessoal em modem, para poder
usar a Web no trem. E evidentemente também usava o aparelho da maneira
convencional, atendendo as ligações recebidas.

Em resumo, meu nome é Mark, e sou viciado em tecnologia. Mas depois de
minha experiência no avião, decidi que faria alguma coisa a respeito.
Assim dei início ao meu "dia santo laico", termo que li em mais de um
blog, reservando um dia da semana em que não deixaria que telas, bipes
e sinais sonoros dominassem minha vida. Um dia antiquado, não só de
descanso mas também de alívio.

Como muita gente, porém, eu imaginei se abandonar meu vício seria
inteiramente benéfico. Fiquei preocupado com os colegas, amigos,
filhas, pais e assim por diante que dependiam de mim, todas aquelas
pessoas que sabiam que, quer eu estivesse em casa ou na rua, eu
atenderia aos seus chamados, se não imediatamente com certeza antes do
final do dia. E se alguma coisa importante estivesse acontecendo, algo
que não pudesse esperar 24 horas por minha atenção?

Ou será que eu havia me tornado só mais um daqueles norte-americanos
que sofrem do mais recente distúrbio da vida americana, o vício em
Internet? Como membro da geração baby boom, eu sabia que meus
pensamentos certamente eram compartilhados por mais gente; os norte-
americanos nascidos entre 1946 e 1964 sempre se tornam parte de
tendências.

E bastou que eu começasse a procurar para descobrir outras pessoas que
sentem a necessidade de se desconectar, de tentar reencontrar coisas
reais em lugar das virtuais, uma forma de folga moderada mas
cuidadosamente observada do mundo do marketing onipresente e do
esforço necessário a acompanhar tudo que acontece.

E isso não é surpresa, disse o Dr. David Levy, professor da Escola de
Informação da Universidade de Washington. "O que está acontecendo
agora é insano", ele disse, assegurando que havia escolhido a
expressão deliberadamente. "Levar uma boa vida requer uma espécie de
equilíbrio, algum silêncio. Há questões sobre os limites da mente e do
corpo, e podemos traçar um paralelo com o movimento ambientalista",
nisso. (Levy cunhou o termo "ambientalismo da informação". "Quem diria
que uma pessoa não precisa de tempo para pensar e refletir, se deseja
sucesso e produtividade?", ele questiona.

Desconexão
O movimento de desconexão parece vir ganhando força em todas as
partes, da blogosfera, onde gente altamente conectada como Ariel
Meadow Stallings (http://electrolicious.com/unplugged) se vangloria de
desligar as máquinas durante um dia por semana (e do número de bons
livros que isso permite ler), até o mundo empresarial.

Por exemplo, Nathan Zeldes, vice-presidente de engenharia da Intel
(empresa cujos funcionários lêem ou enviam três milhões de mensagens
de e-mail ao dia), está conduzindo duas experiências, uma das quais
envolve ficar sem usar a Internet ou e-mail durante uma manhã por
semana, no trabalho, e a outra que envolve uma redução deliberada do
volume de e-mail que uma pessoa envia.

Ainda que ele não esteja reportando resultados, diz que está animado
com o número de adesões. "Até mesmo líderes empresariais agora
acreditam que você precise de tempo para ouvir a voz interior", disse
Anne Dilenschneider, consultora de espiritualidade em Montara, na
Califórnia. "E esse tempo não precisa ser um dia, nem mesmo um período
específico, ou qualquer atividade ou falta dela. Não estamos falando
de uma meditação zen, mas de simples solidão".

Mesmo sem meditação zen (o que bastaria para me convencer a não
aderir), descobri que é difícil respeitar o conceito de um dia santo
laico. Desligar os eletrônicos é simples, mas transformar essa idéia
em hábito é bem mais complicado.

Em meu primeiro final de semana de silêncio online, no final do ano
passado, me apressei a desligar tudo em uma noite de sexta-feira, me
deitei e apanhei um livro. Acordei nervoso, ávido por usar o laptop.
Já que aquilo estava proibido, apanhei o telefone. Não, também
proibido. Mensagem de texto? Logo percebi que minha sensação era
idêntica à que me toma quando falta luz, e pulo de aparelho em
aparelho para ver se algum está funcionando.

Consegui me controlar, li o jornal inteiro (sem links), e tentei me
convencer a fazer nada. Isso me conduziu a uma longa caminhada (sem
MP3), uma soneca e a mais leitura, dessa vez a de um verdadeiro
romance. Tomei chá de ervas (cafeína não ajudaria), olhei pela janela,
e tentei ser menos voluntarioso, não me preocupar com tudo que poderia
estar se empilhando no meu ciberespaço pessoal, em minha ausência, não
imaginar o quanto eu estaria ocupado para responder a tudo, na manhã
seguinte.

Mas consegui me adaptar, gradualmente, ao longo dos finais de semana
seguintes ¿ um dos quais envolveu manter todo o equipamento desligado
da noite de sexta à manhã de segunda. Mas a recaída não demorou. Havia
coisas importantes a fazer ¿prazos a respeitar, comunicação urgente.

Vocês sabem como é. Liguei para Andrea Bauer, executiva e conselheira
de carreiras em San Carlos, Califórnia. Ela me garantiu que, por mais
estranho que pareça, parar de trabalhar dá o maior trabalho. "Os
formatos variam de pessoa a pessoa, e é preciso começar aos poucos.
Ninguém sai correndo oito quilômetros se nunca tiver praticado
jogging".

Não estou lançando um apelo pela busca de paz interior, como não
proporia um retorno ao mimeógrafo. Mas creio que seja preciso
encontrar uma forma de impor calma e ponderação à vida moderna, ou
minha versão dela.

