Mesmo na Baixa de Maputo surge o Maputo Bay Waterfront, que é considerado um dos maiores projetos imobiliários em desenvolvimento.
Brasília –Os novos projetos imobiliários começaram a mudar a configuração de Maputo que se assume como a localização preferencial dos investidores, combinando
a habitação com retalho e serviços.
Está para breve a construção de torres e edifícios multiusos e a certeza é que vai haver de tudo: apartamentos, escritórios, hotéis e centros comerciais, no
centro e na periferia.
Mesmo na Baixa de Maputo surge o Maputo Bay Waterfront, que é considerado um dos maiores projetos imobiliários em desenvolvimento.
E, de facto, é um dos maiores em termos de área de intervenção e de investimento, atingindo o valor de 1162 milhões de dólares.
O projeto, vocacionado para uso misto, combina as valências da habitação, comércio, serviços e lazer, estendendo-se por uma área de 83.000 m2. A sua localização
coincide com o espaço onde outrora era realizada a FACIM, Feira Internacional de Maputo. (…)
Não muito distante do local, prevê-se a construção das Torres Maxaquene,
uma infraestrutura a cargo da Oriental K Real Estate, que pretende ser um marco arquitetónico na Baixa de Maputo com os seus 82.300 m2 destinados a habitação,
comércio e serviços.
Da responsabilidade da mesma companhia, surge também o Edifício Pott,
um projeto que resulta da reconversão de um palácio do século XIX, em avançado estado de degradação mas com uma traça valiosa do ponto de vista arquitetónico,
num conjunto de edifícios modernos. A construção irá localizar-se entre a Av. 25 de Setembro e a Av. Samora Machel, a via que dá acesso ao Conselho Municipal de Maputo. Ao todo, o complexo vai ocupar 23.883 m2, distribuídos por escritórios, habitação, comércio
e ainda por um hotel.
Ao mesmo tempo, a Green Point Investment, de capitais maioritariamente israelitas, vai aplicar 110 milhões de dólares no desenvolvimento do Maputo Business Tower.
O edifício terá 47 andares e será o maior do país. Promete apresentar 32 pisos para escritórios, cinco para estacionamento e os restantes para centros comerciais
e um heliporto.