Depois de superar o medo do que a falta de conexão poderia me custar,
cheguei a um estado que definiria, se não fosse tão cético, como
"leveza interior". Estava conectado a mim mesmo e não ao computador.
Tinha tempo para pensar, me distanciar das exigências cotidianas.
Consegui parar.

Tradução: Paulo Migliacci ME


The New York Times


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Mar 26, 2008, 10:09:02 AM3/26/08
to FAC São Roque
Você foi vítima de cyberbullying? Saiba como se defender

O cyberbullying é a forma virtual de praticar Bullying. Uma modalidade
que vem preocupando especialistas, pais e educadores, em todo o mundo,
por seu efeito multiplicador do sofrimento das vítimas. Na sua prática
utilizam-se das modernas ferramentas da Internet e de outras
tecnologias de informação e comunicação, móveis ou fixas, com o
intuito de maltratar, humilhar e constranger. É uma forma de ataque
perversa que extrapola em muito os
muros da escola, ganhando dimensões incalculáveis.


Como o Cyberbullying acontece e como agem seus praticantes?

Acontece através de e-mails, torpedos, Blogs, Fotoblogs, Orkut, MSN.
De forma anônima, o autor insulta, espalha rumores e boatos cruéis
sobre os colegas e seus familiares, até mesmo sobre os profissionais
da escola. Mensagens instantâneas são disparadas, via Internet ou
celular, onde o autor se faz passar por outro, adotando nicknames
semelhantes, para dizer coisas desagradáveis ou para disseminar
intrigas e fofocas. Blogs são criados para azucrinar e o Orkut é
utilizado para excluir e expor os colegas de forma vexatória.
Fotografias são tiradas, com ou sem o consentimento das vítimas, sendo
alteradas, através de montagens constrangedoras, incluindo ofensas,
piadinhas, comentários sexistas ou racistas. Essas imagens, muitas
vezes, são divulgadas em sites, colocadas em newsgroups e até nas
redes de serviços, ou divulgadas através de materiais impressos
espalhadas nos corredores, banheiros, ou circulam entre os alunos, sem
o conhecimento das vítimas. Quando descobre, seu nome e imagem já
estão em rede mundial, sendo muito difícil sair ilesa da situação. Há
casos em que a vítima tem o seu E-mail invadido pelo agressor, que se
fazendo passar por ela, envia mensagens, com conteúdos difamatórios,
com gravíssimas conseqüências para a vítima e seus familiares. A
participação em fóruns e livros de visitas também são estratégias
utilizadas pelos praticantes, deixando mensagens negativas sobre o
assunto em questão ou opinando de maneira inconveniente.

Votações são realizadas através de sites, para escolher ou eleger
colegas com características estereotipadas.


Em que o Cyberbullying difere do Bullying?

A diferença está nos métodos e ferramentas utilizadas pelos
praticantes. O Bullying ocorre no mundo real enquanto que o
cyberbullying ocorre no mundo virtual. Geralmente, nas demais formas
de maus-tratos, a vítima conhece seu agressor, mesmo que os ataques
sejam diretos ou indiretos. No Cyberbullying, os agressores se motivam
pelo "anonimato", valendo-se de nomes falsos, apelidos ou fazendo-se
passar por outras pessoas.


Quem são os maiores praticantes de Cyberbullying? É possível traçar um
perfil dessas pessoas?

Os maiores praticantes, sem dúvida, são os adolescentes. Não é
possível traçar um perfil por se tratar de ataques virtuais, onde a
imagem e a identidade do agressor não são expostas e as vítimas,
quando descobrem, raramente denunciam. Porém, à medida que o
conhecimento do tema tem se popularizado e a comunidade escolar tem se
conscientizado, medidas legais vêm sendo tomadas por parte das vítimas
e seus familiares, bem como das escolas. Conhecemos casos em que o
autor foi rastreado, identificado pela polícia e seus responsáveis,
encontram-se respondendo a processos, por danos morais e outros
artigos previstos em Lei. Lembramos que as Delegacias Especializadas
em Crimes Cibernéticos dispõem de recursos para identificar a origem
das mensagens.



O que o praticante ou agressor precisa saber?

Precisa saber que o seu comportamento não é aceitável e como tal, é
passível de punição, de acordo com o Regimento Interno Escolar e com o
Estatuto da Criança e do Adolescente. A escola dispõe de inúmeros
profissionais dispostos a ajudá-lo a canalizar sua agressividade em
ações pró-ativas. E que a intolerância, o desrespeito e a dificuldade
de empatia devem ser convertidos em respeito, cooperação,
solidariedade e ações direcionadas à construção de um ambiente
pacifico, do qual dependerá o seu futuro profissional e familiar.



O que a vítima deve fazer?

A) Preserve todas as provas

Seja qual for o crime que o internauta venha a ser vítima, é
importante, antes de tudo, preservar o maior número de provas que
conseguir. Imprimir e salvar o conteúdo das páginas ou "o diálogo"
do(s) suspeito(s) numa sala de bate-papo, por exemplo, ajuda como
fonte de informação para a investigação da polícia. Mas infelizmente
não vale como prova em juízo, pois carece de fé pública. Uma
alternativa para registrar provas que estejam on-line é recorrer a um
cartório e fazer uma declaração de fé pública de que o crime em
questão existiu, ou lavrar uma Ata Notarial do conteúdo ilegal/
ofensivo. Isso é necessário porque, como a internet é muito dinâmica,
as informações podem ser tiradas do ar ou removidas para outro
endereço a qualquer momento.

O cuidado com a preservação das provas torna-se ainda mais importante
quando a Justiça brasileira já responsabilizou, em algumas de suas
decisões, internautas que não guardaram registros do crime on-line de
que foram vítimas, o que torna o golpe duplamente custoso ao usuário
da rede.

B) Com as provas na mão, procure uma Delegacia de Polícia e registre a
ocorrência

Elaboramos uma lista de Delegacias Especializadas em Crimes
Cibernéticos onde as vítimas poderão apresentar queixa-crime. Caso no
seu Estado não exista uma Delegacia Especializada, procure a mais
próxima da sua residência.



O que fazer inicialmente?

A despeito da ação penal, pode o cidadão que se sentir lesado em seus
direitos notificar diretamente o prestador do serviço de conteúdo para
que remova o conteúdo ilegal e/ou ofensivo de seus servidores e
preserve todas as provas da materialidade e os indícios de autoria
do(s) crime(s).



Onde encontrar uma delegacia especializada em crimes cibernéticos?


* Distrito Federal
Polícia Civil - Divisão de Repressão aos Crimes de Alta Tecnologia
(DICAT)
Endereço: SIA TRECHO 2 LOTE 2.010 1º ANDAR, BRASÍLIA-DF, CEP:
71200-020.
Telefone: (0xx61) 3361-9589
E-mail: di...@pcdf.df.gov.br

OBS: A DICAT é uma Divisão especializada em crimes tecnológicos que
tem como atribuição assessorar as demais unidades da Polícia Civil do
Distrito Federal. Como Divisão, a DICAT não atende ao público, não
registra ocorrências nem instaura inquéritos policiais. A finalidade
da DICAT é prestar apoio às Delegacias de Polícia do DF nas
investigações de crimes que envolvam o uso de alta tecnologia, como
computadores e internet, agindo sob provocação das Delagacias que
necessitarem de auxílio no "universo virtual", por exemplo. Ou seja:
qualquer Delegacia do Distrito Federal poderá fazer o Registro da
Ocorrência, investigar, e qualquer dificuldade ou necessidade de um
apoio mais técnico, solicita auxílio a DICAT.

Desse modo, a vítima de crime cibernético no Distrito Federal pode
procurar qualquer uma das Delegacias de Polícia (as não
especializadas) para efetuar registro da ocorrência.

Por fim, a DICAT recebe denúncias de crimes cibernéticos (que são
repassadas aos órgãos competentes) e presta esclarecimentos sobre
condutas a serem adotadas por vítimas de crimes cibernéticos no DF,
quando informados ou solicitados por e-mail.

* Espírito Santo
Polícia Civil - Núcleo de Repressão a Crimes Eletrônicos (NURECCEL)
Endereço: O Núcleo funciona do edifício-sede da Chefia de Polícia
Civil, 2º andar, localizado na Av. Nossa Senhora da Penha, 2290 -
Bairro Santa Luiza - Vitória/ES, ao lado do DETRAN.
Telefone: 0xx027 - 3137-9078 ou fax 0xx027 - 3137-9077
E-mail: nure...@pc.es.gov.br
WebSite: http://www.pc.es.gov.br/nureccel.asp

* Goiás
Polícia Civil - Divisão de Repressão aos Cibercrimes (DRC) da
Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) - Goiânia/GO
Telefone: 0xx62 - 3201-1150 / 3201-1140

* Minas Gerais
Polícia Civil - Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra a
Informática e Fraudes Eletrônicas - DERCIFE
Endereço: Av. Antônio Carlos, 901 - Lagoinha - Belo Horizonte - MG
Telefone: 0xx31 - 3429-6024 | Horário de Atendimento: 08:30 às 18:30
horas
E-mail: dercif...@pc.mg.gov.br

* Pará
Polícia Civil - Delegacia Virtual
WebSite: http://www.delegaciavirtual.pa.gov.br
E-mail: comun...@policiacivil.pa.gov.br

* Paraná
Polícia Civil - Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber)
Endereço: Rua José Loureiro, 376 - 1º. Andar - sala 1 - Centro -
Curitiba-PR
E-mail: ciber...@pc.pr.gov.br
Telefone: (0xx41) 3883-8100

* Pernambuco
Polícia Civil - Delegacia interativa
WebSite: http://ww8.sds.pe.gov.br/delegaciainterativa/default.jsp
E-mail: poli...@fisepe.pe.gov.br

* Rio de Janeiro
Polícia Civil - Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática
(DRCI)
Endereço: Rua Professor Clementino Fraga nº 77 - Cidade Nova (prédio
da 6ª DP), Rio de Janeiro, RJ
Telefone: 0xx21 - 3399-3203/3200
E-mails: dr...@policiacivil.rj.gov.br / dr...@pcerj.rj.gov.br

* São Paulo
Polícia Civil - 4ª. Delegacia de Delitos Cometidos por meios
Eletrônicos - DIG/DEIC
Avenida Zack Narchi,152 - Carandiru, São Paulo-SP OBS: perto da antiga
detenção do Carandiru, próximo ao Center Norte, estação do metrô do
carandiru
Telefone: 0xx11 - 6221-7030 / 6221-7011 - ramal 208
E-mail: 4dp.di...@policiacivil.sp.gov.br< b />
Nos Estados da Federação onde não houverem delegacias especializadas,
procure a mais próxima da sua residência.

Via: Safenet | Bullying

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Mar 26, 2008, 3:41:04 PM3/26/08
to GTI - FAC/UNI9



PRA ENTENDER MELHOR ESSA HISTÓRIA...

Inayat Khan conta uma estória hindu (que eu mudei, hehehe). "Um
pequeno BIT chegou à PLACA MÃE e perguntou: 'Eu sempre ouvi falar
sobre TI , mas o que é o TI? Onde está?' A PLACA MÃE explicou: 'Você
vive, move-se e passa sua existência na TI. A TI está dentro e fora de
você, e você é feito de TI e vai terminar na TI. A TI o envolve como
seu próprio ser'. "

( =] )

WWW

(A HISTORIA ORIGINAL)
Inayat Khan conta uma estória hindu. "Um peixinho chegou à rainha dos
peixes e perguntou: 'Eu sempre ouvi falar sobre o mar, mas o que é o
mar ? Onde ele está ?' A rainha dos peixes explicou: 'Você vive, move-
se e passa sua existência no mar. O mar está dentro e fora de você, e
você é feito de mar e vai terminar neste mar. O mar o envolve como seu
próprio ser'. "

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Mar 30, 2008, 8:49:22 AM3/30/08
to GTI - FAC/UNI9
O Poder da Concentração
Por Luciana Ferraz*

Como extrair o máximo do tempo e das situações focando sua mente.
Todos sabemos que só com concentração na mente e nas ações há sucesso
nas nossas vidas. A falta dessa habilidade nos leva a refazer as
tarefas várias vezes, repetir erros, gera desperdício de tempo,
financeiro e do que é o mais precioso: nossos pensamentos.

Alguns fatores físicos podem contribuir para criar um estado
desconcentrado:
- hiperatividade do cérebro
- alimentação deficiente de vitaminas e sais minerais
- doença, dor, mal-estar ou perturbações do corpo que atraiam nossa
atenção na sua direção
- falta de hidratação, por isso é sugerido beber dois litros de água
por dia
- ambientes mal-ventilados ou carência de oxigênio devido à má
respiração


Dentre os fatores mentais prejudiciais à concentração podemos citar:
- a preguiça que é como ferrugem no nosso intelecto, dificultando o
ânimo e entusiasmo a operarem no nosso raciocínio
- a falta de motivação e interesse por um assunto, uma tarefa, um
propósito elevado, fazendo que não haja o gosto ou prazer do empenho
- o hábito de cultivar o inútil e supérfluo através do consumismo e do
excesso de informação, criando-se desperdício de energia ou
dificultando que ela circule devido ao acúmulo de bens, comida, posses
- a tendência à expansão. O que pode ser dito em dez palavras leva
100; o que pode ser feito em dez minutos leva uma hora, o que pode ser
solucionado com um pensamento acaba entrando num rodamoinho que nos
torna exauridos


Os métodos que nos ajudam a recuperar nossa força interior, essencial
para que a concentração comece a operar na nossa vida são:
- desenvolver autocontrole e autodomínio para que a mente ganhe uma
direção e os pensamentos permaneçam sob meu comando
- praticar ir sempre à essência das situações, dos problemas, das
conversas, para que possamos condensar as cenas da vida e extrair o
suco, a mensagem central que nos levará às soluções
- cultivar a reflexão sobre temas espirituais e a habilidade de
mergulhar profundo, para encontrar entendimento e compreensão. É dito
que na superfície do mar há ondas e agitação, mas no fundo do oceano
encontramos paz e tesouros
- refinar o intelecto para que ele possa discernir com precisão o
certo do errado, o útil do inútil e favorecer decisões pró-ativas
- tornar-se seu próprio professor, ensinando a si mesmo os benefícios
da concentração
- tornar-se sua própria mãe aconselhando-se de forma amorosa, tornar-
se seu próprio amigo, criando um canal de diálogo com você mesmo


Concentrar é gerar força e poder. É multiplicar o potencial. É
produzir o perfume que com uma gota espalha sua fragrância no lugar de
uma água de colônia diluída. Concentrar é canalizar a energia numa
meta, é focar um objetivo.

Assim como o dependente químico tem que querer sair das drogas para
que haja sucesso no tratamento, o praticante espiritual sincero tem
que querer experimentar estados elevados de consciência e precisa
sustentar sua escolha com força de vontade, prática constante e
determinação.

*Luciana M. S. Ferraz é socióloga e coordenadora nacional da
Organização Brahma Kumaris.
Extraído de www.editorabk.org.br

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Apr 1, 2008, 8:26:09 PM4/1/08
to GTI - FAC/UNI9
ADMIRAVEL MUNDO NOVO

PREFÁCIO

Todos os moralistas estão de acordo em que o remorso crônico é um
sentimento dos mais indesejaveis. Se uma pessoa procedeu mal,
arrependa-se, faça as reparações que puder e trate de comportar-se
melhor na próxima vez. Não deve, de modo nenhum, p~^or-se a remoer
suas más ações. Esponjar-se na lama não é a melhor maneira de ficar
limpo.

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Apr 3, 2008, 1:27:18 PM4/3/08
to GTI - FAC/UNI9
Internet


Quinta, 3 de abril de 2008, 10h26

Crianças ignoram normas de segurança em redes sociais


Terra

Estudo mostra que 40% das crianças deixa seus dados abertos em redes
sociais


Enquete
Crianças devem fazer parte de redes sociais?

sim
sim, com supervisão dos pais
só naquelas específicas para crianças
não devem participar







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Um estudo mostrou que cerca de 40% das crianças deixam seus dados
visíveis em redes sociais, apesar das constantes advertência sobre o
perigo de se deixar disponíveis para todo mundo informações pessoais
como número de telefone ou endereço de Internet.
» Mundos virtuais infantis criam geração de consumidores
» Sites seguros e divertidos para as crianças
» Dicas para manter as crianças seguras na web
» Fórum: opine sobre assunto


De acordo com a agência Reuters, o estudo da organização britânica
Ofcom descobriu que muitas crianças superaram as restrições de idade
para publicar seu perfil em redes como Bebo, MySpace e Facebook. Além
disso, metade das crianças - e um terço das que têm entre 8 e 11 anos
de idade - estão registradas em alguma rede social.

Para o diretor de Estudos de Mercado na Ofcom, James Thickett, os pais
deveriam prestar atenção ao perfil utilizado pelos filhos. "É
realmente recomendável que o perfil da criança esteja restrito a
pessoas conhecidas", explicou.

Ele também destacou que as crianças não protegem suas informações
privadas e se expõem ao risco de intimidação ou até mesmo de serem
assediadas ou seguidas por estranhos. "As criança estão nestas redes
sociais em vez de estarem vendo TV ou jogando videogame, e os pais
devem estar familiarizados com este novo espaço", concluiu.

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Apr 8, 2008, 1:57:35 PM4/8/08
to GTI - FAC/UNI9
Comportamento no trabalho
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Você não aprende nada com os outros!

Por Paulo Angelim em VC S/A

É muito comum vermos nas empresas a seguinte cena: "Coloque o
estagiário (o trainee, o novato...) junto com o Fulano de Tal, assim
ele aprenderá mais rápido como deve ser feito!". Ou ainda, "Vou ficar
pertinho da Cicrana, olhando tudo que ela faz para aprender como
vender melhor e mais!". Puro engano. Existe muita confusão entre o que
seja "saber" e "aprender". Em uma bela música de Beto Guedes,
encontramos uma passagem de grande profundidade e sabedoria: "A lição
sabemos de cor, só nos resta aprender." Como a música sugere, o fato
de sabermos sobre alguma coisa, não implica que a tenhamos aprendido.
Acredito piamente neste princípio e afirmo ainda, e categoricamente,
que você nada pode aprender com os outros, nem experiência, nem novas
técnicas, muito menos novos hábitos. É engano, pura ilusão você
afirmar "aprendi muito com aquele novo professor!" Com outra pessoa,
você poderá tão somente passar a conhecer novas práticas, técnicas,
métodos, estratégias. É óbvio que você deve estar se perguntando:
"Sim, mas, então, quando e como podemos aprender algo?". Somente
quando nos propomos a FAZER aquilo que passamos a conhecer, é que
podemos dizer que estamos em um processo de aprendizado. Você somente
irá aprender sobre algo quando se dispuser a exercitar, fazer, errar,
ajustar, fazer de novo. É por isso que somente poucas pessoas
conseguem aprender com a vida. A idéia popular de que "a vida é um
eterno aprendizado" é falha. Na verdade, "a vida é um eterno
ensinamento", e pouca gente tem decidido aprender com ela. As que
aprendem são aquelas que decidiram FAZER algo a respeito do que
passaram a conhecer, do que passaram a saber, ou do que passaram a
experimentar. Você pode até conhecer algo novo com os outros, mas
somente irá aprender consigo mesmo.

O grande risco que você corre em não assimilar esse princípio (só
aprendemos algo quando o exercitamos) é cair numa roda vida e
interminável de leituras, cursos, palestras, seminários, achando que
pelo fato de estar absorvendo todo esse novo conhecimento você está
aprendendo algo. Gosto de chamar essa ciranda ou obsessão por novos
conhecimentos, sem a conseqüente e necessária aplicação prática, de
"obesidade do saber". Sabe aquelas pessoas que comem, comem, mas não
gastam a energia ingerida, tornando-se obesas, verdadeiros depósitos
de energia em potencial, mas não utilizada? Ora, isso é diletantismo,
é saber sem aprender. Já notou que certas pessoas estudaram muito,
sabem muito, mas parece que não aprenderam nada, pois são incapazes de
fazer ou aplicar o que sabem? Já viram pessoas que conhecem toda a
Bíblia, mas são incapazes de amar, de servir ao próximo. Então, estou
falando do fenômeno do saber ou do conhecer dissociado do aprender.
Sabem muito, mas não aprenderam nada!

"Mas, porque isso é tão importante para a vida profissional?" Além do
risco da "obesidade do saber", você corre um risco maior ainda: parar
de crescer, de evoluir. É simples! A melhor definição que já formulei
para o crescimento humano (não o físico, mas o intelectual, o
profissional, o espiritual) foi a seguinte: crescer é aprender algo
novo. Ou seja, o processo de aprendizado contínuo é o grande
responsável por não envelhecermos, por continuarmos em contínuo
crescimento, evitando a estagnação. Quando você acredita que saber é a
mesma coisa que aprender, você cai na ilusão já mencionada
anteriormente (obesidade do saber), não aprende, e pára de crescer de
evoluir.

Para arrematar o conceito aqui exposto, deixo-lhe dois belíssimos
pensamentos que nos alertam para a necessidade de praticarmos o que
sabemos, sob o risco de não aprendermos nada. O primeiro é de
Aristóteles: "Excelência é uma arte conquistada pelo treino e hábito.
Nós não agimos certo porque temos virtuosidade ou excelência, mas
preferencialmente as temos porque agimos certo. Nós somos o que
fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um ato, mas um
hábito." O segundo encontramos na Bíblia, na carta de Tiago, capítulo
1, versos 22 a 26: "E sede praticantes da palavra e não somente
ouvintes, enganando-vos a vós mesmos... Entretanto, aquele que atenta
bem para a lei perfeita, a da liberdade, e nela persevera, não sendo
ouvinte esquecido, mas praticante da obra, este será bem-aventurado no
que fizer."

Então, aprendeu esse novo conceito? Se disser que sim, é melhor reler
todo o artigo, pois, na verdade, a única coisa que no máximo pode ter
ocorrido com a leitura deste artigo é você ter passado a saber,
passado a conhecer esse novo conceito. Para aprender mesmo, você terá
que agora praticá-lo. E a primeira coisa a fazer, o primeiro novo
hábito a aplicar será o de parar de dizer que aprendeu alguma coisa
com os outros, comigo, por exemplo. E agora, aprendeu? "O quê? Você
disse sim, de novo! Bem, deixe-me explicar, mais uma vez..."

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Apr 9, 2008, 10:31:58 AM4/9/08
to GTI - FAC/UNI9
Pecados Capitais - Preguiça

Quem deixa tudo para a última hora sofre as conseqüências na saúde e
na carreira

Ricardo Melo é consultor em desenvolvimento humano, presidente do
Instituto Ricardo Melo, master-trainer em programação
neurolinguística, reconhecido pelo Instituto de Sadhana, na Espanha


Há uma história muito interessante que conta que um dia no meio da
selva os animais resolveram dar um festão. Estavam presentes todos os
bichos e cada grupo se divertia como desejava. Havia um grupo formado
pelos leões; tigres e as onças que jogavam truco (imagine a cena!).
Após algumas rodadas, o refrigerante tinha acabado e eles pediram ao
bicho preguiça que pegasse mais. Ele respondeu que voltava em breve,
trazendo mais refrigerantes. Passaram-se duas horas e nada do bichinho
voltar. Os felinos já estavam ficando com raiva e um deles comentou
como foram tolos ao esperar que o bicho preguiça fosse rápido. "Eles
são muito lerdos, não tem determinação e se desviam fácil do caminho
que acham ser mais complicado", rosnou o Leão. E as ofensas foram se
multiplicando até que eles ouviram o som do choro do bichinho atrás de
uma árvore. Eles se surpreendem e ao encontrá-lo, ouvem o seguinte
desabafo: "se não me pedirem desculpas, não vou mais". O bicho
preguiça sequer tinha começado a se movimentar!

No dia-a-dia é comum nos depararmos com alguns "bichos-preguiças",
principalmente quando se tem que enfrentar situações delicadas, como
tomar uma decisão importante ou quando algumas mudanças necessitam ser
realizadas e estas geram incômodos. A preguiça que se impõe sobre nós
é enorme e costuma ser chamada de desânimo. Gosto de dividir a
preguiça em alguns sub- grupos:

1) procrastinação - deixar para amanhã o que podemos fazer hoje

2) desânimo - falta de vontade para fazer o que sabemos que precisa
ser feito

3) vontade de relaxar - vontade de não fazer nada

Eu diria que como tudo que nosso corpo e nossa mente tem a nos
oferecer a presença da preguiça tem muitos pontos positivos como, por
exemplo, impedir que entremos em colapso orgânico ou mental. Ela é uma
reguladora natural das atividades orgânicas e psíquicas, evitando um
excesso que nos seria prejudicial. No entanto, em suas versões mais
complicadas, como no caso da procrastinação e do desânimo, se ela não
for bem administrada, sua presença pode ser bastante nociva para nossa
vida produtiva!

Se for possível, pare um momento e reflita: quantas vezes você deixou
de realizar algo importante, deixou de tomar uma atitude necessária ou
realizar uma mudança imprescindível por perguiça? Quem pode dizer que
nunca teve vontade de fazer nada, a não ser "cumprir tabela", devido a
uma sensação de abatimento ou mesmo a uma vontade de dormir ou ficar
apenas relaxando? Como disse anteriormente, o problema da preguiça
está em sua presença excessiva na hora errada! É neste momento que
precisamos tomar cuidado com ela, pois pode nos ser muito prejudicial!
Com o intuito de auxiliar os "preguiçosos de plantão" listamos abaixo
algumas sugestões para que você volte ao controle:

- Procure alimentar-se e dormir bem. Má alimentação (deficitária ou
exagerada) e falta de sono causam naturalmente, uma sensação física de
cansaço

- Tenha sempre o hábito de construir em seu cotidiano mudanças
estimulantes. Faça do que é rotineiro uma atividade agradável. Se
puder, um dia faça o serviço do escritório em um parque; almoce fora
do horário, sempre que possível, enfim, quebre sempre a rotina. Assim
evitará que a mesmice chame o desânimo.

- Procure vincular-se a uma atitude imediata, quando precisar fazer
uma mudança importante, de forma que não possa voltar atrás sem se
prejudicar. Ex: alguém que vai fazer regime e compra uma calça com o
manequim desejado e a pendura perto da geladeira!

- A preguiça adora ambientes preguiçosos. Pondere se o lugar que você
escolheu para ler, trabalhar ou ter atividades que exijam concentração
são realmente estimulantes ou um mero convite à preguiça.

E se apesar de tudo isso ainda assim você achar que tem vocação para
bicho preguiça, como nosso personagem da história que contei no início
do artigo, ainda resta uma alternativa: fique sem fazer nada o máximo
de tempo que puder. Fique entregue ao abatimento, a procrastinação e
ao relaxamento. Adie compromissos, não cumpra prazos, durma até
"cansar" e veja o que acontece. Talvez após sentir os verdadeiros
prejuízos, você pode ter após entregar-se as dificuldades que lhe
visitam ao invés de lutar contra elas quem sabe não reúna força
suficiente para não deixar mais a preguiça se se fazer presente?

Compartilhe comigo suas reflexões sobre a série Pecados Capitais no
mundo Corporativo. Será um prazer saber sua opinião!

(http://vocesa.abril.uol.com.br)

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Apr 10, 2008, 2:20:23 PM4/10/08
to GTI - FAC/UNI9
Coaching para iniciantes

O coaching, no momento das primeiras escolhas profissionais, pode ser
o elixir perfeito para a cura de infelicidades futuras

Por Arthur Diniz em vc s/a

Em todas as minhas palestras e cursos uma pergunta se repete: "você
acha que coaching só é útil para executivos e profissionais que já
atingiram um certo patamar em suas carreiras?". A minha resposta é
sempre a mesma: "penso exatamente o contrário". Coaching é a atividade
especializada que ajuda profissionais a atingir suas metas. Antes
disso, no entanto, é um trabalho que envolve uma profunda reflexão
sobre tudo o que é importante em nossas vidas. Quando essa reflexão é
feita no início da vida profissional, pode ser a melhor atitude
preventiva contra uma carreira infeliz ou desencontrada. Fala-se muito
hoje em dia no conceito de empregabilidade. Os jovens são incentivados
e pressionados a perseguir uma formação específica como forma de
diferenciação para que obtenham os "melhores" empregos. Isso faz com
busquem avidamente complementar sua formação acadêmica com MBAs,
mestrados, idiomas e outros. A idéia é ter uma formação completa e
atingir o nível máximo de empregabilidade. Os pais mais ansiosos são
os maiores "pressionadores" para que isso aconteça. Nessa busca
frenética são deixados de lado todos os sonhos desses jovens.

Muitos me perguntam se isso é uma coisa ruim. Afinal, buscar a
empregabilidade não é "o certo"? Creio que é importante ressaltar,
aqui, que "o certo" não existe. Procurar tornar-se apto para o mercado
de trabalho sem saber qual o objetivo desejado é a melhor forma de
conseguir bons empregos e uma eterna infelicidade. Isto acontece
porque as questões mais importantes do processo de escolha
profissional não foram feitas: "o que eu quero fazer com a minha
vida?", "o que é importante para mim?". Um MBA pode ser fantástico
para algumas escolhas de carreira e praticamente inútil para outras.
Sem esses questionamentos, geralmente o jovem vive uma situação de
conflitos, quando encontra um trabalho bem remunerado mas que não lhe
traz satisfação. Surgem oportunidades financeiramente excelentes,
justamente porque ele adquiriu uma formação aprofundada - porém, que
não sabia exatamente porque estava fazendo. Uma oportunidade puxa a
outra e quando esse jovem - já não tão jovem - pára para analisar, se
pergunta como será que chegou lá. Pode concluir que não gosta nem um
pouco do que faz, mas já investiu tanto tempo e esforço naquela
carreira, que a mudança se tornou um desafio de proporções dantescas.

Por tudo isso, acho que o coaching, no momento das primeiras escolhas
profissionais, pode ser o elixir perfeito para a cura de infelicidades
futuras. Ele pode acabar com a inversão de valores que ocorre nos
momentos das primeiras decisões sobre carreira. No processo, o jovem
vai ser levado a refletir sobre:

- Qual a sua missão de vida?

- Qual a sua visão de futuro da sociedade e de si mesmo?

- Quais são os seus valores mais importantes?

- Quais são seus sonhos e como você pode realizá-los?

- Que tipos de atividades se adequam ao seu perfil comportamental?

- O que é importante para você na sua carreira

- O que você precisa fazer na sua vida para se considerar realizado?

- Você tem potencial empreendedor?

- O que é mais importante para você, dinheiro ou qualidade de vida?

Para nenhuma destas perguntas há respostas certas ou erradas, do mesmo
jeito que não existem formações ou carreiras melhores do que outras
por natureza. O coaching pode ajudar cada um a encontrar seu caminho,
que é só seu. Sem regras nem preconceitos. É isso que eu chamo de
migrar da empregabilidade para a "sonhabilidade", ou seja, a
capacidade de transformar seu sonho profissional em realidade, com
sucesso. A empregabilidade se tornou uma ditadura com regras estritas
a serem seguidas. A "sonhabilidade" nos deixa livres para fazer nossas
escolhas. Os jovens sonham com mais facilidade, e se forem
incentivados a seguir suas próprias opções, terão oportunidade de
realizar seus sonhos. Com isso, todos poderemos voltar a sonhar com
uma sociedade mais feliz. Viva a "sonhabilidade".

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Apr 11, 2008, 10:36:51 AM4/11/08
to GTI - FAC/UNI9
Como combater a guerra de leigos x técnicos nas empresas

Uma das minhas funções aqui no Khadro Ling é construir alguns sites.
Trabalho com pessoas leigas no assunto - afinal, somos todos
voluntários, nem sempre há mão-de-obra especializada. Tenho que
explicar coisas que para mim são tão cotidianas que praticamente não
consigo traduzi-las. Essa experiência tem me convencido de que os
profissionais de TI precisam estudar comunicação.

Todo departamento de suporte técnico deveria investir num duplo
treinamento:

1. Ensinar temas básicos de segurança e "bom senso" no uso do
computador / internet para os leigos.
2. Ensinar os técnicos a falar a língua dos usuários comuns.

Ou seja: é preciso entender pelo menos um pouco da complexa relação
emocional entre gente e computadores. O técnico não deve entender só
de tecnologia, mas também de leigologia.

Muitos acham que entendem. Mas apenas consideram os outros como
estúpidos. Isso só traz mais problemas para o departamento de TI.

Não estou sugerindo que os técnicos tenham paciência e educação - isso
é pré-requisito. Precisamos é de comunicação eficiente e visão
realista do problema.

Leigos muitas vezes são arrogantes e apressados. Não querem
complicação, nem esforço. Precisam de resultados imediatos e ouvem
tudo pela metade. Mas isso só aumenta sua ignorância sobre os
assuntos. E, consequentemente, precisam de mais explicações, regras e
chatice.

A saída que encontrei aqui para diminuir o problema foi investir na
formação de ambos os lados. Criei pequenas conferências, inspiradas
pelo TED, nas quais tento ensinar temas básicos não só de informática,
mas de convivência entre técnicos e leigos. Elas têm apenas 30
minutos, três vezes por semana. Tento usar metáforas e contar "causos"
para explicar tecnologia.

Fica a idéia: TI, tecnologia da informação, também tem que ter seus
especialistas em IT, informação sobre tecnologia.

enviada por eduf em http://magaiver.blig.ig.com.br/2008_04.html#post_19107041

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Apr 14, 2008, 9:31:34 AM4/14/08
to GTI - FAC/UNI9
PNL: A Ciência da Excelência... A Arte da Mudança
James Lawley e Penny Tompkins

A PNL tem certas máximas, duas das quais são:
"Se você sempre faz a mesma coisa, vai obter sempre o mesmo
resultado!"
"Se o que você está fazendo não está dando certo - faça algo
diferente."

"Sim, mas como"? você poderia perguntar.

Ao contrário de outras abordagens que dizem O QUE você precisa fazer,
a PNL é a tecnologia do COMO. Ela diz e mostra COMO alcançar o que
você quer e COMO se tornar aquela pessoa que alcança as metas que você
quer. Desta maneira você poderá ter agora o sucesso pessoal que tanto
quer!

Com a PNL nós podemos escolher o que queremos mudar, e como queremos
fazer essa mudança.
...


Extraído de Parte do Artigo em :
http://www.cleanlanguage.co.uk/articles/articles/110/1/What-is-NLP/Page1.html

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Apr 28, 2008, 2:11:36 PM4/28/08
to GTI - FAC/UNI9
Internet

Quarta, 20 de dezembro de 2006, 11h40

Internet desperta novos vícios. Confira o seu









A Internet deu origem a uma variedade de doenças e vícios modernos, de
acordo com a revista científica britânica New Scientist. Em sua edição
de Natal, que será publicada neste sábado, a pulicação cita as
seguintas 'manias':

Ego-navegação (ego-surfing): quando você checa seu nome e informações
na internet com freqüência em busca do número de ocorrências.

Blog-indiscrição (blog streaking): revelar na internet segredos de
informação pessoal que para o bem de todos seria melhor manter em
caráter privado.

Blackberrymania (crackberry):: a maldição do executivo moderno é não
conseguir parar de checar o blackBerry, mesmo no funeral da avó. O
blackberry é um popular aparelho que pode ser usado para tirar fotos,
telefonar, enviar e-mails e navegar na internet.

Google-espionagem (google-stalking): define-se como o ato de "espionar
na internet antigos amigos, colegas e namorados".

Cibercondria (cyberchondria): se você está com dor de cabeça e uma
erupção diferente ao mesmo tempo? Uma exaustiva pesquisa on-line diz
que você pode estar com câncer.

Fotobisbilhotice (photolurking): ato de vasculhar o álbum de fotos de
alguém que nunca viu na vida.

Wikipedimania (wikipediholism): excessiva dedicação a contribuir com a
enciclopédia on-line colaborativa Wikipedia. A Wikipedia tem inclusive
uma página onde o usuário pode verificar se já está viciado:
en.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Are-You-a-Wikipediholic-Test.

Chicletepod (Cheesepodding): baixar uma canção "tão chiclete que seria
possível envolvê-la em plástico e vendê-la numa loja de conveniência".
As vítimas desta síndrome são especialmente vulneráveis aos maiores
sucessos do soft-rock dos anos 1970s.



Qual destes é o seu vício na Internet?
Ego-navegação
Blog-indiscrição
Blackberrymania
Google-espionagem
Cibercondria
Fotobisbilhotice
Wikipedimania
Chicletepod
Outro
Nenhum

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Jun 3, 2008, 9:20:23 AM6/3/08
to GTI - FAC/UNI9
Se as coisas parecem sob controle, talvez
você não esteja indo rápido o suficiente.
Mário Andretti

wal junior >>> http://mmmeulixo.spaces.live.com

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Aug 20, 2008, 1:52:23 PM8/20/08
to GTI - FAC/UNI9
"Você nunca será a pessoa que você pode ser se a pressão, tensão e
disciplina forem tiradas de sua vida."
(James G. Bilkey)


Tema do dia: Tensão

A graça da vida - Conheça e aprimore seu humor. porque só ele é capaz
de trazer mais encanto aos seus dias.
(texto Leandro Quintanilha)


Há quem acredite que humor seja uma habilidade inata. Mas, se a
comicidade é uma questão de inteligência, ela pode, no mínimo, ser
desenvolvida, certo? O riso é uma equação matemática, define Hugo
Zorzetti, (...)autor do Manual do Humorista Doméstico. A comicidade
tem potencial para ir muito além do campo da intuição, diz. Isso quer
dizer que, sim, você pode ficar mais engraçado.. Mas boa parte do
aprendizado depende mesmo de autoconhecimento e exercício diário.


Mas... para que serve a comicidade? De forma breve: para aliviar a
tensão, estabelecer contato, espantar o medo, protestar contra a ordem
vigente, denunciar uma hipocrisia, escapar do vazio existencial ou,
ufa, apenas deixar essa vidinha besta um pouco mais divertida.


Leia mais: http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/067/grandes_temas/conteudo_279393.shtml

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